IBOVESPA +1,79% | 181.919 Pontos
CÂMBIO -0,70% | 5,23/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 1,8%, aos 181.919 pontos, renovando máximas históricas e ultrapassando, pela primeira vez, a marca dos 180 mil pontos. O desempenho positivo refletiu a divulgação do IPCA-15 de janeiro, que veio abaixo das expectativas do mercado, reforçando uma leitura mais construtiva para o início do ciclo de cortes de juros no Brasil. Adicionalmente, o dólar recuou para R$ 5,20, o menor patamar desde maio de 2024, enquanto o fechamento da curva de juros contribuiu para o desempenho positivo de papéis cíclicos.
Entre os destaques positivos do dia, Yduqs (YDUQ3, +7,0%) avançou, beneficiada pelo fechamento da curva de juros e por uma elevação de recomendação por um banco de investimentos. Na ponta negativa, Vivara (VIVA3, -1,9%) recuou, dando continuidade à tendência negativa recente, com o papel acumulando queda de 7,3% desde a última quinta-feira (22).
Nesta “superquarta”, haverá decisões de política monetária do Copom e do FOMC. Além disso, pela temporada internacional de resultados do 4T25, teremos a divulgação dos balanços das big techs Meta, Microsoft e Tesla.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a terça-feira sem um direcional único nos Estados Unidos, com as atenções voltadas para o anúncio da decisão do Fed nesta quarta-feira e para as expectativas em torno do nome a ser indicado por Donald Trump para a presidência do banco central. O dia também contou com um leilão de US$ 70 bilhões em T-notes de 5 anos, que apresentou demanda abaixo da média e rendimento máximo de 3,82%. As Treasuries longas avançaram, enquanto os vencimentos mais curtos recuaram: os títulos de 2 anos fecharam em 3,57% (-2 bps); os de 10 anos, em 4,23% (+1 bp); e os de 30 anos, em 4,84% (+3 bps).
No Brasil, os juros encerraram com uma queda bastante acentuada, principalmente nos vencimentos longos. O dólar atingiu o menor patamar em 20 meses, e o resultado do IPCA-15, aliado a um maior otimismo em relação ao ciclo de cortes da taxa básica de juros, impulsionou o movimento. O DI jan/27 fechou a 13,58% (-10 bps), o DI jan/29 a 12,85% (-14 bps) e o DI jan/31 a 13,15% (-16 bps).
Mercados globais
O dólar (DXY) caiu ontem após Trump declarar que não está preocupado com a desvalorização da moeda, o que ajudou a impulsionar mercados ao redor do mundo. Bolsas europeias operam mistas, com índice pan-europeu em queda (Stoxx 600: -0,5%). O destaque no continente foi a divulgação de resultados da ASML, que superou amplamente as expectativas de encomendas, e sobe cerca de 6%. Em contraste, LVMH, que divulgou resultados ontem cai cerca de 7% mesmo após superar estimativas. Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +0,3%; HSI: +2,6%).
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a terça‑feira em queda de 0,15%, pressionado principalmente pelos fundos Híbridos, que recuaram 1,52%.
Os demais segmentos que compõem o índice registraram desempenhos mais moderados, com alguns praticamente estáveis, como os Fundos de Papel e os Fundos de Fundos. Já os destaques positivos ficaram por conta dos Fundos Multiestratégia (+0,11%) e dos Fundos de Tijolo (+0,09%), impulsionados pelo movimento de fechamento da curva de juros.
Entre as maiores altas da sessão figuraram TRBL11 (+3,7%), OUJP11 (+2,8%) e HSLG11 (+2,8%). No campo negativo, apareceram TGAR11 (-11,7%), URPR11 (-6,4%) e VGIP11 (-1,7%).
Economia
A confiança do consumidor norte-americano caiu para o nível mais baixo em 11 anos e meio em janeiro. De particular importância, a pesquisa do Conference Board mostrou que a opinião dos consumidores sobre disponibilidade de emprego foi a mais fraca desde 2021. No Brasil, o IPCA-15 de janeiro subiu 0,20%, em linha com as expectativas. No geral, alimentação em casa surpreendeu para baixo, enquanto bens industrializados registraram aumentos acima do esperado. Os serviços continuaram mostrando força, em particular aqueles intensivos em mão de obra, pressionados pelo mercado de trabalho aquecido. A despeito da resiliência na desinflação de serviços, a melhora das expectativas de inflação e queda nos preços de bens devem levar o IPCA a fechar o ano de 2026 em 4,0%.
Na agenda do dia, destaque para as decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil. Lá fora, o Fed deve manter os juros no atual patamar de 3,50% a 3,75. De particular relevância deve ser o comunicado e a entrevista do presidente do Fed, Jerome Powell, que devem definir o tom da decisão. No Brasil, o Copom também deve manter o atual patamar de juros (15,00%). Contudo, esperamos que o comunicado pós decisão comece a sinalizar um possível início de cortes de juros em março. Nossa projeção é de que o Copom inicie um ciclo de afrouxamento monetário de 50 pontos-base nesse mês e continue com cortes na mesma magnitude até atingir 12,50%, momento em que fará uma pausa para avaliação.
Veja todos os detalhes
Economia
Sem cortes nas taxas de juros nesta superquarta
- A confiança do consumidor norte-americano caiu para o nível mais baixo em mais de 11 anos e meio em janeiro, em meio à crescente ansiedade com o mercado de trabalho lento e os preços altos. O índice de confiança do consumidor do Conference Board caiu 9,7 pontos, para 84,5 neste mês, bem abaixo do consenso de 90,9. Além disso, a opinião dos consumidores sobre a disponibilidade de empregos foi a mais fraca em quase cinco anos. A porcentagem de consumidores que consideravam os empregos “abundantes” caiu para 23,9%, o nível mais baixo desde fevereiro de 2021, ante 27,5% no mês passado. Cerca de 20,8% dos consumidores disseram que os empregos eram “difíceis de conseguir”, também o nível mais alto desde fevereiro de 2021, em comparação com 19,1% em dezembro;
- O IPCA-15 de janeiro ficou amplamente em linha com as expectativas, subindo 0,20% em relação ao mês anterior e 4,50% em relação ao ano anterior, mas com uma composição mista: alimentação em casa surpreendeu para baixo, enquanto os produtos industrializados registraram aumentos mais fortes do que o esperado. O núcleo de serviços avançou 0,53% em relação ao mês anterior, um pouco abaixo das projeções, mas os serviços intensivos em mão de obra aceleraram ainda mais, refletindo a persistência de um mercado de trabalho aquecido. A inflação dos bens industriais subiu 0,64% em relação ao mês anterior, com os bens duráveis se recuperando após cinco leituras negativas consecutivas, embora a dinâmica favorável do índice de preços ao produtor e a valorização do real ainda devam conter esse componente no futuro. Em média, as medidas de núcleo de inflação aumentaram 0,42% em relação ao mês anterior, enquanto o núcleo da inflação em 12 meses caiu para 4,33%, o menor desde novembro de 2024. No geral, os dados apoiam a postura cautelosa do Banco Central em relação à desinflação dos serviços, mas, combinados com o arrefecimento das expectativas de inflação e uma tendência desinflacionária nos bens, permanecem consistentes com o início de um ciclo de flexibilização monetária em março, com a projeção do IPCA para 2026 mantida em 4,0%;
- O destaque da agenda internacional desta quarta-feira é a decisão do Federal Reserve sobre as taxas de juros. O consenso do mercado é que o Fed manterá as taxas de juros (3,50% a 3,75%) à luz dos últimos dados de inflação (persistentemente) acima da meta e de uma desaceleração gradual do mercado de trabalho. De particular importância devem ser o comunicado pós-decisão e a entrevista com o presidente do Fed, Jerome Powell, que devem definir o tom da decisão — hawkish, neutro ou dovish;
- No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central definirá a taxa básica de juros. A maioria dos indicadores relevantes para a decisão de política monetária permaneceu praticamente inalterada desde a última reunião. Diante disso, esperamos que o comitê mantenha as taxas de juros em 15,00%, mas comece a sinalizar a possibilidade de cortes nas taxas de juros em março, à medida que as perspectivas para a inflação continuam a melhorar. Projetamos que o Copom iniciará o ciclo de flexibilização monetária em março com um corte de 50 pontos-base e continuará a cortar até atingir 12,5%, com uma pausa para avaliar o cenário e retomar o ciclo de cortes no próximo ano, embora com espaço limitado.
Empresas
MBRF (MBRF3) | Prévia do resultado do 4T25: sequencialmente mais fraco
- Projetamos que a MBRF entregue um trimestre sequencialmente mais fraco. Destaques:
- projetamos que a margem de EBITDA ajustado da BRF diminua sequencialmente apesar da sazonalidade;
- a margem da National Beef deve seguir a sazonalidade, mas permanecer em território positivo apesar do cenário desafiador; e
- os volumes devem continuar aumentando devido à expansão de capacidade na América do Sul, mas esperamos compressão de margem devido a spreads mais fracos. Em suma, projetamos receita líquida de BRL 40.8Bn (-1% A/A e -2% T/T) e EBITDA ajustado de BRL 3.4Bn (-11% A/A e -3% T/T).
- Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/mbrf-mbrf3-previa-do-resultado-do-4t25-sequencialmente-mais-fraco/
Embraer (EMBJ3): Momento operacional se mantém firme; guidance de 2026 à vista
- A Embraer apresentou dados operacionais sólidos no 4º trimestre de 2025, em meio a uma sazonalidade favorável das entregas;
- Em linha com dados divulgados anteriormente, a Embraer encerrou o 4º trimestre de 2025 com 91 entregas de aeronaves, resultando em entregas no ano fiscal de 2025 dentro do seu intervalo de guidance da Aviação Comercial (78 vs. 77-85) e no topo para a divisão executiva (155 vs. 145-155);
- A Embraer manteve uma carteira de pedidos resiliente de US$ 31,6 milhões (+1% de T/T), com contratações em Defesa e Segurança como o destaque positivo dos dados de hoje. Na Aviação Comercial, novos pedidos da TrueNoord, Helvetic e Air Côte d’Ivoire acabaram compensando os cancelamentos da Azul durante o processo de recuperação judicial, com a Aviação Comercial fechando 2025 com um book-to-bill de 2,8x, o maior entre as divisões;
- Com o recente fluxo de notícias apoiando um desempenho sólido das ações do EMBJ3 no acumulado do ano, vemos a atenção do mercado cada vez mais para a divulgação do seu guidance para 2026E (a ser divulgado em 6 de março);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Vale (VALE3): (Mais do que) cumprindo suas promessas
- A Vale reportou forte desempenho operacional no 4º trimestre de 2025, com uma performance melhor do que o esperada de sua divisão de metais básicos (EBITDA ajustado atualizado 4T25E de ~US$4,8 bilhões +4% em relação à nossa estimativa anterior), com a empresa apresentando resultados acima do seu guidance anual em todas as divisões. Destacamos:
- (i) Um desempenho sólido de Cobre, com produção/vendas de +6% A/A, impulsionado pelo aumento da produção em Salobo (que entregou volumes recordes) e Sossego, enquanto os preços realizados aumentaram +US$1.185/t T/T (devido ao aumento dos preços de referência LMEs);
- (ii) Produção de minério de ferro +6% A/A (+1% XPe), com embarques de finos de minério de ferro +7% A/A (em linha vs. XPe), impulsionados por volumes maiores em Brucutu e aumento de Vargem Grande e Capanema; enquanto
- (iii) Volumes de vendas de Pelotas caíram -10% A/A;
- No geral, reiteramos nossa recomendação Neutra para Vale, principalmente diante de expectativas de redução dos preços do minério de ferro após o período de reabastecimento, embora reconheçamos a melhora no momento de curto prazo para as ações (VALE3 +17% no ano).
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
CSN (CSNA3) & CSN Mineração (CMIN3): Equilibrando pagamentos de dívidas e alternativas de liquidez
- A CSN lançou recentemente um plano detalhado de venda de ativos para fornecer ao mercado mais detalhes sobre sua estratégia de desalavancagem daqui para frente. Com uma dívida total de ~R$28 bilhões vencendo até 2028 YE, as preocupações com a solvência da CSN têm sido um dos temas mais debatidos entre os investidores;
- Neste relatório, realizamos uma análise aprofundada do perfil de FCF da empresa em relação aos seus compromissos de cash-out;
- Nossa conclusão é que, usando nossas suposições operacionais de base, a CSN deve ser capaz de cumprir seus compromissos de saída nos próximos anos – nesse sentido, estimamos uma necessidade total de caixa para a CSN de até R$30 bilhões do 4T25-2028E, que esperamos ser obtida por meio do
- (i) refinanciamento da dívida dos bancos (~R$16 bilhões), (ii) novos pagamentos adiantados de minério de ferro (~R$4 bilhões) e (iii) vendas de ativos (~R$15-18 bilhões). Dito isso, embora esperemos que a CSN aborde progressivamente suas preocupações de alavancagem, permanecemos neutros tanto na CSN quanto na CMIN;
- Para a CSN, a necessidade de navegar por um caminho complexo de desalavancagem limita o potencial de upside para as ações no curto prazo, enquanto para a CMIN, o valuation continua pouco inspirador, dado a esperada tendência de queda dos preços do minério de ferro;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Bens de Capital: Não é um ponto de inflexão para cíclicos; Momentum continua para a WEG/Embraer
- Na semana passada, realizamos nossa 2ª Conferência XP de Bens de Capital, com discussões perspicazes com executivos da WEG, Embraer, Marcopolo, Randoncorp, Frasle, Tupy e Iochpe-Maxion;
- Saímos do evento mais confiantes na capacidade da WEG de mitigar obstáculos (como tarifas), com o crescimento esperado para acelerar a partir do 2S26E, à medida que as capacidades começam a aumentar;
- Para a Embraer, as discussões giraram em torno das várias opções em sua tese de investimento, como a potencial nova instalação na Índia (agora confirmada pela assinatura de um MoU com o Grupo Adani) e a Eve;
- Em muitas empresas de Autopeças, a redução de alavancagem continua sendo uma prioridade, com abordagens disciplinadas de capital da Randoncorp, Iochpe-Maxion e Tupy (a mais recente enfrentando pressão de curto prazo antes de um ponto de inflexão claro);
- Embora o cenário automotivo na América do Norte continue desafiador, observamos uma perspectiva relativamente melhor esperada para o Brasil em 2026E, com o programa governamental ajudando ao menos a estabilizar os níveis de produção de veículos pesados;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- Mineração e Siderurgia: Progresso Antidumping no Brasil a caminho
- Nesta semana, observamos que a GECEX agendou reuniões adicionais para as próximas semanas, com o progresso esperado nas investigações antidumping e possíveis decisões finais para aço pré-pintado, CRC e/ou galvanizados esperados em breve;
- Além disso, apesar da suspensão operacional das minas Fábrica e Viga da Vale, vemos o impacto potencial no volume de produção como limitado, especialmente considerando a reafirmação do guidance de volume/custo da Vale;
- Ademais, os resultados das siderúrgicas dos EUA apontam para uma demanda construtiva para 2026E, apoiando o momentum de preços da Gerdau North America no 1T26E, embora as discussões sobre isenções tarifárias relacionadas ao USMCA continuem sendo um ponto importante de observação;
- Sobre dados setoriais recentes, observamos que (i) os preços do minério de ferro caíram -2% S/S, com estoques de minério de ferro nos portos chineses de +1% S/S;
- (ii) Os preços de HRC e de vergalhão permaneceram estáveis S/S no Brasil, com paridade de aços planos em +17% e paridade de aços longos em -9% para o vergalhão da Turquia, com importações de aço do Egito sugerindo paridade de +2%;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Trump diz não ver problema na queda do dólar e afirma que moeda está “indo muito bem” (InfoMoney);
- Prévia mostra inflação mais comportada, mas cenário é incerto (Valor Econômico);
- Light tem pedido de revisão tarifária extraordinária negado pela Aneel (Valor Econômico);
- Vale volta a ser a maior produtora de minério de ferro do mundo com a produção de 336 milhões de toneladas em 2025 (Valor Econômico);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX fecha terça-feira em leve queda e recua para 3.840 pontos (FIIs);
- JK Square atinge 100% de ocupação, reforçando ativos AAA na Faria Lima (Buildings);
- Shoppings no Brasil ganham fôlego e atraem investimentos em 2026 (SiiLA);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Americana NextEra Energy pretende expandir sua frota nuclear para atender data centers | Café com ESG, 28/01
- O mercado fechou o pregão de terça-feira em alta, com IBOV e o ISE avançando 1,79% e 1,54%, respectivamente;
- Nos EUA, a NextEra Energy está considerando expandir sua frota nuclear para fornecer eletricidade aos data centers, com o gigante de energia dos EUA dizendo que está em discussões avançadas para fornecer mais 9 gigawatts dos depósitos de servidores;
- Na Europa, (i) o National Wealth Fund britânico informou na quarta-feira que a captura de carbono, a rede elétrica e a fabricação de baterias estão entre os dez setores nos quais irá focar nos próximos cinco anos para ajudar a economia relativamente lenta do país – segundo o CEO, a empresa pretende investir entre 4 bilhões de libras e 5 bilhões de libras em projetos por ano de agora até 2030/31; e (ii) as vendas de veículos elétricos na Europa subiram 30% em 2025, atingindo um recorde, com modelos movidos a bateria superando os carros a gasolina pela primeira vez em dezembro – a alta ocorreu apesar de uma queda de 38% nas vendas anuais da Tesla em todo o continente, com o grupo de Elon Musk perdendo sua coroa como maior fabricante mundial de veículos elétricos para a concorrente chinesa BYD;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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