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Bolsas em alta; Copom e Fed decidem juros hoje

Decisão de juros nos EUA e Brasil são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 18/03/2026

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IBOVESPA +0,30% | 180.409 Pontos

CÂMBIO -1,19% | 5,20/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 0,3%, aos 180.409 pontos, dando continuidade ao movimento positivo observado no dia anterior, em linha com os mercados globais (S&P 500: +0,3%; Nasdaq: +0,5%). O desempenho reflete a continuidade de uma melhora no apetite a risco, apesar da continuidade do conflito no Oriente Médio e suas implicações para o preço do petróleo e para a economia global. As petroleiras seguem em alta e dando suporte ao índice, com destaque para Petrobras (PETR4: +1,8%), Prio (PRIO3: + 4,8%) e PetroReconcavo (RECV3: +5,0%).

Entre os destaques, Natura (NATU3, +8,5%) liderou os ganhos após surpreender positivamente nos resultados do 4T25, com destaque para o EBITDA ajustado (clique aqui para acessar mais detalhes). Na ponta negativa, Magazine Luiza (MGLU3, -8,13%) recuou, em movimento de correção após a forte valorização registrada na semana anterior impulsionada pelos resultados do 4T25.

Para o pregão de quarta-feira, todos os olhos se voltam para as decisões de juros do Fed e do Copom. Pela temporada de resultados do 4T25, teremos Brisanet, Grupo Mateus, Hapvida, MBRF, Melnick, Minerva, Mills, PetroReconcavo, Positivo, Unifique e Vivara.

Renda Fixa

Os juros futuros tiveram desempenho misto nesta terça‑feira, em meio à cautela com o cenário externo e fatores domésticos. Nos EUA, as Treasuries recuaram, com o mercado atento aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e à expectativa pela decisão do Fed. A T‑Note de 2 anos encerrou a 3,67% (‑1 bp), a de 10 anos a 4,20% (‑3 bps) e o T‑Bond de 30 anos a 4,85% (‑2 bps). No Brasil, apesar de alívio pontual com a atuação do Tesouro pela manhã, a notícia de possível articulação de greve de caminhoneiros elevou a aversão ao risco e pressionou as taxas no fechamento, com o DI jan/27 a 14,14% (+7 bps), jan/29 a 13,61% (+5 bps) e jan/31 a 13,76% (+1 bp).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,6%; Nasdaq 100: +0,7%), enquanto investidores aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve. Na sessão anterior, os índices subiram, mas perderam força ao longo do dia com a alta do petróleo após novos ataques à infraestrutura energética nos Emirados Árabes Unidos. O consenso espera que o Fed mantenha os juros entre 3,5% e 3,75%, com atenção voltada ao tom de Jerome Powell sobre impactos do petróleo na inflação. No macro, sai também o PPI de fevereiro (consenso: +0,3% m/m), e no corporativo, destaque para o resultado da Micron após o fechamento.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,6%), com investidores também à espera da decisão do Fed e monitorando o conflito no Oriente Médio. No corporativo, a britânica Diploma sobe cerca de 18% após revisar para cima seu guidance de crescimento. Investidores também acompanham dados de inflação da zona do euro e decisões de política monetária de diversos bancos centrais ao longo da semana.

Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +0,6%; CSI 300: +0,5%), acompanhando o movimento positivo da região. No restante da Ásia, o destaque foi a Coreia do Sul, onde o Kospi disparou mais de 5%, levando inclusive a uma breve interrupção nas negociações após forte alta dos futuros. No Japão, o Nikkei subiu 2,9%, após dados mostrarem crescimento de 4,2% nas exportações, acima das expectativas.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão de terça‑feira em queda de 0,15%, influenciado pelo desempenho dos segmentos que o compõem. Os Fundos de Tijolo recuaram 0,16%, pressionados principalmente por Shoppings (-0,36%), Ativos Logísticos (-0,13%) e Lajes Corporativas (-0,07%). Os Fundos de Recebíveis também tiveram desempenho negativo, com baixa de 0,09%, enquanto os Híbridos caíram 0,22%. Entre os demais segmentos, Multiestratégia recuou 0,08% e os FOFs apresentaram queda mais acentuada, de 0,26%.

Entre as maiores altas do pregão estiveram PCIP11 (+1,3%), ICRI11 (+1,3%) e VINO11 (+1,2%). No campo negativo, os principais destaques foram KIVO11 (-2,4%), GZIT11 (-2,3%) e KORE11 (-1,7%).

Economia

O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) provavelmente manterá sua taxa de juros de referência no intervalo entre 3,50% e 3,75%, em meio à incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio. A autoridade monetária deve adotar uma postura cautelosa, de “esperar para ver”, com o intuito de avaliar potenciais disrupções no mercado de petróleo e seus impactos sobre a atividade econômica. Os agentes de mercado agora veem como mais provável apenas uma redução de juros até o final do ano, com maior probabilidade para as reuniões do último trimestre.

No Brasil, atenções voltadas para a decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom). O fluxo de dados e notícias desde a última reunião do Comitê piorou o cenário para a inflação. Os preços do petróleo dispararam em meio à guerra no Oriente Médio, a atividade doméstica voltou a ganhar força, as medidas de núcleo do IPCA subiram e as expectativas inflacionárias parecem se estabilizar acima da meta. No último comunicado pós-decisão, o Copom sinalizou que, em se confirmando o cenário esperado, iniciaria a flexibilização da política monetária na reunião de março. Porém, em nossa avaliação, o cenário previsto não se confirmou. Acreditamos agora que o Copom manterá a taxa Selic em 15,00% nesta reunião. Isto posto, continuamos a prever cortes de juros nos próximos meses, seguidos por uma pausa para avaliação no segundo semestre. Nosso cenário-base assume quatro cortes consecutivos de 0,50 p.p. a partir de abril, levando a taxa Selic para 13,00%.

Além disso, caminhoneiros de diferentes setores defenderam ontem uma paralisação nacional da categoria após a elevação nos preços do diesel. Neste contexto, o Ministério da Fazenda acionou o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que reúne os secretários econômicos estaduais, para discutir uma redução temporária – até dezembro deste ano – do ICMS sobre o combustível. Uma reunião virtual foi convocada para hoje, mas as chances de definição (que dependem de unanimidade) neste encontro são consideradas baixas. Além da renúncia de receitas, que tendem a gerar um debate sobre medidas de compensação, alguns estados afirmam que não há garantia de que os preços do diesel seriam reduzidos nas bombas.     

Veja todos os detalhes

Economia

Superquarta de política monetária: decisões de juros nos EUA e Brasil 

  • O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) provavelmente manterá sua taxa de juros de referência no intervalo entre 3,50% e 3,75%, em meio à incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio. A autoridade monetária deve adotar uma postura cautelosa, de “esperar para ver”, a fim de avaliar potenciais disrupções no mercado de petróleo e seus impactos sobre a atividade econômica. De acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group — que utiliza a precificação dos mercados futuros para inferir as expectativas em relação à política monetária do Fed —, os participantes de mercado atribuem atualmente uma probabilidade de aproximadamente 70% a um corte de juros ainda neste ano, abaixo dos 97% observados há um mês. Os agentes agora veem como mais provável apenas uma redução em outubro ou dezembro. Sinais adicionais poderão vir das projeções trimestrais dos membros do Fed (Summary of Economic Projections). Analistas esperam que a mediana das projeções dos dirigentes continue indicando um corte de juros em 2026, em linha com a divulgação de dezembro. A decisão de manutenção de juros dificilmente será unânime, com o mercado antecipando ao menos dois votos a favor de cortes, provavelmente dos diretores Stephen Miran e Christopher Waller;  
  • No Brasil, atenções voltadas para a decisão de juros do Copom (Comitê de Política Monetária). O fluxo de dados e notícias desde a última reunião do Comitê piorou o cenário para a inflação. Os preços do petróleo dispararam em meio à guerra no Oriente Médio, a atividade doméstica voltou a ganhar força, as medidas de núcleo do IPCA subiram e as expectativas inflacionárias parecem se estabilizar acima da meta. Logo, as projeções de inflação do Copom devem se distanciar da meta. Acreditamos que a previsão para o IPCA no 3T27 – atual horizonte relevante de política monetária – subirá de 3,2% para 3,5%. No último comunicado pós-decisão, o Copom sinalizou que, em se confirmando o cenário esperado, iniciaria a flexibilização da política monetária na reunião de março. Porém, em nossa avaliação, o cenário previsto não se confirmou. Afinal, o salto nos preços do petróleo representa um relevante choque negativo de oferta sobre uma economia sem capacidade ociosa e com inflação acima da meta. Em síntese, acreditamos agora que o Copom manterá a taxa Selic em 15,00% nesta reunião. Isto posto, continuamos a prever cortes de juros nos próximos meses, seguidos por uma pausa para avaliação no segundo semestre. Nosso cenário-base assume quatro cortes consecutivos de 0,50 p.p. a partir de abril, levando a taxa Selic para 13,00%;   
  • Caminhoneiros de diferentes setores defenderam ontem uma paralisação nacional da categoria após a elevação nos preços do diesel – de quase 20% desde o final de fevereiro. A Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores) e o Sindicam (Sindicato dos Caminhoneiros de Santos) são os principais defensores da greve. Neste contexto, o Ministério da Fazenda acionou o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que reúne os secretários econômicos estaduais, para discutir uma redução temporária – até dezembro deste ano – do ICMS sobre o diesel. A ideia está em linha com a decisão do governo federal que zerou as alíquotas de PIS/COFINS sobre o combustível nas refinarias, com o intuito de conter os efeitos do aumento nos preços internacionais do petróleo devido à guerra no Oriente Médio. Uma reunião virtual foi convocada para hoje, mas as chances de definição (que dependem de unanimidade) neste encontro são consideradas baixas. Além da renúncia de receitas, que tendem a gerar um debate sobre medidas de compensação, alguns estados afirmam que não há garantia de que os preços do diesel seriam reduzidos nas bombas;  
  • Conforme divulgado no início desta manhã, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Zona do Euro subiu 0,6% em fevereiro comparado com janeiro, compensando a queda de igual magnitude na divulgação anterior. O resultado veio ligeiramente abaixo da leitura preliminar e das expectativas de mercado (0,7%). Na comparação anual, o CPI registrou elevação de 1,9%. Por sua vez, a medida de núcleo da inflação – que exclui os voláteis componentes de alimentos e energia – avançou 2,4% em termos anualizados, confirmando as projeções de mercado. Ainda na agenda internacional, as destaque para a publicação do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos referente a fevereiro. Segundo a mediana das estimativas dos analistas, o PPI aumentou em 0,3% em relação a janeiro e 2,9% nos últimos 12 meses. Já a medida de núcleo do PPI deve registrar altas de 0,4% na margem e de 3,7% na comparação anual.

Empresas

Lojas Renner (LREN3): Atualizando nossas estimativas e reiterando o papel como nossa preferência no setor

  • Estamos atualizando nosso modelo para incorporar os resultados do 4T, premissas macro atualizadas e o guidance de CAPEX/expansão para 2026;
  • Embora em linha com nossas estimativas, os resultados do 4T trouxeram uma Realize ligeiramente mais pressionada, compensado por melhores dinâmicas de margem bruta e SG&A no Varejo, o que refletimos em nossas projeções;
  • No geral, fazemos apenas pequenos ajustes nos indicadores operacionais, mantendo o lucro líquido de 2026-27 praticamente inalterado (+2-4%, respectivamente) e, portanto, mantendo nosso preço-alvo para o final de 2026 igual, em R$22,0/ação. Reiteramos LREN como nossa principal escolha, pois estamos construtivos quanto às suas perspectivas, que devem gradualmente levar os investidores a retomar a confiança na execução da companhia e apoiar uma reprecificação;
  • Além disso, nosso lucro líquido estimado para 2026 está 17% acima do consenso, implicando um valuation atrativa de 8,1–7,5x P/L 2026-27 e FCF yield de 12% em 2026;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vivara (VIVA3): Vivara aperta o botão para começar a aumentar os preços

  • Nesta edição do XP Sparkle Tracker, destacamos: 1) No ouro, a VIVA finalmente iniciou aumentos de preços relevantes, com alta de +16% m/m enquanto os concorrentes mantiveram preços estáveis; 2) A Vivara também elevou os preços dos itens da linha Duo, marcando o primeiro reajuste desde abril/25; e 3) Na prata, a Life aumentou preços em dígitos altos em meio à maior pressão das commodities, enquanto a Pandora manteve preços estáveis após seu recente reposicionamento agressivo. No geral, nosso monitoramento sugere que a Vivara está começando um ajuste gradual de preços para repassar o aumento de custos em ambas as marcas;
  • Vemos mais riscos para os volumes da Life, já que agora enfrenta uma concorrência mais intensa da Pandora, especialmente na linha Moments, enquanto outras categorias de presentes não enfrentam o mesmo nível de pressão de custos ligada a commodities;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Ecorodovias (ECOR3): Revisão dos Resultados do 4T25 | Forte desempenho operacional em rodovias sustenta resultados positivos

  • A Ecorodovias reportou resultados positivos, com EBITDA ajustado de R$1,5 bilhão (+17% A/A; em linha vs. XPe);
  • Os destaques são:
    • Crescimento sólido da receita comparável de rodovias pedagiadas (+5,3% A/A), impulsionado por (a) tráfego forte (+3,3% A/A), refletindo principalmente números robustos contínuos na Ecovias Norte Minas, e (b) tarifas mais altas (+1,9% A/A);
    • Expansão da margem EBITDA de rodovias pedagiadas (+2,0 p.p. A/A), em função de menores custos de manutenção e conservação em meio a um período de chuvas mais intenso;
    • Alavancagem estável em 3,8x dívida líquida/EBITDA (estável vs. 3T25). A ECOR também destacou créditos de R$107 milhões relacionados à Ecovias Sul, reconhecidos pelo governo após o término da concessão;
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Mineração e Siderurgia: Melhorando competitividade + avanço em projetos estratégicos – roundtable com o CFO da Usiminas
    • Hoje, participamos de um evento com o CFO da Usiminas, Sr. Diego Garcia, que destacou o foco em melhorar a competitividade por meio de projetos em andamento (PCI, a iniciativa do gasômetro e a revitalização da coqueria);
    • Com uma potencial decisão sobre o projeto de minério de ferro Compactos até o fim do ano;
    • No curto prazo, o management espera que as medidas antidumping apoiem os preços, enquanto fretes mais elevados decorrentes do conflito no Oriente Médio podem representar um risco de custos no médio prazo;
    • Com impactos potenciais devendo ser observados apenas mais para o fim do ano caso esses níveis elevados persistam;
    • Em outra frente, em relação aos dados recentes da China, a atividade se fortaleceu via exportações e consumo, mas a fraqueza do setor imobiliário persiste, com o conflito no Irã permanecendo como um risco relevante para a demanda;
    • Além disso, os preços do ouro caíram -4% S/S, com saídas de ETFs de -6 toneladas na semana de 13 de março, apesar do conflito no Oriente Médio;
    • Também notamos que (i) os preços do minério de ferro subiram +5% S/S, com os estoques portuários de minério de ferro na China avançando +2% S/S;
    • E (ii) os preços de HRC/vergalhão ficaram estáveis S/S no Brasil, com paridade de aço plano em +13% e paridade de aço longo em -14% para o vergalhão da Turquia, enquanto importações de aço do Egito (isentas de tarifas de importação) sugerem paridade em -3%.
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Óleo e Gás | Colocando as novas variáveis na conta
    • As últimas duas semanas foram bastante agitadas para o setor de petróleo e gás, para dizer o mínimo. Desde que os EUA e Israel lançaram uma série de ataques aéreos contra o Irã (operação Epic Fury), os preços do Brent dispararam para mais de US$ 100/bbl. O aumento dos custos da energia levou governos de todo o mundo a tomar medidas para tentar mitigar os efeitos inflacionários sobre suas economias;
    • No Brasil, o governo anunciou na última quinta-feira (12) uma série de medidas para conter os preços do diesel nos postos, que incluíram uma tarifa de 12% sobre as exportações de petróleo, subsídios ao diesel e outras. Isso adicionou ainda mais variáveis a uma rede já complexa de distorções de mercado (por exemplo, aumento dos crack spreads, negociação do petróleo bruto pesado com prêmio, alta nas taxas de VLCC, etc.) e efeitos específicos das empresas;
    • Nossa preferência continua sendo pela PRIO e pela Petrobras – o melhor equilíbrio entre risco e retorno e retornos atraentes em 2026, caso os preços do petróleo permaneçam altos. Se os preços do petróleo permanecerem elevados em 2027, somente então o caso da BRAV se tornaria mais convincente, em nossa visão;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Um Playbook guiado por gatilhos sobre uma Tese de Preço de Longo Prazo Estável
    • Atualizando as GenCos e trazendo os temas mais relevantes para cada nome
    • Estamos atualizando nossas estimativas para Axia, Auren, Engie e Copel e estabelecendo novos preços-alvo para o final de 2026 (YE26) de R$ 63,3/ação, R$ 13,8/ação, R$ 31,5/ação e R$ 17,0/ação, respectivamente, mantendo inalteradas nossas recomendações para esses nomes (compra para Axia e CPLE e neutra para AURE e EGIE); 
    • A virada de ano não muda a tese central por trás desses papéis: preços de longo prazo (LT);
    • Porém, individualmente, vemos cada nome carregando seus próprios gatilhos e idiossincrasias;
    • Neste relatório, buscamos resumir os principais pontos a ter em mente ou a monitorar para esses nomes ao longo de 2026, além de atualizar nossas estimativas para incorporar: i) novos dados macro; ii) curvas de preços de energia atualizadas; e iii) eventos específicos relevantes para cada companhia, como o pré-pagamento da UBP para EGIE, o LRCap para Copel e análises de potenciais eventos de curtailment para AURE;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Tesouro faz a maior intervenção da história no mercado de títulos públicos (Valor Econômico);
  • BNDES planeja nova linha de crédito para reforçar setores estratégicos afetados por guerras (O Globo);
  • CSN sonda as gestoras de crédito (Pipeline Valor);
  • Moody’s rebaixa ratings da Ligga de BB-.br para CCC-.br; perspectiva negativa (Moody’s Local).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX recua 0,15% e fecha aos 3.875,45 pontos na terça (Suno);
    • FIIs ganham tração na B3 e negociação diária salta quase 50% em 2026 (InfoMoney);
    • Iguatemi movimenta R$ 372 milhões com venda de participações para XP Malls (Buildings);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • XP amplia acesso a fundos globais via Allfunds com aplicações desde US$ 5 mil: A XP International passou a oferecer acesso direto a fundos globais a partir de US$ 5 mil por meio da plataforma Allfunds — que reúne 1,76 trilhão de euros em fundos — permitindo que investidores do varejo acessem gestoras como Oaktree, Pimco, J.P. Morgan, Axa e BlackRock, num movimento de expansão da dolarização das carteiras e da estratégia de abrir ao grande público produtos antes restritos ao private. (Valor econômico);
    • Galapagos lança novo ETF de títulos atrelados à inflação e à Selic com taxa zero: A Galapagos Capital lançou o POSB11, um ETF que combina 92% em Tesouro Selic e 8% em Tesouro IPCA+, com taxa zero até novembro e alíquota fixa de 15% de IR sobre ganhos — oferecendo uma alternativa mais conservadora, porém eficiente, para investidores que querem diversificar a renda fixa com vantagem tributária em relação ao Tesouro Direto. (Valor Econômico);
    • Patrimônio de ETFs no Brasil avança e chega a três dígitos em fevereiro, mostra B3: O patrimônio dos ETFs no Brasil saltou de R$ 98 bilhões para R$ 107 bilhões em fevereiro, com institucionais detendo 57,6% do total e forte concentração de negociações em produtos como BOVA11, SMAL11 e BOVV11, consolidando a expansão do mercado e o crescente interesse de investidores pessoa física. (Estadão);
    • Bitcoin opera estável nos US$ 74 mil depois de chegar a encostar nos US$ 76 mil: Após tocar US$ 76 mil com o forte rali recente, o bitcoin se estabiliza na faixa de US$ 74 mil, em um movimento de consolidação que reflete a combinação de maior volatilidade global, tensões no Oriente Médio e monitoramento das expectativas de política monetária, enquanto o mercado avalia se o ativo terá força para buscar novas máximas. (Valor Econômico).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Terranova e Siemens firmam contrato de R$ 100 milhões para data centers no Brasil | Café com ESG, 18/03

  • O mercado fechou o pregão de terça-feira em território positivo, com IBOV e o ISE avançando 0,30% e 0,27%, respectivamente;
  • No lado das empresas, (i) a Terranova, plataforma de data centers, fechou um contrato de mais de R$ 100 milhões com a Siemens Energy para desenvolver a infraestrutura de energia para os futuros campos de data centers da empresa no Brasil, que serão construídos em Campinas – o contrato foi assinado em meio à confirmação da aprovação de acesso à rede elétrica pelo ONS e a entrega dos equipamentos está prevista para 2027; e (ii) a Tesla e a LG Energy Solution assinaram um acordo para investir US$4,3 bilhões na construção de uma fábrica de baterias em Michigan (EUA), com início de produção previsto para 2027 – a iniciativa é estratégica para a Tesla, que busca menor dependência produção de baterias da China;
  • Na política, o diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, afirmou ontem que a entidade vai apresentar outros pedidos ao governo federal para tentar reduzir o impacto da guerra no Irã sobre insumos agropecuários, com foco nos biocombustíveis – segundo ele, o setor vai pedir a redução de tributos ao biodiesel;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
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