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Bolsas em alta após declarações de Trump; veja os destaques dos mercados hoje

Dados de emprego nos EUA e bolsas em alta são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 01/04/2026

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IBOVESPA +2,71% | 187.461 Pontos

CÂMBIO -0,30% | 5,21/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em alta de 2,7%, aos 187.462 pontos, com 79 dos 83 componentes do índice avançando no pregão e um desempenho ligeiramente abaixo dos mercados globais (S&P 500, -2,9%; Nasdaq, -3,4%). Os ativos globais foram impulsionados por notícias afirmando que o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria desejando encerrar o conflito no Oriente Médio mesmo sem uma reabertura imediata do Estreito de Ormuz. Como resultado, os preços do petróleo recuaram significativamente.

As ações da Natura (NATU3, +14,1%) subiram após a Advent International anunciar planos de adquirir uma participação entre 8% e 10% nos próximos seis meses, a um preço-alvo de R$ 9,75 por ação (veja aqui mais detalhes). Por outro lado, PRIO (PRIO3, -7,2%) foi o destaque negativo, repercutindo a forte queda dos preços do petróleo.

A agenda desta quarta-feira inclui a taxa de desemprego referente a fevereiro na Zona do Euro.

Renda Fixa

Os juros futuros recuaram nesta terça‑feira, em meio ao aumento do otimismo com uma possível resolução do conflito no Oriente Médio, o que contribuiu para a queda do petróleo e alívio das curvas globais. Esse movimento levou a novo fechamento da curva americana: a T‑Note de 2 anos encerrou em 3,79% (‑4 bps), a de 10 anos em 4,32% (‑4 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,91% (0 bp). No Brasil, com o ambiente externo mais favorável e poucos efeitos de dados domésticos, os DIs tiveram firme queda, com o DI jan/27 em 14,11% (‑19 bps), o DI jan/29 em 13,73% (‑33 bps) e o DI jan/31 em 13,83% (‑29 bps).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA em alta (S&P 500: +0,5%; Nasdaq 100: +0,7%), dando sequência ao forte rali da véspera. O movimento foi impulsionado por sinais de possível redução no conflito com o Irã, após declarações de Donald Trump indicando que as tropas americanas podem deixar o país em “duas a três semanas”. No corporativo, destaque negativo para a Nike, que projeta queda nas vendas ao longo do ano, pressionada principalmente pela fraqueza na China.

Na Europa, as bolsas operam em forte alta (Stoxx 600: +2,1%), recuperando parte das perdas recentes, com ganhos generalizados entre setores, exceto energia. O movimento acompanha a melhora do sentimento global. Ainda assim, o preço do petróleo permanece elevado, refletindo cautela do mercado quanto à normalização da oferta.

Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +2,0%; CSI 300: +1,7%), acompanhando o rali global. Na região, o destaque foi a Coreia do Sul, com o Kospi disparando 8,4% (maior alta desde março), enquanto o Kosdaq avançou 6,1%, impulsionados por dados fortes de exportação. O Japão também teve forte desempenho, sustentado por melhora no sentimento empresarial. Apesar do tom positivo, dados mais fracos de atividade na China (PMI abaixo das expectativas) indicam que a recuperação ainda ocorre em um ambiente macro heterogêneo.

IFIX

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão de terça‑feira em alta de 0,24%, em um dia marcado pelo fechamento da curva de juros influenciado pelo otimismo em relação a uma possível solução para o conflito no Oriente Médio. Entre os fundos que compõem o índice, os Fundos de Tijolo avançaram 0,21%, influenciados principalmente pelo desempenho dos Fundos de Shoppings (+0,36%) e de Ativos Logísticos (+0,25%), ainda que parte do movimento tenha sido compensada pela leve queda dos Fundos de Lajes Corporativas (‑0,02%).

Os Fundos de Recebíveis, os Fundos Híbridos e os Fundos Multiestratégia/FOFs também encerraram o pregão em alta, com valorizações de 0,24%, 0,30% e 0,13%, respectivamente. Entre os destaques positivos do dia, chamaram atenção AZPL11 (+2,6%), VINO11 (+2,0%) e DEVA11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por PVBI11 (‑1,2%), HGRE11 (‑1,1%) e MFII11 (‑0,8%).

Economia

O mercado de trabalho continua mostrando sinais de enfraquecimento nos Estados Unidos. Dados do relatório Jolts mostraram que vagas em aberto caíram mais do que o esperado e as novas contratações atingiram o menor nível desde março de 2020, enquanto as demissões aumentaram moderadamente. O atual cenário é descrito como um “equilíbrio de crescimento zero do emprego”. Já na Zona do Euro, o índice de gerentes de compras (PMI) do setor manufatureiro mostrou o maior nível desde meados de 2022, mas também apontou aumento de pressões decorrentes do conflito no Oriente Médio.

No Brasil, o Caged mostrou criação líquida de 255 mil empregos formais, em linha com as expectativas. De maior importância, admissões e demissões cresceram, assim como os rendimentos, e todos os setores continuaram apresentando crescimento do emprego. Avaliamos que o emprego formal segue em tendência positiva, ainda que com alguma moderação, e projetamos criação líquida de cerca de 900 mil vagas neste ano. Por sua vez, os dados fiscais mostraram um déficit de R$ 16,4 bilhões em fevereiro para setor público consolidado, ligeiramente melhor do que o do ano passado. Apesar disso, a dinâmica da dívida pública permanece desfavorável, já uqe o déficit nominal em 12 meses alcançou 8,5% do PIB, a DBGG subiu para 79,2% do PIB e a DLSP para 65,5%, com o custo implícito da dívida no maior nível desde 2017. Na agenda do dia, teremos a divulgação nos Estados Unidos do relatório de empregos no setor privado da ADP, as vendas no varejo e o índice ISM industrial. No Brasil, serão divulgados apenas o Índice de Confiança Empresarial da FGV e o PMI industrial da S&P Global.

Veja todos os detalhes

Economia

Mercado de trabalho deve mostrar enfraquecimento nos EUA

  • Os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos mostraram novos sinais de enfraquecimento em fevereiro, com as vagas em aberto caindo mais do que o esperado para 6,882 milhões e as contratações recuando em 498 mil, para 4,849 milhões, o menor nível desde março de 2020, enquanto as demissões e dispensas aumentaram modestamente, mas permaneceram em patamar baixo. Os dados sugerem um mercado de trabalho caracterizado por contratações limitadas e demissões contidas — o que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, descreveu como um “equilíbrio de crescimento zero do emprego” — em meio à incerteza persistente relacionada às políticas comercial e imigratória do presidente Donald Trump, que, segundo economistas, têm pesado tanto sobre a demanda quanto sobre a oferta de trabalho;
  • O setor manufatureiro da Zona do Euro se expandiu em março, com o PMI industrial da S&P Global subindo para 51,6, ante 50,8 em fevereiro, atingindo o maior nível desde meados de 2022, apoiado pelo crescimento sustentado de novos pedidos e pela estabilização da demanda externa. No entanto, o relatório também apontou aumento de pressões, já que as disrupções nas cadeias de suprimento ligadas ao conflito no Oriente Médio ampliaram os prazos de entrega dos fornecedores, elevaram os custos de insumos ao maior ritmo desde outubro de 2022 e levaram as empresas a elevar com mais intensidade os preços na porta de fábrica. Embora a atividade tenha melhorado de forma disseminada entre os países — especialmente na Grécia, Irlanda, Alemanha e Itália —, o emprego continuou em queda, os estoques foram reduzidos e a confiança empresarial recuou ao menor nível em cinco meses;
  • No Brasil, o relatório do Caged mostrou criação líquida de 255,3 mil empregos formais em fevereiro, em linha com as expectativas. As admissões cresceram 0,8% em relação ao mês anterior, enquanto os desligamentos avançaram 1,3%. Todos os setores continuaram gerando empregos, embora em ritmo mais moderado, com destaque para Serviços, Comércio e Construção. Os salários mantiveram trajetória de alta, tanto em termos nominais quanto reais, reforçando a visão de um mercado de trabalho ainda apertado. Assim, avaliamos que o emprego formal segue em tendência positiva, ainda que com alguma moderação, e mantemos nosso cenário-base de taxa de desemprego baixa, em 5,6% ao fim de 2026, e criação líquida de cerca de 900 mil vagas neste ano, sustentado por demanda doméstica resiliente, estímulos à renda e ao crédito e escassez de mão de obra;
  • O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 16,4 bilhões em fevereiro, melhor do que no mesmo mês do ano anterior e acima do consenso. O resultado foi sustentado principalmente pelo superávit de R$ 13,7 bilhões dos governos regionais, que foram beneficiados por fatores sazonais ligados à arrecadação própria e às transferências da União, enquanto o governo central teve desempenho próximo ao de 2025 e as estatais seguiram levemente negativas, ainda afetadas pelos Correios. Apesar dessa melhora pontual no resultado primário, a dinâmica da dívida pública permanece desfavorável, já que os juros nominais seguem elevados, o déficit nominal em 12 meses alcançou 8,5% do PIB, a DBGG subiu para 79,2% do PIB e a DLSP para 65,5%, com o custo implícito da dívida no maior nível desde 2017. Olhando adiante, projetamos déficit de R$ 56,2 bilhões para o setor público consolidado em 2026 (0,4% do PIB), com a dívida bruta atingindo 83,5% do PIB, refletindo a insuficiência do resultado primário para estabilizar a trajetória da dívida;
  • Na agenda desta quarta-feira, teremos a divulgação nos Estados Unidos do relatório de empregos no setor privado da ADP (exp.: 40 mil; anterior: 63 mil), as vendas no varejo (exp.: 0,4% M/M; anterior: -0,2% M/M) e o índice ISM industrial (exp.: 52,2; anterior: 52,4). No Brasil, serão divulgados apenas o Índice de Confiança Empresarial da FGV e o PMI industrial da S&P Global.

Empresas

Simpar (SIMH3): Revisão dos resultados do 4T25 | Trimestre fraco no geral; Movida se destaca positivamente

  • A Simpar reportou resultados negativos, com resultado final ajustado de -R$170 milhões (vs. -R$15 milhões no 4T24 e XPe: -R$195 milhões);
  • O forte desempenho de RaC da MOVI, sustentado por aumentos contínuos de preços e volumes robustos;
  • O crescimento sólido do EBITDA A/A da JSLG, à medida que a renegociação bem‑sucedida de contratos existentes e uma base de custos melhor compensaram receitas mais fracas;
  • Os resultados mais fracos da VAMO, refletindo pressão contínua sobre margens decorrente de sua estratégia de acelerar a venda de ativos não locados;
  • O momento operacional ainda desafiador da AMOB, em meio a um cenário desfavorável para vendas de veículos pesados (especialmente ligados ao agronegócio), parcialmente compensado por outros segmentos;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Armac (ARML3): Revisão dos Resultados do 4T25 | Trimestre positivo com continuidade do progresso na reestruturação operacional

  • A Armac reportou resultados positivos, com lucro líquido ajustado de R$44 milhões (vs. R$39 milhões no 3T25 e R$13 milhões da XPe);
  • Crescimento da receita líquida (+6% A/A, +1% T/T), sustentado por (a) maior atividade de vendas de ativos (+29% T/T) com o ramp‑up de lojas recém‑abertas, apesar de (b) números mais fracos de locação em função do encerramento de contratos não rentáveis e de efeitos sazonais na locação spot;
  • Margens EBITDA acima do esperado (estáveis A/A e +4,2 p.p. vs. XPe), com sólida expansão da margem de locação (+6,0 p.p. A/A), parcialmente compensada pela margem EBITDA de vendas de ativos negativa em -8,3%, impactada pela alienação de ativos não estratégicos;
  • Continuidade da desalavancagem (Dívida Líquida/EBITDA -0,13x T/T), com maior geração de caixa e melhores negociações com fornecedores compensando capex mais elevado;
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Vale (VALE3): Roadmap de crescimento de cobre da VBM em foco

  • Hoje, a Vale Base Metals (VBM) realizou seu Investor Day 2026;
  • Destacando o compromisso com crescimento de produção em cobre a retornos marginais acrescidos, ao mesmo tempo em que aprimora a lucratividade operacional das operações atuais;
  • Destacamos: (i) o reforço do roadmap da Vale para alcançar ~700kt de cobre e ~210–250kt de níquel até 2035E, com diversas opcionalidades de longo prazo (ex.: Hu’u);
  • (ii) maior detalhamento sobre iniciativas de melhoria operacional, traduzidas em maior throughput de produção, aumento da disponibilidade das plantas e maior eficiência dos ativos;
  • Contribuindo para reduções relevantes de custos versus anos anteriores;
  • E (iii) o perfil autofinanciado da VBM, com dívida líquida/EBITDA de ~0,4x (dívida líquida de ~US$1,2 bilhão) sugerindo pressão limitada no balanço no curto prazo apesar da fase de crescimento da companhia;
  • Por fim, acreditamos que o evento de hoje reforça a VBM como um vetor crível de crescimento para os próximos anos;
  • Ajudando a justificar parte do recente re-rating do valuation da Vale em meio ao melhor momentum do cobre (FCF yield de ~7,0–7,5% em 2026E).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Cury (CURY3): Principais destaques da reunião de vendas em São Paulo

  • Participamos da reunião de vendas da Cury em abril, realizada em São Paulo. Os principais destaques foram: (i) mais de 1.700 corretores participaram do encontro para iniciar o segundo trimestre com novos lançamentos;• (ii) as vendas no 1T26 começaram fortes, mantendo o ritmo sólido observado anteriormente; (iii) o aplicativo de vendas foi atualizado, com usabilidade mais simples e ferramentas de qualificação de leads agora disponíveis para todos os corretores, e não apenas para gestores; e (iv) preços do petróleo persistentemente mais elevados podem pressionar os custos de frete, potencialmente impactando as margens de backlog e de novos lançamentos caso os conflitos geopolíticos persistam;
  • Mantemos uma visão positiva sobre os fundamentos da companhia e reiteramos a Cury como nossa top pick.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

MRV (MRVE3): A MRV concluiu mais uma venda de ativos da Resia

  • A MRV vendeu o ativo Tributary nos Estados Unidos. A companhia concluiu a venda do empreendimento Tributary por US$ 73,3 milhões, elevando o total de vendas de ativos da Resia no 1T26 para US$ 91,5 milhões (~ R$ 480 milhões); 
  • A transação contribui para a geração de caixa no trimestre, melhora o balanço da companhia e reduz ainda mais a escala da Resia dentro do grupo. Em nossa visão, o negócio também aumenta a visibilidade da execução do plano de monetização de ativos nos EUA, em meio a um cenário volátil tanto nos Estados Unidos quanto globalmente;
  • Reiteramos nossa recomendação de compra para MRVE3.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • No segmento móvel, os preços de pré-pago permaneceram estáveis, mas a Vivo aumentou a franquia de dados do plano de entrada, passando a oferecer o menor preço por GB/dia, além de incluir um bônus de 10 GB para portabilidade.
    • Em controle, a principal mudança do mês veio novamente da Vivo, que elevou em ~7% o preço absoluto do plano intermediário e aumentou sua franquia de dados.
    • No plano de entrada, o preço nominal ficou estável, mas o preço por GB passou a ficar abaixo do da NuCel. Claro, TIM e NuCel mantiveram preços e franquias inalterados.
    • No Nordeste, a Brisanet seguiu com estratégia de preço baixo, mantendo descontos promocionais e continuando mais barata que os pares.
    • No pós-pago puro, a Vivo elevou o preço do plano de entrada de R$ 140 para R$ 150 (+7%), ampliando de R$ 20 para R$ 30 a diferença para os planos equivalentes de Claro e TIM.
    • Em fibra, não houve mudanças relevantes de preço, com exceção de algumas ofertas temporárias.
    • Em São Paulo e Campinas, a Desktop segue com os planos de entrada mais baratos, enquanto no Nordeste a Brisanet continua com a oferta mais competitiva e a Claro manteve sua campanha promocional.
    • Clique aqui para acessar o relatório
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • À medida que a ANEEL e o Ministério de Minas e Energia avançam na agenda de aprimoramento dos sinais de preço, buscamos avaliar o potencial de mercado para empresas oferecerem serviços de peak-shaving por meio da instalação de sistemas de armazenamento “behind-the-meter” para consumidores comerciais e industriais (C&I) e residenciais;
    • Enquanto o peak-shaving para C&I já existe, ainda é pouco explorado (agentes estimam menos de 500 MW de capacidade de armazenamento instalada);
    • A recente consulta pública 46/2025 traz a oportunidade de potencialmente criar um novo segmento para grandes consumidores residenciais;
    • Você verá neste relatório que: i) A economia do peak-shaving varia bastante de uma concessão de distribuição para outra, já que a diferença tarifária entre horas de pico e fora de pico é substancialmente diferente;
    • ii) Enxergamos as distribuidoras listadas com claras vantagens competitivas para oferecer esses serviços aos consumidores, dado que custo de servir e escala são os principais desafios para construir um negócio relevante;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa


Estratégia

Raio-XP – Brasil permanece relativamente bem posicionado, apesar da volatilidade                

  • Em março, os mercados globais foram abalados pela guerra no Irã. O que deveria ser uma incursão rápida já dura mais de 1 mês, com fortes rupturas decorrentes do quase fechamento do Estreito de Ormuz.
  • Embora os mercados acionários tenham tentado reduzir os impactos iniciais da guerra, sua continuidade levou a uma grande volatilidade ao longo do mês, e o MSCI ACWI e o S&P 500 recuaram 7,4% e 5,1%, respectivamente, à medida que os preços do petróleo saltaram para acima de US$ 100/barril.
  • As ações brasileiras caíram -0,7%, mas mostraram maior resiliência. O Brasil segue como um dos principais destinos de fluxo estrangeiro, que já supera R$ 50,6 bilhões em ações à vista (US$ 9,7 bilhões) no ano, dada a alta exposição ao setor de energia, o baixo risco geopolítico, valuations atrativos, entre outros fatores.
  • Atualizamos nossa análise de regime macroeconômico e discutimos se estamos prestes a ver uma mudança no regime atual.
  • Também atualizamos nossas carteiras XP.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX sobe 0,24% com alta de logísticos e giro robusto (Suno);
    • FII XPML11 vê espaço para reavaliação positiva do portfólio; o que isso significa? (InfoMoney);
    • Do diesel ao dividendo: como a crise no agro pode afetar ações e FIIs na sua carteira (E-Investidor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notíciasdos índices e movimentos setoriais
    • Primeiro ETF alavancado chega à bolsa e busca render 1,5 vez a variação do bitcoin: O ETF XBCI11, da Buena Vista Capital, estreia na B3 com a proposta de entregar 1,5 vez a variação do bitcoin, por meio de uma estratégia sintética baseada em ETF estrangeiro e derivativos, ampliando o leque de ETFs cripto disponíveis ao investidor brasileiro, com maior potencial de retorno — e risco. (Valor Investe);
    • Ark ETFs to Add OpenAI Stake as Retail Investors Chase Tech Boom: Ark Invest plans to add OpenAI exposure to three of its flagship technology-focused ETFs — ARKK, ARKF and ARKW — by allocating roughly 3% per fund, offering retail investors rare access to a high‑profile private AI company amid surging demand for innovation‑driven tech assets and thematic ETFs. (Bloomberg);
    • The Best Performing ETFs of 2026: Energy‑related ETFs dominated performance in early 2026, driven by the spike in oil prices following the Iran war and disruptions to the Strait of Hormuz, with tanker shipping, crude oil futures and energy equity ETFs leading returns while broader equity benchmarks lagged. (etf.com);
    • ETFs Brasil: Itaú Asset lidera captação em 2026: A Itaú Asset lidera a captação da indústria de ETFs no Brasil em 2026, com cerca de R$ 3 bilhões no ano até agora, impulsionada sobretudo por ETFs de renda fixa, multiativos e internacionais, em um mercado que mais do que dobrou de tamanho em 2025. (Estadão).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Future Climate e Pachama criam JV que pode gerar 5 milhões de créditos de carbono em 5 anos | Café com ESG, 01/04

  • O  mercado fechou o pregão de terça-feira em alta, com IBOV e o ISE avançando 2,71% e 3,49%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a Future Climate e a Pachama acabam de anunciar a criação da Originals, uma joint venture focada em restauração florestal e remoção de carbono – o negócio vai combinar os portfólios de projetos de restauração da empresa brasileira com os da californiana, somando cerca de 12 mil hectares e com potencial de geração superior a 5 milhões de créditos de carbono em cinco anos; e (ii) a EcoGeo, empresa do grupo Ecopar e da GeoGreen BioGás, anunciou nesta terça-feira (31/3) um investimento de R$ 140 milhões na construção de sua primeira planta de produção de biometano em escala comercial em Goiás – a previsão é que a usina entre em operação em 24 meses e produza volume suficiente de biometano para abastecer cerca de 100 ônibus diariamente;
  • No internacional, segundo o marketplace AutoTrader, o aumento dos preços dos combustíveis e a “ansiedade da bomba” causados pelo conflito no Oriente Médio trouxeram um aumento do interesse dos consumidores por veículos elétricos, levando a mais test drives, visualizações publicitárias e vendas de veículos usados no Reino Unido – dados mostram que as visualizações publicitárias dos novos modelos BYD aumentaram 77% ano a ano, enquanto as buscas por veículos usados BYD subiram mais de 375%;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
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