IBOVESPA -0,72% | 161.973 Pontos
CÂMBIO +0,01% | 5,37/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a terça-feira em queda de 0,7%, aos 161.973 pontos. O ambiente global segue incerto, em meio à intensificação das tensões políticas no Irã, que levou o governo dos EUA a anunciar tarifas sobre países que mantêm relações comerciais com o país. Além disso, o mercado continua acompanhando o conflito entre o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e o presidente Donald Trump.
Petrobras (PETR3, +3,4%; PETR4, +2,6%) avançou, beneficiada pela alta dos preços do petróleo, refletindo o aumento das preocupações do mercado com as tensões geopolíticas com o Irã. Na ponta negativa, Hapvida (HAPV3, -8,4%) caiu significativamente. A companhia anunciou que o seu ex-COO, que havia renunciado há três semanas, assumirá agora o cargo de vice-presidente comercial da companhia.
Nesta quarta-feira, destaque para a divulgação dos dados de inflação ao produtor (PPI) e vendas no varejo nos EUA. Além disso, pela temporada internacional de resultados do 4º trimestre de 2025, teremos os balanços de Bank of America, Citigroup e Wells Fargo.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram esta terça-feira em queda moderada nos vértices curtos, acompanhando o alívio visto no exterior, e apoiados pela retração do setor de serviços no Brasil em novembro. O movimento reforçou expectativas de cortes de juros aqui e lá fora. Já os vencimentos longos permaneceram pressionados, influenciados pelo leilão do Tesouro de NTN-B com absorção integral, mas taxas acima do esperado, sinalizando cautela na demanda. DI jan/27 em 13,695% (-4,0bps); DI jan/28 em 12,970% (-5,0bps); DI jan/29 em 12,990% (-1,0bp); DI jan/31 em 13,300% (+1,0bp). Nos EUA, as Treasuries operaram estáveis, com leve ajuste após CPI – inflação ao consumidor – em linha e núcleos abaixo do previsto. T-note 2y em 3,53% (-1bp); T-note 10y em 4,18% (-1bp); T-bond 30y em 4,83% (0bp).
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,2%), após o mercado recuar das máximas históricas observadas no início da semana. O movimento ocorre antes da divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) de dezembro e em meio à continuidade da temporada de resultados, com Bank of America, Wells Fargo e Citigroup reportando seus números antes da abertura. Na sessão de ontem, os principais índices fecharam em baixa, com o S&P 500 recuando 0,2% e o Dow Jones caindo cerca de 0,8%, pressionados sobretudo pelo setor financeiro. As ações de bancos sofreram após a reação negativa ao resultado do JPMorgan, enquanto declarações recentes de Donald Trump seguem elevando a incerteza e afetando o sentimento do mercado.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,3%), com o índice renovando máxima histórica, em meio à expectativa por uma reunião entre autoridades dos Estados Unidos, da Groenlândia e da Dinamarca para discutir o futuro do território. No noticiário corporativo, a BP alertou para possíveis baixas contábeis entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões no quarto trimestre, relacionadas às suas operações de gás e energia de baixo carbono, pressionando suas ações. Em contrapartida, papéis ligados a metais preciosos avançam após a prata ultrapassar US$ 90 por onça pela primeira vez.
Na China, os mercados fecharam mistos (CSI 300: -0,4%; HSI: +0,6%), assim como no restante da Ásia, com destaque para o Japão, onde o Nikkei superou os 54.000 pontos e renovou máximas históricas, impulsionado pela expectativa de eleições antecipadas e pela continuidade do chamado “Takaichi trade”, que combina iene mais fraco e valorização das ações. O Topix também atingiu novo recorde, enquanto o iene se desvalorizou para além de 159 por dólar.
IFIX
O IFIX encerrou a terça-feira em alta de 0,21%, acumulando valorização de 0,54% no ano. O movimento foi influenciado pelo leve fechamento da curva de juros nos vértices curtos. No desempenho setorial, os fundos de tijolo registraram avanço médio de 0,27%, segmento mais sensível às variações da curva de juros, enquanto os fundos de papel apresentaram alta marginal de 0,09%. Entre as maiores altas do dia, destacaram-se JSCR11 (+3,4%), TGAR11 (+3,0%) e KORE11 (+1,6%). Já entre as principais quedas, figuraram CCME11 (-1,8%), URPR11 (-1,6%) e HSAF11 (-1,3%).
Economia
Dados de inflação ao consumidor (CPI) de dezembro nos Estados Unidos mostraram alta de 2,7% na variação interanual, semelhante ao registrado em novembro e em linha com as expectativas. Já o núcleo do índice, que exclui itens mais voláteis, mostrou pequena desaceleração ante o mês anterior e fechou em 2,6%. O resultado é levemente positivo para o Fed, mas novos cortes de juros ainda estão distantes. Também nos EUA, dados de vendas de novas residências mostraram leve queda mensal em outubro após meses consecutivos de aumentos, mas a queda nos preços pode apoiar o mercado mobiliário neste ano. No Brasil, a receita real no setor de serviços caiu 0,1%, interrompendo nove meses de alta, e registrou alta de 2,5% na comparação com o ano anterior. Apesar do resultado levemente negativo, o setor de serviços deve continuar a ser o principal impulsionador do PIB neste ano, com crescimento projetado de 2,7%.
Na agenda internacional do dia, teremos a divulgação nos Estados Unidos do índice de preços ao produtor (PPI) de novembro, com expectativa de alta de 2,6%, e das vendas no varejo de novembro, com alta esperada de 0,4% ante outubro. Além disso, o Fed publica o Livro Bege, um compilado de informações descritivas da situação da economia norte-americana. Não há indicadores previstos no Brasil.
Veja todos os detalhes
Economia
A inflação arrefece nos EUA, mas o Banco Central está longe de voltar a reduzir as taxas de juros
- A inflação ao consumidor (CPI) nos EUA subiu 2,7% nos doze meses até dezembro e 0,3% numa base mensal, a mesma taxa de novembro e em linha com as expectativas dos economistas. Excluindo itens voláteis como alimentos e combustíveis, o chamado núcleo do índice de preços ao consumidor ficou em 2,6% anualizado e 0,2% em relação ao mês anterior. Esses números também foram os mesmos de novembro e ficaram ligeiramente abaixo das estimativas. O núcleo do CPI ligeiramente mais baixo é um sinal positivo modesto, e o efeito de alta das tarifas em geral parece estar se atenuando um pouco. Este CPI tem implicações ligeiramente positivas para o Fed, mas o debate continua sendo corte em abril contra junho;
- As vendas de casas unifamiliares novas nos EUA caíram ligeiramente em outubro, após dois meses consecutivos de aumento, embora a queda nos preços em meio a um estoque ainda elevado possa apoiar o mercado imobiliário novo este ano. As vendas de casas novas caíram 0,1%, para uma taxa anualizada ajustada sazonalmente de 737.000 unidades, informou o Departamento do Censo de Comércio na terça-feira. As vendas aumentaram para uma taxa de 738.000 unidades em setembro, ante 711.000 em agosto;
- No Brasil, A receita real do setor de serviços recuou 0,1% em novembro, interrompendo nove meses de alta, mas ainda cresceu 2,5% em relação ao ano anterior e 2,7% em 12 meses. Em nossa avaliação, o setor terciário deve permanecer em trajetória de expansão, apesar dos sinais mistos entre seus componentes. Houve uma queda nos serviços prestados às famílias, transporte e informação e comunicação, contrariando algumas expectativas ligadas a eventos específicos (como a COP em Belém e a Black Friday), enquanto os serviços profissionais, administrativos e complementares e outros serviços aceleraram, impulsionados pelos serviços técnico-profissionais e atividades financeiras auxiliares. No geral, o setor de serviços deve seguir como o principal vetor de crescimento da economia doméstica. Projetamos que a receita total de serviços crescerá 2,5% em 2026, após alta de 2,7% em 2025;
- A agenda internacional para quarta-feira, 14 de dezembro, destaca a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) de novembro nos Estados Unidos, com variação anual esperada de 2,6%, e as vendas no varejo de novembro, que devem crescer 0,4% em relação ao mês anterior. Além disso, também está prevista a publicação do Livre Bege, uma compilação de elementos descritivos da situação da economia dos EUA. Não há indicadores previstos no Brasil.
Commodities
Papel e Celulose: Os volumes de cavacos de madeira importadas pela China aumentaram em novembro de 2025
- Os volumes de cavacos de madeira importadas pela China aumentaram em novembro de 2025, segundo a China Customs;
- Os volumes de importação aumentaram, impulsionados principalmente por cavacos não-coníferos, com volumes subindo +50% M/M (+530kt);
- Os volumes importados de cavacos de madeira coníferos atingiram 61kt (-15kt M/M), com preços subindo +5% M/M;
- Dentro das importações não coníferas, os volumes do Vietnã aumentaram ~370 kt M/M, com preços subindo +2% M/M (+US$4/t), enquanto os volumes australianos aumentaram ~130kt M/M, com preços caindo -4% M/M (-US$9/t) em novembro de 2025;
- Sobre outros dados recentes do setor, observamos: (i) o volume das caixas onduladas totalizou ~314 kt em dezembro de 2025 (-13% M/M e estável A/A), refletindo a queda da sazonalidade de final de ano, segundo dados preliminares da Empapel; e
- (ii) os preços líquidos do BHKP na China estão atualmente em US$549/t, com futuros de BHKP em US$565/t em janeiro de 2026;
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Mineração e Siderurgia: A demanda por minério de ferro permaneceu fraca, apesar da resiliência de curto prazo
- Os fundamentos do minério de ferro apontam para um ambiente de demanda mais fraco em dez’25:
- (i) a demanda aparente de aço na China deve diminuir A/A em dez’25, enquanto os estoques de minério de ferro nos portos voltaram a subir em termos temporais;
- (ii) a demanda doméstica por aço permanece fraca na China, embora o reabastecimento sazonal e as medidas políticas forneçam suporte de curto prazo para os preços do minério de ferro;
- (iii) Dito isso, com os preços relativamente estáveis nos últimos meses, o foco se volta para desafios estruturais, incluindo o delicado equilíbrio entre o aumento da produção de minério de ferro e o esgotamento;
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Mineração e Siderurgia: Os preços do ouro dispararam para níveis recordes
- Hoje, os preços do ouro dispararam para níveis recordes, impulsionados pelas expectativas dos EUA de novos cortes nas taxas, refúgio seguro sustentado e um dólar mais fraco (preço do ouro +70% A/A);
- Como outro destaque, Glencore e Rio Tinto confirmaram que estão em discussões preliminares sobre uma possível combinação de alguns ou todos os seus negócios;
- Sobre dados setoriais recentes, observamos que (i) os preços do minério de ferro subiram +3% S/S, com estoques de minério de ferro nos portos chineses +1% S/S;
- (ii) os preços do HRC subiram +4% e os preços dos vergalhões permaneceram estáveis S/S no Brasil, com paridade de aço plano em +19% e paridade de aço longo em -10% para o vergalhão da Turquia, com importações de aço do Egito (isentas de tarifas de importação) sugerindo paridade de -1%; e
- (iii) os preços do ouro subiram +3% S/S, com entradas de ETFs em +10 toneladas na semana de 9 de janeiro, apoiadas por entradas na Ásia e Europa;
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Papel e Celulose: O Momentum continua melhorando para celulose no curto prazo
- Os preços da celulose prolongaram sua recuperação em dez’25, apoiados pela forte demanda na China, com um novo aumento de preço anunciado para Suzano em jan’26;
- O momentum de curto prazo permanece positivo, impulsionado por fatores relacionados à oferta (por exemplo, várias interrupções de manutenção no 4T25-1T26E, melhora nas taxas operacionais de P&B na China, atrasos contínuos em remessas da América do Sul), além do aumento dos preços importados de cavacos de madeira;
- Esperamos que BHKP se aproxime de ~US$580-590/t até o final de jan’26, embora possa surgir resistência dos compradores;
- Estruturalmente, os players integrados chineses que dependem de madeira de baixo custo continuam a capturar o upside futuro, provavelmente limitando aumentos de preços, a menos que a disponibilidade de madeira fique mais apertada e/ou ocorram novos fechamentos de capacidade de celulose no mercado (ou seja: preços estruturais < ~US$600/t);
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Empresas
TOTVS (TOTS3): Trimestre robusto, mais uma vez liderado pelo segmento de Gestão
- Para o 4T25, esperamos que a TOTVS entregue novamente resultados sólidos.
- Em base consolidada (GAAP), projetamos receita líquida de R$1.618 milhões, alta de 18% A/A, impulsionada por Gestão (R$1.449 milhões, +18% A/A) e RD Station (R$169 milhões, +16% A/A).
- Esperamos EBITDA ajustado consolidado de R$414 milhões (+21% A/A) e lucro líquido ajustado de R$256 milhões, alta de 9% A/A.
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VIVT3 e TIMS3: Tendência operacional continua, mas o trimestre deve ser marcado por comparações difíceis
- Neste relatório, apresentamos nossas estimativas para os resultados do 4T25 da Vivo (VIVT3) e da TIM (TIMS3).
- Esperamos que ambas as companhias mantenham o bom ritmo operacional, mas acreditamos que o trimestre será marcado por comparações difíceis, já que a Vivo registrou ganhos não recorrentes no 4T24 com a migração de concessão para autorização, enquanto a TIM se beneficiou de uma alíquota efetiva de imposto reduzida no mesmo período.
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MRV (MRVE3) | Números operacionais resilientes, mas geração de caixa ficou abaixo das nossas estimativas
- Nesta terça-feira (13), a MRV divulgou sua prévia operacional do 4Q25;
- Do lado positivo, a MRV Inc. registrou lançamentos (%Co) de R$ 2,85 bilhões (-3% em relação ao ano anterior, +21% em relação ao trimestre anterior), em linha com nossas estimativas em -1%. Além disso, as vendas líquidas (%Co) aumentaram para R$ 2,76 bilhões (+6% em relação ao ano anterior, +18% em relação ao trimestre anterior) e ficaram acima de nossas estimativas (+4% em relação a XPe);
- A MRV&Co registrou um leve consumo de caixa (excluindo a conta transitória CEF) de -R$ 3 milhões, uma melhora em relação ao consumo de caixa de -R$ 11 milhões no 3T25. A MRV Inc. reportou uma dinâmica positiva do FCF ajustado(1) de +R$ 206 milhões, mas abaixo de nossa estimativa de geração de FCF de R$ 275 milhões (-25% Xpe). Consideramos a prévia operacional da MRV para o 4T25 ligeiramente positiva, em grande parte devido às vendas líquidas acima do esperado e aos lançamentos em linha com nossas expectativas. As vendas e transferências também foram um destaque positivo que, acreditamos, poderá ajudar no desempenho das ações;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Saldo de portabilidade | A tendência continua
- Neste relatório, continuamos a analisar os dados de portabilidade numérica móvel da Anatel (veja nosso primeiro relatório sobre o tema aqui) para entender melhor as dinâmicas competitivas recentes. Desta vez, focamos nos últimos 12 meses de dados, com atenção especial às tendências mais recentes;
- A portabilidade numérica permite que clientes troquem de operadora mantendo o número atual. Chamamos de “doação” quando uma operadora perde clientes para outra, enquanto a outra “recebe” esses clientes. A diferença líquida entre acessos recebidos e doados para outras operadoras é chamada de saldo de portabilidade (positivo ou negativo). As operadoras podem ser “doadoras líquidas” ou “recebedoras líquidas”;
- Nos últimos 12 meses, a Claro permaneceu como a maior recebedora líquida, enquanto a TIM continuou sendo a maior doadora líquida. O principal destaque é a forte aceleração nos ganhos de clientes pela Claro nos últimos três meses;
- Em termos líquidos (brutos), a Claro adicionou 104 mil (235 mil), 98 mil (220 mil) e 99 mil (230 mil) clientes via portabilidade em outubro, novembro e dezembro, respectivamente;
- Comparado à média de out/24–set/25, isso implica uma aceleração de cerca de 51 mil clientes líquidos por mês. Essa aceleração coincide com o avanço das iniciativas da Nucel, incluindo campanhas de marketing mais fortes e o início da distribuição de chips físicos;
- Embora os dados de portabilidade não permitam isolar o impacto da Nucel de forma independente, já que são reportados no nível da operadora, o timing e a magnitude da aceleração recente sugerem que as dinâmicas competitivas podem estar mudando mais rápido do que as participações de mercado indicam;
- Por outro lado, a Vivo apresentou deterioração no seu saldo de portabilidade recente, registrando uma perda líquida média de 8 mil clientes por mês em outubro, novembro e dezembro, contra um ganho líquido médio de 16 mil clientes por mês no período out/24–set/25;
- Para a TIM, o impacto parece mais pronunciado. Sua doação líquida média mensal subiu para 130 mil clientes nos últimos três meses, ante 106 mil clientes por mês (média do período out/24–set/25). Isso implica uma deterioração de cerca de 24 mil clientes por mês. Se anualizado e sustentado, essa tendência pode resultar em uma perda incremental de 300 mil clientes, ou cerca de 1,2% da base pós-paga da TIM, potencialmente pressionando o crescimento da receita;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- Neste relatório, continuamos a analisar os dados de portabilidade numérica móvel da Anatel (veja nosso primeiro relatório sobre o tema aqui) para entender melhor as dinâmicas competitivas recentes. Desta vez, focamos nos últimos 12 meses de dados, com atenção especial às tendências mais recentes;
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Jamie Dimon defende Powell e diz o óbvio: atacar independência do BC vai aumentar os juros nos EUA (NeoFeed);
- Empresas antecipam-se às eleições e devem captar menos em 2026 (Estadão);
- Master: veja qual será o foco do pente-fino do TCU na fiscalização do BC e o que falta para o ressarcimento dos clientes (O Globo);
- Moody’s Local Brasil retira o rating da Jalles Machado (Moody’s Local);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX bate novo recorde histórico e fecha acima de 3.795 pontos (FIIs);
- XPLG11, BTAL11 e outros FIIs discutem relação com cotistas; o que está em jogo? (FIIs);
- Fundos imobiliários podem ser impactados pela crise na Venezuela? Entenda cenário (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Assaí (ASAI3) mira ‘aterro zero‘ até 2035 com gestão de resíduos adaptada por região | Café com ESG, 14/01
- O mercado fechou o pregão de terça-feira em território negativo, com IBOV e o ISE recuando 0,72% e 1,62%, respectivamente;
- No Brasil, (i) o Fábio Lavezo, gerente de Sustentabilidade e Investimento Social da rede atacadista Assaí (ASAI3), afirma o compromisso de atingir o “aterro zero” até 2035 – segundo ele, a estratégia da empresa, construída de forma gradual ao longo dos últimos anos, enfrenta o desafio de adaptação às realidades regionais do país; e (ii) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê que a geração centralizada de energia solar será responsável por quase metade do crescimento da capacidade de geração elétrica no Brasil em 2026, com uma expansão de 4,56 gigawatts (GW) prevista para este ano – caso o total se confirme, o crescimento da fonte este ano será 61,7% maior do que em 2025, quando aumentou 2,82 GW;
- No internacional, a Microsoft revelou ontem uma iniciativa com objetivo de reduzir uso de água por suas centrais de processamento de dados nos Estados Unidos e garantir que as instalações que consomem muita energia não gerem um aumento nos preços da eletricidade para o público;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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