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Alívio nos mercados após EUA e Irã parecerem recuar de um profundo conflito militar

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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O que pode impactar o mercado hoje

Bolsas europeias e asiáticas operam em alta nesta manhã de quinta-feira, enquanto os futuros de ações dos EUA também acompanham o movimento. O otimismo segue alívio após os EUA e o Irã parecerem recuar de um profundo conflito militar e expectativa com assinatura de acordo comercial entre EUA e China. O Ibovespa não seguiu o impulso dos mercados internacionais, em movimento ainda de realização de lucros. O índice caiu 0,4% ontem para 116.247 pontos.

Donald Trump preferiu evitar uma escalada no conflito e optou por mais sanções econômicas ao Irã. Em pronunciamento, o presidente americano disse que está pronto para “abraçar a paz” e garantiu que prefere a pressão diplomática à opção militar.

Pela noite, houve relatos sobre um novo ataque no Iraque contra a ‘Zona Verde’ da cidade, onde está localizada a embaixada americana. No entanto, não houve vítimas e não há evidências de que o governo iraniano está por trás dessa agressão.

Conversamos ontem com consultores especializados em política e segurança na região e eles ressaltaram que a eleição americana, que acontece ainda esse ano, é um elemento político relevante para os dois governos. Por um lado, o confronto com o Irã desvia a atenção do processo de impeachment contra Donald Trump, por outro, o presidente que buscará a reeleição defende desde 2016 que os Estados Unidos não deveriam estar tão envolvido em conflitos externos.

Portanto, uma evolução negativa para um conflito relevante pode ser prejudicial no pleito de novembro, além do potencial impacto na economia global. O Irã, por sua vez, entende que se um democrata ganhar a eleição, a possibilidade de um novo acordo pela paz poderia voltar à mesa. Portanto, além da inferioridade militar, Teerã tem incentivos para não queimar todas as pontes com a potência ocidental. Vale ressaltar, no entanto, que isso não significa que não haverá provocações de lado a lado, mas que elas podem ficar restritas às proxies de Irã e EUA na região.

Por fim, a China confirmou que Liu He viajará à Washington para assinar o acordo comercial com os EUA, consolidando o compromisso do país com a cerimônia anunciada por Trump. Segundo o presidente americano, o evento deve acontecer no dia 15 de janeiro, e, na segunda fase do acordo, seria ele quem visitaria Beijing.

No Brasil, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, concederá entrevista coletiva às 10h hoje (9), para apresentar os resultados de implementação da Agenda BC#, que compreende quatro pilares: inclusão, competitividade, transparência e educação. A entrevista será importante para observarmos a continuidade da agenda de reformas microeconômicas e nos atermos a qualquer sinalização de política monetária (juros).

Além disso, destaque para a divulgação às 9h do resultado da produção industrial brasileira de novembro de 2019, que deve apresentar queda de 0,4% ante outubro, interrompendo uma série de três meses consecutivos de retomada.

Tópicos do dia

Brasil

  1. Petróleo e Gás: Ministro de Minas e Energia afirma que governo vai propor mecanismos para compensar alta de combustíveis

Internacional

  1. Petróleo:  Queda nos preços de petróleo com alívio das tensões EUA-Irã e aumento dos estoques nos EUA
  2. Indicadores econômicos reforçam a mensagem de recuperação gradual da Zona do Euro e da Alemanha

Empresas

  1. Rodovias (ECOR3, CCRO3): Pátria vence o leilão de Pi-Pa; Lance de outorga fixa de R$ 1,1 bi
  2. Frigoríficos (JBSS3, MRFG3, BRFS3): Gripe Aviária chega na Índia e na China; caso de Peste Suína Africana é registrado na Bulgária
  3. Ômega (OMGE3): Aquisições de Delta 7 e Delta 8 concluídas
  4. Marfrig (MRFG3): empresa prepara lançamento de carne de porco vegetal no Brasil
  5. Bancos: Caixa lança departamento de atacado

Fundos de Investimento

  1. IFIX  fechou em queda de -1,7%. Em nossa opinião, não houve eventos que justificassem a queda recente nos preços dos ativos.

Veja todos os detalhes

Brasil

Petróleo e Gás: Ministro de Minas e Energia afirma que governo vai propor mecanismos para compensar alta de combustíveis

  • Segundo notícias, o Ministro de Minas e Energia, bento Albuquerque, afirmou que o governo está trabalhando na criação de um instrumento que ajude a equalizar os preços de combustíveis em momentos de alta dos preços de petróleo. Entre as principais medidas, foi citada a criação de um fundo que seria custeado com recursos de royalties e participações especiais de leilões de petróleo e gás;
  • Nota-se que, no Orçamento de 2020, a União pretende arrecadar R$68,2 bilhões em receitas advindas da exploração de recursos. Porém, o eventual fundo poderia contar com recursos extras, calculados com base em um patamar médio de preços de petróleo de US$60/barril. O Ministro ressaltou que o governo não vai interferir em preços na economia, nem romper contratos. A medida teria começado a ser estudada em setembro de 2019, quando um complexo de refinarias na Arábia Saudita foi atacado, levando a interrupção temporária de produção de petróleo e derivados no país e uma consequente alta de preços;
  • Albuquerque também notou que o governo está trabalhando em medidas que estejam no âmbito do poder Executivo Federal, e que alterações em tributação serão discutidos no âmbito da reforma tributária. Também não foram oferecidos detalhes se o subsídio se aplicará a diesel, gasolina ou outros derivados;
  • Ainda que não haja grandes detalhes até o momento, vemos a discussão com um tom positivo, dado que não estão sendo discutidas intervenções diretas na formação de preços de combustíveis no elo do refino, como no passado. A eventual criação de um fundo seria iniciativa similar ao bem-sucedido subsídio aos preços de diesel realizado no governo Michel Temer, após a greve dos caminhoneiros, embora destaquemos a complexidade de execução do ponto de vista orçamentário. Não enxergamos outra solução estrutural para o setor que não o aumento da participação de entes privados na produção de derivados de petróleo, dado que o Brasil é importador líquido de derivados de petróleo.

Internacional

Petróleo:  Queda nos preços de petróleo com alívio das tensões EUA-Irã e aumento dos estoques nos EUA

  • Ontem o preço de petróleo fechou em queda de -4,15% voltando a atingir o patamar de US$65/barril. O recuo veio após a retórica mais amena do presidente Donald Trump em pronunciamento na Casa Branca com relação ao conflito com o Irã;
  • Além disso, segundo a Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) os estoques de petróleo dos EUA aumentaram +1,2 milhões de barris/dia (mbpd) na semana passada, ante a queda de -11,5 mbpd da semana anterior. O crescimento surpreendeu o mercadão, que esperava um recuo de -3,6 mbpd, colaborando para a queda dos preços da commodity;
  • Nessa manhã de quinta-feira, os preços de petróleo operam em território positivo, em alta de +0,2% em US$65,57/barril.

Indicadores econômicos reforçam a mensagem de recuperação gradual da Zona do Euro e da Alemanha

  • A taxa de desemprego da Zona do Euro ficou estável em 7,5% em novembro de 2019, em linha com as expectativas de mercado;
  • Na Alemanha, por outro lado, a produção industrial surpreendeu positivamente as expectativas ao apresentar expansão de 1,1% na comparação mensal de novembro, 0,4% a mais do que era esperado pelo mercado;
  • Por fim, na China, o índice de preços ao consumidor apresentou expansão de 4,5% em dezembro em relação ao mesmo mês de 2018, levemente abaixo das expectativas (4,6%). Os preços de alimentos, por sua vez, apresentaram expansão de 17,4% na comparação anual de dezembro.

Empresas

Rodovias (ECOR3, CCRO3): Pátria vence o leilão de Pi-Pa; Lance de outorga fixa de R$ 1,1 bi;

  • O leilão da Pi-Pa foi realizado ontem pela manhã, e o consórcio formado pelo Pátria e pelo GIC (Fundo Soberano de Cingapura) foi o grupo vencedor, com um lance de R$ 1,1 bilhão para a outorga fixa, um prêmio de 7.309% em relação a proposta mínima do governo e de 109% em relação ao segundo maior lance, que foi feito pela Ecorodovias. Apenas os dois grupos participaram do leilão, sem a participação da CCR. Apesar do número de participantes ter sido menor que o esperado, entendemos que os altos investimentos previstos para essa rodovia (R$ 14 bilhões ao longo de 30 anos) de certa forma limitavam o público potencial. Consideramos positiva a participação da Ecorodovias, mostrando que a empresa está ativa na busca por oportunidades de crescimento, mas também racional em termos de alocação de capital. Temos recomendação de Compra para as ações da empresa;
  • Nosso viés positivo para o setor tem como base nossa crença de que o ambiente para empresas do segmento de infraestrutura no Brasil se tornou mais favorável, e que as empresas estão passando por um momento único tanto em termos de ambiente macroeconômico quanto de oportunidades de crescimento. Com taxas de juros nas mínimas históricas e com dados de tráfego apresentando crescimento sequencial e tendência de aceleração, acreditamos que o setor deverá continuar atrativo nos curto/médio prazo. Além disso, vemos tanto CCR como Ecorodovias bem posicionadas para participar dos próximos leilões. Enfatizamos o robusto cronograma de leilões, sendo parte relativo ao governo federal e parte estadual, além de concessões que vencerão nos próximos anos e, portanto, serão relicitadas. Mapeamos mais de R$ 40 bi de investimentos potenciais no setor rodoviário, sendo que o próximo leilão está marcado para 21 de fevereiro, referente ao trecho BR-101/SC, pertencente ao PPI. Para obter mais detalhes sobre esse projeto específico e nossa visão para o setor de rodovias, acesse nosso relatório de início de cobertura.

Frigoríficos (JBSS3, MRFG3, BRFS3): Gripe Aviária chega na Índia e na China; caso de Peste Suína Africana é registrado na Bulgária

  • Segundo a Reuters, o Ministério da Agricultura da China disse que um surto de vírus H5N6 da gripe aviária foi detectado em cisnes na região oeste de Xinjiang: 15 de um grupo de 150 cisnes morreram devido ao vírus e outros 15 estavam doentes;
  • A Índia também relatou um surto do vírus H5N1 da gripe aviária em uma fazenda de aves no estado central de Chhattisgarh, de acordo com a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O vírus matou 5.634 das 21.060 aves da fazenda em Baikunthpur e todas as demais aves foram abatidas;
  • Por fim, as autoridades veterinárias da Bulgária declararam que abateriam 39.656 porcos após detectar um surto de Peste Suína Africana em uma fazenda no nordeste do país, a segunda fazenda industrial do país a ser atingida pelo vírus nos últimos cinco dias;
  • Com a Peste Suína Africana e agora a Gripe Aviária, ambos afetando o suprimento global de proteínas, todos os olhos estão voltados para novos desenvolvimentos de ambas as doenças e para a potencial oportunidade que elas oferecem aos frigoríficos brasileiros de exportar ainda mais proteína para os países afetados, especialmente a China.

Ômega (OMGE3): Aquisições de Delta 7 e Delta 8 concluídas

  • Ontem a Ômega informou, via fato relevante, a aquisição da totalidade das ações de emissão da Delta 7 e Delta 8, companhias detentoras dos projetos de geração de energia eólica Delta 7 e Delta 8. Os projetos possuem capacidade instalada de 97,2 MW e estão localizados no Complexo Delta Maranhão. O valor total das duas aquisições é de R$ 282,8 milhões;
  • Delta 7 foi adquirido por R$ 179 mi e Delta 8 teve preço de compra de R$ 103 mi. Segundo a empresa, os dois valores podem sofrer reajustes em função da variação do capital de giro dos ativos. Para Delta 7, podem ser pagos até R$ 14,3 mi após três anos, e para Delta 8, o valor adicional pode chegar a R$ 4,7 mi. Os valores adicionais dependem do desempenho operacional de ambos os projetos;
  • A aquisição de Delta 7 e Delta 8 eleva o Complexo Eólico Delta a um total de 571 MW instalados e a Ômega Geração a um total de 1.195 MW operacionais. Estimamos uma taxa de retorno real de 10,5% para a aquisição, o que enxergamos como muito positivo no atual contexto de queda das taxas de juros para os patamares mínimos históricos;

Marfrig (MRFG3): empresa prepara lançamento de carne de porco vegetal no Brasil

  • A Marfrig já está em fase avançada de desenvolvimento para colocar no mercado brasileiro a sua versão da carne de porco vegana. Segundo executivos, a empresa já tem um protótipo aprovado internamente, faltam só ajustes comerciais para lançar o produto, ainda sem data definida;
  • Vale lembrar que o projeto de carne bovina vegetal da Marfrig foi lançado no Brasil em agosto. Em seguida, entrou na rede Burger King no país e, no final do ano, as primeiras levas do hambúrguer vegano foram enviadas para China e Uruguai, com a marca Revolution;
  • Já a Seara, da JBS, produz um hambúrguer e empanados de carne de frango vegetal, mas diz que ainda não tem previsão para a carne suína vegana.

Bancos: Caixa lança departamento de atacado

  • De acordo com o Valor, a Caixa acaba de lançar um departamento de atacado. O novo departamento deve atacar empresas médias, com receitas entre R$ 30 e R$ 500 milhões. 59 escritórios e 1,2 mil funcionários foram alocados ao novo departamento;
  • O banco espera aumentar o seu portfólio de produtos, com linhas de crédito relacionadas a capital de giro, rotativo e descontos de recebíveis, além de estreitar o relacionamento com empresas de médio porte. Antes disso, tais clientes tinham que acessar a Caixa através de agências regulares;
  • Acreditamos que tal notícia seja negativa para os bancos sob nossa cobertura, uma vez que deve aumentar ainda mais a competição por médias empresas. Esse fato é especialmente importante uma vez que bancos estão preferindo alocar crédito em empresas menores em detrimento das grandes empresas.

Fundos de Investimento 

IFIX  fechou em queda de -1,7%. Em nossa opinião, não houve eventos que justificassem a queda recente nos preços dos ativos.

  • Acreditamos que parte da recente performance seja devido a monetização dos ganhos obtidos no mês de dezembro, quando o índice apresentou forte performance. O IFIX valorizou +10,6% no mês, sendo que alguns fundos subiram mais de 30% no período;
  • Em resumo, vemos de modo geral a recente correção de preços como um evento pontual e saudável para o segmento no médio e longo prazo, gerando eventuais pontos de entrada para ajustes de carteira;
  • Por fim, sob o ponto de vista de fundamentos, mantemos a nossa visão positiva para o ano devido aos juros baixos e estáveis ao longo do ano (com possível corte adicional no curto prazo) e a esperada recuperação econômica, levando a melhora operacional nos diversos segmentos dos FIIs (ex: menor vacância, maiores aluguéis e/ou maior crescimento).
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