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TREND OURO E TREND PRATA: Invista em metais preciosos de maneira simplificada

Pré Copom: Kit Brasil em foco e a mudança de perspectiva para a economia local

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Na comunicação digital, uma “trend” significa aquele tema que todo mundo está comentando ao mesmo tempo. Um tema que ganha escala, atrai atenção e passa a ocupar o centro da conversa.
Na XP, Trend significa uma família de fundos criada para dar acesso ao investidor, de forma simples e eficiente, aos grandes temas do mercado global.

E, neste momento, poucos temas estão tão presentes nas conversas quanto ouro e prata.

Um cenário que favorece os metais preciosos


Para trazer um pouco mais de contexto, precisamos falar do cenário macroeconômico atual que está estruturalmente favorável para ativos reais. O mundo convive com um nível elevado de incerteza geopolítica, questionamentos sobre a sustentabilidade fiscal de grandes economias, ciclos monetários menos previsíveis e maior volatilidade cambial. Em cenários como esse, investidores tendem a buscar proteção, e não apenas retorno.

Foi exatamente isso que se viu nos últimos meses. Após uma correção relevante em relação às máximas nas últimas semanas, ouro e prata voltaram a atrair compradores. O ouro se recuperou de uma das piores quedas da última década e voltou a operar próximo de níveis historicamente elevados. A prata, por sua vez, apresentou um movimento ainda mais intenso, com forte valorização, impulsionada pelo retorno do apetite a risco, pelo enfraquecimento do dólar e pela busca por ativos reais.

Em resumo, a alta recente dos metais foi sustentada por uma combinação de fatores: tensões geopolíticas persistentes, dúvidas sobre a condução da política monetária nas principais economias e a percepção de que moedas fiduciárias seguem perdendo poder de compra ao longo do tempo. Esse pano de fundo reforça uma leitura importante: ouro e prata seguem ocupando um papel importante na construção de portfólios globais.

Por que os grandes investidores estão comprando?

Quando investidores institucionais ampliam exposição a metais preciosos, podem fazer isso tanto por especulação de curto prazo quanto por gestão de risco. Ouro e prata funcionam como instrumentos clássicos de proteção em ambientes de estresse, seja contra inflação persistente, desvalorização cambial ou choques sistêmicos.

Além disso, há um movimento estrutural de diversificação. Em um mundo mais fragmentado, com cadeias globais menos integradas e maior instabilidade política, ativos reais ganham espaço.

O chamado “debasement trade”, ou seja, a busca por proteção contra a deterioração do valor das moedas, voltou ao radar, e os metais preciosos são uma das expressões mais diretas desse movimento.


Por que ouro e prata fazem sentido na carteira?

Apesar de toda a sua história milenar, o ouro não é um ativo do passado. Pelo contrário. Ele continua sendo uma peça importante na construção de portfólios eficientes, especialmente quando o objetivo é reduzir volatilidade e proteger contra eventos extremos.

Duas regras clássicas de alocação ajudam a entender esse papel:


1. Ter ativos anticíclicos na carteira, capazes de performar bem em momentos de estresse.
2. Buscar baixa correlação entre os ativos, melhorando o retorno ajustado ao risco.

O ouro atende aos dois critérios. Ao longo de décadas, apresentou baixa correlação com mercados acionários e, em diversos períodos, correlação negativa. Isso significa que ele tende a atuar como amortecedor quando outros ativos sofrem. A prata, embora mais volátil, compartilha parte dessas características e adiciona uma camada adicional de diversificação, com sensibilidade tanto a fatores monetários quanto à atividade econômica.

É importante reforçar: ouro não deve ser visto como um ativo de momentum, ou seja, como uma aposta direcional de curto prazo, mas como uma proteção estratégica, capaz de atravessar ciclos e preservar valor ao longo do tempo. Correções fazem parte do caminho, especialmente após movimentos fortes de alta, mas não invalidam seu papel estrutural dentro do portfólio.

Como investir em ouro e prata de maneira simplificada


Ter exposição a metais preciosos não precisa envolver compra física, custódia ou operações complexas no exterior. A família XP Trend foi desenhada exatamente para resolver esse ponto: simplificar o acesso aos grandes temas globais.

Invista através dos fundos Trend:


 Trend Ouro
Fundo da família XP Trend focado em commodities. Possui exposição ao Trend ETF LBMA Ouro Fundo Índice (GOLD11) e, consequentemente, ao ETF iShares Gold Trust (IAU), referenciado ao preço do ouro definido pela London Bullion Market Association (LBMA), que reflete o valor diário do metal no mercado global. É uma forma eficiente de acessar o ouro via mercado financeiro, com aplicação mínima a partir de R$ 100. Há também a versão sem exposição cambial, que utiliza o GOLD11 com hedge cambial e o ETF GOLX11, que provê exposição ao ouro sem exposição cambial.


Trend Prata
Fundo que busca replicar o desempenho da prata negociada na Bolsa de Chicago, por meio de contratos derivativos (swaps) e via o ETF iShare Silver Trust (SLV). O produto possui hedge cambial, ou seja, sem exposição cambial.  Assim como o Trend Ouro, permite acesso ao tema de forma simples, com aplicação mínima de R$ 100.


Em um momento em que ouro e prata estão no centro da conversa global, os fundos Trend traduzem esse movimento em soluções acessíveis para o investidor

Vale pontuar que os fundos Trends com exposição são ao Ouro são hoje o único produto indexado do mercado que combina dois atributos importantes quando analisados em conjunto: destaque consistente de performance e ausência de come-cotas.

Na prática, isso faz uma diferença relevante no longo prazo: ao não sofrer a antecipação semestral de imposto, o fundo preserva o efeito dos juros compostos, permitindo que o capital permaneça investido por mais tempo e trabalhe integralmente a favor do investidor. Esse detalhe operacional, muitas vezes subestimado, se traduz em maior eficiência tributária e melhor retorno líquido ao longo dos anos, especialmente em estratégias pensadas para atravessar ciclos e compor o núcleo estrutural da carteira.

Com ou sem exposição cambial?

Ao investir em na tese de metais preciosos, porém, existe uma decisão tão importante quanto o ativo em si: como lidar com a exposição cambial. Como os metais são precificados em dólar, o retorno final pode refletir tanto a variação do preço do metal quanto a oscilação da moeda. Pensando nisso, os fundos Trend Ouro estão disponíveis tanto na versão com exposição ao dólar quanto na versão hedgeada (sem exposição cambial).

A diferença entre essas abordagens aparece menos no retorno acumulado de longo prazo e mais no caminho até ele.

Em simulações recentes, o Trend Ouro Dólar apresentou uma valorização acumulada de 281%, enquanto o Trend Ouro hedgeado acumulou 303%. Apesar de ambos capturarem o movimento estrutural do ouro, a versão sem exposição cambial mostrou maior consistência ao longo do tempo, com menor volatilidade.

Isso acontece porque estratégias hedgeadas isolam o risco do metal e se beneficiam do diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, capturando não apenas a valorização do ouro em dólar, mas também o carrego implícito desse diferencial. Na prática, isso tende a suavizar oscilações e melhorar o retorno ajustado ao risco, especialmente em janelas de médio prazo.

Já a versão com exposição cambial faz sentido quando o investidor deseja combinar o ouro ou a prata com uma proteção adicional contra a desvalorização do real.

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