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Seleção de Fundos XP | Renda Fixa Crédito Privado do Brasil

Protocolo XP 2022 Em nossas carteiras, trazemos indicações de como você pode alocar seus recursos da melhor forma, dentro das particularidades de seu perfil de investidor. No entanto, para o assinante do Expert Pass, desenvolvemos um produto exclusivo, com nossas escolhas de ativos, levando em consideração o cenário atual, as melhores e mais sérias gestoras, […]

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  • Protocolo XP 2022: Recomendações de novos ativos, todos os meses até o fim de 2021, para que você chegue em 2022 munido da nossa seleção para realizar suas escolhas.
  • Para quem é este relatório? Para quem quer Investir com Precisão, adquirindo conhecimentos consistentes para montar uma carteira.
  • Como o conteúdo ajuda a tomar uma decisão? O Protocolo XP consiste em uma seleção de fundos preferidos por nossos especialistas, pautados em critérios como confiabilidade da gestora, critérios ESG e análise do fundo em si.   
  • Periodicidade: Mensal, com classes diversas de fundos a cada edição.

Protocolo XP 2022

Em nossas carteiras, trazemos indicações de como você pode alocar seus recursos da melhor forma, dentro das particularidades de seu perfil de investidor.

No entanto, para o assinante do Expert Pass, desenvolvemos um produto exclusivo, com nossas escolhas de ativos, levando em consideração o cenário atual, as melhores e mais sérias gestoras, a análise dos fundos em si e, por fim, a incorporação dos fatores ESG.

Recomendaremos novos ativos, todos os meses até o fim de 2021, para que você chegue em 2022 munido da nossa seleção para realizar suas escolhas. Sempre reforçamos: diversificar é essencial.

Nos próximos relatórios, pretendemos apresentar nossas sugestões de:

  • Fundos Imobiliários;
  • Renda Variável Brasil;
  • Multimercados Brasil;
  • Multimercados Internacional;
  • Renda Fixa Internacional;
  • Alternativos (Private Equity e Venture Capital).

Pano de Fundo 

A volta para o CDI

Quase impossível falar de investimento em Renda Fixa sem falar da taxa Selic. A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia e o principal instrumento de política monetária à disposição do Banco Central para controlar a inflação. Por isso, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central se reúne a cada 45 dias para decidir os rumos da taxa de juros para o período seguinte.

Atualmente em 6,25%, a Selic é uma taxa-meta estipulada em um determinado momento, sendo usada como um referencial. Ela é uma ferramenta de curto prazo, portanto não reflete os riscos de prazos mais longos. Por ser um índice importante, a Selic acaba afetando diversos tipos de investimentos que estão indexados a ela, principalmente os de Renda Fixa.

Para ter uma melhor visão do provável comportamento dos juros em prazos mais longos, o mercado costuma analisar a curva de juros, também conhecida como curva a termo ou yield curve, que pode ser compreendida como as expectativas dos rendimentos médios de títulos públicos prefixados sem cupom (ou seja, sem pagamentos semestrais), a partir dos contratos futuros de juros (ou DI).

Os contratos futuros de DI garantem maior visibilidade aos investidores quanto à dinâmica de juros no futuro, podem indicar tendências econômicas e fornecem parâmetros da direção da Taxa Selic.

“Tudo bem voltar para o CDI, mas porque não de uma forma mais sofisticada?”

Rodrigo Sgavioli, Head de Alocação e Fundos da XP

Percebe-se pelo gráfico que ao compararmos a curva de juros do último dia 22/10/2021 com a de 1 mês atrás, ela está ganhando inclinação ou “abrindo”, com o aumento das taxas mais longas. A movimentação da curva sugere que será preciso aumentar a “dose” da taxa de juros para que o Banco Central consiga conter a inflação no curto prazo, entre outros fatores que afetam o seu comportamento, como o câmbio e as commodities.

Essas movimentações impactam diretamente as aplicações de Renda Fixa: a abertura da curva torna a remuneração dos investimentos mais atraente, porém, como os preços dos títulos caem quando as taxas de juros sobem (devido à marcação a mercado), o investimento de quem comprou o ativo antes dessa movimentação é desvalorizado.

A mesma lógica segue para os fundos de Renda Fixa, tanto os dedicados a comprar títulos públicos quanto os dedicados a comprar títulos privados, uma vez que eles devem marcar suas posições a mercado diariamente.

A Renda Fixa além da reserva de emergência

É bem verdade que há tempos não se falava tanto dos fundos de Renda Fixa. Salvo para os recursos de curtíssimo prazo e constituição de reserva de emergência, o investidor estava evitando investir muitos recursos nessa categoria haja vista uma rentabilidade que acompanhava o CDI, que chegou próxima a 2% ao ano em um passado bastante recente. Com a mudança de direção da economia, tendo inflação em alta, além de grandes riscos fiscais no cenário, a taxa Selic está em trajetória de alta e as projeções futuras dos juros também. Logo, o momento da indústria de fundos Renda Fixa como um todo está bastante positivo.

Só que a classe de fundos Renda Fixa vai muito além dos tradicionais fundos de títulos públicos. Existe um número crescente de fundos de crédito privado que oferecem excelentes expectativas de retornos acima do CDI através de aplicações majoritariamente em emissões privadas de alta qualidade, de forma pulverizada, ou seja, sem grandes concentrações em poucas emissões e que podem capturar a diminuição do prêmio de risco dos títulos privados que compõem as suas carteiras.

Devido às características dos ativos que compõem suas carteiras, os fundos de Renda Fixa focados em crédito privado costumam ter menor liquidez (maior prazo para resgates) se comparados aos fundos de Renda Fixa mais conservadores, de títulos públicos. Portanto, é importante que o investidor entenda que para obter melhores retornos através desses fundos, encontrará prazos de resgates entre 30 e 120 dias.

A Tese

Mercado de crédito em crescimento e evolução

Com a alta demanda por papéis de crédito, muitas empresas devem realizar novas emissões, principalmente de debêntures no último trimestre de 2021, de forma a evitar o risco de rolagens relevantes de dívidas em pleno ano de eleições e com o risco da taxa de juros estar excessivamente alta em 2022. A combinação de maior volume de novas ofertas primárias (não incentivadas) e fluxo persistente de captação para os fundos de crédito podem seguir comprimindo os spreads de crédito e gerando ganhos de marcação a mercado para esses fundos. Vale relembrar que spread de crédito é o prêmio oferecido por um título de dívida de uma empresa ou instituição financeira pelo risco que se corre ao investir nessa dívida, em relação a um título público (risco soberano).

Os spreads de crédito segue comprimindo, mas continuam em bons níveis, atualmente encontram-se próximos a CDI + 1,61%, patamar ainda acima dos valores pré-pandemia que eram da ordem de CDI + 1,28%. As novas emissões primárias de crédito previstas para os próximos meses, devem contribuir para arrefecer a intensidade do fechamento dos spreads observados nos últimos meses. Por sua vez, não há indícios que o risco de crédito das empresas e instituições tenha se deteriorado de forma preocupante, ou seja, os balanços financeiros das instituições seguem saudáveis, principalmente quando olhamos para as empresas de alta qualidade (high grade).

O crescimento do mercado de crédito e consequente expansão da indústria de fundos de crédito privado tem permitido uma maior diferenciação nas alocações em Renda Fixa, gerando possibilidades de construção de teses específicas como as que trazemos aqui para vocês, assinantes do Expert Pass.

Fundos Indicados

Ibiuna Credit FIC FIM Crédito Privado

A Ibiuna é uma gestora independente com mais de 10 anos de história e que possui mais de R$ 20 bilhões em ativos sob gestão, divididos nas famílias Macro, Ações e Crédito.

A estratégia de crédito da Ibiuna é liderada pelos gestores Eduardo Alhadeff e Vivian Lee, profissionais com mais de 20 anos de experiência no mercado.

O Ibiuna Credit segue estratégia de crédito high grade e combina operações de crédito tanto no mercado local quanto no mercado internacional de bonds, agregando essa expertise da gestão para a estratégia.

O fundo Ibiuna Credit acumula retorno de 8,01% versus um CDI de 3,17% nos últimos 12 meses até o dia 15/10/2021.

ARX Everest Advisory FIC FIRF Crédito Privado

Com mais de R$ 30 bilhões sob gestão, a ARX Investimentos está entre as maiores e mais tradicionais gestoras independentes do país.

As estratégias de crédito privado da ARX acumulam mais de R$ 14 bilhões, sendo lideradas pelo gestor Pierre Jadoul.

O fundo ARX Everest é o produto com proposta de valor mais atrativa na grade de crédito da ARX, com objetivo de retorno de CDI + 1,80% ao ano.

Capitânia Radar FIM Crédito Privado LP

A Capitânia está entre as gestoras independentes mais tradicionais da indústria brasileira e tem foco de atuação em estratégias de crédito e imobiliário.

As estratégias de crédito da Capitânia são geridas por Arturo Profili, profissional bastante sênior no mercado de crédito, com mais de 20 anos de experiência.

O Capitânia Access explora com maior representatividade as operações em ativos estruturados no mercado de crédito, como fundos imobiliários (FIIs), CRIs, CRAs e FIDCs, que buscam trazer maior valor agregado para a estratégia.

O fundo Capitânia Radar acumula retorno de 7,54% versus um CDI de 3,17% nos últimos 12 meses até o dia 15/10/2021.

XP Crédito Estruturado 120 FIC FIM Crédito Privado

Com mais de R$ 120 bilhões sob gestão, a XP Asset Management é a oitava maior gestora do Brasil.

As estratégias de crédito privado da XP Asset são lideradas por Fausto Filho, profissional com mais de 15 anos de experiência no mercado de crédito. O XPCE 120 combina toda a expertise de crédito da XP Asset com suas diferentes estratégias dessa classe. O fundo é composto por uma mescla de ativos de crédito high grade, crédito high yield, infraestrutura, crédito imobiliário e situações especiais.

Confira o relatório em PDF

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