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Por que o CDI não é a única resposta para os seus investimentos | Expert Drops 

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Por que correr risco se o CDI está remunerando bem? Nesta semana, o time de alocação da XP apontou quais são os grandes temas que definirão os rumos das economias e dos mercados nos próximos anos. Os especialistas explicam por que o CDI, apesar de atualmente atrativo, não é a única resposta para os seus investimentos. A mensagem central é “diversificar de verdade”. 

No cenário global, por exemplo, ganha destaque o tema das terras raras, foco de uma análise completa publicada nesta quinta-feira pelo Research XP. Embora a exposição direta ao tema via empresas brasileiras listadas ainda seja limitada, investidores interessados na temática podem se beneficiar de uma abordagem cautelosa e diversificada, com os ETFs surgindo como opção viável. 

Os balanços das empresas no último trimestre de 2025 ainda mexem com os mercados. Nos últimos dias, nomes como Nvidia, WEG e Mercado Livre divulgaram seus resultados.  

Acompanhe tudo nesta edição da Expert Drops. Toda semana, trazemos recomendações e análises na medida certa para você investir melhor. Conte conosco e até a semana que vem! 

Outlook Alocação: visão ampla para investir com estratégia 

O CDI é fundamental como núcleo defensivo das carteiras, dá liquidez, amortece volatilidade e, em 2026, segue relevante. Mas, segundo o time de alocação da XP, isso não basta. A fragilidade está no conceito de que o CDI é uma taxa instantânea, que muda com os ciclos, não um destino líquido e certo. O que parece suficiente hoje pode não preservar poder de compra amanhã, além de nos levar a ignorar custos de oportunidade e concentração excessiva. Saiba quais são as oportunidades para um investimento diversificado no relatório completo.  

A nova fronteira das terras raras 

As terras raras ganharam destaque no cenário global, com a demanda crescendo de forma expressiva nos últimos anos, impulsionada por tendências estruturais como eletrificação, expansão das fontes renováveis e avanço dos eletrônicos. Vemos tensões geopolíticas crescentes e esforços coordenados para diversificar a oferta, com o Brasil despontando como potencial fornecedor-chave. Embora a exposição direta ao tema via empresas brasileiras listadas ainda seja limitada, investidores interessados na temática podem se beneficiar de uma abordagem cautelosa e diversificada, com os ETFs surgindo como opção viável. 

Nvidia renova recordes de receita 

A Nvidia reportou resultados bons, com surpresas positivas na receita (+3,4%) e no lucro por ação (+5,8%). Os números foram impulsionados pelo crescimento de 75,1% A/A na receita proveniente de data centers, chegando a US$ 62,3 bilhões (vs. expectativa do consenso de US$ 60,4 bilhões). Mais uma vez, a receita trimestral renovou recordes, refletindo a transição para computação acelerada e IA. O lucro por ação apresentou um crescimento de 82,0% A/A, após romper rota de desaceleração na divulgação anterior.  

OpenAI: o elefante branco resolveu se mexer na sala 

A OpenAI continua em uma trajetória em que precisa escalar como big tech, mas se financiar como uma startup, com pouca margem para erros de execução. De acordo com nova publicação da The Information, a OpenAI revisou suas projeções internas para mais de US$ 280 bilhões de receita em 2030, com divisão razoavelmente equilibrada entre negócios de consumo e corporativo. Isso representa uma revisão de +25% a 30% em relação às indicações anteriores, e reforça o ponto central de que a tese da companhia continua altamente dependente de um cenário de receita extraordinário em escala global. 

TIM: eficiência operacional e remuneração a acionistas 

A TIM apresentou seu plano estratégico e o guidance para 2026, marcado por um forte foco em criação de valor via ganhos de eficiência, resultando em geração robusta de caixa e remuneração esperada ao acionista de R$ 5,3 bi a R$ 5,5 bilhões, o que implica dividend yield em torno de 8%. Confira nossa visão completa para a ação aqui. 

HSI Malls (HSML11): por que recomendamos compra? 

Reiteramos a recomendação de compra para o HSI Malls (HSML11), com base nos seguintes fatores: gestão especializada e participações majoritárias nos empreendimentos; portfólio de ativos consolidados em suas respectivas regiões, com indicadores operacionais sólidos; e dividend yield e preço de negociação em patamares atrativos. Leia o relatório completo aqui. 

Enel: o custo de ficar vs. o preço de sair 

À medida que a temperatura continua a subir entre a Enel, a sociedade, os governos locais e o governo federal, analisamos as possíveis estratégias da empresa para suas três concessões de distribuição no Brasil, além de mapear potenciais candidatos. Saiba mais aqui. 

XP Short Scout: as ações para ficar de olho 

Acompanhamos a atividade de venda a descoberto (short selling) das ações negociadas na B3 que são líquidas e envolvidas em operações vendidas. A taxa de aluguel de Raízen (RAIZ4) avançou para 74,4%, uma alta de 36,3 p.p. em relação a 6 de fevereiro. O short interest registrou um leve aumento de 1,2 p.p., alcançando 33,0% do free float. Também destacamos aumentos na taxa de aluguel de Magazine Luíza (MGLU3) e Assaí (ASAI3), para 22,9% e 7,1%, um avanço de 7,2 p.p. e 5,5 p.p., respectivamente. Outras ações para ficar de olho: AUAU3, AZZA3, BBAS3, BBSE3, BHIA3, BRKM5, INTB3, PCAR3, SOJA3 e VIVA3. Saiba mais aqui. 

Short Interest? É a razão entre o total de ações alugadas que ainda não foram cobertas ou compradas de volta para fechar a posição, e a quantidade de ações free float (disponíveis para negociação em bolsa). Normalmente, os investidores tomam uma posição vendida em uma ação quando acham que seu preço vai cair. 

Short Squeeze? Acontece quando muitos investidores começam a comprar as ações alugadas para fechar suas posições vendidas, com medo de um potencial aumento do preço das ações. O grande número de compras eventualmente faz o preço subir ainda mais, reforçando o ciclo de short squeeze. 

Segunda-feira, 2 de março

🇧🇷 Brasil 
8:25 Boletim Focus 

Terça-feira, 3 de março 

🇧🇷 Brasil 
9:00 PIB 

🇪🇺 Zona de Euro
7:00 CPI 

🇨🇳 China
22:30 PMI 

Quarta-feira, 4 de março 

🇪🇺 Zona de Euro
7:00 PPI 

🇺🇸 Estados Unidos
10:15 Emprego no setor privado  
16:00 Livro Bege 

Quinta-feira, 5 de março 

🇧🇷 Brasil 
9:00 Pnad Contínua 

🇺🇸 Estados Unidos 
10:30 Pedidos de auxílio-desemprego 

🇪🇺 Zona de Euro
7:00 Vendas no varejo 

Sexta-feira, 6 de março 

🇧🇷 Brasil 
9:00 Produção industrial 
Produção total de veículos   

🇪🇺 Zona de Euro
7:00 PIB 

🇺🇸 Estados Unidos 
10:30 Taxa de desemprego    

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