XP Expert

O Brasil me obriga a ….

Essa não foi uma semana nada fácil para o investidor brasileiro. A Bolsa brasileira caiu -7,3% em Reais e quase -12% em Dólares. Para se ter uma ideia da magnitude dessa queda, apenas um mercado entre os principais índices no mundo caiu mais do que isso no ano todo, e foi a bolsa de Hong […]

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

Essa não foi uma semana nada fácil para o investidor brasileiro. A Bolsa brasileira caiu -7,3% em Reais e quase -12% em Dólares. Para se ter uma ideia da magnitude dessa queda, apenas um mercado entre os principais índices no mundo caiu mais do que isso no ano todo, e foi a bolsa de Hong Kong (Hang Seng), que cai -12,9% no ano de 2021 até agora.

Rodei uma enquete no meu Twitter e Instagram essa semana com a seguinte frase: “O Brasil me obriga a_____”. Obtive mais de 400 respostas únicas, e as mais comuns foram “beber”, “mudar de país”, “investir globalmente”, “ter caixa sempre”, “comprar Bitcoin” entre outras. A minha resposta seria diferente: “O Brasil me obriga a rever as minhas convicções sempre”.

Em relação às respostas dos meus seguidores, elas indicam que o investidor brasileiro está querendo investir mais internacionalmente, o que é uma tendência estrutural e necessária. Além disso, ter caixa é sempre uma necessidade a todos os perfis de investidores, tanto para aproveitar movimentos de queda, quanto estar preparado para adversidades com uma reserva de emergência.

Em relação ao Bitcoin, os dados do Banco Central mostram que os brasileiros compraram US$ 4 bilhões em criptomoedas apenas em 2021, e já possuem um estoque de US$ 50 bilhões – o que representa 3x a mais que o estoque de ações americanas detidas por brasileiros. Dada a forte apreciação do Bitcoin e outras criptomoedas, que chegaram nas máximas históricas essa semana, dá para dizer ao menos que a semana não foi tão ruim para uma parte dos investidores brasileiros.

A Bolsa reflete o estresse no mercado de juros e câmbio

Voltando aos principais mercados, a semana horriblis não teve somente a Bolsa caindo -7%, mas também uma forte elevação nos mercados de Dólar-Real para acima de R$5,75 (fechando a semana em R$5,65) e dos juros futuros (CDI), que chegaram a subir 1,15% e subiram acima de 12% ao ano nos vértices mais longos, como o Janeiro/2031, com elevadas preocupações fiscais.

As notícias da flexibilização no teto de gastos foram muito mal recebidas pelo mercado. Apesar do valor anunciado de R$ 30 bilhões excedentes ser pequeno frente ao tamanho do orçamento do governo, a mudança nas regras vigentes via a PEC dos Precatórios sugere ao mercado que esses gastos extras não devem parar por aí.

Ou seja, o mercado passou a enxergar que, na prática, não existe mais o teto de gastos. De agora em diante, o entendimento do mercado é que quaisquer despesas extras que ficarem acima do limite do teto de gastos poderão ser flexibilizadas da mesma maneira. Em relação ao programa temporário, como o governo anunciou, isso também não foi algo que o mercado comprou, pois um governo que começará um mandato em 2023 dificilmente extinguirá um programa social temporário no seu primeiro ano de mandato. Por isso a elevação das taxas de juros após 2022-2023.

Novas projeções Macro refletem o novo equilíbrio: mais inflação, mais juros, menor crescimento

Dessa forma, a nossa equipe de Macroeconomia, liderada por Caio Megale, revisou as projeções para o Brasil em 2021 e 2022. Segundo eles, a regra constitucional do teto de gastos, principal norte de controle das despesas públicas, terá menor efetividade daqui para frente. Diante disso, a percepção de risco dos agentes de mercado subiu consideravelmente nos últimos dias, pressionando ativos financeiros e deteriorando as perspectivas da economia.

Revisamos então as projeções de PIB para baixo, e juros e inflação para cima. O Brasil caminha a passos largos para retornar ao equilíbrio Macroeconômico do passado, onde gastos fiscais elevados geravam uma inflação endêmica no país, exigindo que o Banco Central elevasse a taxa de juros a patamares de dois dígitos para tentar controlar a inflação. Dessa forma, as condições financeiras pioram para as famílias (custo do crédito sobe) e para os empresários, que passam a investir menos, levando a uma deterioração clara no crescimento econômico do país.

Não era de se imaginar que o Brasil mudaria de regime fiscal tão rapidamente após a aprovação do teto de gastos em 2016, que possibilitou a uma queda estrutural nos juros brasileiros para níveis próximos a países do primeiro mundo. Mas esse cenário hoje não parece mais ser o cenário base, infelizmente.

Enquanto os juros elevados trazem muitas oportunidades ao investidor obter altos retornos na renda fixa e com baixo risco, eles também são deletérios para a economia e para as empresas, que são o motor de crescimento do país.

Não adianta dourar a pílula

Em suma, não adianta “dourar a pílula”. O que aconteceu essa semana é preocupante, sim. Eliminar, na prática, o arcabouço fiscal em um ano pré-eleitoral é um grande risco adiante, apesar do valor inicial “parecer pequeno”, e das contas fiscais atualmente estarem melhores que o esperado. Grande parte da melhora da relação dívida/PIB brasileira para cerca de 80% vem por conta da forte alta da inflação, que elevou o denominador (PIB nominal). Além disso, algo que os economistas terão que debater é como o Brasil fará o serviço dessa dívida. Com uma dívida bruta total federal próxima de R$7,0 trilhões, juros de 12% ao ano e IPCA +5-6% trarão uma despesa de juros anual acima de R$600 bilhões por ano (20x o gasto extra de R$30 bilhões).

A Bolsa brasileira, apesar de seguir com baixos múltiplos e com histórias “Micro” das empresas muito sólidas, ficou refém desse forte aumento de juros de mercado que observamos esse ano. Os juros reais medido pelos títulos NTN-B, subiram de 2,8% no início do ano para IPCA +5,2% atualmente. Os juros nominais de longo prazo, medidos pelo contrato futuro do DI para Janeiro/2031, subiram de 7,2% para 12,1% ano hoje, um aumento de +5 pontos percentuais.

O aumento de juros impacta a Bolsa brasileira de 4 maneiras:

  1. Aumento do custo de dívida das empresas: as empresas que precisam emitir novas dívidas, ou que têm dívidas atreladas ao CDI, terão que pagar taxas muito mais elevadas para isso. Empresas mais alavancadas tendem a pagar CDI +4-5%, e logo estarão arcando com um custo de dívida próximo ou acima de 15% ao ano. Isso deve levar a revisões negativas nas estimativas de lucros para as empresas pelo mercado, para 2022 e anos adiante.
  2. Aumento do custo de capital das empresas: os modelos de avaliação do mercado (valuation) consideram o custo de capital de longo prazo como uma premissa relevante para se chegar ao “valor justo” daquela ação. Dessa forma, esse forte aumento de +5 pontos percentuais nas taxas de juros de longo prazo têm um impacto diretamente negativo sobre o valor justo das ações. As ações que têm o seu valor mais próximo da perpetuidade – como as ações de crescimento – tendem a sofrer bastante, além das ações de empresas alavancadas.
  3. Disputa por fluxo de investimentos: a Renda Fixa voltou a ser uma opção atrativa para os investidores. Títulos pré-fixados pagando 12% ao ano em 5 anos garantem um retorno de quase 80% no período, com baixo risco. Já os títulos atrelados à inflação pagando IPCA +5-6% ao ano protegem o investidor de uma escalada na inflação. Por isso que muitos investidores têm sacado seus investimentos em fundos e na Bolsa para migrar para a Renda Fixa. Mas atenção, essa classe de ativo também tem risco, pois o índice IPCA pode sofrer pressões por alterações em momentos de inflação alta, como vimos em governos passados, além da marcação a mercado negativa caso os juros de mercado continuem subindo. Ou seja, comprar esses títulos é recomendado apenas para quem não pretende sacar esses recursos antes do vencimento.
  4. Menor demanda dos consumidores: os juros altos também levarão a uma contração da demanda, como comentamos acima. Um outro ponto preocupante é o alto nível de endividamento das famílias. Segundo dados do Banco Central, as famílias brasileiras já comprometem 60% da sua renda com serviço da dívida, o maior valor da série histórica. Mesmo sem considerar os financiamentos imobiliários — um crédito mais “saudável” por ser de longo prazo — o endividamento é recorde: 37%. Até julho do ano passado, este patamar nunca tinha superado 30% (Fonte: O Globo). Juros voltando a subir para dois dígitos e endividamento das famílias em nível recorde é uma estatística para ficar de olho.

Dito isso, o que fazer?

O cenário adiante se deteriorou, não há como negar isso. O cenário de “juros baixos” por mais tempo não é mais o que está sendo precificado pelo mercado, e caso perdure, trará efeitos negativos, como mencionamos acima.

Dito isso, a Bolsa brasileira já é o índice com a pior performance no ano no mundo (-19% em dólares). O indicador de Preço/Lucro de 12 meses adiante do Ibovespa em 8,0x já é o menor desde 2008. O prêmio de risco que a Bolsa paga hoje e relação à Renda Fixa (“Equity Risk Premium“) no Brasil já está em 7%, bem acima da média histórica de 4,9%. Em 106 mil pontos, a Bolsa já caiu abaixo do cenário “Pessimista” que havíamos traçado no Raio-XP de setembro.

Ou seja, já há muita notícia negativa precificada nos ativos brasileiros no momento. Vender Bolsa agora é corroborar com o cenário que as condições irão se deteriorar ainda mais adiante. Apesar de não ser impossível, o preço das ações brasileiras já recuou a níveis bastante atrativos. Provavelmente por isso que continuamos vendo um forte fluxo de entrada de investidores estrangeiros na Bolsa, apesar do Macro mais turbulento. Só no mês de Outubro as entradas líquidas de estrangeiros na B3 já somam R$ 11,5 bilhões.

Seguimos com as nossas 3 principais teses na Bolsa: 1) Commodities – que continuam sendo uma boa proteção contra inflação mais alta e valorização do dólar, 2) Histórias de crescimento secular – empresas que dependem menos do ambiente Macro e são capazes de entregar crescimento apesar de um cenário de crescimento mais desafiador pela frente, e 3) Oportunidades de boas empresas a preços atrativos – para os investidores com horizonte de longo prazo, existem muitas oportunidades a preços atrativos no momento, como Banco do Brasil, Multiplan, e várias outras.

Momentos de crise como o atual exigem que tenhamos cautela – com controle de exposição a risco e diversificação – mas também que possamos olhar para eles pelas oportunidades que nos trazem de fazer bons investimentos a preços mais atrativos.

Clique aqui e veja as nossas carteiras recomendadas – exclusivas para assinantes do EXPERT Pass, ou com o seu assessor

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua aqui.
XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Newsletter
Newsletter

Gostaria de receber nossos conteúdos por e-mail?

Cadastre-se e receba grátis nossos relatórios e recomendações de investimentos

Telegram
Telegram XP

Acesse os conteúdos

Telegram XP

pelo Telegram da XP Investimentos

Disclaimer:

Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.

O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

BM&F Bovespa Autorregulação Anbima - Gestão de patrimônio Autorregulação Anbima - Gestão de recursos Autorregulação Anbima - Private Autorregulação Anbima - Distribuição de Produtos de Investimentos

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

B3 Certifica B3 Agro Broker B3 Execution Broker B3 Retail Broker B3 Nonresident Investor Broker

BMF&BOVESPA

BSM

CVM

Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.