Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O pregão de segunda-feira fechou em território levemente negativo, com o IBOV e ISE recuando 0,26% e 0,95%, respectivamente.
• Do lado das empresas, a WEG anunciou um investimento de cerca de R$840 milhões para ampliar a produção de geradores na América do Norte, em um movimento que busca atender à maior demanda por energia dos Estados Unidos, impulsionada pela expansão de data centers – até 2030, a empresa espera ampliar a capacidade global de fabricação de 10 para cerca de 50 geradores por dia nas plantas do México, EUA, Brasil e China.
• Na política, (i) o governo prepara uma calculadora para medir as emissões de carbono de obras públicas e criar selos verdes para aço e cimento de menor impacto ambiental, fazendo com que licitações considerem também os gases de efeito estufa gerados pelos insumos – o cronograma prevê um protótipo da calculadora em funcionamento até março de 2027 e a conclusão das novas regras para compras públicas no primeiro semestre do próximo ano; e (ii) o Departamento de Transportes dos EUA estima que os custos tecnológicos das montadoras cairão US$ 60,6 bilhões até 2031, em decorrência da aprovação de regras de eficiência de combustível veicular mais brandas – com a nova regra, as montadoras não precisarão, por exemplo, adicionar equipamentos caros de controle de emissões para reduzir o consumo de combustível.
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Brasil
Empresas
Weg investirá R$ 800 mi para produção de geradores na América do Norte, de olho em data centers
“A Weg anunciou nesta segunda-feira (28) um investimento de US$ 165 milhões (cerca de R$ 840 milhões) para ampliar a produção de geradores na América do Norte. Segundo o comunicado, o plano será dividido em duas fases e busca atender à maior demanda por energia dos Estados Unidos, impulsionada pela expansão de data centers. Conforme o documento enviado pela companhia à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a primeira fase do projeto envolve a compra e adequação de um prédio industrial no México, com custo previsto de US$ 24 milhões (R$ 124,3 milhões). A unidade mexicana será destinada à montagem de geradores e deve iniciar operações no segundo trimestre de 2027. Sem local definido, a segunda fase contempla investimento de US$ 141 milhões (R$ 730,5 milhões) na construção de duas instalações industriais. Segundo a Weg, o objetivo é implantar estrutura produtiva verticalizada voltada a aumentar a eficiência e a competitividade da operação da empresa. Até 2030, a empresa espera ampliar a capacidade global de fabricação de 10 para cerca de 50 geradores por dia nas plantas do México, EUA, Brasil e China.”
Fonte: Folha de São Paulo; 28/09/2026
Grupo Toky convoca assembleia para eleger conselho de administração
“A administração do Grupo Toky convocou uma assembleia geral extraordinária para a fixação do número de membros do conselho de administração da companhia e a eleição dos integrantes do colegiado para o mandato que se iniciará em novembro. A reunião ocorrerá virtualmente em 6 de novembro, conforme informado no edital de convocação divulgado na noite de sexta-feira (25). A ordem do dia da assembleia propõe, no primeiro item, a fixação do número de membros do conselho de administração em seis. A segunda proposta é que, caso o primeiro item não seja aprovado, o número de membros seja fixado em sete. Separadamente, o Grupo Toky informou, em comunicado ao mercado, que a proposta de fixação de sete membros no conselho de administração foi formulada por um grupo que havia solicitado a convocação de uma assembleia e cujo pedido não foi aceito em virtude da uma série de “vícios formais e materiais”.”
Fonte: Valor Econômico; 28/09/2026
Competição por equipamentos com data centers pressiona novos projetos de FPSOs, diz Mastrangelo
“O mercado offshore vive um superaquecimento na cadeia de fornecedores e que pressiona as decisões finais de investimentos (FIDs, na sigla em inglês) de novos sistemas de produção de óleo e gás. Em entrevista ao estúdio eixos, durante a ROG.e 2026, o consultor Carlos Mastrangelo destacou que o momento pede mais criatividade da indústria na busca por alternativas. Segundo ele, hoje as novas plataformas de óleo e gás competem por equipamentos (como turbogeradores) com o boom de desenvolvimento de projetos de data centers e terminais de gás natural liquefeito (GNL). “As empresas que estão entrando para colocar um projeto novo de desenvolvimento, que são projetos de bilhões, estão tendo que enfrentar preços aquecidos, tendo que enfrentar uma competição que é uma competição quase injusta com vários outros ramos da sociedade, principalmente os grandes data centers”. Nesse contexto, uma tendência, aponta Mastrangelo, é a simplificação e a diversificação na forma de executar projetos.”
Fonte: Eixos; 28/09/2026
Política
Minerais críticos: quando a geologia vira geopolítica
“O Brasil tem uma vantagem estratégica. O desafio é transformá-la em indústria, tecnologia e negociação internacional. Ao longo de anos de trabalho em diferentes contextos internacionais, aprendi que recursos naturais raramente permanecem confinados à economia. Quando uma matéria-prima se torna essencial à tecnologia, à segurança ou à competitividade de outros países, seu significado ultrapassa o valor de mercado e passa a integrar relações de poder, decisões de investimento e estratégias nacionais. Lítio, grafita, níquel, cobre e terras raras estão presentes em cadeias relacionadas à eletrificação, à transição energética, à indústria avançada, à economia digital e à defesa. O fator decisivo não é apenas o crescimento da demanda, mas a concentração da produção e, sobretudo, do processamento em poucos países. ”
Fonte: Valor Econômico; 29/09/2026
Juiz condena MPF por ‘má-fé’ em caso da Petrobras na Foz do Amazonas
“A disputa sobre a exploração de petróleo na Foz do Amazonas teve um novo desdobramento na Justiça. O juiz Anselmo Gonçalves da Silva, da Justiça Federal do Amapá, condenou o Ministério Público Federal (MPF) por má-fé em sua atuação sobre a concessão de licenças ambientais da Petrobras para perfurar um poço na costa do Amapá. O MPF foi condenado a pagar multa de 5% sobre o valor da causa, o equivalente a R$ 39,7 milhões. A ação movida contra a União, o Ibama e a Petrobras tinha valor de R$ 793,3 milhões com base no valor de referência da atividade de perfuração, informado pela própria Petrobras, explicou o órgão. O juiz reconheceu “litigância de má-fé” por parte do MPF, uma vez que ele teria ingressado com a ação sabendo que outras duas já questionavam a mesma licença: uma de autoria do próprio órgão e outra na qual ele entrou como coautor. “A análise dos autos revela que a atuação processual do Ministério Público Federal, no caso concreto, ultrapassou os limites da legítima defesa de tese jurídica e ingressou em campo incompatível com os deveres de lealdade e boa-fé processual”, diz a sentença. Segundo o juiz, o MPF tentou, por meio de uma nova ação, contornar uma decisão anterior que lhe foi desfavorável. “Se a parte reputa equivocada determinada decisão, deve impugná-la no processo em que proferida, pela via recursal cabível”, escreveu na sentença. Abrir um novo processo sobre o mesmo licenciamento funcionou como um substituto indevido do recurso, na avaliação do magistrado.”
Fonte: Capital Reset; 28/09/2026
Governo prepara calculadora de carbono para contratar obras públicas
“O governo Lula prepara uma calculadora para medir as emissões de carbono de obras públicas e planeja criar selos verdes para identificar aço e cimento produzidos com menor impacto ambiental. Conforme informações obtidas pela Folha, a ideia é usar o poder de compra do Estado para estimular materiais menos poluentes, fazendo com que licitações levem em conta não apenas o preço de uma obra, mas também o volume de gases de efeito estufa lançado durante a produção e o transporte dos insumos nela empregados. A ferramenta deverá ser conectada aos sistemas usados pelo governo federal para elaborar orçamentos e contratar obras. O cronograma prevê que um protótipo dessa calculadora esteja em funcionamento até março de 2027. As novas regras para compras públicas seriam concluídas no primeiro semestre do próximo ano. O projeto está sendo tocado pelo Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), além de parceria com a Caixa Econômica Federal, o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e o Serpro, empresa estatal de inteligência em governo digital e tecnologia da informação. Há, ainda, um trabalho de parceria firmado com a GIZ, agência alemã de cooperação internacional, em um programa de inovação para descarbonização das indústrias de aço e cimento no Brasil. ”
Fonte: Folha de São Paulo; 28/09/2026
Da célula a combustível ao CCS: as apostas para descarbonizar o gás dos data centers
“A possibilidade de incluir o gás natural entre as fontes de baixa emissão que os data centers terão que contratar para receber incentivos no Brasil segue indefinida, enquanto o mercado aguarda a regulamentação da política sancionada no dia 15 de setembro. A expectativa era que o decreto fosse assinado nesta segunda (28/9). Com o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), o governo espera atrair investimentos da ordem de R$ 500 bilhões, a partir de benefícios fiscais de até R$ 7,2 bilhões entre 2026 e 2028. Para as isenções de tributos federais, as instalações precisarão comprovar a contratação de energia elétrica 100% renovável ou de baixa emissão. E é este termo que está em disputa no governo. A disputa coloca em lados opostos o Ministério de Minas e Energia (MME), publicamente favorável ao uso do gás natural no programa, e a Fazenda, contrária à inclusão.”
Fonte: Eixos; 28/09/2026
Internacional
Empresas
TotalEnergies apresenta plano de crescimento até 2035
“A TotalEnergies apresentou seus objetivos de crescimento para ampliar sua capacidade de energia após 2030, apoiada por bilhões de dólares em investimentos anuais. A companhia francesa de energia afirmou que pretende investir entre US$ 14 bilhões e US$ 17 bilhões por ano entre 2027 e 2032. A empresa espera que seu segmento de petróleo e gás registre crescimento de produção de cerca de 2% a 3% ao ano entre 2030 e 2035, sustentado por seu portfólio de projetos orgânicos. Para o segmento de eletricidade, a companhia prevê geração líquida de energia de 10 a 12 terawatts-hora por ano entre 2030 e 2035. A TotalEnergies espera que a eletricidade represente cerca de um quarto de sua matriz energética — que também inclui petróleo e gás — até o fim desse período. A companhia também informou que seu conselho autorizou recompras de ações de US$ 2,5 bilhões para o quarto trimestre de 2026 e entre US$ 2 bilhões e US$ 2,5 bilhões para o trimestre seguinte.”
Fonte: Valor Econômico; 28/09/2026
“A General Motors verá seus custos com tecnologia caírem US$ 20,4 bilhões até 2031 como resultado de regras de eficiência de combustível veicular drasticamente mais brandas, finalizadas na segunda-feira, informou o Departamento de Transportes dos EUA. No total, a administração Trump estima que os custos tecnológicos das montadoras cairão US$ 60,6 bilhões até 2031 — ou cerca de US$ 1.289 por veículo — em decorrência dessa medida. Estimava-se que as regras de eficiência de combustível para 2024 custariam à GM US$ 31,7 bilhões até 2031. Espera-se que a nova regra entre em vigor por volta do início de dezembro. As montadoras não precisarão adicionar equipamentos caros de controle de emissões para reduzir o consumo de combustível nem fabricar mais veículos elétricos, como teriam de fazer sob a regra anterior para atender a requisitos mais rigorosos. A Administração Nacional de Segurança de Tráfego nas Rodovias (NHTSA), órgão vinculado ao departamento, informou que os custos da Stellantis (controladora da Chrysler) cairão US$ 6,6 bilhões; os da Ford, US$ 5,8 bilhões; os da Toyota, US$ 4,5 bilhões; e os da Honda, US$ 4,1 bilhões. A GM declarou apoiar os objetivos da regra e sua “intenção de alinhar melhor os padrões de eficiência de combustível às realidades do mercado”. No ano passado, o Congresso aprovou uma legislação que eliminou as penalidades pelo não cumprimento dos requisitos de eficiência de combustível, depois que a Stellantis pagou cerca de US$ 775 milhões em multas civis por não atender às exigências dos EUA nessa área desde 2019.”
Fonte: Reuters; 28/09/2026
Política
Projeto de lei sobre produção na Europa ameaça fabricantes japoneses de veículos elétricos
“Fabricantes japonesas de veículos elétricos enfrentam o risco de um revés devastador na União Europeia (UE), à medida que os estados-membros avaliam uma legislação industrial que favoreceria elétricos fabricados no bloco. A proposta de Lei do Acelerador Industrial (IAA, na sigla em inglês) concede tratamento preferencial a produtos fabricados na UE. Uma minuta da IAA exige que os elétricos tenham 70% de seus componentes fabricados na UE e sejam montados na região para se qualificarem a subsídios e incentivos fiscais. Uma delegação do governo japonês e da Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão reuniu-se, em 16 de setembro, com altos representantes do Partido Popular Europeu, a maior legenda do Parlamento Europeu. Cerca de 40 pessoas se reuniram no edifício principal do Parlamento, em Estrasburgo. ”
Fonte: Valor Econômico; 29/09/2026
“A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e seu homólogo tcheco, Andrej Babiš, concordarão com propostas conjuntas para conter os custos de energia e reformular o mercado de carbono da União Europeia, segundo autoridades de Roma antes da reunião de terça-feira. Os dois líderes pretendem apresentar o pacote de reformas na cúpula da UE nos dias 15 e 16 de outubro, informaram as autoridades italianas. Meloni e Babiš concentram-se em flexibilizar regras da União Europeia que poderiam provocar interrupções no fornecimento de energia, ao mesmo tempo em que buscam reformar o Sistema de Comércio de Emissões da UE (ETS) — uma regulamentação que obriga usinas de energia e indústrias a comprar licenças de emissão de CO2 quando poluem. Como parte do pacote, Roma e Praga pedem à UE que suspenda temporariamente uma regulamentação sobre metano que, segundo as autoridades, poderia dificultar a dependência de fornecedores alternativos de gás a partir de janeiro, potencialmente elevando os custos de energia e ameaçando a segurança do abastecimento.”
Fonte: Reuters; 29/09/2026
EUA enfraquecem regras para eficiência de combustíveis
“Em meio à alta global nos preços dos combustíveis, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, planeja anunciar na segunda-feira (28/9) uma liberalização nas regras de eficiência para consumo de combustíveis no país. As normas foram adotadas pelo governo anterior, de Joe Biden, para aumentar a eficiência dos carros a gasolina e incentivar a venda de veículos elétricos. As regras previam que as montadoras atingissem uma eficiência média de 50,4 milhas por galão. Com a revisão, o limite deve cair para 34,5 milhas por galão. Trump defende que flexibilizar as regras pode reduzir o preço dos carros novos. Segundo o New York Times, a reversão tem caráter simbólico, pois o Congresso já havia eliminado as multas para as montadoras que não cumprissem as normas. Vale lembrar que o país terá eleições para o Congresso em novembro. O anúncio ocorre num momento em que a alta global dos combustíveis está impulsionando o mundo na direção contrária, com recordes na adoção de veículos elétricos este ano. A América Latina e o Caribe registraram pela primeira vez este ano uma frota de mais de um milhão de veículos 100% elétricos (BEV) e híbridos plug-in (PHEV). Inclusive, o BNDES aprovou na sexta (25) um financiamento de R$ 329 milhões para o Rio de Janeiro desenvolver um projeto de eletrificação da frota de ônibus municipal. Na Europa, o número de registros de veículos elétricos a baterias subiu 63% em agosto na comparação anual.”
Fonte: Eixos; 28/09/2026
“Os produtores britânicos de biodiesel acusaram o governo de sacrificar a indústria nacional de produtos sustentáveis após a decisão de não impor tarifas de proteção contra importações fortemente subsidiadas provenientes dos EUA. A decisão tomada neste mês pelo Secretário de Negócios, Jonathan Reynolds, ocorreu apesar de uma constatação oficial de que tarifas superiores a £ 250 por tonelada seriam justificadas para proteger os produtores do Reino Unido. No entanto, Reynolds citou um “teste de interesse econômico”, que indicou que, embora as tarifas de proteção pudessem beneficiar os produtores britânicos em £ 3 milhões por ano, os usuários da cadeia produtiva e os consumidores sofreriam um impacto de £ 46 milhões devido aos preços mais elevados. Contudo, a incipiente indústria de biodiesel do Reino Unido acusou Reynolds de adotar uma abordagem de curto prazo, incompatível com as promessas do primeiro-ministro Andy Burnham de reindustrializar a Grã-Bretanha e promover competências e empregos locais. Há uma demanda crescente por biodiesel, combustível produzido a partir de matérias-primas renováveis — como óleos residuais e gorduras animais — e misturado a combustíveis convencionais para carros, caminhões e navios. Esse combustível pode desempenhar um papel importante na transição para a neutralidade de carbono (meta net zero), objetivo que Burnham declarou recentemente estar “determinado” a alcançar até 2050.
Fonte: Financial Times; 28/09/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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