Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O mercado fechou o pregão de terça-feira em queda, com o IBOV e o ISE ambos recuando 0,86%.
• No Brasil, (i) a Petrobras avalia participar, em parceria com outros agentes, do leilão de baterias que o governo pretende realizar ainda este ano, segundo a diretora de Comercialização e Logística, Angélica Laureano – em contexto, a companhia tem avançado no plano de instalar baterias em refinarias como parte da estratégia de converter o acionamento de compressores e turbinas, hoje a gás natural, para energia elétrica, reduzindo assim a pegada de carbono das operações; e (ii) segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o banco está analisando atualmente 56 projetos relacionados a minerais críticos – com o objetivo de desenvolver esse setor no país, o BNDES prevê destinar cerca de R$ 50 bilhões em investimentos e crédito.
• Ainda no país, a ISA Energia acaba de instalar o primeiro reator de alta tensão a óleo vegetal (no lugar de óleo mineral, derivado de petróleo) da América Latina, desenvolvido pela Hitachi Energy e instalado na Subestação Bauru, no interior de São Paulo – a solução, que representa um marco para o setor elétrico rumo à descabonização, possui pegada de carbono menor e reduz em 11% as emissões totais do reator ao longo do ciclo de vida.
Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mail? Clique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!
Brasil
Empresas
Biodiesel de resíduos impulsiona expansão da Binatural
“A empresa de biodiesel Binatural nasceu um ano após o governo federal criar o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, em 2005. Vinte anos depois, a empresa capturou 5% do mercado e acaba de receber financiamento do programa Eco Invest para a expansão de sua produção. Com duas plantas industriais, uma em Simões Filho, na Bahia, e outra em Formosa, em Goiás, a empresa tem capacidade para produzir 600 milhões de litros por ano. Para adicionar mais 100 milhões de litros de capacidade até 2028, a empresa vai investir R$ 100 milhões. Operando hoje com 25% de capacidade ociosa, a expansão mira um horizonte de aumento de demanda lá na frente impulsionada por dois fatores. Um é doméstico: o aumento previsto em lei da mistura do óleo de origem renovável ao diesel de origem fóssil. O outro é geopolítico: a necessidade dos países de desenvolver fontes alternativas ao petróleo em busca de segurança energética. “Quando a demanda crescer, queremos estar prontos”, diz André Lavor, fundador e diretor-executivo da Binatural. A companhia faturou R$ 3,2 bilhões em 2025, 23% superior ao ano anterior. O biodiesel é um combustível renovável produzido a partir de matérias-primas vegetais ou animais, como óleo de soja, gorduras animais e óleos de fritura usados. Ele é misturado ao diesel tradicional de origem fóssil em proporções definidas por lei: hoje está em 15%, por isso é chamado de B15, e a previsão é chegar até 25% em 2035.”
Fonte: Capital Reset; 12/05/2026
Mineradora tenta destravar projeto bilionário de terras raras — e mira refino
“Na corrida global por terras raras, a australiana Meteoric Resources avança para colocar em pé no Brasil sua mina de US$ 440 milhões (cerca de R$ 2,16 bilhões) em Poços (MG). A empresa fechou contratos antecipados de exportação e negocia financiamento com instituições de fomento, entre elas o BNDES. Chamado de Projeto Caldeira, a mina concentra os elementos mais valiosos para a indústria, como neodímio e praseodímio, usados em ímãs permanentes para veículos elétricos e turbinas eólicas, e disprósio e térbio, aplicados em tecnologias de defesa e equipamentos de alta performance. A empresa tem cerca de 70 licenças para pesquisar e explorar minerais que cobrem cerca de 18 mil hectares nos municípios mineiros de Caldas, Poços de Caldas e Andradas – cada hectare tem o tamanho de um campo de futebol. Para a produção, é preciso obter o licenciamento ambiental – esperado para o terceiro semestre deste ano. O plano é iniciar em 2028 a produção em larga escala de uma mistura concentrada de elementos conhecida como carbonato misto de terras raras: material intermediário usado pela indústria para fabricar ímãs permanentes e outros componentes tecnológicos.”
Fonte: Capital Reset; 13/05/2026
Embate entre sócios da Azzas chega à Justiça
“O impasse de governança na Azzas 2154 levou um de seus sócios à Justiça. Alexandre Birman e Roberto Jatahy ainda não encontraram um caminho para liderar de forma conjunta os negócios de moda, mas vinham tentando manter as desavenças em casa – uma alteração na marca de vestuário masculino Reserva se tornou o problema atual.Birman decidiu segregar a Reserva da operação tocada por Jatahy, que, por sua vez, entrou com uma cautelar para impedir a mudança. Jatahy obteve decisão favorável à antecipação dos efeitos da tutela cautelar para impedir a separação da Reserva da estrutura de vestuário das marcas no Rio. Procurados, nenhum dos dois quis comentar.”
Fonte: Valor Econômico; 13/05/2026
Petrobras estuda possibilidade de participar do leilão de baterias com parcerias
“A Petrobras está estudando possibilidade de participar do leilão de baterias que o governo pretende realizar ainda neste ano com parcerias com outros agentes, disse a diretora de comercialização e logística da empresa, Angélica Laureano, em entrevista coletiva sobre os resultados trimestrais nesta terça-feira (12). O diretor de processos industriais, William França, disse que a empresa avançou com o plano de instalar baterias em refinarias, dentro de um planejamento mais amplo, de converter o acionamento de compressores e turbinas de gás natural para energia elétrica. Esse plano tem como objetivo liberar mais gás para o mercado e reduzir a pegada de carbono das refinarias. Cinco unidades foram incluídas na proposta de participação do leilão de baterias, com sistemas que somam 2,2 gigawatts (GW) de capacidade. França contou que três das nove térmicas que venceram o leilão de reserva de capacidade, em março, podem antecipar o início dos contratos para este ano — elas estavam com previsão de iniciar suprimento dentro do novo contrato em 2027. São elas Termomacaé (RJ), Termoceará (CE) e Três Lagoas (MS). Laureano reiterou que em junho a Petrobras provavelmente terá que importar óleo diesel para fazer frente ao aumento de demanda pelo combustível. De acordo com ela, a empresa está atendendo a todos os compromissos com os consumidores e clientes da empresa.”
Fonte: Valor Econômico; 12/05/2026
Cade investiga acordos em terras raras entre a Serra Verde e a norte-americana USA Rare Earth
“A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) abriu um procedimento administrativo para apuração de ato de concentração (Apac) envolvendo a Serra Verde Pesquisa e Mineração e a USA Rare Earth (Usar). O processo foi aberto para entender se a combinação entre as empresas e o acordo de fornecimento configurariam ato de concentração e se deveriam ter sido submetidos ao Cade antecipadamente. De acordo com o órgão antitruste, a abertura do Apac não significa necessariamente que os atos deverão ser notificados ou que haja problemas concorrenciais. Ao final da investigação a área técnica pode decidir pro arquivamento, consumação da operação ou abertura de processo administrativo. A Serra Verde e a Usar decidiram criar empresa multinacional de mineração em terras raras, com oito operações, no Brasil, EUA, França e Reino Unido, e capacidades operacionais ativas em toda a cadeia de suprimentos de terras raras leves e pesadas, incluindo mineração, processamento, separação, metalização e fabricação de ímãs. A Serra Verde firmou um acordo de fornecimento de 15 anos para abastecer uma Empresa de Propósito Específico (SPV), capitalizada por diversas agências do governo dos Estados Unidos, bem como por fontes de capital privado, para 100% de sua produção da Fase I (o acordo de fornecimento) com preços mínimos garantidos para suas terras raras magnéticas.”
Fonte: Valor Econômico; 12/05/2026
Brasil ganha primeiro reator de alta tensão a óleo vegetal das Américas
“Líder em transmissão de energia e responsável por cerca de 30% da eletricidade do Brasil, a ISA Energia acaba de instalar o primeiro reator de alta tensão a óleo vegetal da América Latina. O equipamento, desenvolvido pela Hitachi Energy e instalado na Subestação Bauru, no interior de São Paulo, representa um marco para o setor elétrico rumo à descabonização: pela primeira vez será operado com um fluido isolante de origem renovável no lugar do tradicional óleo mineral, derivado de petróleo. Com um investimento é de R$ 18 milhões, o projeto contempla quatro unidades que são as maiores já fornecidas globalmente pela Hitachi e totalizam aproximadamente 58.800 litros de óleo vegetal. Os ganhos ambientais são concretos. A solução é 99% biodegradável em cerca de 10 dias, possui pegada de carbono menor e reduz em 11% as emissões totais ao longo do ciclo de vida. Além disso, apresenta ponto de fulgor significativamente mais alto, diminuindo o risco de incêndio nas subestações e trazendo avanços em segurança operacional. “A substituição do insumo reforça o compromisso do negócio com iniciativas que impulsionam a transição energética de forma limpa e está alinhada plenamente à nossa estratégia até 2040”, afirma Dayron Urrego, diretor-executivo de projetos da ISA Energia. A rede elétrica brasileira funciona como um sistema vivo: a energia precisa chegar aos consumidores em quantidade, voltagem e momento certo. Qualquer desequilíbrio como um excesso de tensão em períodos de baixa demanda ou em longas linhas de transmissão pode comprometer a estabilidade do sistema e levar até a apagões.”
Fonte: Exame; 12/05/2026
BNDES pretende investir R$ 50 bilhões no setor de minerais críticos
“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está analisando atualmente 56 projetos relacionados a minerais críticos. A informação foi passada, nesta terça-feira (12) para a imprensa pelo presidente da instituição, Aloizio Mercadante. Em entrevista coletiva na capital paulista para divulgar o balanço trimestral do banco, Mercadante falou que o BNDES pretende atuar fortemente nesse tipo de mineração. “Nós estamos trabalhando com a possibilidade de chegar a R$ 50 bilhões de investimento e de crédito nesse setor”, disse. O presidente do BNDES informou ainda que o banco tem diversificado sua carteira, “saindo dos setores tradicionais para investir em novos setores” como o de fertilizantes, carro voador, bioinsumos para a agropecuária e também na Embraer. Outra área que está em foco no BNDES é a de inteligência artificial.”
Fonte: Eixos; 12/05/2026
Política
Articulação tenta injetar gás na tramitação do Redata no Senado
“Dez frentes parlamentares e 34 entidades do setor produtivo lançaram nesta terça (12/5) um manifesto pedindo “prioridade e urgência” na tramitação da política de incentivos aos data centers parada no Senado desde fevereiro. A articulação liderada pelo Movimento Brasil Competitivo tenta injetar gás — literalmente — no projeto de lei 278/2026 e garantir sua aprovação ainda no primeiro semestre do ano, antes da desmobilização do Congresso para o período de campanha eleitoral. Derivado da medida provisória 1318/2025, o projeto aguardando análise dos senadores cria um Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), condicionado a questões como conteúdo local e uso de energia renovável ou “limpa”. Essa reserva a fontes renováveis é questionada pelo grupo que assina o manifesto (.pdf), resgatando um movimento que começou quando o texto ainda estava na Câmara, com associações do setor de gás natural (Abegás) e nuclear (Aben) entre os signatários — e sem entidades do setor eólico ou solar. “É fundamental assegurar a disponibilidade de energia firme, contínua e confiável, condição essencial para a operação de data centers, que demandam fornecimento ininterrupto”, diz o manifesto. “Nesse sentido, defendemos o aprimoramento do texto legislativo para contemplar também fontes de energia não sujeitas à intermitência. A inclusão dessas fontes contribuirá para reduzir riscos operacionais, aumentar a confiabilidade do sistema e proporcionar maior segurança aos investidores”, completa.”
Fonte: Eixos; 12/05/2026
Internacional
Empresas
ISS recomenda que acionistas votem contra mudança de registro da Exxon para o Texas
“A consultoria de voto (proxy adviser) Institutional Shareholder Services (ISS) recomendou que os investidores votem contra a proposta do conselho da Exxon Mobil de transferir sua jurisdição de incorporação para o Texas, afirmando que a mudança imporia maiores obstáculos para acionistas que busquem responsabilizar diretores e executivos. A Exxon pretende abandonar seu registro societário em Nova Jersey e redomiciliar a companhia no Texas, onde fica sua sede, em um movimento que pode reforçar suas defesas contra acionistas ativistas e defensores do clima. A ISS também recomendou que os acionistas apoiem uma resolução apresentada pelo New York City Police Pension Fund na assembleia geral anual de 27 de maio, cujo objetivo é facilitar que investidores pessoa física votem contra a vontade do conselho. O board já manifestou oposição a essa resolução.”
Fonte: Reuters; 12/05/2026
Com IA, demanda comercial por eletricidade nos EUA superará doméstica pela 1ª vez, diz DoE
“O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DoE, na sigla em inglês) projetou que o consumo de eletricidade no país crescerá e a demanda comercial, alavancada por data centers, superará a residencial em 2027 pela primeira vez na história. A demanda de eletricidade nos EUA aumentará 1,3% em 2026, atingindo uma média de quase 4,25 trilhões de quilowatts-hora, e crescerá mais 3,1% em 2027. “O crescimento da demanda de eletricidade é impulsionado pelo setor comercial , que deverá superar a demanda residencial em 2027 pela primeira vez na história”, segundo o relatório Short-Term Energy Outlook (Steo) divulgado nesta terça-feira (12/5). A demanda industrial também está aumentando, embora em ritmo mais lento, contribuindo ainda mais para o crescimento geral, segundo o mesmo documento.”
Fonte: Eixos; 12/05/2026
Política
EUA avaliam financiar bilhões de dólares em peças para usinas nucleares, diz entidade do setor
“O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) está considerando um plano para oferecer às distribuidoras de energia bilhões de dólares em financiamento para garantir componentes de grandes reatores nucleares que podem levar anos para serem adquiridos, afirmou nesta terça‑feira a presidente da associação Nuclear Energy Institute (NEI), Maria Korsnick. Itens como vasos de pressão de reatores e geradores de vapor podem levar anos para serem encomendados e entregues, e a iniciativa buscaria reduzir o tempo de construção de grandes usinas nucleares do tipo AP1000. “Isso vai ajudar diversas empresas de energia dos EUA interessadas em implantar reatores AP1000”, disse Korsnick durante conferência da NEI em Washington, ao comentar o plano de financiamento. O DOE, que normalmente não comenta pedidos de empréstimo em análise, não respondeu de imediato a um pedido de comentário. O Escritório de Financiamento para Dominância Energética do departamento dispõe de centenas de bilhões de dólares em apoio financeiro, incluindo garantias de empréstimos para projetos que têm dificuldade de obter crédito bancário. Durante o primeiro mandato de Trump, o único uso feito dessa divisão — então chamada de Loan Programs Office — foi para financiar reatores da usina nuclear de Vogtle, na Geórgia.”
Fonte: Reuters; 12/05/2026
Batalha de lobby se intensifica à medida que projeto sobre etanol E15 se aproxima de votação nos EUA
“Defensores de biocombustíveis estão fazendo uma ofensiva de última hora para convencer deputados a aprovar as vendas durante todo o ano de gasolina misturada com maiores volumes de etanol, antes de uma votação no Congresso nesta semana, enquanto o setor de refino tenta derrubar a iniciativa. A votação para permitir a comercialização o ano inteiro de gasolina com 15% de etanol (E15) representa o ponto mais próximo que a indústria já chegou de alcançar um objetivo perseguido há anos. Ainda assim, o projeto enfrenta oposição de parlamentares de estados produtores de derivados de petróleo e incertezas em um Senado profundamente dividido. Uma disposição semelhante foi retirada de um projeto de lei de financiamento emergencial em 2024, após resistência de Elon Musk, que atuava como chefe de eficiência do governo Trump, além de alguns parlamentares conservadores. Uma nova tentativa em janeiro de 2026 também fracassou, com os legisladores optando por criar um grupo de trabalho para estudar a liberação do E15 durante todo o ano. Representantes de Elon Musk não responderam de imediato a um pedido de comentário. Ambos os lados estão fazendo lobby no Congresso, com representantes da Renewable Fuels Association, do American Petroleum Institute e da Small Refineries of America se reunindo com parlamentares no Capitólio na segunda e na terça‑feira.”
Fonte: Reuters; 12/05/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
Ainda não tem conta na XP? Clique aqui e abra a sua!
![YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]](https://conteudos.xpi.com.br/wp-content/uploads/2025/12/YA_Banner_Intratexto_-_download1.jpg)
