Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em alta, com o IBOV e o ISE subindo 0,62% e 0,80%, respectivamente.
• No Brasil, a Câmara dos Deputados confirmou para esta quarta-feira (6) a votação do projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos – se aprovado na Câmara, o projeto seguirá para o Senado em um ambiente de forte disputa política.
• Na política internacional, (i) a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que os riscos climáticos passaram a ter papel crescente na condução da política monetária, com impactos relevantes, ainda que incertos, sobre inflação e crescimento – Lagarde também reforçou a necessidade de a Europa reduzir sua dependência de combustíveis fósseis e de importações de energia, em um contexto de forte alta nos custos energéticos; e (ii) os países do G7 negociam a criação de uma secretaria permanente para assegurar que as iniciativas voltadas ao aumento da oferta de minerais críticos tenham continuidade além das presidências rotativas do bloco – de forma geral, o objetivo é reduzir a dependência em relação à China, que domina a produção desses minerais.
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Brasil
Empresas
Com aporte de R$ 75 mi, Belterra vai acelerar as agroflorestas
“A Belterra Agroflorestas anunciou a captação de R$ 75 milhões e a entrada dos primeiros novos sócios na startup que une restauração florestal e agricultura. O aporte foi liderado pela Bold.t e teve a participação de MOV e Rise. As três gestoras investem em negócios de impacto socioambiental positivo. A fundação alemã Ecosia, que até então atuava em filantropia para promover o plantio de árvores, fez seu primeiro negócio de equity e completa o grupo. O quarteto adquiriu participação na holding. A rodada série A culmina com o redesenho da companhia. Os projetos serão reunidos em diferentes CNPJs, ou sociedades de propósito específico (SPEs), embaixo da empresa-mãe. “A grande mudança que a gente operou nestes últimos meses foi organizar a carteira de projetos por investidor”, diz Valmir Ortega, fundador e CEO da Belterra. O modelo é semelhante ao das outras startups que estão tentando transformar em negócio a recuperação de áreas degradadas. Por enquanto a Belterra tem uma única SPE estabelecida. Ela reúne os cerca de 2.500 hectares nos quais a empresa implementa sistemas agroflorestais, ou SAF, para produzir cacau e ao mesmo tempo recuperar a vegetação nativa devastada. O modelo de negócios é obter receita com a venda da produção agrícola e dos créditos de carbono gerados com o crescimento das árvores. Nesta primeira SPE a Belterra não tem sócios. A empresa aportou no negócio R$ 30 milhões em projetos já em andamento. A operação é financiada com dívidas: R$ 100 milhões do Fundo Clima, administrado pelo BNDES, e outros R$ 20 milhões do Amazon Biodiversity Fund (ABF), sob gestão da Impact Earth.”
Fonte: Capital Reset; 05/05/2026
Biometano passa a mover os resíduos do etanol na Cocal
“A Cocal, que tem duas usinas no Estado de São Paulo e duas em Mato Grosso do Sul, fechou uma parceria para trocar toda sua frota de caminhões que transporta vinhaça (resíduo da produção de etanol) nas usinas no interior paulista por caminhões movidos a biometano. A decisão da Cocal, uma associada da Copersucar, representa uma das maiores operações de substituição de frota de combustível fóssil por biometano do Brasil, e deve ajudar a empresa a reduzir suas emissões de gases estufa e aliviar o custo com o diesel, inflacionado pela guerra no Oriente Médio. Serão 44 caminhões da Scania a biometano transportando vinhaça, que é justamente a matéria-prima da produção do gás renovável da Cocal, e que também é utilizada como adubo nos canaviais. Com a troca, a empresa vai deixar de consumir 19 milhões de litros de diesel ao longo de cinco anos, para utilizar no lugar o próprio biometano que produz nos biodigestores de suas usinas. A operação foi acertada com a LOTS, empresa de gestão de frota e logística que atua com caminhões da Scania e outras marcas e é especializada em operações com menor pegada de emissões de gases de efeito estufa. A LOTS, que já faz a gestão de parte da frota de caminhões da Cocal, vai operar os 44 novos caminhões de transporte de vinhaça, que serão locados junto à Scania. O contrato prevê a prestação do serviço por cinco anos. “Estamos usando biometano para devolver vinhaça para o campo, fechando a economia circular”, ressalta André Gustavo Alves da Silva, diretor comercial e de novos produtos da Cocal.”
Fonte: Valor Econômico; 06/05/2026
Política
“A Câmara dos Deputados confirmou para esta quarta-feira (6) a votação do projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A deliberação ocorre na véspera da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington. O texto ganhou tração em meio à disputa crescente entre Estados Unidos e China pelo acesso a insumos essenciais para a transição energética, indústria de defesa e a produção de tecnologia. Se aprovado na Câmara, o projeto seguirá para o Senado em um ambiente de forte disputa política. De um lado, o governo tenta afirmar controle federal sobre recursos estratégicos e chegar à conversa com o presidente americano, Donald Trump, com uma sinalização de que o país está organizando sua própria política para o setor. De outro, estados produtores, empresas e parceiros estrangeiros pressionam por previsibilidade, acesso a reservas e segurança para a realização de investimentos. Na Câmara, o relator do projeto é o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que tentou construir uma solução intermediária entre a atração de capital estrangeiro e o aumento do controle do Estado sobre recursos considerados estratégicos. A proposta cria um marco legal para minerais como lítio, cobalto, nióbio, grafite e terras raras, usados em baterias, carros elétricos, fertilizantes, chips e equipamentos militares. O pano de fundo político é a tentativa do Brasil de evitar que a corrida global por esses insumos reproduza o modelo histórico de exportação de matéria-prima bruta, sem domínio tecnológico nem agregação de valor para o país. Esse é o ponto sensível da conversa entre Lula e Trump. O governo americano tem demonstrado interesse em ampliar o acesso a cadeias de minerais críticos fora da órbita chinesa.”
Fonte: Valor Econômico; 06/05/2026
Fundo para minerais críticos com aporte privado cria carga financeira desproporcional, diz entidade
“A criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral, com a obrigação de contribuição de empresas do segmento de minerais críticos, pode criar carga financeira desproporcional para o setor privado, sobretudo para mineradoras em estágio inicial. É o que afirma nota da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral (ABPM) sobre o projeto de lei que cria a Política Nacional dos Minerais Críticos e Estratégicos, cujo relatório final foi apresentado na segunda-feira (4), na Câmara dos Deputados. O documento da entidade reconhece a importância do mecanismo e da política como um todo, mas lista preocupações em torno do parecer do deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), relator do projeto. Para o fundo, pediu que a obrigação de contribuição seja ajustada conforme o estágio do projeto. O fundo contaria com participação da União de até R$ 2 bilhões e obrigaria as mineradoras a contribuírem com 0,2% de sua receita bruta para a capitalização. As empresas também teriam a obrigação de investir 0,3% em pesquisa e desenvolvimento nos primeiros seis anos. A entidade disse que a obrigação recai sobre empresas que, em sua “quase totalidade”, se encontram em fase pré-produtiva. “O esforço exigido do setor privado é desproporcional à contrapartida pública oferecida no mesmo período”, disse a entidade. A ABPM disse que as principais jurisdições concorrentes do Brasil são Canadá, Austrália e Estados Unidos, países nos quais foram estruturadas políticas com foco em estímulos e créditos fiscais, “e não na imposição de encargos adicionais”..”
Fonte: Valor Econômico; 05/05/2026
Internacional
Empresas
Regulador de Wall Street move para revogar regra climática da era Biden
“O principal regulador de Wall Street está elaborando normas para desfazer uma regra da era Biden, atualmente adormecida, criada para ajudar investidores a avaliar os gastos e riscos relacionados ao clima das empresas, de acordo com um comunicado no site do gabinete orçamentário dos Estados Unidos. A iniciativa ocorre um ano depois de a Securities and Exchange Commission (SEC) se recusar a informar a um tribunal federal se planejava alterar a regra ou defender as regulamentações de 2024 contra contestações judiciais apoiadas pelo setor, que prejudicaram os esforços de elaboração de normas da agência sob a administração anterior. O presidente Donald Trump rejeita o consenso científico sobre a mudança climática e sua administração tem atuado para desfazer regulamentações relacionadas adotadas sob o ex-presidente Joe Biden. Em comunicado, um porta-voz da SEC disse que a agência estava trabalhando para revogar a regra a fim de retornar ao “mandato central” da SEC, que é exigir que as divulgações corporativas se concentrem em informações relevantes para os investidores, o que, segundo ele, está “alinhado com sua autoridade legal”. Sob o ex-presidente Joe Biden, a SEC adotou regras suavizadas que exigiam que empresas de capital aberto informassem aos investidores os riscos, emissões e gastos relacionados ao clima, o que foi imediatamente contestado na justiça por estados liderados por republicanos e por um grupo do setor. A SEC então suspendeu a aplicação da regra enquanto aguarda o desfecho das disputas judiciais.”
Fonte: Reuters; 05/05/2026
Toyota entra de vez nos veículos elétricos para conter ameaça chinesa
“A Toyota está pisando no acelerador nas vendas de veículos elétricos, mesmo enquanto outras montadoras recuam de metas mais ambiciosas. O movimento indica que a pioneira em híbridos está encarando de frente a ameaça representada por esses carros — especialmente os produzidos por rivais chinesas. A maior montadora do mundo em volume mais que dobrou as vendas de veículos elétricos nos três primeiros meses de 2026, chegando ao recorde de 79.002 unidades em comparação com o mesmo período do ano passado, à medida que a introdução de sete novos modelos elevou sua linha de carros elétricos para 19. “Acreditamos que 2026 será o ponto de partida da virada totalmente elétrica da Toyota”, disse Masahiro Akita, analista da Bernstein. A decisão da Toyota, que divulga seus resultados anuais na sexta-feira, ocorre em um contexto de disparada dos preços da gasolina devido ao conflito no Oriente Médio, o que reacende o interesse dos consumidores por veículos elétricos e impulsiona as vendas de concorrentes como Volkswagen e Renault. A expansão de sua linha de veículos elétricos, particularmente nos Estados Unidos, acontece apesar de um recuo global de montadoras como Stellantis (controladora da Fiat), Honda e Ford, que registraram enormes baixas contábeis após o cancelamento de créditos para veículos elétricos pelo governo de Donald Trump. Na semana passada, a Nissan abandonou um investimento de US$ 500 milhões para produzir dois modelos elétricos em sua fábrica no Mississippi.”
Fonte: Financial Times; 05/05/2026
“A American Electric Power (AEP.O) aumentou, nesta terça-feira, seu plano de investimento de capital para cinco anos para US$ 78 bilhões, um aumento de 8% em relação ao plano divulgado três meses antes, à medida que o forte crescimento de data centers leva a elétrica norte-americana a expandir seu sistema. A demanda de eletricidade nos Estados Unidos está batendo recordes, à medida que empresas de Big Tech constroem data centers intensivos em energia para suportar a inteligência artificial, o que leva as concessionárias a ampliar investimentos em infraestrutura de geração e transmissão. A AEP disse ter assinado 7 gigawatts em novos acordos de grandes projetos de energia durante o primeiro trimestre, principalmente em Ohio e no Texas. Quase 90% dos 63 gigawatts de carga incremental contratada esperada pela AEP até 2030 vem de data centers, incluindo hyperscalers, disse a empresa em teleconferência após a divulgação de resultados. Sessenta e três gigawatts, para referência, é bem mais do que o necessário para abastecer todo o estado da Califórnia, nos EUA. A AEP disse que a maior parte dessa nova demanda, cerca de 41 gigawatts, está no Texas. O cronograma da expansão da infraestrutura no estado dependerá da disponibilidade de geração de energia — fornecida por terceiros — necessária para suportar essa demanda.”
Fonte: Reuters; 05/05/2026
Fundo da Noruega é criticado por poupar petroleiras em votações sobre clima
“O fundo soberano da Noruega, o maior do mundo com US$ 2,2 trilhões, está recuando em seu engajamento ativo sobre mudanças climáticas nas empresas em que investe, apesar de suas ambições declaradas para enfrentar o problema, afirmou um relatório de uma ONG ambiental nesta terça-feira (5). Desde 2022, o objetivo do fundo é que todas as cerca de 7,2 mil empresas em sua carteira global alcancem emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050, em conformidade com o Acordo de Paris. Para isso, a Norges Bank Investment Management (NBIM), operadora do fundo, estabelece expectativas para os conselhos das empresas, participa das votações em assembleias gerais anuais e pode realizar o desinvestimento caso as companhias não respondam. No entanto, de acordo com um relatório do grupo ambientalista Framtiden i Vaare Hender (Futuro em Nossas Mãos), compartilhado com a Reuters antes de sua publicação nesta terça-feira (5), o fundo não está cumprindo suas ambições climáticas. O relatório analisou o histórico de votação do fundo em 2025 em 23 votações prioritárias em 12 desenvolvedoras de petróleo e gás, como BP, Shell, Petrobras, Chevron e ExxonMobil, que estão expandindo a produção de combustíveis fósseis. O grupo afirmou que a NBIM sinalizou desaprovação à gestão em apenas três instâncias, votando contra a reeleição de diretores na Petrobras, ExxonMobil e Chevron. “O histórico de votação da NBIM em 2025 mostra uma falta preocupante de engajamento do maior proprietário de ativos individual do mundo em um risco financeiro fundamental: o risco climático”, disse Lucy Brooks, assessora de finanças sustentáveis do grupo. “Suas votações mais recentes demonstram que um recuo do engajamento ativo corre o risco de se tornar permanente.”
Fonte: Valor Econômico; 05/05/2026
Política
G7 em negociações para criar unidade permanente para supervisionar agenda de minerais críticos
“Os países do Grupo dos Sete estão em conversas para criar uma secretaria permanente a fim de garantir que as iniciativas para aumentar o fornecimento de minerais críticos sobrevivam para além as presidências rotativas do bloco, disseram cinco fontes familiarizadas com as discussões. Países desenvolvidos em todo o mundo buscam reduzir sua dependência da China, que domina a produção dos minerais necessários para a defesa, a transição energética e a manufatura. Os Estados Unidos e a União Europeia concordaram no mês passado em aprofundar sua coordenação em minerais críticos, como lítio, cobalto e terras raras. Mas duas das fontes familiarizadas com as discussões disseram que a Europa rejeitou a ideia de um estoque compartilhado único, preferindo que cada país controle suas próprias reservas. Governos europeus também não querem que os EUA liderem o projeto porque temem que o acesso a minerais críticos possa ser restringido em uma crise, disseram as fontes. A UE, desde o início deste ano, vem trabalhando em seu próprio projeto-piloto de estoque, liderado por Itália, França e Alemanha. As fontes, que falaram sob condição de anonimato por não estarem autorizadas a falar publicamente sobre o assunto, disseram que a secretaria poderia ser sediada na Agência Internacional de Energia ou na OCDE. Ambas têm sede em Paris. As cinco fontes disseram que não está claro quando a secretaria poderia ser estabelecida, mas que ela poderia ajudar a executar quaisquer decisões sobre matérias-primas críticas tomadas na reunião de líderes do G7 em junho, que podem incluir medidas de estocagem.”
Fonte: Reuters; 05/05/2026
Riscos climáticos passaram a ter papel crescente na condução da política monetária, diz Lagarde
“A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que riscos climáticos e ambientais passaram a ter papel crescente na condução da política monetária, com impactos relevantes, ainda que incertos, sobre inflação e crescimento. Na abertura da primeira conferência sobre clima, natureza e política monetária do BCE, em Frankfurt, Lagarde também alertou para a necessidade de a Europa reduzir sua dependência de combustíveis fósseis e de importações energéticas, em meio à disparada nos custos de energia. “Os riscos climáticos e naturais são, por sua própria natureza, profundamente incertos”, disse Lagarde. Eventos climáticos extremos podem tanto pressionar preços quanto reduzir a atividade econômica, afirmou. “Um evento climático que interrompa a produção agrícola pode pressionar os preços dos alimentos para cima.” Por outro lado, pode afetar a produção e, se atingir economias inteiras, pode reduzir a demanda e pressionar a inflação para baixo. O BCE já incorpora fatores climáticos nas projeções, e estima que o novo sistema de precificação de carbono (ETS2) deve adicionar cerca de 0,2 ponto percentual à inflação da zona do euro em 2028. A presidente do BCE destacou que, nas últimas décadas, houve avanços na incorporação de riscos climáticos à política monetária, mas alertou que o progresso global no combate às mudanças climáticas tem sido insuficiente. “A transição verde, na verdade, perdeu força”, disse. “Parte da razão é que a mudança climática, um fenômeno que atinge independentemente da orientação política, tornou-se uma questão partidária.” Lagarde defendeu mais análises para orientar decisões econômicas e ressaltou que a transição energética é essencial para a estabilidade de preços, destacando que países com maior uso de energia não fóssil foram mais protegidos da alta dos preços do gás.”
Fonte: Valor Econômico; 05/05/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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