Não perca nenhum resultado: confira o Calendário de Resultados dos emissores cobertos pelo Research de Renda Fixa.
Acompanhe aqui os resultados trimestrais de empresas selecionadas que emitem títulos de crédito privado na plataforma da XP
AÇÚCAR & ETANOL
Em breve…
ALIMENTOS & BEBIDAS
Camil
Overview do trimestre: A Camil apresentou resultados mistos no 2T26, com melhora sequencial da margem bruta e retomada da geração de caixa, beneficiada pela reversão parcial do capital de giro e pelo menor capex, enquanto a pressão das despesas operacionais limitou a recuperação do EBITDA. A alavancagem permaneceu estável no patamar elevado de 4,7x dívida líquida/EBITDA, refletindo o EBITDA UDM ainda pressionado e acima do covenant de 4,0x, a ser apurado em fevereiro de 2027. Para o segundo semestre fiscal, esperamos uma melhora dos resultados, apoiada pela recuperação dos preços do arroz, pelo crescimento das categorias de maior valor agregado e pela conclusão do principal ciclo de investimentos. Esses fatores, aliados a uma menor taxa de juros, devem favorecer a geração de caixa e o necessário processo de desalavancagem, contribuindo gradualmente para a melhora do perfil financeiro da companhia.
EDUCAÇÃO
Em breve…
ENERGIA
Neoenergia
Overview do trimestre: A Neoenergia reportou resultado neutro no 3T26. O EBITDA ajustado pós-IFRS 16 atingiu R$ 3,2 bilhões, alta de 12% A/A. Em distribuição, o crescimento do consumo de energia e da base de clientes, somado aos efeitos tarifários positivos em Elektro e Brasília, compensou os impactos negativos da Parcela B1 em Coelba, Pernambuco e Cosern. A transmissão também contribuiu positivamente, beneficiada pela entrada em operação de novos ativos. Por outro lado, a geração voltou a pressionar os resultados. A produção eólica caiu 15% A/A, refletindo menor disponibilidade do portfólio e maior curtailment. As despesas operacionais cresceram 6% A/A, levemente acima da inflação acumulada em 12 meses. Já a PECLD avançou 22% A/A, para R$ 143 milhões, com indicadores acima das referências regulatórias em quatro das cinco distribuidoras. O ciclo de investimentos em distribuição mantém a alavancagem acima do histórico recente da companhia. Pelo nosso critério, a relação dívida líquida/EBITDA pós IFRS-16 ficou em 4,29x, ante 3,44x pelo critério da companhia, ainda abaixo do covenant de 4,0x. A entrada de R$ 1,7 bilhão do GIC e a captação de R$ 9,4 bilhões junto à Iberdrola elevaram o caixa para R$ 19,4 bilhões, equivalente a cerca de 2,3x a dívida de curto prazo. Apesar da melhora operacional e do reforço de liquidez, a elevação da PECLD e a alavancagem ainda elevada limitaram uma avaliação mais positiva do trimestre.
IMOBILIÁRIO & SHOPPINGS
Cyrela – Prévia
A prévia operacional da Cyrela mostrou desaceleração dos indicadores comerciais no 3T26, com queda de lançamentos, vendas líquidas e da velocidade de vendas, em um ambiente ainda desafiador para o setor. Em nossa visão, os resultados têm impacto neutro para o perfil de crédito da companhia neste momento. A elevada liquidez, a baixa alavancagem e o histórico consistente de geração de caixa seguem sustentando um perfil financeiro confortável, embora permaneçamos atentos à evolução das vendas nos próximos trimestres.
Análise completa em: Cyrela 3T26 (Crédito): Destaques da prévia operacional
Multiplan
Overview do trimestre: No 3T26, a Multiplan manteve resultados positivos, sustentados por ativos de alta qualidade, ocupação elevada e alavancagem baixa. O destaque do trimestre foi a venda de 9,33% do Park Shopping Barigüi por R$ 250 milhões, que reforçou o caixa e acelerou a desalavancagem, mas também impulsionou o EBITDA e o a geração de caixa do período. Ainda assim, o negócio recorrente seguiu crescendo, ainda que em ritmo mais moderado, com avanço das vendas e do aluguel e recuo da margem NOI1 diante de maiores despesas de propriedades. A emissão de um CRI a custo abaixo do CDI alongou o perfil da dívida e reforça a ampla capacidade de acesso ao mercado de capitais pela companhia.
MRV – Prévia
A prévia operacional da MRV reforçou a evolução observada ao longo de 2026, com recordes de vendas e produção na operação brasileira e avanço do processo de desalavancagem por meio da monetização de ativos da Resia. Embora a greve da Caixa Econômica Federal tenha pressionado temporariamente a geração de caixa da incorporação no trimestre, seus efeitos tendem a ser transitórios. Em nossa visão, os resultados reforçam uma trajetória mais favorável para os indicadores de crédito da companhia, impulsionada pela evolução operacional e pelos avanços na redução da alavancagem. Seguimos acompanhando a execução dos desinvestimentos remanescentes, que permanecem relevantes para a continuidade desse processo.
Análise completa em: MRV 3T26 (Crédito): Destaques da prévia operacional
INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA
Motiva
Overview do trimestre: A Motiva reportou um resultado positivo neste trimestre. Com a Companhia passando a reconhecer o resultado da Rodovia Fernão Dias (renomeada como Minas_SP após ser incluída no portfólio de ativos da empresa) a partir da assunção da operação no 2T26, e com a aplicação de reajustes extraordinários em ativos como AutoBan, SPVias e Rio-SP, o EBITDA Ajustado pós IFRS-16 encerrou em R$ 2,4 bilhões (+19,2% A/A, excluindo o EBITDA Ajustado da vertical de aeroportos, cuja venda foi concluída no 3T26). Adicionalmente, vale destacar que, com a melhora do risco de crédito da Motiva após seus movimentos recentes, a concessionária alcançou o rating AAA nas três principais agências do mercado.
Rota das Bandeiras
Overview do trimestre: A Rota das Bandeiras reportou um resultado positivo neste trimestre. A Companhia apresentou geração de caixa livre ajustada de R$ 120,2 milhões. A relação dívida líquida/EBITDA ajustada pós IFRS-16 permaneceu estável tanto na comparação trimestral quanto na anual. O tráfego pedagiado apresentou leve retração de 0,6% A/A, influenciada pelo menor tráfego de veículos pesados (-1,7% A/A). Já a tarifa média começou a refletir o reajuste aplicado a partir de julho de 2026, registrando crescimento em linha com a inflação medida por IPCA no período (+4,7% A/A).
MINERAÇÃO & SIDERURGIA
Em breve…
ÓLEO & GÁS E PETROQUÍMICOS
Em breve…
PAPEL & CELULOSE
Em breve…
PROTEÍNAS ANIMAIS
Em breve…
SANEAMENTO
Aegea
Overview do trimestre: A Aegea reportou um resultado neutro neste trimestre. Apesar de a Companhia continuar a apresentar evolução em sua geração de caixa operacional ajustada, de R$ 393,3 milhões no 3T25 para R$ 896,1 milhões no 3T26, o elevado volume de investimentos em seu ecossistema de concessões segue resultando em fluxo de caixa livre negativo antes de aportes de capital. Neste período, a empresa reconheceu o aporte de R$ 2,1 bilhões de seus acionistas na holding e realizou captações de financiamentos em suas subsidiárias, Corsan, Águas de Governador Valadares e Ambiental Metrosul, que totalizaram R$ 1,5 bilhão.
SAÚDE
Em breve…
TRANSPORTES
Movida
Overview do trimestre: A Movida reportou um resultado positivo neste trimestre. A manutenção da trajetória de bom desempenho da operação observada nos últimos doze meses seguiu no 3T26, o que permitiu que o fluxo de caixa operacional ajustado expandisse 80,2% A/A, de R$ 551,4 milhões para R$ 993,6 milhões. A consistência da evolução das métricas operacionais tem se convertido em melhora das métricas de alavancagem: a relação dívida líquida/EBITDA adotada pela Companhia encerrou em 2,6x vs covenant de 3,5x (-0,2x A/A), enquanto o indicador ajustado segundo nossos critérios, adotando a abordagem pré IFRS-16, registrou 3,6x (-0,4x A/A).
Vamos
Overview do trimestre: A Vamos reportou um resultado neutro neste trimestre. A empresa seguiu na trajetória positiva de evolução dos indicadores operacionais, mantendo a taxa de ocupação de sua frota em 89% e expandindo ligeiramente seu backlog de receita de locação para R$ 12,9 bilhões (+1,2% T/T). No entanto, com um maior volume de ativos a implantar ao final do período em contrapartida ao desembolso de caixa do CapEx já efetivado, a Companhia apresentou uma geração de caixa livre ajustada de R$ 4,7 milhões.
JSL
Overview do trimestre: A JSL reportou um resultado positivo neste trimestre. A continuidade do trabalho de revisão da base de contratos, aliada a uma dinâmica favorável de capital de giro líquido, permitiu que a Companhia apresentasse uma geração de caixa livre ajustada de R$ 171,7 milhões. Essa melhora do desempenho financeiro consolidado se converteu em redução da relação dívida líquida/EBITDA. Segundo nossos critérios, o indicador encerrou em 4,5x (-0,8x A/A e -0,2x T/T), enquanto pela definição estabelecida nos covenants das dívidas financeiras da empresa, fechou em 2,2x (-0,3x tanto na comparação anual quanto na trimestral).
VAREJO
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OUTROS
Em breve…
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