Resumo Diário de Política 25/11/2021: PEC dos Precatórios supera etapas, e Câmara vota MP do Auxílio Brasil

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.


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A Comissão de Constituição e Justiça do Senado promoveu ontem a leitura do parecer de Fernando Bezerra Coelho para a PEC dos Precatórios – foi concedida vista coletiva, e a votação foi marcada para o dia 30 de novembro (https://bit.ly/3CKAV2s). Há possibilidade de que o governo tente levar o tema ao plenário na própria terça, em semana que terá agenda cheia pelo “esforço concentrado” dos senadores para votação de indicação de autoridades.

Até lá, o relator precisará contornar resistências que – como praxe às vésperas de votações relevantes – surgiram em bancadas do MDB e do PSD (https://glo.bo/3nRVCWc). Um dos principais pedidos é para retirar do teto os precatórios do Fundef, embalado pela ameaça de governadores de recorrer ao Supremo para tentar garantir os pagamentos se a proposta passar da maneira como foi apresentada (https://bit.ly/3HOankN)

E, Junto com a leitura da PEC na CCJ, veio a decisão de Davi Alcolumbre de marcar a sabatina de André Mendonça, indicado pelo Planalto ao Supremo, encerrando impasse de quase quatro meses (https://bit.ly/32ySu9l), o que desanuvia o ambiente no Senado.

Na outra frente de batalha do time econômico, deputados pressionam o governo com tentativa de ampliar o valor do Auxílio Brasil, em discussão na medida provisória 1061, que precisa ser aprovada até o dia 7 de dezembro e está na pauta da sessão de hoje, às 9h (https://bit.ly/3DSAe8I). O relator, Marcelo Aro, no entanto, classificou emendas com esse objetivo de “incompatíveis” com questões orçamentárias – caso o plenário endosse essa visão, as emendas não poderão ser destacadas. A equipe de Paulo Guedes teve sucesso em fazer o relator recuar da proposta de correção automática do benefício (https://bit.ly/3laiyhz), mas terá de mostrar votos no plenário para evitar a inclusão do dispositivo no texto (https://glo.bo/3xlYaPb). Leia aqui análise do parecer de Arohttps://bit.ly/3HPBJXz (app) ou https://bit.ly/3nQjwBp (desktop).

O fim de novembro registra intensa movimentação na arena eleitoral. O PSDB ainda se mostra às voltas com a suspensão das prévias, e tenta concluir o processo até o próximo fim de semana. A fundação responsável pelo aplicativo sugeriu a possibilidade de ataque hacker no fim de semana passado (https://bit.ly/3FMLDY9). Enquanto isso, Sergio Moro recebe acenos da política – o União Brasil (fusão de DEM e PSL) diz ver o ex-ministro de Bolsonaro como terceira via viável (https://bit.ly/3nY8IkN). Seu partido, o Podemos, tem percorrido portas variadas em busca de apoio (https://bit.ly/3HKYhZs). E, nesse contexto, o PSD fez ato para reforçar Rodrigo Pacheco como candidato (https://bit.ly/3rayOCW).

Nas redes

Segundo o monitor XP-Conatus, em mais um dia sem temas que geraram engajamento de destaque para além dos grupos políticos, o nome de Paulo Guedes foi enaltecido por bolsonaristas após agenda na Câmara. Em menor volume e com atenção de setores da imprensa, o destaque dado para o ex-juiz Sergio Moro sobre temas como reformas no governo Bolsonaro começa a gerar reação crítica de bolsonaristas.

Internacional

Após o anúncio de acordo com o partido Verde e FDP (liberais) para formar um novo governo na Alemanha, Olaf Scholz (SPD) apresentou seus primeiros planos de governo. Ele prometeu aderir ao “freio da dívida” estabelecido durante a era Merkel, por ora suspenso por causa da covid-19, a partir de 2023, mas disse que ampliaria gastos públicos para descarbonizar e modernizar a economia do país (https://bit.ly/30TNdZE).

Nos EUA, o noticiário destaca a falta de convergência dos partidos sobre o teto da dívida (https://on.wsj.com/3xitDlv)

Hoje é o 1060° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 311 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 624° dia da pandemia de Covid-19.

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