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Resumo Diário de Política 25/10/2021: Os riscos da PEC dos Precatórios no plenário

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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A semana que vem pela frente – Expectativas estão concentradas na continuidade das definições sobre a PEC dos Precatórios e rearranjo do time econômico. Aprovada na comissão especial na última quinta-feira, a proposta está na pauta do plenário da Câmara amanhã.

Os riscos seguem os que mencionamos na definição do texto: pressão para que seja ampliado o espaço no teto em 2022 para acomodar novos gastos de congressistas e do próprio governo; e o fato de o desenho final ter deixado de fora os “invisíveis”, que podem voltar à discussão até o fim do ano.

É aguardado também posicionamento de Arthur Lira, que na sexta-feira disse que havia necessidade de união dos poderes para superar o impasse.

Embora a situação tenha ficado mais calma depois da sexta-feira, com a confirmação da permanência de Paulo Guedes e a nomeação de substitutos pós-debandada, a situação é de fragilidade dos controles fiscais (https://bit.ly/3Cgjrf4) e de pressão para acomodar mais demandas de congressistas (https://bit.ly/3b9f7lS). As discussões sobre a prorrogação da desoneração da folha são exemplo das tentativas à frente (https://bit.ly/3CgeP8s).

Ontem, Jair Bolsonaro visitou uma feira de pássaros no Distrito Federal ao lado de Paulo Guedes e reafirmou a permanência do ministro (https://glo.bo/3BbogF8).

Outro desdobramento a ser considerado é na relação entre Câmara e Senado, que já não vinha nos melhores termos. Arthur Lira tem tentado jogar para as costas de Rodrigo Pacheco a responsabilidade de a saída para o Auxílio Brasil ter passado pela mudança no teto, já que a reforma do Imposto de Renda não avançou no Senado (https://bit.ly/3nnOxLj). Os sinais vindo da Comissão de Assuntos Econômicos, aliás, são pouco animadores para qualquer agenda do governo (https://glo.bo/2XLicWa).

Pacheco, no entanto, apesar de ter se filiado ao PSD com a perspectiva de fortalecer sua candidatura ao Planalto (https://bit.ly/3vPhDY0), tem dito que a perspectiva eleitoral não deve atingir a tramitação da PEC dos Precatórios e a medida provisória do Auxílio Brasil (https://glo.bo/3GciyX4).

Esse e os outros nós a desatar serão uma das missões do novo titular da Secretaria Especial de Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, que chega à posição com experiência de ter passado pelo ministério de Michel Temer (https://glo.bo/3BnOtAt).

De volta às eleições, o ex-ministro Sergio Moro acertou sua filiação ao Podemos no dia 10 de novembro (https://bit.ly/3GhhLnV) – com ele, chegam a 11 os pré-candidatos de terceira via, dificultando a ideia de unidade contra Lula e Bolsonaro (https://bit.ly/3jyTpME). A unidade, aliás, anda difícil até dentro dos próprios partidos: no PSDB, Eduardo Leite mantém ofensiva contra filiações promovidas por João Doria, que têm as datas questionadas por aliados do governador gaúcho (https://bit.ly/3pzUt6L).

A semana tem também previsão de votação do relatório da CPI da Pandemia, agendada para esta terça-feira (https://bit.ly/3jAf4Uz).

Por fim, atenções voltadas para as ameaças de greve de caminhoneiros no dia 1º de novembro – o Ministério da Infraestrutura segue com a avaliação de que as lideranças que chamam o movimento têm pouca capilaridade. As manifestações dos tanqueiros, que levavam mais preocupação ao governo, foram encerradas na sexta (https://bit.ly/3nnGiPC).

Nas redes

O monitor XP-Conatus registrou forte movimentação bolsonarista em defesa de Paulo Guedes após quase uma semana de vácuo. Já a imprensa segue com foco na mudança no teto de gastos, enquanto e a oposição enfatiza o “fim do Bolsa Família”. No mais, a reação ao auxílio-diesel segue negativa, mesmo entre os caminhoneiros.

Esse processo promove uma aglutinação ainda maior do campo antibolsonarista. As críticas contra a política fiscal do governo Bolsonaro ganham liga e se aproximam de outras pautas como o aumento da fome e a offshore de Paulo Guedes.

Internacional

No Congresso americano, democratas continuam negociando os pontos finais do Plano das Famílias Americanas. O projeto deve ser diluído de USD 3,5 trilhões a cerca de USD 2 trilhões, e a expectativa é que um acordo seja anunciado ainda nesta semana (https://wapo.st/3vF0gJc)

Devido a resistência de moderados aos aumentos ao imposto de renda para pessoa física, pessoa jurídica e ganhos de capitais, parlamentares estudam um possível imposto sobre lucro não realizado para bilionários e imposto sobre a recompra de ações (https://politi.co/3m8HVkH).

Vale destacar que a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, abriu a porta para a elevação do teto da dívida via reconciliation, ou seja, sem apoio republicano (https://cnn.it/3nwA682)

Ainda no lado da política americana, Janet Yellen disse que espera que preços permaneçam altos até o primeiro semestre de 2022, mas não acredita que os EUA corram o risco de perder o controle da inflação (https://reut.rs/3E7W87q).

E regiões da China endurecem restrições após novo surto de Covid-19 (https://bloom.bg/3pvZ7Tn).

Hoje é o 1029° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 342 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 182° dia da CPI da Pandemia.

Hoje é o 593° dia da pandemia de Covid-19.

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