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Resumo Diário de Política 25/03/2022: Os impactos do Datafolha e as dificuldades do governo para desonerar a gasolina

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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O Instituto Datafolha divulgou ontem pesquisa que aponta Lula com 43% e Bolsonaro com 26% (https://bit.ly/3urkExo). Como o último levantamento do instituto havia sido realizado em dezembro, o enunciado é o de “recuperação de fôlego” de Bolsonaro, mas o movimento já vinha sendo capturado por outras pesquisas no início do ano – não se trata de uma nova retomada, portanto. O mesmo se dá com a avaliação do governo (https://bit.ly/3iAwboE). Para além disso, a pesquisa mostra a estagnação das candidaturas de terceira via – Sérgio Moro alcança 8% e Ciro, 6% (https://bit.ly/3qX6PG7). Ainda assim, pela dimensão da pesquisa, o enunciado tende a reforçar a sensação de recuperação do presidente observada no início do ano.

Depois de Bolsonaro, Lula também reavalia o formato do ato de lançamento de sua pré-candidatura, que acontecerá em abril, para evitar constrangimentos com a lei eleitoral (https://bit.ly/3utK1yl). O PT aprovou resolução que avaliza alianças de Lula com partidos de centro (https://bit.ly/3wJGRJw), em novo sinal de tentativa de busca do centro para uma frente contra Bolsonaro (https://bit.ly/3qzHbqB) – nesse movimento, Lula voltou ontem a se afastar de figuras do PT que ampliariam a rejeição, como Dilma, Dirceu e Genoino (https://bit.ly/3LcSRat).

E, em São Paulo, o ministro Tarcísio de Freitas decidiu se filiar ao Republicanos (https://bit.ly/3Dbc8GG), em movimento para manter apoio do partido a Bolsonaro em nível nacional (http://glo.bo/3JHXo4t). A ministra Damares também se filiará ao Republicanos. Levantamento do Valor mostra o presidente com palanques fortes estabelecidos pelo país (http://glo.bo/3D7T2kN).

De volta a São Paulo, PSDB e União Brasil anunciaram a formação da chapa de Rodrigo Garcia (http://glo.bo/37UpkUJ), com Datena como candidato ao Senado (https://bit.ly/3wGvpyr).

No episódio do MEC, Bolsonaro disse ontem “botar a cara no fogo” pelo ministro Milton Ribeiro (http://glo.bo/3NgXbYp) – ontem o Supremo autorizou abertura de investigação contra ele (https://bit.ly/3JIq8Kn). E Wal do Açaí continua trazendo desgaste ao governo, depois da ação de improbidade administrativa apresentada contra Bolsonaro. Ontem o presidente admitiu que a ex-funcionária, acusada de ser fantasma, nunca esteve em Brasília (http://glo.bo/3wC6ZGg).

Na temática dos combustíveis, o Confaz decidiu ontem estabelecer alíquota única do ICMS sobre diesel com limite máximo de R$ 1,006 por litro no país (https://bit.ly/36nuw3h), mas cada estado poderá conceder uma espécie de benefício fiscal que pode resultar na cobrança de um valor menor (http://glo.bo/3NiGMCH). As novas alíquotas passam a valer em 1º de julho (até lá, permanecem congeladas no patamar atual) e ficam em vigor por 12 meses. O desenho foi feito de forma a preservar a arrecadação dos estados de novembro de 2021 (https://bit.ly/3qx6Gcc). O cálculo dos estados é que as mudanças na tributação, incluindo o congelamento atual, geram perda de R$ 30 bilhões em receitas (http://glo.bo/3Npmis6).

Na mesma temática, o líder do governo, deputado Ricardo Barros, disse ontem ver “muita dificuldade” para que o Planalto encontre uma fórmula que permita reduzir a tributação federal sobre a gasolina (http://glo.bo/3qzwSms). E o prefeito de São Paulo aumenta a pressão pela aprovação do projeto que dá subsídio federal para gratuidades em transporte público (http://glo.bo/3ICrhSj) – ele diz que não conseguirá manter o preço do ônibus em R$ 4,40 sem a ajuda federal. Ele disse ter ouvido de Lira a promessa de votar o projeto na primeira semana de abril.

Ainda ontem, Paulo Guedes disse que o governo vai ampliar a 33% a redução do IPI (http://glo.bo/3NjXiCq).

E mantém-se no noticiário a PEC do Quinquênio (https://bit.ly/3iBrEC8), que ganhou apoio do Planalto durante a tramitação no Senado (https://bit.ly/3Dcq9DX).

Nas redes

Denúncias contra o MEC perdem espaço nas menções espontâneas, enquanto forças para além da polarização organizam mutirões para engajar segmentos específicos com as eleições.

Internacional

A guerra na Ucrânia segue em destaque. Em meio a crescentes preocupações sobre potencial uso de armas químicas ou biológicas, líderes da OTAN adotaram novas sanções à elite russa, além de medidas que visam fortalecer a segurança da região. Joe Biden solicitou também que a Rússia seja removida do G-20 (https://wapo.st/36OaRcg e http://glo.bo/3D90VpW).

Vale notar ainda que os EUA anunciaram que transações em ouro com a Rússia serão proibidas no país, medida que pode impactar o rublo (https://bit.ly/3JH8GpD [bit.ly]).

E os EUA e a União Europeia anunciaram acordo para intensificar o fornecimento de gás natural americano à Europa para reduzir a dependência da região de energia russa (https://bloom.bg/3Dj2wK8).

Hoje é o 1177º dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 194 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 742º dia da pandemia de Covid-19.

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