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Resumo Diário de Política 21/12/2021: Mais uma chance para o Orçamento

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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O Congresso deixou para a última hora a votação do Orçamento de 2022 (https://glo.bo/3skKP9u). Com impasse principalmente em relação ao fundo eleitoral (https://bit.ly/327KOLz), ficou adiada para esta terça-feira a votação na Comissão Mista e, na sequência, no plenário do Congresso. Líderes vão se reunir às 10h para discutir ajustes. No centro da discórdia, a disposição de congressistas de reservar perto de R$ 5,1 bilhões para as campanhas do ano que vem, como apresentado pelo relator.

Há também disputa pela inclusão do reajuste a servidores da área de segurança (https://bit.ly/3smHJlj), cuja demanda foi apresentada por Guedes, mas não foi considerada no relatório (https://bit.ly/3mhoOnZ). A opção de Bolsonaro por focar o reajuste nessas categorias tem estimulado reações em outros grupos (https://bit.ly/3GZkyBE).

No relatório, Hugo Leal propôs também a apresentação de uma PEC para que o teto de gastos seja rediscutido a cada quatro anos por meio de lei complementar (https://bit.ly/33OmBKD) – o que tem posição contrária do Ministério da Economia (https://bit.ly/3GYsmUj).

O noticiário ainda repercute o jantar entre Lula e Alckmin na noite de domingo (https://bit.ly/3ebtwiU) – o presidente do PSB, Carlos Siqueira, esteve com o petista no dia seguinte ao evento, mas as condições apresentadas pelo partido ainda são consideradas excessivas pelo PT (https://bit.ly/3H7cYVP) – daí vem o estímulo ao PSD como alternativa de filiação de Alckmin.

Na oposição à aliança, o entorno de Bolsonaro rememorou desavenças entre Lula e Alckmin (https://bit.ly/3JaQepq) e Sérgio Moro chamou o encontro de “jantar da impunidade” (https://bit.ly/3yOzDD3).

Nas redes

Segundo o monitor XP-Conatus, em período marcado ainda por forte debate sobre a chapa de Lula para 2022, o debate sobre a variante da Covid-19 se mantém em alta, com mais espaço na imprensa e participação bolsonarista.

Internacional

Nos EUA, as declarações feitas por Joe Manchin sobre sua decisão de não apoiar o Build Back Better seguem em destaque. A decisão gera tensões do senador centrista com seu partido e com a Casa Branca. Segundo o líder da maioria democrata, Chuck Schumer, o pacote ainda será colocado na pauta em 2022 para que parlamentares tenham que definir sua posição formalmente, “não apenas na televisão” (https://on.wsj.com/3FksFbq).

Como mencionamos ontem, a expectativa é que democratas continuem tentando negociar uma versão diluída do projeto em 2022. Segundo o noticiário, Manchin já teria tido conversa com Biden sobre as mudanças que gostaria de fazer no pacote, o que deve ser a base para negociações no ano que vem. No entanto, reunir as diversas correntes dentro do partido não será nada fácil (https://bloom.bg/3GY6mZC).

Hoje é o 1086° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 285 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 650° dia da pandemia de Covid-19.

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