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Resumo Diário de Política 21/08/2020: Câmara mantém veto a reajuste de servidores

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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Depois de o Senado votar para derrubar o veto de Jair Bolsonaro na quarta-feira, a Câmara manteve ontem, por 316 a 165, a decisão do Planalto de barrar a possibilidade de reajustes a servidores públicos até o fim de 2021 (https://glo.bo/3hjcJds e https://bit.ly/2QalOcV). Como um veto precisa ser rejeitado pelas duas Casas para cair, fica mantida a decisão do presidente.

No mapa de votação da Câmara, tanto partidos mais próximos do governo quanto os mais ligados a Rodrigo Maia registraram poucas traições, no limite de 15%. Destaque para a fidelidade de MDB (0% de infidelidade), Republicanos (3%) e Progressistas (5%). Um quarto da bancada do PSL votou contra o Planalto.

Os dois dias de intensa negociação deixam mensagens para a agenda futura do governo: 1) o plenário do Senado exige ainda muito trabalho para votar os gatilhos do Pacto Federativo ; 2) Rodrigo Maia reforçou seu papel para o avanço da agenda econômica e a dependência que o governo tem dele nessa área; 3) a articulação do governo, sob liderança de Ricardo Barros, funcionou; 4) a fala de Paulo Guedes deixou arestas (https://glo.bo/32bRILz); 5) a Câmara anotou no caderninho mais uma vez em que o Senado distribuiu bondades, enquanto os deputados precisaram consertar o estrago; 6) a ausência do Planalto na votação no Senado chama a atenção para o histórico de hesitação de Bolsonaro em relação a pautas ligadas ao funcionalismo público.

Entre os pontos mencionados na negociação para a manutenção do veto esteve a possibilidade de usar recursos do Fundeb (que vai a voto no Senado na próxima semana) para o pagamento de aposentadorias (https://bit.ly/3kZDQwF), mas o líder do PSD, partido autor da emenda, disse que ela será retirada.

No Valor, o governo promete para a semana que vem o envio ao Congresso do “novo Pró-Brasil”, agora sob comando de Guedes e que vai incorporar a agenda da equipe econômica (https://glo.bo/3j4uw94) — parte dos pontos mencionados, inclusive, já está prevista no relatório que o Senado prepara para a PEC do Pacto Federativo. A seguir essa linha, será necessário cuidado para não desfazer a articulação que já estava em curso.

Internacional

Covid-19: Segundo a OMS, são 22.256.220 casos confirmados e 782.456 óbitos (https://bit.ly/3ge3REZ). 

Donald Trump anunciou que, se for reeleito, estuda incentivos fiscais para que empresas tragam empregos de volta do exterior e tarifas sobre as que não aderirem (https://bloom.bg/2Q8fxym). 

No Judiciário, Trump enfrentou desafios: um tribunal federal rejeitou recurso para impedir que procuradores de Nova York tenham acesso às suas declarações de imposto de renda. O presidente deve apresentar recurso novamente (https://glo.bo/2CKRvX0). E seu ex-conselheiro Steve Bannon foi preso por desvio de fundos de uma campanha de arrecadação para a construção do muro na fronteira com o México (https://glo.bo/3hgZYA5). 

Na seara eleitoral, Joe Biden aceitou oficialmente a nomeação como candidato do Partido Democrata (https://on.wsj.com/2E6LB3k).

Hoje é o 599° dia do governo Jair Bolsonaro.

Hoje é o 163° dia da pandemia de Covid-19.

Faltam 86 dias para as eleições municipais.

Faltam 74 dias para as eleições nos EUA.

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