Resumo Diário de Política 19/05/2020: Prefeitura e o governo de São Paulo articulam megaferiado

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.


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A Prefeitura e o governo de São Paulo articulam um megaferiado de seis dias, de amanhã até segunda-feira. Dois feriados municipais foram antecipados para quarta e quinta, e a Assembleia Legislativa deve aprovar na quinta a antecipação do feriado de 9 de Julho para segunda-feira (https://bit.ly/2Ti9bye). A estratégia é uma alternativa para evitar recorrer a medidas mais duras como o lockdown.

Na esfera federal, o presidente Jair Bolsonaro não sinaliza pressa para escolher o substituto definitivo de Nelson Teich no Ministério da Saúde (https://bit.ly/2LM8WHr). 

Enquanto Bolsonaro não cumpre a promessa de vetar a possibilidade de reajuste para servidores públicos, governos locais aproveitam a janela criada e autorizam os aumentos. Foram pelo menos três Estados a correr para usar a brecha (https://glo.bo/3bQWG3m). O presidente marcou para quinta-feira a conversa com governadores antes de formalizar a decisão (https://glo.bo/3g2DHWx). Ele tem até dia 27 para sancionar ou vetar a proposta.

Depois das reclamações, o Diário Oficial publica mais nomeações de indicados pelos novos aliados do governo Bolsonaro na Câmara, desta vez no Ministério da Educação (https://bit.ly/36ew4rJ). Após os movimentos de aproximação, vai ficando mais clara a divisão que se estabelece entre os partidos de centro da Câmara, com PP, PL, PSD e Republicanos mais próximos do governo, e PSDB, DEM e MDB mais próximos de Maia (https://glo.bo/2Zoklpf) – apesar de as fronteiras não serem bem delimitadas.

O Congresso decidiu ontem cancelar o recesso de julho (https://glo.bo/3e0vm46). Ontem também, o Senado decidiu tirar de pauta três projetos que provocaram discussão na semana passada: o que limita os juros no cheque especial e cartão de crédito, o que prevê suspensão do reajuste de medicamentos e plano de saúde; e o que eleva a CSLL do setor financeiro para 50% (https://bit.ly/2X8d8a1). Deve haver nova conversa na sexta-feira para decidir o destino dos projetos. Há hoje na pauta o PL que trata do uso de leitos privados pela rede pública, ainda sem relatório apresentado, e o texto que prevê o adiamento do Enem (https://glo.bo/2LHvide). 

Pressionado pela possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial de maneira indefinida, o governo começa a fazer contas para ver quais programas sociais podem ser revistos para abrir espaço orçamentário (https://bit.ly/3bMB0Fn). 

Depois da entrevista de Paulo Marinho, o suplente de Flavio Bolsonaro, o Ministério Público Federal vai investigar a possibilidade de vazamento da operação que mirou Fabrício Queiroz, em 2018, (https://glo.bo/2yg5H89). O empresário vai depor no mesmo inquérito que apura se houve tentativa de interferência do presidente na Polícia Federal. Haverá também uma investigação própria da instituição sobre a possibilidade de vazamento. E o ministro Celso de Mello, relator do inquérito no Supremo, deve decidir até sexta-feira sobre a divulgação da gravação da reunião em que Sergio Moro diz ter havido pressão de Bolsonaro por mudanças na PF (https://bit.ly/2WIufjt). 

Antes tarde do que nunca, Fernando Collor de Mello pediu ontem desculpas pelo confisco das cadernetas de poupança e contas correntes em 1990 (https://bit.ly/2LFNsMr). 

Internacional

Covid-19: a OMS computa 4.618.821 casos confirmados no mundo e 311.847 óbitos (https://bit.ly/3cLGkdu).  

A Huawei Technologies disse nesta segunda-feira que restrições do governo do presidente Donald Trump de impedi-la de acessar semicondutores que usam tecnologia americana prejudicará sua capacidade de manter redes de telecomunicações em todo o mundo e lançar a tecnologia da próxima geração em 170 países (https://glo.bo/3bMCEa1). 

O presidente americano disse que está tomando hidroxicloroquina preventivamente (https://nyti.ms/2TkgGEY). 

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