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Resumo Diário de Política 15/03/2022: Economia mantém aposta em PLP já aprovado contra alta dos combustíveis

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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A semana se estende sob a discussão de novas medidas para mitigar os efeitos da alta dos combustíveisO Ministério da Economia resiste, inclusive, à possibilidade de elevação do Auxílio Brasil, que ganhou corpo no noticiário, e defende que o governo espere os efeitos do PLP 11 para decidir se haverá necessidade de novas ações (https://bit.ly/3I6YQfa e ). O trabalho é para que medidas adicionais, como a desoneração da gasolina, só entrem de fato em discussão no caso de um prolongamento maior da guerra, com consequências ainda maiores sobre o preço do petróleo (https://glo.bo/3IhZPcl). A decretação de estado de calamidade – uma das opções nesse cenário mais extremo – tem resistência de Rodrigo Pacheco (https://glo.bo/3JgxSDb).

ampliação do Auxílio Brasil, que ainda não ganhou defensores públicos dentro do governo, surge no noticiário como opção mais “focalizada” que um subsídio geral à Petrobras ou que a desoneração da gasolina (https://bit.ly/36jSrQq). Mas João Roma, ministro da área, diz não ter conhecimento das discussões.

Com esse pano de fundo, seguem as críticas de Bolsonaro e de seu entorno à atuação de Silva e Luna, presidente da Petrobras, e militares entraram em campo para conter as articulações por sua saída (https://bit.ly/3tYfh8x). Além dos confrontos com a estatal, Bolsonaro voltou à carga também sobre os governadores, a quem responsabiliza pelos preços (https://glo.bo/3IcHnlA).

A possibilidade de paralisação de caminhoneiros que circulou na semana passada perde força no noticiário, em linha com o cenário que trouxemos traçado pelo Ministério de Infraestrutura (https://glo.bo/3L2emLp).

O governo promove hoje com integrantes do TCU uma reunião sobre o processo de privatização da Eletrobras, em análise na corte. O propósito é esclarecer pontos que possam facilitar a aprovação pelo tribunal até o próximo mês (https://bit.ly/3q6roPN). Segundo a Folha, o ministro relator do processo tenta emplacar um aliado na ANP (https://bit.ly/3tX8JXQ).

O noticiário também destaca esforços do governo em outras áreas para conter aumento dos preços. Entre elas está um pacote de crédito agrícola, com liberação de R$ 868 milhões do Orçamento para subsidiar linhas do Plano Safra e crédito extraordinário de R$ 1,2 bilhão para afetados pela seca (https://bit.ly/3KHJsaT).

Na seara eleitoral, vão ficando claros os limites para o clima de unidade pregado pelos integrantes da terceira via: Doria disse ontem que, “sem desejar falar mal do Sergio Moro”, o episódio Arthur do Val fragilizou sua candidatura (https://bit.ly/3KNfuC6). As discussões sobre um nome único de MDB, PSDB e União Brasil para disputar o Planalto seguem, mas sem a presença de Moro (https://glo.bo/3tYfXL7).

Eduardo Leite deu novos sinais indicando sua filiação ao PSD para disputar o Planalto ao dizer ontem que não quer “viver o sentimento de que poderia ter feito algo, mas não fez” (https://bit.ly/37lzRIe). O trabalho será para evitar a pecha de “mau perdedor” ao sair do PSDB depois da derrota nas prévias.

E o PT planeja lançar Lula com evento de rua, no dia 9 ou 16 de abril (https://glo.bo/37B84nz).

Por fim, Mauro Paulino deixou o comando do Datafolha depois de 35 anos. Em seu lugar assume Luciana Chong (https://bit.ly/3I7ssJf).

Nas redes

O aumento no preço dos combustíveis segue em destaque, com o bolsonarismo testando narrativas que vão desde comparações com os EUA até críticas à “nostalgia dos preços”. De maneira geral, tentam também defender-se do aumento da inflação, responsabilizando medidas do combate à pandemia.

Internacional

Em meio a relatos de intensificação de bombardeio de Kiev, a quarta rodada de negociações entre autoridades russas e ucranianas não produziu avanços. No entanto, os países acordaram em continuar as conversas hoje (https://reut.rs/3i8SEZK).

Em paralelo, autoridades da China e dos EUA se reuniram em Roma no primeiro encontro entre os países desde o início do conflito no leste europeu. A Casa Branca teria enfatizado que o apoio à invasão russa da Ucrânia teria implicações para os relacionamentos da China em todo o mundo. Em paralelo, a China alerta que, se receber sanções, deve tomar medidas retaliatórias (https://bit.ly/3tVzlbH).

Hoje é o 1168° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 201 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 734° dia da pandemia de Covid-19.

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