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Resumo Diário de Política 14/03/2022: Mesmo com PLP sancionado, combustíveis seguem no centro das atenções

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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A semana que vem pela frente – Mais uma segunda-feira com combustíveis como temática central, mas agora já sob a aprovação e sanção do PLP que altera a cobrança de ICMS e desonera o diesel (https://bit.ly/3MZqL4z).

Nesse cenário, as atenções se concentram na possibilidade de outras medidas para mitigar a alta dos preços por parte do governo, como a subvenção à Petrobras – o que, segundo Bolsonaro, passará por decisão de Paulo Guedes (https://bit.ly/3t8XmwJ). O Ministério da Economia tenta evitar um subsídio geral e preferiria adotar a medida por meio do Auxílio Brasil ou concessão de Bolsa Caminhoneiro (https://bit.ly/3i3lgDs). O presidente disse estudar também a possibilidade de enviar um novo projeto para reduzir a cobrança de PIS Cofins sobre gasolina (https://bit.ly/3KKLkzJ), mas sem detalhes – o tema também tem resistência da Economia (https://glo.bo/37glIvV).

O outro projeto que era discutido pelo Legislativo, o que cria conta de estabilização de combustíveis, foi aprovado pelo Senado, mas não deve ter análise tão célere, em linha com o que dizíamos por aqui.

Na mesma entrevista no fim de semana, o presidente voltou a atacar o lucro da Petrobras e os reajustes dados pela estatal, mas disse que não vai “interferir no mercado” (https://bit.ly/3CE3mkj)

Permanece também a preocupação do governo em relação à possibilidade de paralisação de caminhoneiros (https://bit.ly/3q4BD7b) – no fim de semana, circulou mensagem de Tarcísio em que ele diz achar “muito correto” profissionais que deixaram de carregar para forçar reajuste nos fretes. Há reuniões de sindicatos setoriais, como a dos tanqueiros de Minas Gerais, marcadas para esta segunda em que devem ser anunciadas posições (https://bit.ly/36iCc6b). O governo monitora com atenção, mas seguia não apostando em paralisação generalizada.

Ainda na temática, prefeitos usam o aumento nos preços para pressionar o Congresso pela aprovação de um financiamento para gratuidades no transporte público – uma das principais preocupações do time econômico dentro da pauta legislativa (https://bit.ly/3w31UGM).

Em outras frentes, jornais reforçam disposição do governo de reduzir encargos ao frete marítimo por meio de corte no Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante, o que reduziria custos de importação (https://bit.ly/3w5SLxc). E há expectativa ainda da queda do veto de Bolsonaro ao Reporto.

Migrando para a seara eleitoral, o noticiário registra o aval que Carlos Bolsonaro deu à nova linha do pai em relação às vacinas, deixando ataques de lado e apostando no ponto de que foi o governo federal que empenhou recursos para sua compra (https://bit.ly/3KI76Eg). O PL pretende lançar sua pré-candidatura no dia 26 de março (https://bit.ly/3IcU0wS), e os efeitos da filiação de Bolsonaro ao partido começaram a ser sentidos no sábado, quando cerca de 15 deputados ingressaram na legenda (https://glo.bo/3CF1EPu).

A semana tem também a expectativa de concretização da filiação de Eduardo Leite ao PSD de Gilberto Kassab para disputar a Presidência (https://bit.ly/3tSO0Es). No domingo, Eduardo Paes disse que o xará recebeu o convite com “muita alegria” (https://bit.ly/36gkJv8).

Em nova entrevista, desta vez ao Globo, Marina Silva reforça a possibilidade de se unir a Lula contra Bolsonaro e em “defesa da civilização” (https://glo.bo/34FNtNJ). E a mensagem do ex-presidente de que o MTST não terá papel coadjuvante em eventual novo mandato passou a ser usada pela candidatura de Bolsonaro para associá-lo a invasões de residência (https://glo.bo/34FNuBh) – a associação do PT ao radicalismo por rivais é um dos pontos de atenção da campanha petista. Ainda na seara petista, ganhou visibilidade documento do partido com críticas ao governo Alckmin (https://glo.bo/3KGbzXP) – manifestações de alas do partido podem até se estender, mas não têm o poder de reverter a decisão de Lula de se aliar ao ex-tucano.

E Sergio Moro pode ver o MBL todo desembarcar do Podemos, depois da saída de Arhur Do Val. O grupo reivindica a vaga para a candidatura ao governo de São Paulo e ameaça deixar a sigla se não for atendido (https://bit.ly/3t6E6jw). O noticiário registra inclusive atuação do movimento para minar a candidatura do ex-juiz (https://glo.bo/3CDJP3g).

Em noticia relevante para Minas Gerais, o Novo dá sinais de flexibilização de regras para permitir alianças, o que tende a favorecer Romeu Zema (https://bit.ly/3taBRfa).

Por fim, Joaquim Barbosa volta a frequentar o noticiário político se dizendo disposto a entrar na corrida eleitoral (https://glo.bo/3w4yyYL).

Nas redes

O debate sobre combustíveis ainda é destaque, com o engajamento de atores para além da polarização tradicional. Declarações de Paulo Guedes são exploradas pela oposição, e se reduz o volume de menções aos caminhoneiros e à possibilidade de paralisação.

Internacional

A guerra na Ucrânia permanece em destaque nas redes. Apesar de avanços das tropas russas e intensificação de bombardeios, o exército de Vladimir Putin tem dificuldade em tomar a capital do país e outras grandes cidades na segunda semana do conflito.

Nesta tarde, se esperam mais reuniões entre autoridades dos países, que relatam princípio de avanços nas conversas (https://bloom.bg/3i1JQom).

E a China volta a ganhar destaque na disputa. Segundo relatos, em meio aos desafios estratégicos, a Rússia teria pedido assistência militar ao país aliado, que não foi discutida ainda. Vale notar também que os EUA e China têm reunião marcada nesta semana em Roma, o primeiro encontro entre os países desde o início das tensões no leste europeu (https://on.ft.com/3JeXOiA).

Hoje é o 1167° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 202 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 733° dia da pandemia de Covid-19.

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