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Resumo Diário de Política 09/02/2022: Debate dos combustíveis e a viagem de Bolsonaro ao Nordeste

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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Ainda sem martelo batido, o presidente da Câmara, Arthur Lira, defendeu ontem que se avance no debate do PLP 11/2020 – que congela valores para a cobrança do ICMS sobre combustíveis – no lugar das PECs que começaram a ser discutidas no Congresso (https://bit.ly/3BcJap0). No meio do impasse, a retomada do texto surge como alternativa em conjunto com a desoneração restrita ao diesel – o que é a alternativa preferida da Economia diante das outras propostas apresentadas. O projeto sobre ICMS, no entanto, já foi aprovado pelos deputados e está parado no Senado, onde a resistência de governadores se fez sentir de maneira mais forte.

Ontem, Rodrigo Pacheco também jogou água fria nas PECs e disse que elas podem não ser necessárias (https://glo.bo/3JelW4n). O enfrentamento às mudanças constitucionais ganhou apoio inclusive do Banco Central (https://bit.ly/3HDNos9).

Para blindar o presidente de questionamentos sobre a desoneração em ano eleitoral, Ricardo Barros diz que o governo é contra a medida e reforça que a proposta deve ser apresentada pelo Parlamento (https://glo.bo/3sLyzh1).

E, embora Paulo Guedes goste da ideia de discutir a desoneração em conjunto com a redução de IPI, o corte no imposto sobre industrializados pode atrasar (https://glo.bo/3rBkfIe).

Ainda no Congresso, deputados e senadores derrubaram ontem o veto que impedia a compensação fiscal a rádios e TVs pela propaganda partidária – em 2017, último ano de veiculação, a renúncia foi estimada em perto de R$ 400 milhões (https://bit.ly/360sNAi).

O Supremo deve retomar hoje o julgamento da ação que pede adiamento da data-limite para a formação das federações partidárias (https://glo.bo/3Loh5PW), hoje fixada em 1º de março. Ontem, o TSE autorizou a criação do União Brasil, a partir da fusão de PSL e DEM. O partido deve perder deputados bolsonaristas, mas nasce como a maior força da Câmara, com 81 cadeiras e perto de R$1 bilhão em fundos eleitoral e partidário (https://bit.ly/3uC8zXH).

Em meio aos avanços da chapa Lula-Alckmin – ontem foi a vez de o presidente do PSB dizer que ela está 99,9% certa (https://bit.ly/3gyN02g) – veio a público defesa que o petista fez do ex-tucano, em janeiro, depois de Dilma lhe dizer que ele poderia ser um vice como Michel Temer (https://bit.ly/3sj87eg). Mas, até que a chapa seja de fato sacramentada, seguem aparecendo alternativas para a filiação do ex-governador: agora é a vez do PV oferecer abrigo (https://bit.ly/3uBCgrP).

Noticiário destaca também a opção de Lula por um ministro da Economia com perfil político, em linha com o que tem sido dito por seu entorno (https://bit.ly/3Jg0CvC). O objetivo para a cúpula do PT seria facilitar o avanço de um “revogaço”.

E o Estadão mostra estratégia da campanha de Bolsonaro – já evidenciada em discursos do presidente e de seu entorno – de atrelar Lula a petistas como Dirceu e Palocci (https://bit.ly/34tF9QP). A tentativa é a de transformar o foco da disputa no retorno ou não do PT ao poder.

Aliados de Sergio Moro se preocupam com os impactos que a declaração de Kim Kataguiri sobre nazismo pode ter sobre a imagem do ex-juiz e tentam distanciá-lo do aliado (https://glo.bo/3BbgwnT). O PGR determinou instauração de procedimento para apurar eventual crime de apologia ao nazismo pelo deputado.

A dupla – Moro e Bolsonaro – tem intensificado agendas no Nordeste para tentar avançar no eleitorado majoritariamente lulista (https://glo.bo/3oB31Jg) – o presidente quer fazer até “jegueata” (https://bit.ly/3B6vX0V). A realidade, no entanto, é mais dura: nem Ciro Nogueira, ministro mais importante do governo, mencionou Bolsonaro no palanque do evento de lançamento da chapa que apoia ao governo do Piauí (https://glo.bo/3ozdmoU).

Já João Doria é alvo de pressão interna da ala mais governista do PSDB para que abra mão da candidatura e amplie o fundo eleitoral destinado às disputas proporcionais – diante da vitória nas prévias e da disposição do governador, a desistência parece bastante improvável, ainda que a ameaça de debandada de deputados se efetive e que a campanha conte com pouco entusiasmo interno (https://bit.ly/3LnNNBe).

Pesquisas

O TSE tem registro para divulgação, a partir de hoje, de pesquisa Quaest, de abrangência nacional.

Internacional

Tensões na fronteira entre Rússia e Ucrânia seguem em destaque. O governo americano volta seu foco para a Ásia com o tour do secretário Antony Blinken, que busca reafirmar comprometimento da Casa Branca com aliados em meio à crise. Em paralelo, líderes europeus se reuniram em Berlin e reiteraram interesse em evitar guerra (https://bloom.bg/3syMFSO).

Hoje é o 1136° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 235 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 700° dia da pandemia de Covid-19.

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