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Resumo Diário de Política 03/02/2022: Tributação sobre combustíveis e corte no IPI no centro da pauta

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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O ano legislativo foi inaugurado ainda sem definição do governo sobre o caminho a ser trilhado para a redução no preço dos combustíveis. Ontem, na cerimônia de abertura dos trabalhos do Congresso, Jair Bolsonaro fez apelo por uma medida que permita zerar os tributos federais sobre o diesel sem compensação de receita (https://bit.ly/3ro0tQx). Segundo o Valor, ainda há no Planalto discussões sobre a possibilidade de que a proposta trate também da redução de ICMS, o que poderia dificultar sua tramitação (https://glo.bo/35QdOcd). Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, reafirmou que a proposta será de iniciativa do Congresso, para evitar riscos jurídicos ao Planalto de ter patrocinado a criação de renúncia fiscal em ano eleitoral (https://bit.ly/3HoxYYl).

Seguem também os estudos sobre a possibilidade de redução linear do IPI, com simulações para cortes de 15% e 30% (https://bit.ly/3Gj4gmh) – o Globo fala na possibilidade de 25% (https://glo.bo/3L6waFS), caso em que a renúncia chegaria a R$ 20 bilhões, dividida entre a União e estados/municípios. A implementação depende apenas de um decreto presidencial (https://glo.bo/3unszgS).

Bolsonaro incluiu a reforma tributária nas pautas prioritárias do ano (https://glo.bo/3HohHTm), mas a divergência entre Arthur Lira e Rodrigo Pacheco no conteúdo em discussão dificulta a aprovação de algo ambicioso.

O Planalto teve revés na condução da agenda no Senado, agora que o recém-empossado Alexandre Silveira, cotado para ser líder na Casa, deu sinais de que não pretende aceitar a função (https://glo.bo/3L6Q7MB). Ele assumiu a cadeira com discurso crítico à política de Paulo Guedes (https://glo.bo/3sgeTRQ). Hoje, líderes se reúnem para definição da pauta da próxima semana, em bom indicativo sobre a disposição de Rodrigo Pacheco para a agenda no restante do ano.

E — pedra mais que cantada –, líderes do centrão se incomodaram com Paulo Guedes, pela sugestão dada à CGU de que o governo exponha os padrinhos das indicações políticas de cargos no governo (https://glo.bo/3L8MhCU).

Migrando para a seara eleitoral, o discurso de Bolsonaro no Congresso mantém estratégia de grudar em Lula e no PT a imagem de radicalismo, ao falar sobre regulação da mídia (https://bit.ly/3rnK7rd). O presidente segue pressionado pelo inquérito sobre o vazamento de investigação sigilosa, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, em que a Polícia Federal ontem reafirmou a existência de crime (https://glo.bo/3HryyVk) — ainda que qualquer avanço dependa de decisão do procurador-geral da República (https://bit.ly/3HrWOXp), ontem cobrado por Moraes a se manifestar.

Em São Paulo, Lula insiste na candidatura de Fernando Haddad e tenta tirar Márcio França e Guilherme Boulos do caminho (https://bit.ly/3uCXCFB) – do que temos ouvido, é o único estado do qual o PT não abre mão nas negociações pela federação com o PSB. O Estadão reporta que, nas negociações para atrair Alckmin, o ex-presidente ofereceu a ele o ministério da Agricultura, setor em que o ex-tucano já tem atuado para superar resistências ao petista (https://bit.ly/3AWYwOk).

E depois de provocar rachas em parte da base de Bolsonaro, agora é a vez de Lula causar discórdia no PDT: candidatos a governos estaduais pelo partido de Ciro Gomes pressionam para também receber o ex-presidente em seus palanques (https://glo.bo/32Zp2Kk).

Na dinâmica partidária, MDB e PSDB anunciaram conversas para formar uma federação (https://bit.ly/3rnvnZd) – caso efetivada (https://glo.bo/3samLEt), a união, embora dê mais estrutura a João Doria ou Simone Tebet, não deve afeta o desempenho do candidato escolhido nas pesquisas nem consegue influenciar posição de líderes emedebistas que já expressaram apoio a Lula.

Nas redes

Segundo o monitor XP-Conatus, o aumento no número de mortes em decorrência da Covid-19 no Brasil gera destaque, com ênfase nos óbitos de crianças. Enquanto isso, atores ligados à base governista seguem ofensiva contra medidas de distanciamento. Em outra frente, reclamações sobre o custo de vida se destacam entre os comentários sobre os combustíveis, enquanto as principais notícias denotam dificuldade do Planalto em enfrentar a pauta.

Internacional

A crise na fronteira na fronteira entre Ucrânia e Rússia segue em destaque. Em paralelo a esforços diplomáticos, a Casa Branca busca reforçar presença militar na região e deu ordens para o envio de milhares de tropas para Romênia, Polônia e Alemanha – um movimento que foi criticado pelo Kremlin (https://bloom.bg/3sbI0pu).

Hoje é o 1130° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 241 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 694° dia da pandemia de Covid-19.

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