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Resumo Diário de Política 02/02/2022: Congresso retoma trabalhos com discussão sobre combustíveis no foco

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.

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O ano legislativo é aberto na tarde de hoje ainda com foco na proposta do governo para baratear o preço de combustíveis – Paulo Guedes ontem reforçou a ideia de um “corte moderado de imposto” (https://glo.bo/3rjz5TG) apenas sobre o diesel (https://bit.ly/3ue8Cca). Relator de proposta sobre o tema no Senado, Jean Paul Prates, líder da minoria, diz que estuda incluir no texto uma dispensa “momentânea” do cumprimento da LRF para a desoneração. Há também discussões sobre o gás de cozinha (https://bit.ly/3gjDNe2).

Nos jornais, o governo federal segue pressionando governadores a aceitar a mudança na cobrança do ICMS sobre os combustíveis com a ameaça de promover um redução linear no IPI (https://glo.bo/35K3suf), imposto que é repartido com entes subnacionais (https://bit.ly/3gf4RLg). A ideia noticiada é a de uma redução com impacto de R$ 40 bilhões – metade disso na conta de governadores e prefeitos – caso siga bloqueada a discussão sobre corte do ICMS.

E Bolsonaro tenta esfriar o que resta de pressão do funcionalismo por reajustes falando em aumentos para 2023 (https://bit.ly/34mJW6l) – o que foi condenado por Paulo Guedes (https://bit.ly/3L3uOvy).

Entrando na seara eleitoral, o presidente segue enfrentando resistências na formação de sua coligação: integrantes do Republicanos, partido que dá sustentação ao governo no Congresso, flertam com Lula e Sérgio Moro (https://bit.ly/3IY9eGQ).

O PT segue confiante na formação da federação com partidos de esquerda (https://bit.ly/3rkJ8YP). O principal impasse continua sendo a candidatura em São Paulo – Márcio França ou Fernando Haddad precisam abrir mão de disputar. Lula encontrou ontem Guilherme Boulos, outro candidato ao governo paulista que o PT tenta convencer a desistir (https://bit.ly/3GmT6x5) – mas o impasse não foi resolvido e a definição acabou adiada para o fim do mês (https://glo.bo/3Hny6HO).

Ainda na campanha de Lula, o PT confirma o nome de Augusto Fonseca como marqueteiro – ele é reconhecido entre os pares e fez campanhas como a de Ciro em 2018 (https://glo.bo/3GlAY6z). O Estadão faz um bom apanhado sobre o comando do marketing das principais candidaturas (https://bit.ly/3B5BDs5).

 Sérgio Moro investe no eleitor bolsonarista de 2018: adotou discurso favorável às privatizações de todas as estatais (https://bit.ly/3ojnKBg) e prepara documento com aceno ao eleitor conservador a ser divulgado em evento com evangélicos na semana que vem (https://glo.bo/3uk4es1).

Embora o PSD mantenha formalmente a candidatura de Rodrigo Pacheco, ganha espaço nos jornais a possibilidade de que ele abra mão de se candidatar para facilitar a reeleição à presidência do Senado (https://bit.ly/3gjrvlD). E, em São Paulo, a cratera que se abriu em obra do metrô atinge vitrine de João Doria e Rodrigo Garcia (https://glo.bo/3ohYHi3) e é usada por rivais para colocar em xeque sua gestão (https://bit.ly/3ASOUnv).

Por fim, a tentativa de Luiz Fux de baixar a temperatura da crise com o Planalto – em que pesem os recados enviados a Bolsonaro no seu discurso de abertura do ano no Judiciário (https://glo.bo/3GkPT0X) – é vista com ceticismo pelos colegas (https://bit.ly/3rj5YzN), que questionam se ela será suficiente para superar embates com outros integrantes da corte, como Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso (https://bit.ly/3uiaRLo).

O STF retoma hoje as sessões com o julgamento sobre os prazos para a formação das federações partidárias (https://bit.ly/3Gfxv9P).

Nas redes

Segundo o monitor XP-Conatus, o debate sobre a covid-19 arrefece. Em SP, cratera em obra no metrô resulta em série de ataques contra João Doria. Já a marca de R$ 8 no preço da gasolina em diversos locais do país é destacada de forma negativa e gera reação da base governista.

Internacional

A crise na fronteira na fronteira entre Ucrânia e Rússia segue em destaque. Em meio à troca de farpas, tanto o Kremlin quanto a Casa Branca indicaram disposição para continuar processo diplomático. Washington se mostra disposto a discutir a verificação de que não há mísseis em bases da OTAN na Romênia e na Polônia (https://bloom.bg/3rk9Pg7).

No lado da política doméstica dos EUA, o derrame do senador democrata Ben Lujan leva à perda temporária da maioria democrata na Casa. A expectativa é que Lujan tenha uma recuperação total, mas deixando prazos apertados para votações chave – como o Orçamento, que tem até 18 de fevereiro para ser aprovado. O cenário preocupa seus correligionários. Nesta semana, o partido tecnicamente ainda tem maioria devido à quarentena de dois senadores republicanos, que devem voltar aos trabalhos na semana que vem (https://bit.ly/34mGPvb).

Hoje é o 1129° dia do governo Jair Bolsonaro.

Faltam 242 dias para as eleições presidenciais.

Hoje é o 693° dia da pandemia de Covid-19.

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