Resumo Diário de Política 22/04/2019

Leitura crítica das principais notícias do dia sobre política, com resultados de apurações em Brasília e pesquisas do time de Análise Política, antes da abertura do mercado.


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Com o feriado na sexta-feira e acordo encaminhado na CCJ, jornais não trouxeram grandes novidades ao cenário político.

Texto com alterações no projeto da previdência serão apresentadas hoje ao centrão pelo secretário Rogério Marinho. Fruto de acordo costurado na semana passada, restava alterar o texto formal. A sessão na qual deve ocorrer a votação e aprovação da reforma na Comissão de Constituição e Justiça está marcada para as 14:30 de terça-feira (http://bit.ly/2Iywxfg; http://bit.ly/2IxbE49; http://bit.ly/2IvmsQc). E a equipe econômica ainda não desistiu de capturar o apoio dos governadores à reforma. O novo movimento em direção aos entes da federação seria a edição de um decreto para acelerar a transferência de recursos da previdência federal aos estados e municípios. Por enquanto, a estratégia não tem sido bem sucedida em atrair votos (http://bit.ly/2IEvYAT).

Além de sofrer na negociação com aliados de outros partidos, a articulação política do governo tem dificuldade também para satisfazer os seus. Há parcela relevante de parlamentares do PSL irritados com a condução política do Planalto(http://bit.ly/2IEw9Mz). Há ainda o embate entre grupos de poder em seu quintal, como entre militares e seguidores de Olavo de Carvalho. O episódio mais recente da refrega foi a postagem de um vídeo no canal de YouTube do presidente com falas do ideólogo, que após repercussão negativa, foi retirado do ar (http://bit.ly/2IA7V5M).

Sob ameaça de greve dos caminhoneiros no dia 29 de abril, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, se encontrarão com líderes da categoria nesta semana (http://bit.ly/2IwKsTb).

Curta: Governo volta a estudar privatização dos Correios (https://glo.bo/2VhC93s).

A agenda de 22 a 29 de abril

  • CCJ vota relatório sobre reforma da Previdência
  • Se texto for aprovado, Rodrigo Maia criará comissão especial
  • Guedes deve falar sobre Orçamento no Congresso

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara vota nesta semana o relatório do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG) sobre a reforma da Previdência. A discussão sobre o texto foi iniciada na semana passada, mas não houve tempo para a votação (https://bit.ly/2GlH3D4). O relator e o Centrão negociam mudanças para que o texto seja aprovado no início desta semana. A essa altura, é justo dizer que os principais gestos em prol da votação da PEC são por parte do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e não do governo. Na terça passada (16), Maia e o presidente da CCJ, Felipe Francischini, atuaram para que deputados favoráveis à reforma retirassem suas falas (https://bit.ly/2V4pKQk), o que economizou tempo, mas não foi suficiente para que o parecer fosse avaliado antes da Páscoa.

Caso o relatório seja aprovado na CCJ nesta semana, Maia criará a comissão especial que analisará a PEC. A partir da criação, o presidente da Câmara pedirá aos líderes partidários que indiquem seus integrantes para o colegiado. Os partidos terão 48 horas para indicar seus representantes. O mais plausível é que a comissão seja instalada apenas na próxima semana por causa desse prazo para as nomeações.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, deve participar se audiência na Comissão Mista de Orçamento na quarta (24). A reunião faz parte da discussão sobre a lei de diretrizes orçamentárias (LDO) de 2020, mas o ambiente deve sofrer contaminações com a discussão sobre a reforma da Previdência, que, ao que tudo indica, estará sendo votada na comissão logo ao lado da CMO, a CCJ.

Hoje é o 112º dia do governo de Jair Bolsonaro.

  • Placar Valor/Atlas – Favor (97)[-1]; Apoio parcial (107)[+2]; Indefinidos (168) [-1]; Contra (141).
  • Placar Estadão – Favor (72); Apoio parcial (120); Indefinidos (203); Contra (118).

XP Política

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