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Eleições estaduais: resumo da semana – 03/06/2022

Confira as notícias de destaque nesta semana sobre as Eleições 2022, reunidas pelo time de Política da XP

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São Paulo

Última pesquisa divulgada – Paraná Pesquisas, 30 de maio

Fernando Haddad (PT) – 28,6%

Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 17,9%

Márcio França (PSB) – 17,7%

Rodrigo Garcia (PSDB) – 7,3%

Felício Ramuth (PSD) – 1,2%

Novo levantamento do Paraná Pesquisas para o governo do Estado aponta mais uma vez para a liderança de Fernando Haddad (PT), com 28,6% das intenções de voto. Na sequência, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia (PSDB) aparecem empatados pela margem de erro, com 17,9% e 17,7%, respectivamente.

Deixando a pesquisa de lado, o PT segue tentando chegar a um acordo com o PSB por apoio a candidatura de Haddad, mas Márcio França continua sendo o principal obstáculo. Até por isso, os partidos colocaram o dia 15 de junho como prazo máximo para resolver as pendências estaduais — as legendas também discutem uma possível aliança com o PSDB, que seja capaz de aproximar o ex-presidente Lula (PT), França e Rodrigo Garcia. Enquanto isso, o ex-prefeito de São Paulo, que monta estratégia para quebrar a resistência ao PT no interior paulista, terá apoio do Rede Sustentabilidade já no primeiro turno das eleições.

Pela direita, Tarcísio de Freitas, candidato do presidente Jair Bolsonaro ao governo de São Paulo, ganhou destaque por dizer que não teria problema em se relacionar com Lula, destacando a relevância política do petista. O ex-ministro também gerou polêmica ao dizer que pretende transferir a sede do Executivo estadual paulista para o centro da capital, o que foi rebatido por seus rivais. Por fim, ele ainda disse que, se eleito, pode não privatizar a Sabesp.

O governador Rodrigo Garcia, por sua vez, continua com a estratégia de tentar se descolar de João Doria (PSDB) e se apresenta como “terceira via” no Estado. O tucano ainda avisou a aliados que pretende abrir palanque para Luciano Bivar (União Brasil), pré-candidato ao Planalto. No União Brasil, no entanto, o ambiente é de racha pelo apoio em São Paulo. Integrantes da legenda egressos do antigo DEM concordam com o apoio a Garcia, mas outra ala da sigla ainda defende o nome de Sergio Moro – ao passo que sua pré-candidatura ao Senado enfrenta resistência interna no partido.

Minas Gerais

Última pesquisa – Real Time Big Data, 30 de maio

Romeu Zema (Novo) – 43%

Alexandre Kalil (PSD) – 29%

Carlos Viana (PL) – 7%

Marcus Pestana (PSB) – 3%

Fechando o Sudeste, pesquisa Real Time Big Data para o governo mineiro, divulgada na última segunda-feira, mostra o governador Romeu Zema (Novo) na liderança, com 43% das intenções de voto. Alexandre Kalil (PSD), segundo colocado, aparece com 29%, à frente de Carlos Viana (PSL), com 7%, e Marcus Pestana (PSDB), com 3%

Apesar da vantagem nas pesquisas, Zema começa a mudar seu estilo e a fazer críticas mais duras a seu principal rival na corrida eleitoral, Alexandre Kalil. Ontem, inclusive, os dois trocaram farpas durante agenda conjunta.

O governador também negou que tenha sido procurado pelo presidente Bolsonaro por palanque no Estado e disse que seu candidato “é o do partido Novo”, além de criticar o ex-prefeito de Belo Horizonte por apoio a Lula.

Enquanto isso, Geraldo Alckmin (PSB), engajado nas articulações da chapa de Lula, entrou em campo para tentar atrair o PSD de Kalil para a coligação já no primeiro turno das eleições. Rodrigo Pacheco (PSD), no entanto, desconversou sobre apoio do PT a Kalil em Minas.

Paraná

Última pesquisa – IRG Pesquisa, 19 de maio

Ratinho Júnior (PSD) – 52,8%

Roberto Requião (PT) – 20,2%

Flavio Arns (Podemos) – 7,2%

César Silvestri Filho (PSDB) – 2,7%

Em busca da reeleição, o governador Ratinho Junior (PSD) afirmou que seu governo é alinhado com o do presidente Jair Bolsonaro e acrescentou que só aguarda uma definição de seu partido para definir o apoio ao chefe do Executivo, além de corroborar com as críticas às urnas eletrônicas.

Do outro lado, Roberto Requião (PT), em sabatina realizada por Uol/Folha de S. Paulo nesta sexta, criticou o alinhamento de Ratinho e Bolsonaro e disse que o Estado está sem governo. Ele também elogiou a aliança entre Lula e Alckmin, por dar demonstrações contrárias ao atual presidente da República e apostou em vitória do petista já no primeiro turno das eleições. Ao longo da semana, Requião já havia declarado que as “asneiras infinitas” de Paulo Guedes, ministro da Economia, dariam a vitória a Lula.

Por fim, Angela Machado, pré-candidata do PSOL ao governo paranaense, descartou aliança com Requião no primeiro turno do pleito estadual, mas disse ser favorável ao voto em Lula para derrotar Bolsonaro.

Rio Grande do Sul

Última pesquisa – Real Time Big Data , 27 de maio

Eduardo Leite (PSDB) – 23%

Onyx Lorenzoni (PL) – 20%

Edegar Pretto (PT) – 6%

Bento Albuquerque (PSB) – 5%

Luis Carlos Heinze (PP) – 4%

Pedro Ruas (PSOL) – 4%

Para fechar o resumo desta semana, pesquisa Real Time Big Data para o governo gaúcho mostra Eduardo Leite (PSDB) à frente da disputa, com 23% das respostas. Em seguida, aparecem Onyx Lorenzoni (PL), com 20%, Edegar Pretto (PT), com 6%, e Bento Albuquerque, com 5%.

Por apoio do PSDB em torno de sua pré-candidatura ao Planalto, a senadora Simone Tebet (MDB) assumiu as articulações no Estado e se reuniu com Eduardo Leite (PSDB) para fechar o acordo, que está travado por conta do governo gaúcho. A direção do PSDB condiciona a coligação ao apoio do MDB à candidatura tucana a governador no Rio Grande do Sul, mas Tebet afirma que sua legenda não tem mais como voltar atrás, enquanto os tucanos ainda não definiram quem será seu pré-candidato ao Palácio Piratini. Leite, contudo, é pressionado por aliados para concorrer novamente ao Executivo estadual.

Lula e Alckmin também cumpriram agenda para fortalecer a campanha em território gaúcho, onde Bolsonaro teve bom desempenho nas eleições de 2018, e evitar o voto “Luleite”, de eleitores que vejam o ex-governador como o único candidato com chances de vitória contra um candidato bolsonarista. Integrantes de partidos de esquerda, no entanto, acreditam que o ex-presidente chega tarde para viabilizar novas alianças, ao contrário do que fez em outros estados.

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