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Petróleo em alta e expectativas para as decisões de juros no Brasil e nos EUA

Nesta terça-feira, 17/03/2026, o mercado estará atento à temporada de resultados do 4T25, com destaque para Blau, Desktop, Ecorodovias e Taesa

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IBOVESPA +1,25% | 179.875 Pontos

CÂMBIO -1,60% | 5,23/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em alta de 1,25%, aos 179.875 pontos, interrompendo uma sequência de duas quedas consecutivas. O movimento refletiu uma melhora no apetite a risco global em meio a expectativas de maior normalização do tráfego no Estreito de Ormuz, embora ainda não concretizadas.

CSN (CSNA3, +5,4%) liderou os ganhos, em movimento de recuperação, após ser o destaque negativo da semana passada devido ao resultado do 4T25 da companhia. O dia também foi marcado por uma amplitude bastante positiva, com a grande maioria das ações do índice registrando alta. Na ponta negativa, Porto Seguro (PSSA3, -2,3%) recuou após o anúncio de uma potencial transação com a Oncoclínicas (ONCO3, +3,2%), cujas ações, no entanto, reagiram positivamente à notícia. 

Nesta terça-feira, além do acompanhamento do cenário global, o mercado estará atento à temporada de resultados do 4T25, com destaque para Blau, Desktop, Ecorodovias e Taesa.

Renda Fixa

Os juros futuros recuaram nesta segunda‑feira, acompanhando a melhora do apetite por risco, favorecida pela queda dos preços do petróleo diante das perspectivas de maior tráfego no Estreito de Ormuz. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos encerrou a 3,68% (‑5 bps), a de 10 anos a 4,23% (‑6 bps) e o T‑Bond de 30 anos a 4,87% (‑5 bps). No Brasil, o alívio foi intensificado pela atuação do Tesouro Nacional, com anúncio de leilões extraordinários de recompra de títulos prefixados e NTN‑Bs, o que levou a uma queima relevante de prêmios de risco, com o DI jan/27 a 14,07% (‑22 bps), o DI jan/29 a 13,54% (‑34 bps) e o DI jan/31 a 13,73% (‑38 bps).

Mercados globais

Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em leve queda (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,2%), após a forte recuperação da sessão anterior, à medida que o petróleo volta a subir e reacende preocupações inflacionárias. Hoje, no entanto, o Brent volta a superar US$ 100/barril (+2,9%), refletindo incertezas sobre a segurança no Estreito de Ormuz e a ausência de uma coalizão clara para proteger o fluxo de petróleo. No radar, investidores acompanham a decisão de juros do Federal Reserve na quarta-feira, que deve manter a taxa inalterada diante do aumento das pressões inflacionárias.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,5%), mesmo com a nova alta do petróleo, sugerindo alguma resiliência dos mercados. O movimento é puxado por setores como utilities, automotivo e energia, enquanto tecnologia e industriais ficam mais para trás.

Na China, os mercados tiveram desempenho misto (HSI: +0,1%; CSI 300: -0,7%), enquanto o restante da Ásia apresentou viés mais positivo. O Kospi sul-coreano subiu 1,6%, enquanto o Nikkei japonês ficou estável. O destaque ficou para o setor de tecnologia, impulsionado pela conferência da Nvidia, com empresas como Samsung e TSMC avançando após projeções otimistas para demanda por chips de inteligência artificial.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) fechou o pregão de segunda‑feira em leve alta de 0,05%, em um dia de desempenho misto entre os segmentos. Os Fundos de Recebíveis foram o principal destaque positivo, com valorização de 0,38%, enquanto os Fundos de Multiestratégia avançaram 0,30%. Entre os Fundos de Tijolo, o índice ficou praticamente estável, com leve recuo de 0,02%, refletindo a queda de Lajes Corporativas (‑0,80%), parcialmente compensada pela alta de Ativos Logísticos (+0,11%). Já os Fundos Híbridos recuaram 0,49%, enquanto os FOFs avançaram 0,11%. Entre as maiores altas do pregão estiveram ICRI11 (+3,2%), OUJP11 (+3,0%) e KNSC11 (+2,4%). No campo negativo, os principais destaques foram VINO11 (-7,3%), BPML11 (-4,9%) e HGRE11 (-3,3%).

Economia

As negociações entre EUA e China em Paris avançaram, especialmente em temas agrícolas, minerais críticos e comércio administrado, preparando terreno para o encontro entre Trump e Xi Jinping. Entretanto, a reunião entre os dois presidentes pode ser adiada.

Publicamos nosso Esquenta do Copom, em que alteramos nossa projeção para manutenção da Taxa Selic em 15,00% na decisão dessa semana. O fluxo de dados e notícias desde a última reunião do Copom piorou o cenário para a inflação. Os preços do petróleo dispararam em meio à guerra no Oriente Médio, a atividade doméstica voltou a ganhar força, as medidas de núcleo do IPCA subiram e as expectativas inflacionárias parecem se estabilizar acima da meta. Nosso cenário-base agora assume quatro cortes consecutivos de 0,50 p.p. a partir de abril, levando a taxa Selic para 13,00%.

Sem indicadores relevantes para a agenda de hoje.

Veja todos os detalhes

Economia

XP projeta manutenção da Taxa Selic em 15% nessa semana

  • As negociações entre EUA e China em Paris avançaram, especialmente em temas agrícolas, minerais críticos e comércio administrado, preparando terreno para o encontro entre Trump e Xi Jinping no fim do mês. A China reiterou o compromisso de grandes compras agrícolas. Trump, porém, sinalizou que pode adiar a visita a Pequim caso a China não ajude a reabrir o Estreito de Ormuz, embora Scott Bessent, secretário do Tesouro, negue que haja pressão e atribua qualquer adiamento a questões logísticas. A Casa Branca admite que as datas da viagem podem ser modificadas;
  • Publicamos nosso Esquenta do Copom, onde alteramos nossa projeção para manutenção da Taxa Selic em 15,00% na decisão dessa semana (antes esperávamos corte de 0,50 pp). O fluxo de dados e notícias desde a última reunião do Copom (jan/26) piorou o cenário para a inflação. Os preços do petróleo dispararam em meio à guerra no Oriente Médio, a atividade doméstica voltou a ganhar força, as medidas de núcleo do IPCA subiram e as expectativas inflacionárias parecem se estabilizar acima da meta. No último comunicado pós-decisão, o Copom sinalizou que, em se confirmando o cenário esperado, iniciaria a flexibilização da política monetária na reunião de março. No entanto, em nossa avaliação, o cenário previsto não se confirmou. Nosso cenário-base agora assume quatro cortes consecutivos de 0,50 p.p. a partir de abril, levando a taxa Selic para 13,00%;
  • O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) — uma proxy mensal do PIB do Brasil — subiu 0,8% em janeiro em relação a dezembro, em linha com as expectativas (XP e Mercado: 0,9%). Em relação a janeiro de 2025, o IBC-Br cresceu 1,0% na comparação interanual. A abertura setorial mostrou crescimento disseminado em janeiro, com exceção de Agropecuária. Impulsos de renda e crédito devem reacelerar a atividade neste ano. Estimamos que medidas de estímulo adicionarão 0,9 p.p. ao crescimento anual do PIB. Destacamos a reforma do Imposto de Renda Pessoa Física, a nova linha de crédito consignado para trabalhadores do setor privado, programas de crédito para reformas residenciais e para aquisição de caminhões, entre outros. Aumento significativo nos gastos de governos estaduais e expansão contínua da renda disponível às famílias também devem contribuir para a aceleração da atividade econômica neste ano. Projetamos que o PIB crescerá 1,0% no 1T26 e 2,0% em 2026 como um todo;
  • No Boletim Focus, as projeções para o IPCA de 2026 voltaram a superar 4% (de 3,91% para 4,10%) , refletindo a forte alta do petróleo nas últimas semanas — de cerca de US$ 70 para aproximadamente US$ 100 por barril. Caso esse cenário se prolongue, as estimativas para a inflação devem continuar subindo, contaminando também 2027, cuja projeção permanece em 3,80%. Além disso, as expectativas para a taxa Selic ao final de 2026 voltaram a subir, alcançando 12,25%. Para mais informações, leia nosso relatório aqui;
  • Sem indicadores relevantes para a agenda de hoje.

Commodities

Papel e Celulose: O que esperar da semana da celulose de Xangai?

  • Hoje marca o início da semana da celulose de Xangai (16–20 de março), com discussões que devem se concentrar em preocupações do lado da oferta;
  • Incluindo as revogações de licenças na Indonésia, a paralisação da PT Toba, os atrasos no Oki II, os custos elevados de cavaco e o potencial reinício da unidade de Zhanjiang da Chenming;
  • Tudo isso ocorrendo em meio a um ambiente ainda fraco de lucratividade em papel e tissue na China;
  • Os debates também devem se estender às novas adições de capacidade integrada na China, bem como ao ramp up e à possível implementação de projetos sul-americanos de celulose de mercado (Arauco, CMPC, Bracell, Eldorado, Paracel), levantando questionamentos sobre a absorção de demanda;
  • Por fim, riscos geopolíticos no Oriente Médio devem ganhar destaque, especialmente quanto a potenciais impactos sobre custos de madeira, químicos e frete de exportação;
  • Em relação aos dados recentes do setor, os preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em ~US$595/t, em linha com os futuros de BHKP em ~US$600/t para Abr’26;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

Sabesp (SBSP3): Águas passadas: Um sólido 4Q25

Resultados Saudáveis Impulsionados por Volumes e Baixa Inadimplência

  • A Sabesp reportou um EBITDA 6% acima das estimativas da XPe e do consenso, o que vemos como um fator de conforto para a tese de investimento em um momento em que o mercado começou a levantar algumas preocupações relacionadas a riscos hidrológicos;
  • O “beat” de EBITDA decorre principalmente de um volume 2% acima do esperado, com tarifas médias em linha com a XPe;
  • Do lado de custos, a SBSP reportou números em linha com nossas estimativas, enquanto a inadimplência de R$ 90 milhões no trimestre ficou bem abaixo da nossa projeção de R$ 171 milhões;
  • Em suma, esperamos uma reação levemente positiva do mercado, à medida que resultados “limpos” reforçam a tese de investimento;
  • Embora a surpresa positiva em volumes seja bem-vinda, ela não é necessariamente estrutural, ainda que possamos ter de revisar nossas estimativas de inadimplência recorrente (run-rate), o que poderia levar a uma revisão para cima de nossas projeções;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Petrobras (PETR4) e Brava Energia (BRAV3): Aquisição de Tartaruga Verde

  • Nesta segunda-feira (16), a Petrobras anunciou o exercício do direito de preferência para adquirir uma participação de 50% nos campos Tartaruga Verde e Espadarte – Módulo III. Após a transação, a Petrobras deterá 100% de participação nos ativos;
  • Embora seja direcionalmente positiva, a transação está avaliada em US$ 450 milhões (cerca de 0,5% do valor de mercado da PBR) e, portanto, não é relevante para a empresa;
  • No entanto, a transação foi relevante para a Brava. No início de janeiro, a Brava anunciou a aquisição, embora a transação estivesse condicionada ao não exercício do direito de preferência pela Petrobras;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

B3 (B3SA3): A tendência positiva se mantém

Em 16 de março, a B3 divulgou seus dados operacionais referentes a fev/26. De forma geral, avaliamos os números mensais como positivos.

  • No segmento de Ações, o ADTV voltou a ser o principal destaque positivo, acelerando para um crescimento de +42,3% A/A no mês, sustentado pelo forte desempenho do mercado à vista e de opções, que mais do que compensou o mês pressionado em Mercado a Termo e Futuros de Ações (+50,1%, +163,6% e -17,1% A/A, respectivamente).
  • Destacamos que o giro de mercado aumentou para 169,5% (+2.297 bps A/A), enquanto a capitalização média de mercado avançou +28,2% A/A, um cenário que tende a sustentar as receitas de ações.
  • O número de investidores institucionais permaneceu praticamente estável no mês, enquanto investidores estrangeiros e pessoas físicas cresceram +11,9% e +5,3% A/A, respectivamente.
  • Derivativos ex-Índice de Ações seguem como o principal ponto negativo, com queda do ADV de -12,3% A/A, impactados pelo desempenho negativo dos futuros de cripto e de taxas de câmbio, além de uma retração de -5,1% A/A no RPC total.
  • Renda Fixa também apresentou desempenho negativo, com novas emissões recuando -2,6% A/A. Por fim, a utilização mensal em Tecnologia acelerou seu ritmo de crescimento para +7,0% A/A (vs. +1,0% em jan/26).
  • Em síntese, o bom momento do segmento de ações continuou a compensar volumes mais fracos em derivativos e a pressão A/A sobre o RPC em algumas classes de ativos.
  • No entanto, considerando que grande parte desse otimismo parece já estar refletida no preço da ação (+30% YTD), além do risco de uma revisão mais negativa da curva de juros, preferimos manter nossa recomendação neutra para a B3.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Natura (NATU3): Receita fraca, mas surpresa positiva no EBITDA com forte controle de SG&A; expansão da margem EBITDA reforçada para 2026

  • A Natura reportou resultados melhores no 4T, com receita em linha e pressionada, mas forte surpresa positiva no EBITDA com despesas de vendas mais controladas. Como esperado, a Natura apresentou dinâmica fraca de receita, à medida que o macro continua a pesar sobre Brasil/Argentina e Wave 2/câmbio (FX) pressionou a América Latina Hispânica.
  • No entanto, a companhia nos surpreendeu positivamente em relação às economias nas despesas de vendas provenientes de medidas táticas de eficiência e dos ganhos de Wave 2 na Hispana, o que levou a uma surpresa positiva de 22% no EBITDA Ajustado.
  • Tivemos uma surpresa negativa com uma provisão sobre os recebíveis da TBS, embora tenha sido não-caixa e não tenha sido considerada no nosso modelo de qualquer forma.
  • Olhando adiante, a companhia reiterou seu compromisso em entregar expansão da margem EBITDA em 2026, acima dos 14,1% reportados em 2025, o que é superior à nossa margem EBITDA de 13,7% para 2026e.
  • Segundo a administração, isso deve ser alcançado por meio dos ganhos de Wave 2 na Hispana, de economias decorrentes do seu forte ajuste em G&A (25% do headcount administrativo até o 1T) e de aceleração de crescimento na Hispana e no Brasil, embora este último permaneça pressionado no 1T – um comentário que pode contribuir para as preocupações dos investidores em torno de uma retomada do crescimento na Natura Brasil.
  • Na nossa visão, este trimestre representa um marco na história da NATU, finalmente deixando para trás resultados obscurecidos por operações descontinuadas.
  • Mantemos nossa recomendação de COMPRA.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
  • Financials: O mercado segue construtivo — Apenas mais seletivo
  • Ao longo da última semana, realizamos um Non-Deal Roadshow (NDR), visitando clientes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Nossas conversas indicam que o interesse dos investidores pelo setor financeiro permanece forte, embora a recente alta das ações tenha levado a algum ajuste tático de exposição.
    • A atenção dos investidores continua concentrada em players não incumbentes (BTG, Nu, Inter, Stone e B3), enquanto os grandes bancos despertaram menor engajamento devido a valuations esticados.
    • O BTG segue se destacando como posição core, graças à execução consistente, ao potencial de surpresas positivas e à opcionalidade em M&A, especialmente em pagamentos.
    • O Nu é visto como oferecendo uma assimetria atrativa até 2026, sustentada pela expansão do crédito e pela aceleração no México, apesar de ruídos de margem no curto prazo, e com valuation atraente.
    • O Inter, por sua vez, enfrenta ceticismo em relação à sua postura conservadora no crédito consignado privado e à próxima atualização do plano estratégico, o que justifica um desconto relativo em relação ao Nu.
    • A Stone segue sendo um nome polarizador, equilibrando um guidance mais fraco com um valuation que pode estar excessivamente descontado, o que reacendeu especulações de M&A.
    • Por fim, a B3 voltou a despertar interesse, impulsionada por dividendos extraordinários, pela possível resolução de contingências legadas e por novas avenidas de crescimento, com a melhora dos fluxos de mercado superando as preocupações competitivas.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
  • SindusCon – SP: Uma perspectiva de cima para baixo sobre o mercado imobiliário de São Paulo
    • Realizamos uma reunião com o CEO da SindusCon. Os principais pontos destacados foram: (i) a inflação dos materiais é baixa, mas o aumento dos custos do diesel (caso as guerras continuem pressionando os preços do petróleo) poderia pressionar os custos de frete; (ii) as licenças em São Paulo estão suspensas por enquanto após o contestação do Plano Diretor, com resolução prevista em cerca de 15 dias;
    • (iii) a escassez de mão de obra persiste, com baixa qualificação dos novos trabalhadores e altos salários da força de trabalho atual; (iv) atrasos dos fornecedores de elevadores e da Enel afetaram algumas entregas; (iv) o fim do regime de trabalho 6×1 poderia elevar os custos em 17,6%, aumentar os preços em cerca de 7% e exigir cerca de 300 mil trabalhadores adicionais (o setor contratou 80 mil trabalhadores no ano passado); e (v) as vendas na faixa de renda média continuam desafiadoras, enquanto as de baixa renda e de alto padrão ainda apresentam melhor desempenho;
    • Portanto, reiteramos nossa preferência pela Cyrela no segmento de renda média/alta;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Votorantim e chinesa Huaxin estão entre interessadas pela CSN Cimentos, diz agência (Valor Econômico);
  • O futuro da Oncoclínicas após a cisão (Valor Econômico);
  • Guerra leva mercado a abandonar expectativa de corte de 0,5 ponto na Selic (Valor Econômico);
  • Sabesp vê sinergia com Copasa, mas aguarda regras (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Factor Pulse: fator Baixo Risco liderou em fevereiro, ações de Valor continuam fortes

  • Fatores defensivos lideram: o fator Baixo Risco liderou em fevereiro (+10,1%), à medida que ações de maior risco caíram (‑4,3%); o fator Valor também permaneceu forte (+5,8%), enquanto Qualidade manteve desempenho modesto no acumulado do ano, apesar de um mês sólido (+4,0%).
  • Ações mais vendidas a descoberto apresentam bom desempenho neste mês: o fator Short Interest ficou para trás em fevereiro (‑3,1% para ações com alto nível de posições vendidas), mas aponta para um short squeeze em março (‑3,5% no MTD).
  • Fatores de tendência: Momentum se recuperou (+3,3%), com “vencedores” superando “perdedores”, enquanto Revisões do Sell-side foi o fator mais fraco (+0,3% em fevereiro, ‑5,3% em março).
  • Nosso tópico especial mostra que, embora os fluxos agregados de investidores estrangeiros ajudem a prever os retornos do mercado brasileiro, estratégias em nível de ação baseadas nesses fluxos têm desempenho fraco. Evitar o risco de reversão é mais eficaz do que seguir os fluxos de entrada, já que compras intensas frequentemente coincidem com avaliações elevadas e fluxos passivos.
  • Também avaliamos o risco de reversão dos fatores do nosso framework com base nos fluxos estrangeiros recentes e nos níveis de valuation. Revisões do Sell-side apresenta o maior risco de reversão, enquanto Valor, Short Interest e Qualidade parecem mais atrativos devido a menores fluxos estrangeiros e avaliações mais “baratas”.
  • As 10 melhores ações segundo o modelo multifatores: BRAP4, ALOS3, JHSF3, LAVV3, LEVE3, GRND3, TIMS3, BRSR6, ABEV3, RDOR3
  • As 10 ações para evitar segundo o modelo multifatores: AXIA3, SANB11, ALUP11, CBAV3, HBSA3, TOTS3, ORVR3, MULT3, SUZB3, INTB3.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • KORE11 e TRBL11 sobem, VINO11 e HGRE11 caem, e IFIX fecha em alta de 0,05% (FIIs);
    • FI-Infras avançam na B3 com renda de debêntures e projetos robustos (Suno);
    • “Estrangeiros” respondem por quase um quarto do volume negociado em fiagros na B3 (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
  • Bullets | Exchange-Traded Funds (ETFs)
    • Ouro cai e volta a ser negociado abaixo de US$ 5 mil com temor de inflação e juros altos: Pressionado pela disparada do petróleo com a guerra no Oriente Médio — que reacende o temor de inflação global e adia cortes de juros — o ouro recua para US$ 5.002 a onça, acumulando queda de cerca de 4,6% desde o início do conflito, enquanto investidores migram para o dólar e Treasuries em busca de rendimento e liquidez. (Valor Investe);
    • Silver Rout Was Worsened by ‘Destabilizing’ Leveraged ETF Spree, BIS Says: The BIS says January’s historic 36% silver crash was magnified by massive forced selling from leveraged ETFs — including billions dumped by products like AGQ — creating momentum‑driven feedback loops and margin‑triggered liquidations that accelerated the wipeout amid surging retail speculation in precious‑metal ETFs. (Bloomberg);
    • Wall Street Helps Rich Investors Cut Tax Bills Amid Treasury Scrutiny: As more than $1 trillion pours into aggressive “tax‑alpha” strategies — from long‑short portfolios designed to manufacture losses to ETFs engineered to avoid taxable distributions — wealthy Americans are slashing their tax bills, prompting the US Treasury to prepare tighter scrutiny amid concerns that Wall Street’s booming tax‑optimization industry is widening inequality and exposing investors to new risks. (Bloomberg);
    • HASH11: Primeiro ETF de criptomoedas da bolsa brasileira está entre os dez mais negociados no mês, diz B3: Mesmo após cinco anos de listagem, o HASH11 segue entre os ETFs mais populares da B3, ocupando a 6ª posição em volume negociado em fevereiro (R$ 51,8 milhões/dia), refletindo o interesse contínuo dos investidores por exposição diversificada ao mercado cripto via o Nasdaq Crypto Index, apesar da forte volatilidade e da queda acumulada de 22,27% no ano. (Money Times).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Guia do calendário de AGOs no Brasil: A temporada de votação se aproxima

  • O engajamento dos acionistas no Brasil tem ganhado força, impulsionado por avanços regulatórios e por uma base de investidores institucionais mais ativa;
  • Os investidores minoritários – cuja participação em Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) historicamente foi modesta – estão cada vez mais se organizando para influenciar os resultados;
  • No entanto, as práticas de engajamento ainda são heterogêneas, ao mesmo tempo em que barreiras seguem limitando uma participação mais ampla;
  • Com a proximidade da temporada de AGOs (março-abril), este relatório analisa a evolução do engajamento no Brasil e traz um calendário das assembleias das companhias sob cobertura da XP, contribuindo para o planejamento e o stewardship dos investidores;
  • Clique aqui para ler o conteúdo completo.

EUA esperam sinalização do Brasil para acordo de minerais críticos | Café com ESG, 17/03

  • O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território positivo, com IBOV e o ISE avançando 1,25% e 1,05%, respectivamente;
  • No lado das empresas, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e a Amaggi, produtora brasileira de grãos e fibras, iniciaram os testes com biodiesel puro (B100) em estradas do Centro-Oeste e do Norte do Brasil – o objetivo é testar, na operação rodoviária pesada, o comportamento do biodiesel de óleo de soja para orientar aplicações futuras e práticas de operação com combustíveis renováveis;
  • Na política, (i) o governo federal lançou, nesta segunda-feira, o Plano Nacional sobre Mudança do Clima – o documento, que orienta as ações do país para enfrentar as mudanças climáticas até 2035, contará com orçamento de R$ 27,5 bilhões em recursos reembolsáveis provenientes do Fundo Clima; e (ii) o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aguarda um “sinal político claro” do Brasil para avançar em um acordo entre os dois países sobre minerais críticos – de acordo com um porta-voz da embaixada americana, o interesse do governo Trump é cooperar para ampliar a capacidade de processamento desses minerais;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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