IBOVESPA -2,64% | 180.463 Pontos
CÂMBIO +0,68% | 5,24/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a quinta-feira em queda de 2,6%, aos 180.463 pontos, à medida que a continuidade do conflito entre EUA e Irã segue pressionando os ativos globais.
Entre os destaques positivos, companhias ligadas ao setor de óleo e gás avançaram, impulsionadas pela alta do preço do petróleo, com Braskem (BRKM5, +16,9%), PetroReconcavo (RECV3, +2,8%) e PRIO (PRIO3, +2,6%). Na ponta negativa, Localiza (RENT3, -6,9%) liderou as perdas após ter sua recomendação rebaixada por um banco de investimentos.
Nesta sexta-feira, as atenções do mercado se voltam para a divulgação do relatório de emprego dos Estados Unidos referente a fevereiro.
Renda Fixa
Os juros futuros subiram de forma expressiva no Brasil nesta quinta‑feira, acompanhando a forte aversão ao risco após sinais de acirramento da guerra no Oriente Médio, o que elevou petróleo e dólar e reacendeu preocupações inflacionárias. Esse cenário voltou a elevar apostas de cortes mais contidos da Selic.
O DI jan/27 avançou para 13,51% (+13 bps), o DI jan/29 para 13,07% (+23 bps) e o DI jan/31 para 13,47% (+26 bps). Nos EUA, as Treasuries também avançaram pela quarta sessão seguida, impulsionadas pelos impactos do conflito sobre a inflação e as expectativas para a política monetária. A T‑Note de 2 anos subiu para 3,58% (+3 bps), a de 10 anos para 4,13% (+4 bps) e o T‑Bond de 30 anos para 4,75% (+2 bps).
Mercados globais
Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,3%; Nasdaq 100: -0,4%), com os mercados caminhando para uma semana negativa em meio às tensões no Oriente Médio e à volatilidade nos preços do petróleo. O foco hoje se volta para o relatório de emprego (nonfarm payrolls) de fevereiro. Investidores seguem atentos ao impacto do conflito entre EUA e Irã sobre os preços do petróleo e possíveis efeitos inflacionários.
Na Europa, as bolsas recuam (Stoxx 600: -0,2%), após uma semana marcada por forte volatilidade. O petróleo oscila, com o Brent negociado em torno de US$ 87/barril e o WTI próximo de US$ 81, após forte alta ao longo da semana. Entre os destaques corporativos, a empresa sueca de tecnologia médica Sectra sobe cerca de 13% após divulgar crescimento de receitas e lucros, enquanto a companhia de defesa alemã Renk avança 7,7%.
Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +1,7%; CSI 300: +0,3%), acompanhando a leve estabilização dos preços do petróleo. O Nikkei japonês subiu 0,6%, enquanto o Kospi sul-coreano encerrou praticamente estável após a forte recuperação da véspera. Na Coreia do Sul, ações de defesa se destacaram após relatos de que sistemas de defesa aérea do país interceptaram mísseis iranianos nos Emirados Árabes Unidos.
IFIX
O IFIX encerrou o pregão desta quinta feira em queda de 0,12%, em um dia marcado por maior cautela dos investidores após novos sinais de escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. O avanço das tensões no Oriente Médio reforçou o movimento global de busca por proteção, elevando petróleo e dólar e reacendendo preocupações inflacionárias. Nesse contexto, houve uma abertura ao longo da curva de juros, com os principais vértices avançando de forma expressiva.
Entre os principais segmentos, pela segunda vez na semana, o desempenho foi predominantemente negativo. Os FOFs e os Multiestratégia recuaram 0,15%, acompanhados pelos fundos híbridos, que caíram 0,13%. Os Fundos de Recebíveis tiveram queda de 0,10%, enquanto os Fundos de Tijolo e os fundos focados em Ativos Logísticos registraram variação negativa de 0,12%. A única exceção do dia ficou por conta dos Fundos de Shoppings, que avançaram 0,04%, destoando do restante do índice.
Entre as maiores altas do dia estiveram KORE11 (+1,7%), GZIT11 (+1,3%) e BROF11 (+1,0%). No campo negativo, os principais destaques foram JSRE11, MFII11 e OUJP11, com queda de 1,8% cada.
Economia
Novos ataques contra alvos iranianos, seguidos pela retaliação do país, aumentaram a tensão na região, elevando o preço do petróleo para US$ 87 por barril. Na China, a meta de crescimento do PIB ficou entre 4,5% e 5,0% — a menor desde 1991. O apoio direto ao consumo segue limitado, enquanto o governo privilegia estímulos seletivos, com mais crédito direcionado a setores estratégicos e reforço do investimento público.
No Brasil, a taxa de desemprego de janeiro subiu para 5,4%. Em síntese, os dados da Pnad reforçam o cenário de mercado de trabalho apertado. A taxa de desemprego permanece significativamente abaixo do nível neutro, algo que dificilmente se reverterá no curto prazo. Projetamos a taxa de desemprego em 5,6% ao final de 2026 e 6,2% ao final de 2027. Por sua vez, a balança comercial registrou superávit de US$ 4,2 bilhões em fevereiro. Os volumes de importação estão desacelerando, enquanto as exportações permanecem em níveis elevados. Olhando para 2026, elevamos nossa projeção de superávit comercial para US$ 62,5 bilhões.
Na agenda do dia, destaque para a Produção Industrial de janeiro no Brasil, em que esperamos um crescimento de 0,7% contra dezembro, mas um recuo de 0,8% na comparação interanual. No cenário internacional, destaque para o relatório Nonfarm Payroll – que traz as principais estatísticas sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.
Veja todos os detalhes
Economia
Aumento das tensões no Irã elevam preço do petróleo
- Os ataques coordenados de EUA e Israel contra alvos iranianos, seguidos pela retaliação do Irã com ofensivas contra bases americanas e outros países da região, ampliaram significativamente a tensão geopolítica no Oriente Médio, elevando o risco de um confronto regional mais profundo. Esse ambiente de crescente incerteza nos mercados impulsionou o preço do petróleo Brent, aproximando-se de US$ 87 por barril;
- A China apresentou uma meta de crescimento do PIB entre 4,5% e 5,0% — a menor desde 1991 – refletindo maior disciplina fiscal e foco em ajustes estruturais, ainda que buscando desempenho próximo ao teto da banda. O apoio direto ao consumo segue limitado, enquanto o governo privilegia estímulos seletivos, com mais crédito direcionado a setores estratégicos e reforço do investimento público. No conjunto, a estratégia combina realismo econômico, prioridade a tecnologia e infraestrutura e elevada dependência de fatores externos, como comércio global e mercado de energia, o que mantém elevada a incerteza sobre sua trajetória de crescimento. Para mais informações, acesse nosso relatório aqui;
- A aprovação do acordo Mercosul–União Europeia pelo Senado paraguaio abriu caminho para que o tratado possa entrar em vigor de forma provisória, criando as condições institucionais para a maior zona de livre comércio do mundo. Como o Conselho Europeu já havia autorizado, em janeiro, a Comissão Europeia a aplicar provisoriamente o acordo após a primeira ratificação por um país do Mercosul, a confirmação agora pelos quatro membros do bloco — Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai — funciona como um “sinal verde” para o início do processo. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já indicou disposição para acionar esse mecanismo, permitindo que a parte comercial do tratado avance enquanto aguarda o parecer do Tribunal de Justiça da União Europeia e a posterior votação do Parlamento Europeu. O tratado, portanto, já pode começar a vigorar de forma provisória, ainda que a análise jurídica europeia e o contexto geopolítico internacional possam influenciar o ritmo das próximas etapas;
- A taxa de desemprego brasileira subiu de 5,1% no 4T25 para 5,4% no trimestre móvel encerrado em janeiro, exatamente em linha com as expectativas (XP e Mercado: 5,4%). A renda do trabalho segue em alta. Ajustado pela inflação, o rendimento médio habitual aumentou 0,5% em janeiro contra dezembro, para cerca de R$ 3.645/mês. O indicador avançou 5,4% em relação a janeiro de 2025 e 3,9% no acumulado em 12 meses. Em síntese, os dados da PNAD reforçam o cenário de mercado de trabalho apertado. A taxa de desemprego permanece significativamente abaixo do nível neutro, algo que dificilmente se reverterá no curto prazo. Projetamos a taxa de desemprego em 5,6% ao final de 2026 e 6,2% ao final de 2027 (com ajuste sazonal). A renda real disponível às famílias deve crescer 4,5% em 2026;
- A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,2 bilhões em fevereiro, em linha com as expectativas (XP: US$ 4,0 bilhões; mercado: US$ 4,1 bilhões). No acumulado em 12 meses, o superávit alcançou US$ 74,5 bilhões. As exportações totais atingiram US$ 26,3 bilhões em fevereiro (10,3% contra janeiro; 15,6% na comparação interanual), com destaque para petróleo. As importações totalizaram US$ 22,1 bilhões em fevereiro (16,2% contra janeiro; -4,8% na comparação interanual). O forte aumento mensal deve ser interpretado com cautela, pois reflete a importação de uma plataforma de petróleo, avaliada em aproximadamente US$ 2,4 bilhões. De forma geral, os volumes de importação estão desacelerando, enquanto as exportações permanecem em níveis elevados. Olhando para 2026, revisamos nossa projeção de superávit comercial para incorporar a importação da plataforma de petróleo (cerca de US$ 2,4 bilhões). Agora projetamos superávit de US$ 62,5 bilhões. Além desse ajuste pontual, o superávit relativamente menor reflete nossa expectativa de atividade doméstica mais forte, o que tende a sustentar a demanda por bens importados. Pelo lado das exportações, nosso cenário já apresentava viés altista. Além disso, preços mais altos do petróleo — em meio à escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã — podem levar a um superávit comercial maior do que o atualmente projetado. Nosso cenário base assume o Brent a US$ 60 por barril, abaixo dos níveis atuais. Como o petróleo é o principal produto de exportação do Brasil e a produção doméstica continua em expansão, preços mais elevados tendem a ter impacto positivo relevante sobre a balança comercial. Para mais detalhes, leia nosso relatório Brasil Macro Mensal;
- Na agenda do dia, destaque para a Produção Industrial de janeiro no Brasil, em que esperamos um crescimento de 0,7% contra dezembro, mas um recuo de 0,8% na comparação interanual. No cenário internacional, destaque para o relatório Nonfarm Payroll – que traz as principais estatísticas sobre o mercado de trabalho dos EUA.
Commodities
Proteínas | Um mercado desafiador
- Todas as proteínas superaram nossas expectativas de volume em fevereiro. Questões de demanda surgiram desde o início do ano, com as salvaguardas chinesas para carne bovina, novas tarifas globais de 15% nos EUA e agora uma guerra no Oriente Médio.
- Apesar de um começo de ano forte para o Brasil, que sustenta nossas projeções de exportação para cada proteína, o caminho à frente é claramente desafiador. Como o mercado doméstico está em tendência de queda, enquanto os preços de exportação têm se mantido estáveis até agora, os players provavelmente pressionarão os embarques.
- Continuamos confiantes de que o cenário global de S&D é favorável para os preços internacionais da carne, mas navegar o ano será um desafio para os exportadores.
- Confira o relatório em: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/proteinas-um-mercado-desafiador/
Empresas
Vale (VALE3): Momentum ou Valuation?
- As ações da Vale vêm em forte tendência (VALE +80% LTM), apoiadas pelo movimento amplo de debasement e pela rotação EUA–Mercados Emergentes, um cenário no qual a Vale se destaca como grande beneficiária de fluxos estrangeiros.
- Operacionalmente, vemos a tese de cobre como cada vez mais crível, com aumento de produção e projeções de preços mais saudáveis ajudando a compensar a percepção de um ambiente estruturalmente mais fraco para minério de ferro — nesse sentido, nosso preço-alvo via DCF de fim de 2026, de US$16,50/ADR (~3% de upside), implica um EV/EBITDA alvo 2027E de ~8,2x para Base Metals vs. 4,9x para Minério de Ferro.
- Em valuation, contudo, os yields absolutos da Vale não são particularmente empolgantes, embora ainda negociem mais barato vs. pares (FCF yield 2026E de 7,2% vs. 4–5%). Em nossa visão, o upside adicional para as ações é limitado, a menos que o crescimento do cobre supere expectativas e/ou os preços de minério de ferro não recuem como assumimos no nosso cenário-base.
- Dito isso, embora reiteremos nossa recomendação Neutra por razões de valuation (notadamente após o forte re-rating do último ano), reconhecemos o momentum mais favorável para o papel, com investidores potencialmente considerando uma posição vendida em um ativo exposto a minério de ferro como hedge para a exposição de commodities da Vale em um cenário de minério mais fraco.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
CBA (CBAV3): Melhora dos resultados em meio a uma perspectiva mais favorável para os preços do alumínio
- A CBA reportou resultados levemente acima do esperado, com EBITDA ajustado de ~R$321 milhões (+37% T/T, +7% vs. XPe).
- Observamos: (i) resultados em linha na divisão de Alumínio, refletindo maiores volumes vendidos A/A (+3% vs. XPe), apesar de preços realizados levemente mais fracos;
- (ii) um ambiente desafiador de custos, com custos de produção +6% T/T devido aos maiores custos de energia, refletindo menor geração própria e preços mais altos de alumina.
- Após um impacto positivo de capital de giro no trimestre principalmente por redução de estoques, o FCF veio positivo em R$347 milhões, apesar de um leve aumento do capex relacionado ao pot relining.
- Dito isso, com os preços do alumínio agora acima de US$3.200/t (vs. média de US$2.827/t no 4T25) e custos esperados para melhorar à frente, antecipamos avanços no FCF conforme a refinaria estabiliza e a companhia captura preços mais altos.
- Com as ações da CBA em alta no ano, vemos os resultados de hoje reforçando a visão positiva que já antecipávamos para o papel, embora o upside adicional agora seja limitado pela aquisição em andamento.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
3Tentos (TTEN3) | Revisão dos resultados do 4T25: Misto; Déjà Vu nas despesas logísticas
- Os resultados da 3Tentos vieram com nuances, como de costume;
- Pelo lado positivo, destacamos resultados fortes em Ag-inputs, que podem levar a revisões positivas, mas provavelmente serão ofuscados pelas despesas logísticas (de novo);
- Veja o relatório aqui.
Lojas Renner (LREN3): resultados do 4T em linha; tendências subjacentes saudáveis em Varejo, mas leve queda vs. estimativas na Realize
- A Lojas Renner divulgou resultados em linha no 4T, com dinâmicas sólidas no varejo, mas despesas mais altas na Realize.
- Já esperávamos um crescimento leve da receita diante de ventos contrários de clima, o que se confirmou, com Vendas nas mesmas lojas (SSS) em +3%, embora vestuário tenha sido mais forte, em +5% (vs. +7% da RIAA e estabilidade da CEAB).
- No entanto, observamos que a LREN tem a maior produtividade de vendas entre os pares, que cresceu praticamente em linha com os pares (em +7% a/a vs. CEAB em +8% e RIAA em +7%) para R$17,2 mil/m² e, assim, implica uma evolução nominal mais forte (de R$1,2 mil por m² a/a vs. CEAB em R$0,9 mil e RIAA em +R$0,7 mil).
- Além disso, destacamos que a LREN apresentou a margem bruta de vestuário mais forte entre os pares, potencialmente refletindo que, finalmente, está colhendo os ganhos do seu novo modelo de negócios, enquanto as despesas de SG&A foram controladas.
- Em nossa visão, a LREN ajustou sua proposta de valor, apoiada pelo posicionamento de preços adequado, combinado a coleções mais assertivas, o que deve se traduzir em dinâmicas sólidas de crescimento adiante, embora mantendo em mente o seu prêmio de produtividade versus os pares.
- Se a companhia focar em iniciativas de eficiência, como vimos outras empresas fazerem recentemente (por exemplo, RD, Natura e Alpargatas), acreditamos que ela poderia destravar valor significativo.
- No geral, acreditamos que os resultados do 4T reforçam nossa visão construtiva e, assim, reiteramos nossa recomendação de Compra.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alpargatas (ALPA4): mais um trimestre forte; margem bruta como principal destaque
- A Alpargatas reportou resultados fortes no 4T, com um beat de EBITDA de 13% por conta de uma receita melhor e de dinâmicas de custos mais favoráveis.
- Embora já estivéssemos esperando dinâmicas positivas de margem, a ALPA nos surpreendeu novamente tanto no Brasil quanto no exterior, gerando outro beat de EBITDA.
- Em nossa visão, as indicações são positivas em todas as frentes, com o Brasil ganhando participação e entregando expansão de margem, e os resultados internacionais melhorando, como deveriam, agora que devem alcançar um modelo comercial mais normalizado.
- Ainda assim, a recente alta do petróleo em meio a tensões geopolíticas acende um sinal amarelo para as dinâmicas de custos rumo ao 2S, enquanto os volumes no Brasil seguem pressionados por dinâmicas macro desafiadoras. Assim, mantemos nossa recomendação Neutra.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Petrobras | Resultado 4T25: R$ 8,1 bilhões em dividendos anunciados
- Na quinta-feira (5), após o fechamento do mercado, a Petrobras divulgou os resultados do 4T25, que ficaram muito em linha com nossas estimativas, com um EBITDA ajustado de US$ 10,9 bilhões (cerca de 1% abaixo do XPe e do consenso);
- O EBITDA diminuiu cerca de 8% t/t devido à queda no preço médio do Brent para US$ 63/bbl (cerca de 7% t/t em relação aos US$ 68/bbl no 3T25). O lucro líquido de US$ 2,9 bilhões ficou 22% acima do XPe (-33% em relação ao consenso), apesar da Petrobras ter registrado cerca de US$ 1,6 bilhão em baixas contábeis no trimestre (ajustadas no valor do EBITDA);
- Os dividendos de US$ 1,5 bilhão também ficaram em linha com nossas estimativas (US$ 1,6 bilhão). A geração de caixa livre também ficou em linha, embora com qualidade discutivelmente inferior;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
- Três empresas sob nossa cobertura divulgaram resultados nesta noite: ENEV, CPFE e ALUP;
- A ENEV apresentou um “miss” nos resultados, mas não vemos esse desvio como algo muito preocupante (um “miss” que não deve levar a revisões de lucro à frente);
- Podemos esperar uma reação levemente negativa do mercado. A CPFE apresentou resultados saudáveis, com EBITDA ajustado 3% acima da XPe;
- Os resultados na distribuidora (DisCo) ficaram 7% acima de nossas projeções, enquanto no segmento de geração e transmissão (G&T) os resultados foram um leve “miss”;
- No geral, a CPFL entregou resultados consistentes;
- Por fim, a ALUP reportou um EBITDA ajustado 1% acima da XPe, como se espera de uma transmissora típica;
- Em geral, esperamos uma reação neutra do mercado para ALUP e CPFE, dado que os resultados não devem ser um driver relevante para revisões de estimativas;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- BNDESPar vai ancorar capitalização de Simpar, Movida e Vamos (Pipeline Valor);
- BRB entra na lista de inadimplentes da CVM (Valor Econômico);
- Cade aprova parceria entre Air BP Brasil, Raízen e Vibra em parque de abastecimento de Congonhas (Valor Econômico);
- S&P rebaixa ratings da Raízen S/A de ‘brCCC+’ para ‘brCCC-’; perspectiva negativa (S&P Ratings).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Carteira Recomendada XP FIIs: Ganho de Capital | Março 2026 (Research XP);
- IFIX recua 0,12% e fecha pregão aos 3.886,14 pontos (FIIs);
- Logística last mile no raio de 15 km de São Paulo sustenta novo ciclo (Buildings);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- BlackRock lançará nove novos ETFs iBonds com vencimento definido: A BlackRock anunciou o lançamento de nove novos ETFs iBonds com vencimento definido, ampliando sua linha de produtos de renda fixa voltados para investidores que buscam previsibilidade de fluxo e diversificação — cada ETF trazendo uma “data-alvo” de maturidade e combinando a simplicidade dos ETFs com características de títulos individuais. (Investing.com);
- Xtrackers retira negociação em libras esterlinas de 11 ETFs da Bolsa de Londres: A Xtrackers anunciou que removerá a negociação em libras esterlinas de 11 ETFs na Bolsa de Londres, medida motivada por baixo volume de negociação, mantendo os fundos ativos e listados em outras bolsas, mas exigindo que investidores realoquem suas posições — possivelmente com custos administrativos extras — caso desejem continuar operando esses ETFs em outros mercados. (Investing.com);
- Global equity funds post first outflow in eight weeks on Middle East conflict: Os fundos de ações dos EUA foram os mais afetados, com vendas líquidas de US$ 21,92 bilhões, a maior saída desde 7 de janeiro, levando fundos globais de ações a registrar saídas líquidas de cerca de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da LSEG Liper. (Reuters);
- Bitcoin sobe e se consolida acima dos US$ 72 mil; alta desde o início da guerra chega a 15%: O bitcoin voltou a subir e se firmou acima de US$ 72 mil, chegando a ultrapassar US$ 73 mil em seu maior nível desde fevereiro, acumulando alta superior a 15% desde o início da guerra no Oriente Médio — enquanto altcoins também avançam, ETFs de BTC registram forte entrada de capital e analistas destacam sinais de fortalecimento institucional e possibilidade de retomada da tendência de alta. (Valor Econômico).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
UE aprova meta climática para redução de 90% das emissões até 2040 | Café com ESG, 06/03
- O mercado fechou o pregão de quinta-feira em queda, com IBOV e o ISE recuando 2,64% e 2,72%, respectivamente;
- Do lado das empresas, (i) a Braskem começou a utilizar o biometano como substituto parcial do gás natural na planta Q2, no Polo Petroquímico de Triunfo (RS) – o biometano utilizado na planta é fornecido pela Ultragaz, a partir do aterro de Minas do Leão (RS), que conta com capacidade de até 46 mil m³/dia; e (ii) a BYD revelou nesta quinta-feira a primeira grande atualização de sua tecnologia de bateria em seis anos, buscando recuperar força na China após uma queda acentuada nas vendas de seus carros elétricos – a bateria Blade, de segunda geração, pode carregar de 20% a 97% em menos de 12 minutos;
- Na política, os países da União Europeia aprovaram ontem uma nova meta climática para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 90% até 2040 – trata-se de uma meta mais ambicioso do que os compromissos de corte de emissões da maioria das grandes economias;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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