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Morning Call XP (18.jul): Tensões comerciais e reforma tributária no Brasil em foco

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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O que pode impactar o mercado hoje

Futuros dos EUA operam em leve queda nesta manhã de quinta-feira, em meio a sessão negativa na Europa. A temporada de resultados continua em foco, com algumas empresas em destaque negativo, como Netflix e IBM. 

As bolsas asiáticas também foram pressionadas durante a noite após fraqueza em Wall Street e seguindo relatos de negociações comerciais entre EUA e China paralisadas enquanto a Casa Branca determina como lidar com as demandas de Pequim para aliviar as restrições da empresa de tecnologia Huawei.

No Brasil, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o relator da reforma tributária na Casa, Aguinaldo Ribeiro, defenderam ontem que prospere a ideia de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e criticaram a criação de um imposto nos moldes da CPMF, como defende o governo e o movimento empresarial Brasil 200. Segundo estudos do Ministério da Economia, o imposto sobre transações financeiras poderia chegar a 0,60% cobrado de quem paga e de quem recebe, ou seja, 1,2% por transação.

Ainda no campo doméstico, o governo estuda o formato de saque e o montante de recursos do FGTS e do PIS/Pasep que serão liberados. A medida deve ser anunciada ainda nesta semana. Ainda que os detalhes não estejam disponíveis, vemos a medida como uma boa notícia para o crescimento de curto prazo. No entanto, não esperamos que a medida promova mudanças drásticas no quadro econômico. Cálculos preliminares mostram que o crescimento real do PIB pode aumentar em cerca de 0,3 pontos percentuais entre 2019 e 2020, caso o montante de R$ 63 bilhões seja liberado integralmente. Para as companhias, vemos o setor de varejo como um dos mais beneficiados.

Do lado das empresas, mesmo após alta de 31% das ações no ano, renovamos nosso otimismo com o setor elétrico haja visto que a atratividade das empresas do setor aumenta com a convicção em juros mais baixos por mais tempo. Atualizamos nossas estimativas para a nossa cobertura ao incorporar juros menores em nossas estimativas, levando a um aumento de preços-alvo de 10% em média, e reiteramos as recomendações de COMPRA em ENBR, TIET, CPLE, OMGE e EQTL.

Por fim, retomamos cobertura de GPA (PCAR4) com Compra e preço-alvo de R$124/ação. Mantemos visão positiva para o segmento de Atacarejo e acreditamos que as melhorias operacionais do Multivarejo não estão totalmente precificadas. Dentro do varejo alimentar, nossa preferência por GPA é relacionada aos múltiplos mais atrativos.

Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Rodrigo Maia e Aguinaldo Ribeiro defendem a ideia do Imposto sobre Valor Agregado (IVA)
  2. Formato de saque e montante de recursos do FGTS e do PIS/Pasep ainda seguem em estudo
  3. Paulo Guedes prevê imposto similar à extinta CPMF

Empresas

  1. Setor elétrico: Abraçando um ciclo positivo
  2. Grupo Pão de Açúcar (PCAR4): Retomamos cobertura com Compra
  3. Ebit/Nielsen anunciam dados do primeiro semestre para o ecommerce e novas projeções para o ano

Coe News

  1. Netflix fica mais caro e ritmo de expansão desacelera no 2T19
  2. Citigroup estreia positivamente a temporada de resultados do 2T19
  3. Assim como no 1T19, JPM apresenta lucro recorde no 2T19
  4. IBM: Lucro sobe 4% no 2T19 apesar de queda na receita


Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Rodrigo Maia e Aguinaldo Ribeiro defendem a ideia do Imposto sobre Valor Agregado (IVA)

  • O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o relator da reforma tributária na Casa, Aguinaldo Ribeiro, defenderam ontem que prospere a ideia de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e criticaram a criação de um imposto no molde da CPMF, como defende o governo e o movimento empresarial Brasil 200;
  • Segundo estudos do Ministério da Economia, o imposto sobre transações financeiras poderia chegar a 0,60% cobrado de quem paga e de quem recebe, ou seja, 1,2% por transação.

Formato de saque e montante de recursos do FGTS e do PIS/Pasep ainda seguem em estudo

  • De acordo com a Folha de São Paulo, o ministério da Economia segue estudando o formato e o montante da liberação dos recursos do FGTS. Agora especula-se que o valor máximo do FGTS seja de R$ 30 bilhões, ao invés de R$ 42 bilhões como anunciado ontem pelo ministro Paulo Guedes;
  • Com relação as regras de saque, a desinformação é ainda maior. Ontem os principais jornais não acharam consenso sobre as contas inativas fazerem parte da medida. Além disso, regras como saques proporcionais a renda e ao saldo disponível nas contas do FGTS são consideradas;
  • O governo ainda lida com a pressão de setores da construção civil que recebem recursos do FGTS e espera-se que até amanhã uma proposta mais clara seja apresentada. De toda forma, nossa primeira impressão (link) é que a liberação desses recursos é positiva para o consumo e crescimento do PIB no curto prazo. No entanto, destacamos que a medida não mudará o quadro atual de lenta recuperação da economia brasileira.

Paulo Guedes prevê imposto similar à extinta CPMF

  • ​O modelo de reforma tributária defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, prevê um imposto similar à extinta CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira);
  • A alíquota, que até sua extinção em 2017 era de 0,38%, passaria a ser em torno de 60% do imposto sobre as transações financeiras, com o intuito de compensar a receita com a desoneração da folha de pagamentos;
  • De acordo com o ministro, a reforma tributária do governo terá três eixos principais: (1) promover uma alteração importante no Imposto de Renda; (2) criar o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) para reduzir e simplificar os tributos; e (3) compensar a ampla desoneração da folha de pagamentos através da nova CPMF. De acordo com o jornal Valor Econômico, entretanto, Paulo Guedes faz questão de enfatizar que não se trata de uma volta da CPMF, pois a medida não visa aumentar a carga tributária, mas simplificá-la.

Empresas

Setor elétrico: Abraçando um ciclo positivo

  • O setor elétrico é um dos melhores na bolsa do ano (+31% ante +14% para o Ibovespa). Na nossa visão, tal performance refletiu uma combinação de (i) um fechamento da curva futura de juros futura, (ii) uma agenda positiva em empresas estatais e (iii) iniciativas recentes de crescimento;
  • Após tamanha performance, é de se imaginar que o setor como um todo já andou, e que não há mais oportunidades de ganho. Nós discordamos e continuamos otimistas, haja visto que a atratividade das empresas do setor aumenta com a convicção em juros mais baixos por mais tempo. Atualizamos nossas estimativas para a nossa cobertura ao incorporar juros menores em nossas estimativas, levando a um aumento de preços-alvo de 10% em média. Além disso, realizamos a prévia do 2T19 para todas as empresas do setor;
  • Reiteramos as recomendações de COMPRA em ENBR, TIET, CPLE, OMGE e EQTL. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo Pão de Açúcar (PCAR4): Retomamos cobertura com Compra

  • Retomamos a cobertura do GPA (PCAR4), mantendo recomendação de Compra com novo preço-alvo de R$124/ação para final de 2020. Nossa visão de que a empresa está bem posicionada no segmento de Atacarejo para ganhar participação no mercado e de que as melhorias operacionais no Multivarejo não estão totalmente precificadas permanece inalterada. Dentro do varejo alimentar, nossa preferência pelo GPA é relacionada a múltiplos mais atrativos;
  • No relatório, também discutimos três temas que consideramos importantes para a tese de investimento do GPA: (1) Sólidos fundamentos a múltiplos atrativos; (2) Quais as implicações da migração para Novo Mercado; (3) GPA passará a ser uma varejista de alimento com operações em vários países;
  • Para acessar o relatório completo na nossa plataforma, clique aqui

Ebit/Nielsen anunciam dados do primeiro semestre para o ecommerce e novas projeções para o ano

  • Segundo levantamento publicado pela Ebit-Nielsen, o ecommerce no Brasil faturou R$ 26,4 bilhões no primeiro semestre de 2019 (+12% A/A). Esse crescimento foi impulsionado pelo número de pedidos (+20% A/A) que compensou a queda no ticket médio (-7,0% A/A);  
  • A instituição reduziu a projeção de crescimento online para 2019 de +18% para +12% A/A, o que já era esperado pelo mercado tendo em vista a decepção com a atividade econômica. As estimativas de crescimento para número de pedidos foram revisada positivamente (+12% para +18% A/A), enquanto os tíquete médio projetado caiu (+3% para -4% A/A).

Coe News

Netflix fica mais caro e ritmo de expansão desacelera no 2T19

  • Investidores reagiram negativamente após os resultados da Netflix terem indicado desaceleração do número de novos inscritos mediante o aumento de preços nos EUA. A plataforma ganhou 2,7mi de novos inscritos no mundo neste 2T19, número abaixo das expectativas do mercado;
  • Os resultados foram puxados pelo desempenho mais fraco nos EUA, onde a Netflix perdeu 130 mil assinantes no trimestre. O preço de uma assinatura padrão da Netflix vai custar agora US$ 12,99 por mês, comparado aos US$ 8,99 anteriormente – um dólar a mais do que um de seus principais rivais, Hulu – atualmente controlada pelo grupo Disney;
  • A empresa deve enfrentar uma competição acirrada no mercado em que foi pioneira – Disney, Apple, AT&T e NBCUniversal, da Comcast, se preparam para lançar serviços rivais nos próximos meses;
  • A Netflix continua a injetar bilhões de dólares em seus shows e filmes de produção própria. Analistas esperam que a empresa invista US$ 15bi em conteúdo ao longo deste ano. O histórico recente tem indicado que a adição de novos inscritos apresenta alta correlação com o desenvolvimento de conteúdo. No médio prazo, os investimentos em tecnologia, desenvolvimento e distribuição de conteúdo continuarão a impulsionar o crescimento da base de inscritos, tanto nos EUA quanto no segmento internacional. O objetivo é atingir 200mi de inscritos até 2021, comparado aos atuais 151,6mi pagantes.

Citigroup estreia positivamente a temporada de resultados do 2T19

  • Surpreendendo as expectativas de mercado, o lucro cresceu 7% no ano contra ano, atingindo US$ 4,8bi, impulsionado pelo resultado da operação de varejo nos EUA, com destaque para cartões de crédito. Também acima do consenso, as receitas foram de US$ 18,76bi no trimestre, número 2% superior no ano contra ano;
  • Enquanto a divisão de varejo nos EUA e no resto do mundo apresentou resultados positivos, os segmentos de empréstimos corporativos e operações em tesouraria indicaram desaceleração, mediante a continuidade das tensões comerciais com a China e menor apetite dos investidores para abrir novas posições no mercado;
  • Dirigentes do banco central americano (Fed) seguem em tom mais suave, o que potencialmente poderá sustentar o crescimento nos EUA, com continuidade dos atuais níveis de consumo e consequente expansão do mercado de crédito. Neste cenário, o retorno sobre o capital dos acionistas (ROE) do Citigroup poderá se manter estável, próximo dos atuais 10,1%, através da (i) continuidade do ganho de eficiência, com corte de custos e digitalização, e (ii) manutenção da qualidade das carteiras de crédito – atualmente em US$ 683,6bi.

Assim como no 1T19, JPM apresenta lucro recorde no 2T19

  • ­Recentemente o banco divulgou lucro recorde de US$ 9,65bi no 2T19, número 16% superior no ano contra ano e acima das expectativas do mercado, mediante o forte momento da operação de varejo nos EUA, com destaque para cartões de crédito. As receitas vieram em linha com o consenso, ao atingir US$ 28,8bi;
  • O segmento de serviços financeiros ex-empréstimos no varejo também apresentou resultados positivos, contrabalanceado pela divisão de operações em tesouraria e mercado de capitais;
  • Dirigentes do banco central americano (Fed) seguem em tom mais suave, o que potencialmente poderá sustentar o crescimento nos EUA, com continuidade dos atuais níveis de consumo e consequente expansão do mercado de crédito. Neste cenário, o atual presidente James Dimon, informou que pretende manter o plano de expansão do banco, considerando (i) abertura de agências em regiões menos exploradas nos EUA, (ii) gastos com tecnologia e digitalização, que tem sido consideravelmente superior aos concorrentes, e (iii) ganho de eficiência. Assim, o banco apresenta potencial para manter o retorno sobre o capital dos acionistas (ROE) próximo dos atuais 16% e preservar a qualidade das carteiras de crédito – atualmente em US$ 990bi.

IBM: Lucro sobe 4% no 2T19 apesar de queda na receita

  • O grupo apresentou lucro de US$ 2,5bi no 2T19, número 4% superior no ano contra ano, com destaque positivo para o recuo das despesas e provisão para impostos de renda. Já as receitas recuaram 4,2% neste mesmo período, ao atingir US$ 19,1 bilhões;
  • A IBM está seguindo o caminho tomado pela Microsoft e a Amazon em armazenamento e computação em nuvem. Mas enquanto os rivais registram crescimentos robustos de receita com os serviços, ainda parece incipiente no segmento, apresentando alta de 5% nas receitas neste último trimestre. Enquanto isso, outros negócios da IBM apresentam retração. A divisão de serviços de tecnologia da informação (TI) tiveram queda de 6,7% da receita no período, com redução nas vendas de equipamentos com margens menores, que a empresa pretende deixar de operar.
  • Após 3 anos de execução de um plano de corte de custos e redesenho da estratégia, 2018 representou um ano importante para a empresa, voltando a expandir, sobretudo via o sucesso da unidade de inteligência artificial, Watson, serviços globais para empresas, e aquisição de novos negócios. No final do ano passado, a IBM anunciou a aquisição da Red Hat, por US$ 34bi, com o intuito de aumentar sua exposição no segmento de armazenamento e computação em nuvem, ajudando a sustentar as margens.
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