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Eleições no Chile, atividade econômica da China e IBC-Br no radar dos mercados hoje

Eleições e mercados são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 15/12/2025

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IBOVESPA 0,99% | 160.766 Pontos

CÂMBIO +0,11% | 5,41/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a última semana em alta de 2,2% em reais e 2,4% em dólares, aos 160.766 pontos.

Entre os destaques positivos da semana, IRB (IRBR3, +12,8%) avançou após elevação de recomendação por um banco de investimentos.

Na ponta negativa, Magazine Luiza (MGLU3, -6,1%) passou por um movimento de correção, interrompendo a tendência de alta observada desde meados de outubro.

Clique aqui para acessar o Resumo Semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros encerraram com fechamento ao longo da curva, refletindo a reação do mercado ao tom mais conservador do comunicado do Copom. No entanto, as taxas de juro real apresentaram leve alta, com os rendimentos das NTN-Bs com vencimento em 2030 terminando em 7,76% a.a. (vs. 7,56% na semana anterior). O DI jan/26 encerrou em 14,9% (-0,1 bps no comparativo semanal); DI jan/27 em 13,64% (-15,5 bps); DI jan/29 em 13,02% (-18 bps); DI jan/31 em 13,32% (-13 bps); DI jan/35 em 13,44% (-12,5 bps). Nos EUA, rendimentos das Treasuries de dois anos terminaram o dia em 3,52% (-3,81 bps vs. pregão anterior), enquanto os de 10 anos em 4,18% (+4,65 bps).

Mercados globais

Nesta segunda-feira (15), os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,5%; Nasdaq 100: +0,4%), após uma semana marcada por rotação para fora do setor de tecnologia. O S&P 500 e o Nasdaq recuaram 0,6% e 1,7% na semana passada, respectivamente, pressionados pelo sell-off em nomes ligados à inteligência artificial. Oracle caiu 12,7% na semana e Broadcom recuou mais de 7%, reforçando o movimento de realização em empresas com alto valuation. O mercado entra na semana atento a uma bateria de dados econômicos nos EUA, com destaque para payroll de novembro e vendas no varejo de outubro na terça-feira, além do CPI de novembro na quinta.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,7%), em meio ao início de uma sequência de decisões de política monetária. O foco recai sobre a reunião do Banco Central Europeu na quinta-feira, quando a autoridade monetária deve manter os juros em 2%. Investidores também acompanham dados de inflação na Zona do Euro e no Reino Unido, além das discussões políticas sobre o financiamento à Ucrânia, incluindo o uso de ativos russos congelados.

Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -0,6%; HSI: -0,8%), refletindo dados econômicos mais fracos do que o esperado. As vendas no varejo cresceram apenas 1,3% em novembro, bem abaixo das expectativas, enquanto a produção industrial avançou 4,8%, também aquém do consenso. Na Ásia mais ampla, o movimento foi majoritariamente negativo, refletindo dúvidas sobre a sustentabilidade do ciclo de crescimento ligado à inteligência artificial.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) registrou alta de 0,43% na semana, influenciado pelo movimento de fechamento da curva de juros. Entre os principais segmentos, os FIIs de papel que compõem o índice apresentaram um desempenho de +0,73%, enquanto os fundos de tijolo registraram resultado de +0,22%. Entre as maiores altas da semana, destacaram-se URPR11 (+9,9%), BROF11 (+4,7%) e BRCR11 (+4,1%). Já entre as principais quedas, figuraram VINO11 (-1,9%), RBRR11 (-1,5%) e HCTR11 (-1,3%).

Economia

Na China, a atividade econômica perdeu força em novembro. A desaceleração reflete o fim do efeito dos subsídios ao consumo e a persistente crise imobiliária, além da retração nos investimentos. Esse cenário reforça o desafio para 2026, quando Pequim pretende manter a meta de crescimento em torno de 5%. No Chile, José Antonio Kast, candidato de direita, foi eleito presidente com mais de 58% dos votos.

No Brasil, o setor de serviços cresceu pelo nono mês consecutivo. Acreditamos que este setor continuará puxando a economia doméstica. O aumento da renda real do trabalho e medidas de estímulo recentemente anunciadas devem mantê-lo em trajetória ascendente.

Na agenda internacional desta semana, destaque para os dados de inflação ao consumidor (CPI) e o relatório de emprego Nonfarm Payroll. Os bancos centrais do Japão, do Reino Unido e da Zona do Euro decidirão sobre suas taxas de juros. Por fim, índices PMI de dezembro serão conhecidos para as principais economias ocidentais. No Brasil, o destaque fica para a ata da última reunião do Copom e o Relatório de Política Monetária (RPM), além do IBC-Br de outubro.

Veja todos os detalhes

Economia

Atividade econômica chinesa perde força em novembro

Na China, a atividade econômica perdeu força em novembro. A produção industrial avançou 4,8% ante novembro de 2024, o menor ritmo em 15 meses. As vendas no varejo cresceram 1,3%, desempenho mais fraco desde o fim das restrições da pandemia. A desaceleração reflete o fim do efeito dos subsídios ao consumo e a persistente crise imobiliária, além da retração nos investimentos. O governo continua dependente das exportações para sustentar o crescimento, estratégia cada vez mais pressionada por barreiras comerciais externas. O setor imobiliário, que já representou um quarto do PIB, segue em queda, com preços recuando. O investimento em ativos fixos, por exemplo, caiu 2,6% no acumulado do ano. Esse cenário reforça o desafio para 2026, quando Pequim pretende manter a meta de crescimento em torno de 5%.

No Chile, José Antonio Kast, candidato de direita, foi eleito presidente com mais de 58% dos votos, superando Jeanette Jara, do Partido Comunista. Em seu primeiro discurso pós-eleições, reforçou compromissos com segurança, imigração e economia, além de sinalizar abertura para diálogo com diferentes forças políticas. Segundo o time XP Política, o novo governo assumirá em março de 2026 e terá de lidar com pressões fiscais e ambiente político polarizado. A governabilidade será um ponto crítico, pois o presidente não terá maioria no Congresso. O foco inicial será sua estratégia de formação de coalizões e composição do gabinete, considerada essencial para ampliar apoio político e viabilizar negociações legislativas. Anúncios formais sobre esse tema são esperados apenas a partir de janeiro ou fevereiro.

No Brasil, o setor de serviços cresceu pelo nono mês consecutivo. A receita real avançou 0,3% em outubro frente a setembro, em linha com as expectativas. O setor terciário permanece em trajetória de crescimento, apesar dos sinais mistos na tendência dos seus componentes. Acreditamos que o setor de serviços continuará puxando a economia doméstica. O aumento da renda real do trabalho e medidas de estímulo recentemente anunciadas devem mantê-lo em trajetória ascendente. Projetamos que o PIB total crescerá 2,3% em 2025.

Os EUA retiraram as sanções impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que haviam sido aplicadas em 30 de julho de 2025 sob a Lei Magnitsky, alegando violações a direitos humanos e liberdades. A decisão representa um gesto relevante no contexto das relações diplomáticas entre os dois países.

Na agenda internacional desta semana, destaque para os dados de inflação ao consumidor (CPI, na quinta-feira) e o relatório de emprego Nonfarm Payroll (terça-feira), ambos referentes a novembro. As publicações serão relevantes para o Fed – banco central – calibrar seus próximos passos. Ainda sobre política monetária, os bancos centrais do Japão, do Reino Unido e da Zona do Euro decidirão sobre suas taxas de juros (todos na quinta-feira). Por fim, índices PMI de dezembro serão conhecidos para as principais economias ocidentais – os PMIs são sondagens com empresas que visam medir o clima da atividade

No Brasil, o destaque fica para os documentos de política monetária do Banco Central, notadamente a ata da última reunião do Copom (terça-feira) e o Relatório de Política Monetária (RPM, na quinta-feira). Do lado da atividade econômica, atenções voltadas para o IBC-Br (proxy mensal do PIB) de outubro (segunda-feira). Por fim, conheceremos as estatísticas do setor externo relativas ao mesmo mês (sexta-feira).


Empresas

Engie Brasil (EGIE3): primeiro passo da transferência de Jirau começou

Valuation e estrutura da operação ainda são desconhecidos

  • Após uma longa espera, a Engie finalmente anunciou a criação de um comitê de partes relacionadas para discutir a transferência da UHE Jirau de sua controladora EBP para a companhia listada (EGIE3);
  • Como ainda não há detalhes sobre o valuation esperado, a leitura do mercado permanece incerta;
  • Embora possíveis expectativas negativas possam pesar sobre o desempenho das ações (já que a empresa menciona uma possível troca por novas ações de EGIE emitidas para a EBP; o que acionaria uma oferta com direito de preferência para minoritários);
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Saldo de portabilidade | Um cisne roxo em formação?

  • Neste relatório, continuamos a analisar os dados de portabilidade numérica móvel da Anatel (veja nosso último relatório sobre o tema aqui) para entender melhor as dinâmicas competitivas recentes. Desta vez, focamos nos últimos 12 meses de dados, com atenção especial às tendências mais recentes.
    • A portabilidade numérica permite que clientes troquem de operadora mantendo o número atual. Chamamos de “doação” quando uma operadora perde clientes para outra, enquanto a outra “recebe” esses clientes. A diferença líquida entre acessos recebidos e doados para outras operadoras é chamada de saldo de portabilidade (positivo ou negativo). As operadoras podem ser “doadoras líquidas” ou “recebedoras líquidas”.
    • Nos últimos 12 meses, a Claro permaneceu como a maior recebedora líquida, enquanto a TIM continuou sendo a maior doadora líquida. O destaque foi a forte aceleração nas doações de clientes para a Claro nos últimos dois meses.
    • Em termos líquidos (brutos), a Claro adicionou 104 mil (235 mil) e 98 mil (220 mil) clientes via portabilidade em outubro e novembro, respectivamente. Comparado à média de out/24-set/25, isso implica uma aceleração de cerca de 50 mil clientes líquidos por mês. Essa aceleração coincide com o avanço das iniciativas da Nucel, incluindo campanhas de marketing mais fortes e o início da distribuição de chips físicos.
    • Embora os dados de portabilidade não permitam isolar o impacto da Nucel de forma independente, já que são reportados no nível da operadora, o timing e a magnitude da aceleração recente sugerem que as dinâmicas competitivas podem estar mudando mais rápido do que as participações de mercado indicam.
    • Por outro lado, a Vivo apresentou deterioração no seu saldo de portabilidade recente, registrando uma perda líquida média de 5 mil clientes por mês em outubro e novembro, contra um ganho líquido médio de 16 mil clientes por mês no período out/24-set/25.
    • Para a TIM, o impacto parece mais pronunciado. Sua doação líquida média mensal subiu para 134 mil clientes nos últimos dois meses, ante 106 mil clientes por mês (média do período out/24-set/25). Isso implica uma deterioração de cerca de 28 mil clientes por mês. Se anualizado e sustentado, essa tendência pode resultar em uma perda incremental de 336 mil clientes, ou cerca de 1,3% da base pós-paga da TIM, potencialmente pressionando o crescimento da receita.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • A crescente e perigosa interação entre o Tesouro americano e o Fed (Valor Econômico) ;
  • Debêntures incentivadas devem ter freada, mas seguirão atrativas (Valor Econômico) ;
  • JBS vai fechar fábrica de carne bovina na Califórnia (Globo Rural);
  • Fitch Eleva IDRs do BTG Pactual e do BTGH para ‘BB+’; Perspectiva Estável (Fitch);
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FIIs: Patria acelera consolidação e redesenha o tabuleiro dos fundos; veja destaques (FIIs);
    • FIIs batem recorde de 2,9 milhões de investidores, mas vivem o ano mais lento desde 2020 (SiiLA);
    • CVM avança em regras em meio à incerteza institucional (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Investimentos em fundos sustentáveis avançam e atingem R$ 52 bilhões no Brasil | Café com ESG, 15/12 

  • O mercado fechou a semana passada em território positivo, com o IBOV avançando 2,16% e o ISE 1,61%. No pregão de sexta-feira, o Ibovespa e o ISE registraram altas de 0,99% e 1,02%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) os fundos IS (Investimento Sustentável), com mandato 100% voltado a impacto positivo, quanto os fundos que integram fatores ESG na análise e gestão vêm ganhando espaço – o número de produtos nessas categorias cresceu 6,9% nos 12 meses até outubro, chegando a 269 (dos quais 72% são IS), enquanto o patrimônio líquido avançou 59% e atingiu R$ 52,3 bilhões, segundo dados da Anbima; e (ii) a Petrobras, a Shell Brasil e o Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical lançaram nesta sexta-feira o projeto Carbon Countdown, que visa medir os estoques de carbono em todos os biomas do país, de áreas agrícolas a ecossistemas nativos – a iniciativa terá um investimento de ~R$ 100 milhões;
  • No internacional, a desenvolvedora espanhola de energia renovável Solarig investirá mais de 415 milhões de dólares para construir e operar mais de 20 usinas de biometano na Polônia nos próximos cinco anos, informou na segunda-feira – o investimento será realizado por meio da subsidiária de biometano da empresa, a Biorig, que também está desenvolvendo portfólios semelhantes na Espanha e na Itália;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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