XP Expert

Bolsas em queda e projeções XP para a economia em destaque

Cautela nos mercados e preços do petróleo são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 09/04/2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Ouça no Spreaker


IBOVESPA +2,09% | 192.201 Pontos

CÂMBIO -1,41% | 5,08/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em forte alta de 2,1%, aos 192.201 pontos, renovando sua máxima histórica. O movimento foi impulsionado por um forte rali global após o anúncio do cessar-fogo de duas semanas entre EUA e Irã, o que elevou o apetite por risco nos mercados.

Hapvida (HAPV3, +9,1%) liderou os ganhos do índice, impulsionada por notícias de que a companhia contratou um banco de investimentos para avaliar a venda de suas operações no Sul do Brasil. Por outro lado, Petrobras (PETR4, -3,9%) foi o principal destaque negativo, refletindo a forte queda nos preços do petróleo após o anúncio do cessar-fogo. 

Nesta quinta-feira, a agenda inclui a divulgação da pesquisa mensal do comércio no Brasil e do deflator PCE nos EUA.

Renda Fixa

Os juros futuros recuaram nesta quarta‑feira, com alívio na aversão ao risco global. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos encerrou em 3,79% (‑2 bps), a T‑Note de 10 anos em 4,29% (‑2 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,88% (‑1 bp). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 13,93% (‑22 bps), o DI jan/29 em 13,35% (‑33 bps) e o DI jan/31 em 13,49% (‑26 bps).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em leve queda (S&P 500: -0,3%; Nasdaq 100: -0,2%), após o forte rali da véspera, registrando seu melhor dia desde abril de 2025. O movimento reflete realização parcial de lucros e aumento da cautela diante de sinais de fragilidade no cessar-fogo entre EUA e Irã. Apesar do acordo inicial de suspensão dos ataques por duas semanas, surgiram acusações de violação do acordo, elevando novamente a incerteza. No radar, investidores acompanham o PCE e pedidos de seguro-desemprego.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,7%), devolvendo parte dos ganhos expressivos da sessão anterior (+3,7%). Setores mais sensíveis ao ciclo lideram as perdas, após forte alta recente. O cenário segue dependente da evolução geopolítica, com investidores ajustando posições diante de um ambiente ainda volátil.

Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -0,5%; CSI 300: -0,6%), acompanhando o tom mais cauteloso global. No restante da região, o movimento foi semelhante, com o Kospi recuando 1,6% e o Nikkei 0,7%, refletindo a reprecificação do risco após dúvidas sobre o acordo entre EUA e Irã.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) avançou 0,27% no pregão desta quarta‑feira, reagindo positivamente ao anúncio de um cessar‑fogo temporário entre Estados Unidos e Irã, com vigência estimada para as próximas duas semanas. Entre os segmentos, os Fundos de Tijolo lideraram os ganhos, com alta de 0,28%, impulsionados especialmente pelos Fundos de Shoppings (+0,47%), além de avanços em Ativos Logísticos (+0,17%) e Lajes Corporativas (+0,15%). Na sequência, os Fundos Híbridos avançaram 0,37%, enquanto os Fundos de Recebíveis registraram alta de 0,21%. Os Fundos Multiestratégia tiveram valorização de 0,30%, enquanto os Fundos de Fundos também fecharam em alta, com avanço de 0,29%. Entre os destaques positivos do dia, chamaram atenção GRUL11 (+2,5%), RZAT11 (+2,1%) e ICRI11 (+2,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram de RBRL11 (-3,2%), HCTR11 (-1,2%) e CACR11 (-1,0%).

Economia

Os ativos financeiros globais apresentaram forte recuperação ontem em resposta ao anúncio de cessar-fogo temporário entre Estados Unidos e Irã, ainda que as tensões geopolíticas persistam e os preços do petróleo continuem pressionados. Ataques aéreos de Israel no Líbano e uma ofensiva iraniana contra um oleoduto na Arábia Saudita evidenciaram a fragilidade da trégua. Uma delegação americana deve viajar ao Paquistão neste fim de semana para negociações com autoridades do Irã. O preço do petróleo (tipo Brent) recuou 12% na quarta-feira, para cerca de US$ 95 por barril, após ter sido negociado próximo a US$ 90 pela manhã.   

A XP revisou suas projeções macroeconômicas à luz do conflito no Oriente Médio e do aumento expressivo nas cotações do petróleo. Conforme discutido no relatório Brasil Macro Mensal, Estados Unidos e Irã anunciaram um cessar-fogo temporário nesta semana, mas a incerteza na região permanece elevada. O documento destaca que economias exportadoras de petróleo, como o Brasil, tendem a ser relativamente beneficiadas. Termos de troca mais favoráveis, combinados com uma rotação dos fluxos de capitais em direção aos mercados emergentes, geram fortalecimento do real. Por sua vez, a projeção de inflação em 2026 (medida pelo IPCA) foi elevada de 3,8% para 4,8%. A estimativa para 2027 permaneceu em 4,0%, com a maior inércia inflacionária sendo compensada pelo câmbio mais apreciado, juros mais altos e algum recuo adicional nas cotações do petróleo. As expectativas para a taxa Selic subiram para 13,50% no final deste ano e 11,50% no final do ano que vem (antes: 12,75% e 11,00%, respectivamente).  

Veja todos os detalhes

Economia

Mercados financeiros se recuperam com cessar-fogo temporário entre EUA e Irã, mas cenário permanece bastante incerto 

  • Os ativos financeiros globais apresentaram forte recuperação ontem em resposta ao anúncio de cessar-fogo temporário entre Estados Unidos e Irã, ainda que as tensões geopolíticas persistam e os preços do petróleo continuem pressionados. Ataques aéreos de Israel no Líbano e uma ofensiva iraniana contra um oleoduto na Arábia Saudita evidenciaram a fragilidade da trégua. Uma delegação americana deve viajar ao Paquistão neste fim de semana para negociações com autoridades do Irã. O preço do petróleo (tipo Brent) recuou 12% ontem, para cerca de US$ 95 por barril, após ter sido negociado próximo a US$ 90 pela manhã. Os principais índices acionários dos Estados Unidos avançaram entre 2,5% e 3,0%. Os contratos futuros passaram a embutir uma probabilidade em torno de 25% para corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) até o fim do ano — abaixo dos aproximadamente 65% precificados imediatamente após o anúncio do cessar-fogo, mas ainda assim uma mudança relevante em relação ao quadro anterior à trégua, quando os preços refletiam chances de elevação de juros. Neste sentido, a ata da última reunião de política monetária do Fed, realizada em março, revelou que alguns diretores julgaram necessário sinalizar abertura para aumento de juros caso a inflação continue em patamares elevados;
  • A XP revisou suas projeções macroeconômicas à luz do conflito no Oriente Médio e do aumento expressivo nas cotações do petróleo. Conforme discutido no relatório Brasil Macro Mensal, Estados Unidos e Irã anunciaram um cessar-fogo temporário nesta semana, mas a incerteza na região permanece elevada. As cotações do petróleo ainda se encontram cerca de 50% acima do nível observado no início do ano, exercendo pressão significativa sobre os preços ao produtor em escala global e sugerindo que as taxas de juros ficarão acima do anteriormente projetado. Dito isso, economias exportadoras de petróleo, como o Brasil, tendem a ser relativamente beneficiadas, principalmente por meio do aumento das exportações e da elevação das receitas fiscais. Termos de troca mais favoráveis, combinados com uma rotação dos fluxos de capitais em direção aos mercados emergentes, geram fortalecimento do real. Nesse contexto, a XP revisou sua projeção de taxa de câmbio para o final de 2026, de 5,60 para 5,30 reais por dólar, embora antecipe um aumento do prêmio de risco no segundo semestre, à medida que se aproximam as eleições. Pelo lado negativo, a projeção de inflação em 2026 (medida pelo IPCA) foi elevada de 3,8% para 4,8%, com as pressões concentradas em combustíveis e transportes. Ainda assim, a estimativa de inflação para 2027 permaneceu em 4,0%, com a maior inércia sendo compensada pelo câmbio mais apreciado, juros mais altos e algum recuo adicional nas cotações do petróleo. Em síntese, o choque de oferta em uma economia aquecida, com expectativas inflacionárias acima da meta, requer uma resposta da política monetária. Logo, a projeção da XP para a taxa Selic no final de 2026 subiu de 12,75% para 13,50%. Há espaço para novos cortes de juros em 2027, condicionados ao avanço de reformas fiscais;
  • Hoje, destaque para a divulgação de vários indicadores econômicos dos Estados Unidos: PIB do 4T25 – leitura final (exp: 0,7% T/T-1); deflator PCE (despesas de consumo pessoal) de fevereiro (exp: 0,4% m/m; 2,8% a/a); medida de núcleo do deflator PCE de fevereiro (exp: 0,4% m/m; 3,0% a/a); renda e gastos pessoais de fevereiro (exp: 0,3% m/m e 0,6% m/m, respectivamente); pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada (exp: 210 mil). Além disso, na China, atenções voltadas aos dados de inflação ao consumidor (exp: 1,2% em 12 meses) e ao produtor (exp: 0,4% em 12 meses) referentes a março. No Brasil, nenhum indicador econômico relevante será publicado.    

Preços do petróleo caem mais de 15% após cessar-fogo entre EUA e Irã

• Os mercados financeiros reagiram positivamente após o presidente dos EUA, Donald Trump ter declarado que concordou em suspender por duas semanas os ataques planejados contra a infraestrutura iraniana. O presidente sinalizou que os EUA estavam dispostos a cessar novas hostilidades contra o Irã, desde que o país reabrisse o Estreito de Ormuz. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Aragchi, afirmou que Teerã cessará suas “operações defensivas” se os ataques contra o país forem interrompidos, e também declarou que a passagem segura pelo Estreito de Ormuz será possível. Como resposta, os mercados de ações estão em alta nesta manhã e os preços do petróleo são negociados em torno de US$ 95 por barril (US$ 110 ontem);

• Não haverá divulgação de indicadores macroeconômicos relevantes nos Mercados Desenvolvidos ou no Brasil hoje;

• No Brasil, a balança comercial registrou um superávit de US$ 6,4 bilhões em março de 2026, abaixo tanto da nossa previsão (XP: US$ 8,0 bilhões) quanto do consenso do mercado (US$ 7,2 bilhões). Em uma base móvel de 12 meses, o superávit atingiu US$ 72,6 bilhões, enquanto a medida anualizada ajustada sazonalmente (3MSAAR) ficou em US$ 68,4 bilhões. Prevemos uma melhora ainda maior nos resultados da balança comercial nos próximos meses, à medida que o impacto da alta dos preços do petróleo se tornar mais claro. Mesmo após o anúncio do cessar-fogo de ontem, o barril permanece significativamente acima dos níveis pré-conflito (US$ 95 contra US$ 60 por barril). A balança comercial do petróleo representa aproximadamente 45% do superávit total da balança comercial brasileira.

• Além dos desdobramentos no Oriente Médio, analistas do mercado brasileiro estão acompando de perto pesquisas para as eleições presidenciais. O Instituto Ideia publicou uma nova esta manha, mostranbdo empate técnico entre o presidente Lula e o senador opositor Flávio Bolsonaro em um provável segundo turno (o mesmo resultados que outras pesquisas mostraram).


Empresas

Varejo XP: Choque de frete como risco persistente para varejistas; avaliando as potenciais implicações da recente disparada do petróleo para o setor

  • Nesta edição do Carrinho XP, examinamos o choque de frete em escalada e as potenciais implicações para o varejo brasileiro;
  • Destacamos duas dimensões-chave: (i) pressão direta de custos, com o aumento dos preços do diesel elevando os custos de frete e logística ao longo de toda a cadeia de suprimentos do varejo; e (ii) pressão indireta, com a alta dos preços dos combustíveis contribuindo para uma inflação persistente, o que pode prolongar o ciclo de juros elevados e pressionar ainda mais o poder de compra do consumidor;
  • No entanto, a alta dos preços de prata/ouro pode ser atenuada como um efeito colateral;
  • Para as empresas sob nossa cobertura, marketplaces podem enfrentar ventos contrários de frete, a inflação de alimentos está ganhando tração, e ALPA/VULC devem sofrer alguma pressão de matérias-primas, embora administrável;
  • Ressaltamos, porém, que um possível alívio nas tensões globais pode mitigar esse efeito, como visto pela forte queda (~15%) nos preços do petróleo, seguida pela trégua temporária anunciada (07);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Papel e celulose: Restrições de oferta de celulose compensando enfraquecimento da demanda no curto prazo

  • Os preços da celulose exibiram dinâmica mista ao longo de Mar’26, com a força da fibra curta sendo crescentemente desafiada pela resistência na China;
  • Os preços de BEKP avançaram nos mercados desenvolvidos, refletindo parcialmente os reajustes anunciados;
  • Enquanto a China ficou para trás, com aumentos em Mar’26 limitados a ~US$10/t versus os US$20/t propostos;
  • A dinâmica de curto prazo segue moldada por incertezas do lado da oferta (incluindo cortes de produção em andamento, aumento dos custos de cavacos e químicos, e disrupções logísticas);
  • Embora restrições de acessibilidade e demanda fraca nos elos finais estejam emergindo como importantes vetores de pressão;
  • Com os riscos de oferta ainda elevados, vemos os preços da celulose permanecendo sustentados no curto prazo;
  • Mas com a assimetria positiva de preços cada vez mais dependente de maior disciplina de oferta, e não de dinâmica de demanda;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Um novo capítulo na crônica das tarifas

  • Um ano após as tarifas do chamado “Liberation Day”, a política comercial dos EUA segue fluida;
  • Com a mais recente reformulação da Section 232 deslocando a exposição tarifária da WEG de um critério geográfico para um critério de tipo de produto;
  • Embora alíquotas escalonadas, isenções mais claras e um tratamento com teto para equipamentos de rede reduzam distorções competitivas;]
  • A mudança para a aplicação de tarifas sobre o “valor total do produto” compensa parcialmente a redução das alíquotas nominais;
  • Para a WEGE3, vemos uma leitura mista, uma vez que seguimos acreditando que a companhia e a indústria devem conseguir repassar aumentos de custos relacionados a tarifas;
  • Embora identifiquemos um impacto marginalmente negativo em função do novo perfil de cobrança da 232;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
  • BTG assina acordo para compra do Digimais, de Edir Macedo, dizem fontes (Valor Econômico).
  • Família Pinheiro passa de 50% na Hapvida e vai vender operação no Sul (Valor Pipeline).
  • Novo modelo de funding deve impulsionar crédito imobiliário em 2026, dizem executivos (Valor Econômico).
  • Com R$ 125 bi contratados, Motiva e Ecorodovias miram aditivos contratuais (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • RZAT11 avança, RBRL11 cai; IFIX fecha em 3.890 pontos, em alta de 0,27% (FIIs);
    • Com Selic e Irã em foco, FIIs sobem no primeiro trimestre (B³ Bora Investir);
    • Professor Mira analisa Selic e cenário global em novo episódio do Liga de FIIs (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • Cessar‑fogo frágil mantém mercado em postura defensiva: Apesar dos sinais de trégua no conflito entre EUA e Irã, a incerteza sobre a duração e os termos do cessar‑fogo mantém investidores cautelosos, com o mercado operando de forma defensiva, maior seletividade em ativos de risco e movimentos concentrados em ETFs como instrumentos táticos de alocação, enquanto o foco segue nos impactos sobre petróleo, inflação e juros. (Valor Econômico);
    • Bitcoin Returns Come at Night — and Now There’s an ETF for That: Bloomberg highlights that a large share of Bitcoin’s long‑term gains has historically occurred overnight, prompting the launch of a new ETF designed to capture out‑of‑hours BTC returns, offering investors targeted exposure to a distinctive behavioral pattern in crypto markets. (Bloomberg);
    • Xtrackers retira 11 ETFs da Bolsa de Valores de Londres: A Xtrackers anunciou a retirada das linhas de negociação em libras esterlinas de 11 ETFs da Bolsa de Londres a partir de 9 de abril, citando baixa demanda e volume negociado; os fundos não serão encerrados e continuarão listados em outras moedas e bolsas, incluindo LSE em dólar, além de XETRA, Borsa Italiana e SIX, preservando o acesso dos investidores.. (Investing.com);
    • ETF de Bitcoin da Morgan Stanley estreia com grande entrada de recursos: O ETF spot de Bitcoin BTCUSD da Morgan Stanley começou a ser negociado na NYSE Arca sob o ticker MSBT, registrando 1,6 milhão de cotas e cerca de US$ 34 milhões em entradas no primeiro dia. (Tradingview).
    • Acesse o relatório completo aqui


XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.