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Bolsas em alta na primeira sessão de 2026; veja o que move os mercados

Tarifas contra Brasil e PMI nos EUA são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 02/01/2026

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IBOVESPA +0,40% | 161.125 Pontos

CÂMBIO -1,28% | 5,50/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a terça-feira (30) em alta de 0,4%, aos 161.125 pontos, no último pregão do ano e em um dia de menor liquidez devido à proximidade do feriado de Ano Novo. Em 2025, o índice apresentou uma alta expressiva de 34%, o melhor desempenho anual desde 2016.

O destaque positivo do dia foram papéis cíclicos, como Natura (NATU3, +3,0%) Pão de Açucar (PCAR3, +3,0%) e C&A (CEAB3, +2,6%), que se beneficiaram do fechamento das pontas longas da curva de juros. Na ponta negativa, Tim (TIMS3, -1,4%) recuou, acumulando uma queda de 12,3% em dezembro.

Para o pregão de sexta-feira, foco para a divulgação do PMI de manufatura de dezembro nos EUA.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram o último pregão do ano, na terça-feira, com movimentos mistos, em sessão de liquidez baixa e marcada por volatilidade. No Brasil, os dados do mercado de trabalho pressionaram a ponta curta: a taxa de desemprego caiu para 5,2%, mínima histórica, e o Caged mostrou criação de 85,8 mil vagas em novembro, acima das projeções. Esses números reforçam a leitura de atividade resiliente e reduziram as apostas de corte da Selic em janeiro, embora a pressão tenha diminuído após a divulgação da ata do Fed e a queda do dólar, que recuou. DI jan/27 fechou em 13,795% (+1,3bps); DI jan/28 em 13,165% (+1,5bps); DI jan/29 em 13,180% (-2,0bps); DI jan/31 em 13,445% (-6,0bps). Nos Estados Unidos, os rendimentos das Treasuries oscilaram sem direção única após a ata do Fomc indicar disposição para cortes condicionados à inflação, mas com divergências internas. T-note 2y em 3,450% (0,0bps); T-note 10y em 4,140% (+2,0bps); T-bond 30y em 4,810% (+1,0bps).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,6%; Nasdaq 100: +1,1%), após o S&P 500 encerrar a última sessão de 2025 em queda de 0,7%, mas ainda assim fechar o ano com uma valorização expressiva de 16,4%. O Nasdaq recuou 0,8% no dia, mas avançou 20,4% em 2025, impulsionado pelo tema de inteligência artificial. Apesar da correção recente, que interrompeu o tradicional “Santa Claus rally”, o mercado consolidou uma recuperação relevante após o choque de abril com o anúncio de tarifas amplas por parte do governo Trump, tendo chegado a cair quase 19% desde o pico de fevereiro antes de se recuperar ao longo do ano.

Na Europa, os mercados operam o primeiro pregão de 2026 em alta (Stoxx 600: +0,5%), refletindo o retorno dos investidores após o feriado de Ano Novo e o forte desempenho de 2025, quando o índice acumulou alta próxima de 16%, puxado por bancos, mineração e defesa. Metais preciosos seguem em destaque, com ouro (+1,8%) e prata (+4,5%) mantendo a tendência de valorização observada ao longo do último ano.

Na Ásia, os mercados operam de forma mista. Japão e China continental permanecem fechados por conta dos feriados, enquanto a Coreia do Sul lidera os ganhos. Em Hong Kong, a bolsa fechou o primeiro pregão do ano em alta (HSI: +2,8%), com destaque para ações ligadas a educação e tecnologia.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o último pregão do ano, terça-feira, com leve alta de 0,08%, acumulando ganhos de 3,14% em dezembro e 21,15% em 2025. Os fundos de papel avançaram 0,26%, enquanto os fundos de tijolo registraram alta marginal de 0,05%. Entre as maiores altas do dia, destacaram-se PMIS11 (+7,4%), SPXS11 (+4,7%) e HSAF11 (+3,1%). Já as principais quedas foram KNRI11 (-3,2%), HGRE11 (-1,7%) e VISC11 (-1,3%).

Economia

As tarifas contra a importação de carne anunciadas pela China começaram a valer ontem, estabelecendo cotas anuais para compras de fornecedores estrangeiros, incluindo o Brasil — maior exportador para o país asiático. Dentro dessas cotas, as importações serão sujeitas a uma tarifa de 12%, enquanto os volumes que excederem o limite terão uma tarifa adicional de 55%. Em 2026, o Brasil terá a maior cota, de 1,1 milhão de toneladas, um pouco abaixo das 1,52 milhão de toneladas exportadas até novembro de 2025. No Brasil, o mercado de trabalho continua aquecido. O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostrou criação líquida de 85,9 mil empregos formais em novembro, acima das expectativas (XP: 65,0 mil; Mercado: 76,6 mil). Descontados os efeitos sazonais, houve geração de 95 mil ocupações com carteira assinada na média móvel de três meses. Na mesma linha, a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) apresentou queda adicional na taxa de desemprego, de 5,4% no trimestre móvel até outubro para 5,2% no trimestre móvel até novembro (XP e Mercado: 5,4%). Com base em nossas estimativas mensais e dessazonalizadas, o indicador recuou de 5,5% para 5,1%, renovando a mínima histórica. Além disso, os rendimentos do trabalho permaneceram em trajetória de alta.

Veja todos os detalhes

Economia

Tarifas chinesas contra importação de carne começam a valer

  • As tarifas contra a importação de carne anunciadas pela China começaram a valer ontem, estabelecendo cotas anuais para compras de fornecedores estrangeiros, incluindo o Brasil — maior exportador para o país asiático. Dentro dessas cotas, as importações serão sujeitas a uma tarifa de 12%, enquanto os volumes que excederem o limite terão uma tarifa adicional de 55%. Em 2026, o Brasil terá a maior cota, de 1,1 milhão de toneladas, um pouco abaixo das 1,52 milhão de toneladas exportadas até novembro de 2025. A medida não é direcionada especificamente ao Brasil, pois outros países que exportam carne bovina para a China também serão afetados. Em 2025, a China foi destino de 48% do volume total de carne bovina exportado pelo Brasil e respondeu por 49,9% do faturamento, equivalente a US$ 8,08 bilhões, e o impacto estimado dessas novas regras é uma redução de US$ 3 bilhões nas exportações brasileiras, o que reforça a preocupação do setor;
  • No Brasil, o mercado de trabalho continua aquecido. O CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostrou criação líquida de 85,9 mil empregos formais em novembro, acima das expectativas (XP: 65,0 mil; Mercado: 76,6 mil). Descontados os efeitos sazonais, houve geração de aproximadamente 95 mil ocupações com carteira assinada na média móvel de três meses. Os dados do CAGED respaldam o cenário de desaceleração gradual da atividade doméstica. Na média, o saldo de emprego mensal recuou de 140 mil no primeiro semestre para 85 mil no segundo semestre de 2025. Projetamos adição total de 1,340 milhão de ocupações em 2025, após 1,680 milhão em 2024;
  • Na mesma linha, a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua apresentou queda adicional na taxa de desemprego, de 5,4% no trimestre móvel até outubro para 5,2% no trimestre móvel até novembro (XP e Mercado: 5,4%). Com base em nossas estimativas mensais e dessazonalizadas, o indicador recuou de 5,5% para 5,1%, renovando a mínima histórica. Os rendimentos do trabalho permaneceram em trajetória de alta, reforçando o quadro de aperto no mercado de trabalho. Em termos reais, o rendimento médio habitual saltou 4,5% em novembro de 2025 frente a novembro de 2024 (e 3,7% no acumulado dos últimos 12 meses). Assim, a massa de renda – combina população ocupada e rendimento médio – cresceu praticamente 6,0% em ambas as métricas. O cenário de taxa de desemprego historicamente baixa e elevação dos rendimentos não deve ser revertido tão cedo. Por um lado, isso sustenta a demanda interna; por outro, mantém a inflação de serviços em patamares ainda muito acima da meta;     
  • O setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 14,4 bilhões em novembro, acima do déficit de R$ 6,6 bilhões no mesmo mês de 2024. O resultado ficou em linha com a estimativa do consenso (déficit de R$ 14,3 bilhões), mas abaixo da nossa projeção (déficit de R$ 15,2 bilhões). O governo central e as estatais apresentaram déficits de R$ 16,9 bilhões e R$ 2,9 bilhões, respectivamente, enquanto os governos regionais tiveram um superávit de R$ 5,3 bilhões. Além disso, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) subiu para 79,0% do PIB e a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) aumentou 0,5 p.p. do PIB, alcançando 65,2% do PIB. Para os próximos meses, esperamos que o governo central registre um déficit de R$ 54,5 bilhões, impulsionado por receitas extraordinárias em dezembro, enquanto os governos regionais devem apresentar superávit de R$ 13,6 bilhões (0,1% do PIB), considerando os resultados mais recentes. Por fim, as estatais devem ter um déficit de R$ 10,2 bilhões (0,1% do PIB), o pior da série histórica, pressionado pelos Correios. Assim, o setor público consolidado deve registrar um déficit de aproximadamente R$ 51,1 bilhões (0,4% do PIB), um déficit nominal de R$ 1.035,1 bilhões (8,1% do PIB) e a dívida bruta do governo geral deve atingir 78,9% do PIB;
  • Sem agenda relevante de indicadores hoje.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Fundos imobiliários têm melhor desempenho desde 2019; veja o que vem agora (Valor Investe);
    • Ciclo econômico pode reposicionar FIIs a partir de 2026 (ClubeFII);
    • IFIX subiu no último pregão do ano e fechou 2025 com valorização acima de 21% (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

ANP autoriza venda de diesel marítimo coprocessado da Petrobras (PETR4) | Café com ESG, 02/01

  • Com o mercado fechado nos últimos dias devido ao feriado, no pregão de terça-feira o IBOV e o ISE registraram leve alta de 0,40% e 0,77%, respectivamente;
  • Do lado das empresas, a Petrobras recebeu a autorização da diretoria da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para vender óleo diesel marítimo com conteúdo renovável – a decisão retroage para regularizar a situação das operações que já vinham ocorrendo desde novembro, e é válida até que a agência regulamente de forma definitiva o tema;
  • Na política, (i) o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e o BNDES fecharam um acordo para liberação de R$ 4 bilhões do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) para companhias aéreas – os empréstimos têm como contrapartida obrigatória a aquisição de combustível sustentável de aviação (SAF), assim como o incremento na proporção anual de voos na Amazônia Legal e no Nordeste, em relação à quantidade de 2024; e (ii) a ANP publicou nesta terça-feira as metas preliminares de redução de emissões de gases do efeito estufa aplicáveis a distribuidores de combustíveis para 2026, com os valores sendo estabelecidos em unidades de crédito de descarbonização (Cbio);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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