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Ata do Copom em foco nesta terça-feira

Ata do Copom e conflito no Oriente Médio são alguns dos temas de maior destaque nesta terça-feira, 24/03/2026

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IBOVESPA +3,24% | 181.931 Pontos

CÂMBIO -0,68% | 5,24/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em forte alta de 3,2%, aos 181.931 pontos, registrando o maior ganho diário desde janeiro deste ano. O movimento refletiu um ambiente global de maior apetite por risco, diante de sinais de possível redução no conflito no Oriente Médio, após declarações de Donald Trump mencionando negociações com o Irã, apesar de negadas pelo país. O desempenho foi disseminado, com apenas um papel do índice terminando o dia no território negativo.

Na ponta positiva, CSN (CSNA3, +8,5%) subiu após anunciar a obtenção de um financiamento de US$ 1,2 bilhão, reduzindo preocupações com seu perfil de endividamento no curto prazo. Por outro lado, Prio (PRIO3, -2,8%) foi o único destaque negativo, refletindo a queda nos preços do petróleo.

Nesta terça-feira, o mercado deve acompanhar a divulgação da ata do Copom, além de seguir atento aos desdobramentos do cenário geopolítico. Na agenda corporativa, foco para os resultados do 4T25 de Agibank, Boa Safra e Enjoei.

Renda Fixa

Os juros futuros recuaram nesta segunda‑feira, acompanhando a melhora do apetite por risco no cenário externo após sinalizações dos EUA sobre uma possível pausa nos ataques à infraestrutura do Irã e abertura para negociações, o que levou a um recuo do petróleo. Nos EUA, as Treasuries fecharam em baixa: T‑Note 2 anos em 3,84% (‑5 bps), 10 anos em 4,34% (‑5 bps) e 30 anos em 4,91% (‑4 bps). No Brasil, a curva fechou de forma disseminada: DI jan/27 em 14,15% (‑27 bps), jan/29 em 13,77% (‑35 bps) e jan/31 em 13,87% (‑28 bps).

Mercados globais

Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam levemente em queda (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: 0,0%), após o forte rali da véspera. Na segunda-feira, os mercados tiveram seu melhor dia desde fevereiro, com o S&P 500 subindo 1,15% e o Nasdaq 1,38%, impulsionados por sinais, ainda incertos, de possível resolução do conflito entre EUA e Irã. O rali foi reforçado pela queda do petróleo, mas o movimento já perde força, uma vez que nesta manhã, o Brent volta a subir para cerca US$ 101 (+1,8%), refletindo dúvidas sobre a real evolução diplomática.

Na Europa, os mercados operam em queda (Stoxx 600: -0,3%), após recuperação na sessão anterior. Apesar de declarações do governo americano sugerindo negociações, autoridades iranianas negaram qualquer diálogo direto, o que mantém a incerteza elevada. No macro, saem dados de PMI industrial na Alemanha e no Reino Unido.

Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +2,8%; CSI 300: +1,3%), acompanhando o rali global, embora tenham perdido força ao longo do dia com a recuperação do petróleo. O Kospi subiu 2,7% e o Nikkei avançou 1,4%, com destaque também para dados mais fracos de inflação no Japão (CPI: 1,3%), reforçando um cenário de política monetária ainda acomodatícia.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) fechou o pregão desta segunda‑feira praticamente estável (+0,01%), em um dia marcado pela suspensão, por cinco dias, dos ataques dos EUA ao Irã, movimento que favoreceu o fechamento da curva de juros. Os Fundos de Fundos e os Fundos Híbridos foram os principais destaques positivos, com altas de 0,31% e 0,39%, respectivamente. Já os Fundos Multiestratégia e os Fundos de Tijolo recuaram 0,05% e 0,07%, sendo este último influenciado sobretudo pela queda dos Fundos de Shoppings (‑0,21%), parcialmente compensada pela leve alta dos Fundos Logísticos (+0,03%).

Os Fundos de Recebíveis encerraram o dia praticamente estáveis (+0,01%), com os Fundos High Yield se destacando entre as maiores altas do pregão. Entre os principais destaques positivos estiveram HCTR11 (+6,3%), URPR11 (+2,8%) e DEVA11 (+2,2%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CPSH11 (‑1,3%), PMIS11 (‑1,2%) e SNCI11 (‑1,2%).

Economia

O petróleo Brent recuou na segunda-feira, sendo negociado em US$ 97, após os Estados Unidos terem adiado ataques contra instalações de energia no Irã. Além disso, Donald Trump mencionou que teve conversas “construtivas” com autoridades iranianas, entretanto, o Irã negou essa afirmação.

Na agenda doméstica, destaque para a divulgação da Ata do Copom, documento publicado pelo Banco Central que explica os motivos que levaram à decisão sobre a taxa Selic. Na agenda internacional, temos a divulgação de PMIs nos EUA – sondagens com empresas que buscam captar o pulso da atividade econômica.

Veja todos os detalhes

Economia

Ata do Copom é o destaque do dia

  • A queda do petróleo Brent, negociado em US$ 97, aconteceu após falas de Donald Trump, que afirmou adiar por cinco dias os ataques planejados contra instalações de energia iranianas e mencionou conversas “construtivas” com o Irã nos últimos dias, embora autoridades iranianas tenham negado essa parte. Esses sinais de possível alívio nas tensões acabaram reduzindo o medo de falta de oferta e levaram o preço a recuar de forma mais acentuada, mesmo em um dia de forte volatilidade;
  • O Boletim Focus apresentou mais uma alta da previsão do mercado para a taxa Selic ao final de 2026, saindo de 12,25% para 12,50%, registrando a 2ª semana consecutiva de alta, em linha com a percepção de menor espaço para cortes. Além disso, as projeções para o IPCA deste ano subiram significativamente, alcançando 4,17%, de 4,10%. Para mais informações, leia nosso relatório aqui;
  • Na agenda doméstica, destaque para a divulgação da Ata do Copom, documento publicado pelo Banco Central que explica os motivos que levaram à decisão sobre a taxa Selic. Na agenda internacional, temos a divulgação de PMIs nos EUA – sondagens com empresas que buscam captar o pulso da atividade econômica.

Empresas

Braskem (BRKM5) | Prévia do 4T25: Spreads mais fracos, resultados mais fracos

  • A Braskem divulgará os resultados do 4º trimestre de 2025 nesta quinta-feira (26). Esperamos uma deterioração significativa nos resultados, com receita de R$ 15,5 bilhões (-10% t/t, -19% a/a), EBITDA de R$ 480 milhões (-41% t/t, -14% a/a), ou US$ 89 milhões, e prejuízo líquido de R$ 2,7 bilhões;
  • A queda sequencial é impulsionada por volumes mais fracos, bem como por spreads petroquímicos mais baixos em meio ao atual ciclo de baixa. Notavelmente, os spreads de resinas no Brasil caíram -13% em relação ao 3T25, enquanto os principais produtos químicos recuaram -9% t/t;
  • O desempenho mais fraco do 4T25 também se explica por efeitos negativos de estoque, à medida que os preços do petróleo (e da nafta) diminuíram – uma tendência que esperamos reverter com um 1T26 mais forte;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Papel e Celulose: Suzano anunciou novo aumento de preços de BHKP para pedidos de Abr’26

  • Na semana passada, a Suzano anunciou um novo aumento de preços de BHKP para pedidos de Abr’26, de +US$20/t para China/Ásia e +US$50/t para Europa e Américas;
  • Em meio às preocupações do lado da oferta, incluindo as revogações de licenças na Indonésia, a paralisação da PT Toba, os atrasos do Oki II, os custos elevados de cavaco e o potencial reinício da unidade de Zhanjiang da Chenming;
  • Em relação aos dados recentes do setor, os preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em ~US$595/t, em linha com os futuros de BHKP em ~US$600/t para Abr’26.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo Casas Bahia (BHIA3): Entrando em uma nova fase; Feedback do Investor Day de 2026

  • Hoje, a Casas Bahia realizou seu Investor Day para detalhar ainda mais o plano de reestruturação iniciado em 2023 e concluído em grande parte com a segunda conversão de debêntures no fim de 2025, bem como para dar maior visibilidade ao seu roteiro estratégico daqui em diante.
  • Segundo a administração, o caminho para a lucratividade passa por três alavancas principais: i) ganhos de alavancagem operacional (sustentados pelo crescimento do marketplace); ii) uma linha menor de despesas financeiras (melhorada pela nova estrutura de capital em 0,4x Dívida Líquida/EBITDA); e iii) expansão de Serviços Financeiros.
  • Embora reconheçamos as inúmeras iniciativas implementadas pela companhia, mantemos nossa visão Neutra até que os resultados se tornem mais tangíveis.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Light (LIGT3): Resultados Decepcionantes no 4T25

Volumes Mais Fracos e Perdas Explicam o Desvio

  • A Light apresentou resultados decepcionantes no 4T25, com um EBITDA ajustado de R$ 420 milhões, 18% abaixo das nossas expectativas;
  • O desvio em relação ao projetado foi explicado principalmente pelo segmento de distribuição (DisCo), cujo lucro bruto ficou 6% (R$ 51 milhões) abaixo das nossas estimativas, em função de perdas não técnicas maiores do que o esperado (23% vs. 18% XPe sobre energia injetada), além de inadimplência e provisões piores do que antecipávamos;
  • Embora esses resultados mais fracos posterguem o timing do turnaround operacional, vemos isso como secundário diante de uma agenda regulatória à frente bastante favorável, em que esperamos:
  • que a revisão tarifária de 2027 reduza substancialmente o gap de perdas
  • que uma próxima consulta pública regulatória sobre perdas e inadimplência introduza o conceito de áreas de severa restrição e potencialmente revise a inadimplência regulatória para cima;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
  • Bershka estreia no Brasil e desencadeia o reposicionamento de preços da Zara; Leitura das implicações de preços em todo o segmento
    • Na semana passada, a Bershka, marca da Inditex voltada ao público mais jovem (13–25 anos), abriu sua primeira loja no Brasil.
    • Junto à estreia, sua marca-irmã Zara implementou cortes amplos de preços, de aproximadamente ~15% em média.
    • Assim, analisamos as implicações de preços em nosso universo de cobertura e constatamos que: (i) a Bershka está posicionando seus preços mais próximos das lojas de departamento brasileiras, mantendo, contudo, uma proposta de valor centrada nos consumidores mais jovens por meio de um sortimento e de uma comunicação com forte orientação à moda; e (ii) a Zara ainda opera em um patamar de preços superior ao das lojas de departamento, embora tenha se aproximado bastante da H&M após seu recente reposicionamento.
    • Em termos gerais, não estamos preocupados com a entrada da Bershka, enquanto o corte de preços da Zara pode refletir o poder de compra limitado dos consumidores, a melhora da execução de moda nas lojas de departamento ou ambos.
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Fleury faz oferta conjunta com Porto para ficar com a Oncoclínicas (Valor Econômico);
  • BNDES foca Nordeste e Norte em novo ciclo de concessão de saneamento (Valor Econômico);
  • Light avança na renovação de concessão (Canal Energia);
  • Rating da Ligga rebaixado para ‘SD’ por não pagamento de juros (S&P Global).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX fecha segunda-feira aos 3.862 pontos, com estabilidade (FIIs);
    • Mercado Livre ocupa 90% de novo centro logístico da Goodman no ABC Paulista (Buildings);
    • Quanto investir para receber um salário mínimo com dividendos? (Valor Investe);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • Fluxo estrangeiro impulsiona Ibovespa, mas rali fica concentrado em poucas ações: Impulsionado por um saldo recorde de R$ 26 bilhões de entrada estrangeira em janeiro, o Ibovespa segue em alta, mas o movimento permanece altamente concentrado em blue chips, com ganhos puxados por ações de maior liquidez — como VALE3, BBAS3, PRIO3, VBBR3, MRFG3, ENEV3 e EQTL3 — enquanto boa parte do mercado avança bem mais devagar. (Valor Investe);
    • EWZ tem maior alta entre fundos de índice da América Latina e de emergentes: Com o alívio no risco geopolítico após a suspensão temporária dos ataques dos EUA ao Irã, o ETF EWZ — principal fundo de ações brasileiras negociado no exterior — liderou os ganhos entre ETFs da América Latina e emergentes, saltando 4,68%, à frente de pares como EWY (Coreia do Sul), EZA (África do Sul), EEM (emergentes), ECH (Chile) e EWW (México). (Valor Econômico);
    • Samsung, SK Hynix Leveraged ETFs Set for May Debut, Report Says: South Korea is set to launch its first single‑stock leveraged ETFs as early as May — tied to Samsung Electronics and SK Hynix — with firms like Samsung Asset Management and Mirae preparing 2x‑leverage products under new regulatory guidance, aiming to curb speculation while responding to strong retail demand for high‑risk semiconductor exposure. (Bloomberg);
    • Bitcoin reage a trégua no Oriente Médio e retoma os US$ 70 mil: Moeda ganhou força após o presidente Donald Trump anunciar o adiamento por cinco dias de ataques militares planejados contra a infraestrutura energética do Irã. (Valor Econômico).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Líder do governo na Câmara busca alternativas para voltar com o Redata | Café com ESG, 24/03

  • O  mercado fechou o pregão de segunda-feira em alta, com IBOV e o ISE avançando 3,24% e 4,17%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) o líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães, protocolou um projeto de lei complementar para permitir o retorno do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), após a medida provisória que tratava do tema caducar no Senado; e (ii) o deputado federal Arnaldo Jardim, relator do projeto de lei 2780/2024 que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), afirmou ontem que a proposta deverá incluir referências ao urânio – a inclusão do urânio, no entanto, acrescenta uma camada adicional de complexidade regulatória, especialmente diante das discussões sobre o monopólio estatal na cadeia nuclear;
  • No internacional, o governo Trump anunciou o pagamento de quase US$ 1 bilhão à TotalEnergies para que ela interrompa seus projetos da energia eólica offshore nos EUA e invista em produção de petróleo e gás – isso faz parte dos esforços do governo de aumentar o fornecimento de combustíveis fósseis;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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