Ouro: Uma proteção essencial

Entenda porque você deveria proteger a sua carteira com investimentos em ouro


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O metal dourado é – muito além de seu uso mais comumente associado em joias e acessórios de luxo – um símbolo de proteção em crises e estresses no mercado financeiro. Confira os principais pontos que nos fazem acreditar que o ouro deve fazer parte de uma carteira de investimentos diversificada e protegida:

  • Os Bancos Centrais ao redor do mundo estão imprimindo dinheiro em velocidade nunca antes vista.
  • O ouro não pode ser impresso, e é escasso.
  • Em períodos longos, o ouro supera as principais moedas do mundo.
  • O metal não está caro, dada a inflação dos ativos reais.

Os Bancos Centrais ao redor do mundo estão imprimindo dinheiro

É interessante notar que entre 2007 e 2013 os 4 principais Bancos Centrais do planeta (Federal Reserve, Banco Central da Inglaterra, Banco Central do Japão e Banco Central Europeu) multiplicaram por 3 o tamanho de seus balanços após a impressão de US$ 5,8 trilhões no período. Logicamente, o ouro acompanhou o comportamento expansivo, registrando quase 200% de alta, uma vez que a história da economia nos mostra que imprimir dinheiro não cria riqueza, mas rouba valor do ativo impresso. E justamente neste cenário que o investidor busca no metal dourado uma proteção essencial e uma preciosa reserva de valor.

Fonte: Bloomberg, XP

Numa segunda janela, de 2013 até hoje, observamos que a impressão de moeda continuou. O G4 adicionou mais US$ 13 tri em seu balanço, sendo que no mesmo período o ouro teve apenas 10% de alta; por isso, acreditamos que o metal dourado pode ter espaço para fechar ainda mais esta lacuna que foi aberta e acelerada durante a pandemia.

O ouro não pode ser impresso e é escasso

Utilizado como moeda de troca internacional, aproximadamente, desde 1500 a.C., o ouro sempre foi um verdadeiro ativo de reserva de valor. Parece contra-intuitivo, mas hoje o maior valor do ouro é a sua capacidade de não ser impresso. De fato, a escassez é tão grande que Warren Buffet já alertava:

“O estoque global de ouro é de aproximadamente 170 mil toneladas. Se todo esse ouro fosse derretido, caberia em um cubo de 20 metros de aresta”

Warren Buffett
Perspectiva: Todo o ouro do planeta cabe na quadra de Wimbledon (41 x 22 x 9 m³)

Não à toa, o megainvestidor aportou, ainda em 2020, US$ 600 milhões em uma mineradora de ouro chamada Barrick Gold com o intuito capturar esta oportunidade e se proteger de cenários inflacionários e de risco do papel-moeda.

Em períodos longos, o ouro supera as principais moedas

O ouro sempre esteve distante das decisões e erros humanos e, por isso, possui lastro e valor intrínseco ao longo de grandes janelas de tempo. Se observarmos o valor do dólar, da libra esterlina e do yen japonês desde 1800, contra o valor do ouro, notamos que o papel-moeda definitivamente perde para o metal precioso.

Para se ter uma ideia, em 1920, 1 dólar podia comprar 1,4 gramas do metal; hoje compra apenas um centésimo deste volume. Por quê? O ambiente keynesiano e a intervenção estatal na economia, via afrouxamento fiscal, monetário e endividamento, políticas muito empregadas desde a 1ª Guerra Mundial, formam um ambiente perfeito para a valorização do ouro.

O metal não está caro

Mas o ouro não subiu demais? A alta de 21% no ano pode assustar. No entanto, quando plotamos um gráfico do ouro contra o S&P 500, observamos que esta relação ainda está 57% abaixo da mediana – ou seja, o metal precioso ainda teria espaço para se valorizar quando comparado com ações.

Fonte: WGC, Bloomberg, XP
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