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Carteira Destemida (Agressiva) – Dezembro 2023

O perfil destemido é indicado para clientes que estão no topo do perfil agressivo, e que sabe exatamente o que quer: ser sócio das melhores empresas do mundo ao lado dos melhores executivos.

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A política de investimentos Destemida é recomendada para investidores com perfil Agressivo que já compreenderam o conceito de risco e por isso possuem alto grau de tolerância, e isso serve tanto para aqueles investidores que (i) sabem que para capturar boas oportunidades a volatilidade pode ser uma boa aliada (ii) já possuem compreensão sobre as diversas classes e alternativas de investimentos mas preferem maior exposição a ativos de renda variável, ou para aqueles investidores que (iii) desejam alocar recursos para um prazo maior do que 8 anos e por isso possuem tolerância as volatilidades. Com a dinâmica mais agressiva de alocação, essa carteira busca potencializar o retorno mesmo que isso signifique maior volatilidade no portfólio.

Acreditar que a volatilidade pode trazer oportunidades exige uma análise dos fundamentos de cada investimento realizado, por esse motivo a alocação destemida não mede esforços para alavancar os riscos, já que abre a mão da liquidez para obter maiores retornos na alocação. A alocação do portfólio busca diversificação geográfica como o pilar principal de retorno, trazendo equilíbrio em diferentes setores e dinâmicas de rentabilidade. A alocação busca retornos no longo prazo, já que possui exposição a ativos de alto risco.

Confira carteiras recomendadas para todos os perfis:

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O que vimos do mês anterior

É um pássaro? É um avião? Não, são as bolsas globais tendo um forte rali em novembro com o alívio nos rendimentos das Treasuries.

O apetite a risco dos investidores foi ganhando intensidade ao longo do mês, à medida que dados indicavam alguma desaceleração do mercado de trabalho dos EUA e uma inflação ao consumidor com tendência de queda. Além disso, os riscos geopolíticos, ao menos no que tange aos impactos nos mercados, foram perdendo força ao longo do mês, o que se refletiu inclusive em mais um mês bastante volátil e de queda para o petróleo, dessa vez de pouco mais de 5%.

Assim, a despeito de resultados do setor de serviços mostrando uma economia ainda resiliente e a confirmação de uma forte leitura do PIB no 3º trimestre, mercados passaram a precificar de cortes nos juros americanos antes do que previamente observado, além de um alívio na curva de longo prazo. Precipitados ou não, os investidores foram às compras nas principais bolsas – o movimento se refletiu em fortes altas, de 10,7% para a Nasdaq e 8,9% para o S&P500 em novembro.

Até mesmo as bolsas da Europa tiveram um mês positivo, com a mesma expectativa de que os juros possam começar a ser cortados antes do previsto, já no começo de 2024. Isso se refletiu no Stoxx 600, que subiu quase 6% em novembro, e até mesmo no índice global mais amplo, o MSCI All-Country World – que registrou a maior alta desde novembro de 2020, subindo 9%.

No Brasil não foi diferente. Mesmo diante de certa volatilidade por conta do cenário fiscal, o mau humor foi parcialmente revertido após a manutenção da meta de déficit fiscal zero para 2024 e da aprovação do relatório da Reforma Tributária no Senado.

Com o apoio de um cenário externo mais benigno, um IPCA mais fraco e atividade econômica por aqui também dando sinais de arrefecimento, o caminho ficou aberto para termos um mês bastante positivo para a bolsa. O Ibovespa subiu 12,5% no período, enquanto o índice de dividendos, o IDIV, registrou alta de 10,7%. O impacto positivo no índice de fundos imobiliários foi limitado, com o IFIX anotando alta tímida de 0,65%.

Juros americanos em queda e leitura de uma economia americana que começa a dar sinais de acomodação levaram o dólar a se desvalorizar, tendo o DXY (índice que compara a moeda americana a outras seis moedas globais, como euro e iene) apresentado uma queda de 3% em novembro. Contra o real não foi diferente, e o dólar à vista fechou o mês em R$4,92, com queda mensal de 2,5%.

De fato, pudemos ver que alguma melhora no cenário dos juros longos americanos e globais já destravou o apetite a risco dos investidores. Entretanto, o cenário macroeconômico e geopolítico global segue recheado de incertezas (volatilidade), o que sugere cautela para entendermos se novembro não foi apenas um voo de galinha.

Onde alocar os recursos nesse cenário?

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