Carteira Agressiva – Novembro 2019

Se o seu perfil é agressivo, confira nossa carteira recomendada para este mês.

access_time 01/11/2019 - 14:00
format_align_left 4 minutos de leitura

A carteira recomendada representa a combinação sugerida por nossos especialistas visando a busca por maiores retornos dado um determinado risco e volatilidade, somada à nossa perspectiva atual do cenário macroeconômico.

O portfólio da categoria agressiva tem mais apetite a risco e, como consequência, maior sensibilidade ao cenário atual, apesar de sempre visar a proteção de capital no longo prazo. Olhando tanto para a parcela nacional quanto internacional, através dos multimercados, e com um maior percentual de alocação na classe de renda variável, existe o potencial do perfil atingir retornos bem expressivos.

Carteira Agressiva

Outubro foi um mês positivo para as bolsas ao redor do mundo, com a aversão a risco caindo especialmente a partir da metade do mês, dada a nova tentativa de acordo comercial entre Estados Unidos e China.

No Brasil a Reforma da Previdência foi finalmente aprovada, com uma economia prevista de R$ 800 bilhões ao longo dos próximos 10 anos. Os principais ativos beneficiados foram as NTN-Bs, títulos do Tesouro atrelados ao IPCA, com o IMA-B em alta de mais de 3,5%.

Para o perfil agressivo, mantemos em 7,5% a alocação a Pré-Fixados, preferindo a parcela intermediária da curva, com prazos próximos de 3 anos. Não há prêmio relevante em papéis mais curtos, e para prazo maiores preferimos os papéis atrelados à inflação. Escolhemos créditos isentos de prazo de cerca de 5 anos e um fundo exposto a papéis do Tesouro Nacional, com prazo médio de 9 anos, sendo que o fundo paga resgates em um dia útil.

A parcela de Renda Variável é a que mais tende a se beneficiar de uma aceleração do crescimento do Brasil. Preferimos expressar essa visão através de gestores, que conseguirão se aproveitar melhor de temas domésticos.

*As taxas de renda fixa indicadas correspondem às taxa de negociação de cada ativo no primeiro dia útil do mês. Para maiores informações sobre as taxas dos ativos de renda fixa acessar: https://experiencia.xpi.com.br/renda-fixa/#/home

Não é sua primeira carteira de investimentos? Confira em nosso relatório de alocação os ativos mais recomendados para ajustar os seu atual portfólio.

Performance em Outubro

Em outubro a performance da carteira agressiva foi de 1,3%, correspondendo a 265,2% do CDI.

Agressiva Alocação Mês 2019 12 M
Pós Fixado 5,00%
Trend Pós-Fixado FIRF Simples 5,00% 0,46% 4,97% 5,97%
Pré Fixado 7,50%
Tesouro Prefixado 2022 4,50% 2,18%
CDB NBC 6,75% – 3 anos 3,00% 0,60%
Inflação 15,00%
SulAmérica Inflatié FIRF 6,00% 3,02% 22,56% 25,52%
XP Debentures Incentivadas CP FIC FIM 3,00% 1,05% 12,23% 14,34%
Deb Entrevias + IPCA + 3,55% – 11 anos 3,00% 0,36%
Deb Equatorial Trans – IPCA + 4% – 19,5 anos 3,00% 0,41%
Multimercado 35,00%
XP Macro FI Multi 10,00% 1,90% 9,30% 8,15%
Verde Am Scena Advisory XP Seg Prev Fc Mult 7,50% 1,54% 8,84%
Absolute Vertex Advisory FICFIM 7,50% 1,96% 8,27%
Giant Sigma Advisory FICFIM 5,00% N/D N/D N/D
Visia Darius FICFIM 5,00% 0,76% 6,72% 7,32%
Renda Variável 27,50%
Brasil Capital 30 FICFIA 7,50% 3,31% 40,23% 48,42%
Moat FIA 7,50% -0,33% 26,63% 27,75%
Safari 45 FICFIM II 7,50% 1,06% 28,29%
Tork Fia 5,00% 1,77% 33,70% 44,21%
Internacional 10,00%
PIMCO Income FICFIM IE 7,50% 0,69% 8,69% 9,86%
Trends Bolsa Americana Dólar FIM 2,50% -1,64% 25,86%
Rentabilidade carteira 100,00% 1,27%

N/D – Fundos com menos de 6 meses de existência: INSTRUÇÃO CVM N.º 409 – Art. 75: Qualquer divulgação de informação sobre os resultados do fundo só pode ser feita, por qualquer meio, após um período de carência de 6 (seis) meses, a partir da data da primeira emissão de cotas. Para cálculo da rentabilidade da carteira, equiparamos a rentabilidade ativos isentos de IR (LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e Debentures Incentivadas) com os não isentos através da adição da menor alíquota de IR (15%).

Performance desde o Início

Nossa carteira recomendada teve início em Setembro de 2017 e nesse período o retorno da mesma foi 28,9%, frente ao CDI de 14,6%

Rentabilidade passada não é garantia de futuro

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