Selection Mult Internacional: excelentes retornos com baixa dependência do cenário local

Uma cesta de fundos internacionais equilibrada, eficiente, descorrelacionada e com supervisão profissional: conheça melhor o Selection Multimercado Internacional e seus resultados nos primeiros 12 meses de vida


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12 meses iniciais: a primeira milha da jornada foi cumprida com sucesso

A estratégia que reúne uma curadoria dos melhores fundos internacionais da indústria completou 1 ano no final de maio e, embora o período tenha sido relativamente curto*, surpreendeu positivamente, com entrega de retornos bastante superiores ao objetivo de longo prazo de CDI+3% a CDI+5% ao ano.

* Recomendamos analisar fundos arrojados em horizontes de, pelo menos, 2 a 3 anos. Além disso, é importante atentar-se a outras métricas além de retornos, como volatilidade, perdas máximas (“drawdown”), correlação com outras classes de ativos, estrutura do fundo, equipe de gestão, etc.

Criado com o objetivo de servir como solução prática e acessível aos investidores endereçarem sua diversificação internacional, o Selection Multimercado Internacional completou os primeiros 12 meses com retorno de 14,72%, equivalente CDI+12,5% no período, o que coloca o portfólio entre os principais destaques de performance da indústria de Multimercados desde o seu lançamento.

Data base: 31/05/2021. Fonte: Quantum Axis / Economatica

Em junho, especificamente, que tem sido marcado por uma queda de quase 6% do dólar frente ao real, o Selection Internacional caía 0,14% até o dia 25/06, levando o retorno desde o início para 14,55%, contra 2,47% do CDI no mesmo período.

Serve muito bem a investidores que queiram simplificar de maneira eficiente sua alocação fora do país, pois endereça em um só veículo a administração de 4 desafios que devem ser levados em consideração ao sair do Brasil com seus investimentos: em que classes de ativos investir, em que regiões, que tipo de gestão escolher (ativa vs passiva) e o quanto ter de exposição cambial.

Retorno acima da indústria é bom. Acima da indústria e descorrelacionado é ótimo!

Não só os resultados da carteira do Selection Internacional foram superiores ao esperado, mas a composição dos retornos foi muito boa: não houve concentração excessiva em uma classe de ativos ou outra.

Os ganhos vieram das alocações em gestores de Renda Fixa Global, Multimercados (“hedge funds”) e em gestores de Ações Internacionais. E como o próprio nome do veículo deixa claro, não houve dependência nenhuma dos resultados do cenário político ou econômico brasileiro.

Atribuição referente aos primeiros 12 meses do Selection Multimercado Internacional

Analisando-se a correlação do Selection Multimercado Internacional contra as principais classes de ativos do Brasil, vê-se que, nesse período, foi muito inferior ao que se observa na média dos Multimercados da indústria.

Correlação do Selection Multimercado Internacional versus os principais índices de mercado do Brasil em 12 meses

Como conseguimos retornos consistentes e com alta descorrelação?

Através de um processo ativo de revisão da carteira através de nosso comitê semanal de alocação, onde revisamos não só a exposição às diferentes classes de ativos, mas também a exposição a dólar da carteira como um todo, conforme ilustrado na figura abaixo.

Alocação por classe de ativo do Selection Multimercado Internacional nos últimos 12 meses

Em linhas gerais, à medida que os mercados se recuperaram, reduzimos nossa alocação em Ações Globais e também reduzimos a exposição a Renda Fixa Global, aumentando a exposição a Multimercados Globais. Além disso, um movimento recente que se provou acertado foi a redução da exposição a dólar.

Nossa exposição à moeda americana rodou entre 18% e 20% desde o início, mas nos últimos 45 dias a equipe de gestão havia reduzido para próximo de 10%, o que se mostrou uma decisão acertada, dada a forte queda do dólar no período.

Em 25/06/2021, a exposição a dólar estava em 9,9% e a última carteira mensal aberta (31/05/2021) estava composta de acordo com a figura abaixo:

Carteira explodida do Selection Multimercado Internacional. Data base: 31/05/2021

O que esperar daqui em diante? Como está a cabeça da gestão

Olhamos a alocação da carteira do Selection Multimercado Inthttps://conteudos.xpi.com.br/fundos-de-investimento/selection-multimercado-internacional-fic-fim-ie/ernacional como um veículo de alocação preponderante em fundos Multimercados com a junção de 3 principais vetores de risco ao longo do tempo: 1) Renda Fixa Global, 2) Renda Variável Global, 3) Exposição Cambial. Seguem breves comentários de como estamos com relação a esses vetores no momento (final de junho/2021).

1) Renda Fixa Global

Dividimos a alocação nessa classe basicamente em três categorias, sendo i) Crédito Grau de Investimento (mais conservador), ii) Crédito “High Yield” (mais arrojado) e iii) Crédito de Países Emergentes (em geral, mais arrojado também)..

Passamos a primeira metade do ano com baixa alocação em Crédito Grau de Investimento, o que se mostrou uma decisão acertada, pois essa classe tem retornos negativos no ano.

Muito recentemente, voltamos a aumentar levemente a exposição a esses títulos mais conservadores, com redução marginal de exposição a fundos focados em Crédito High Yield (classe em que carregamos até agora uma alocação superior ao nosso ponto neutro).

A classe como um todo oferece prêmios que estão em níveis pré pandemia, ao passo que nossa leitura dos riscos não corrobora essa precificação. Dessa forma, a classe continua com alocação relativamente baixa, porém com importante papel diversificador.

2) Renda Variável Global

Nossas alocações em Renda Variável/Ações são feitas através de fundos com mandatos Globais, principalmente. Além disso, carregamos exposições menores focadas em regiões ou temas específicos, como países Emergentes ou Europa ou Ásia ou Estados Unidos, por exemplo.

Recentemente, temos migrado uma parcela um pouco maior da alocação para Europa e países Emergentes, espelhando nossa visão de que tais regiões estão mais atrasadas na campanha de vacinação contra o covid-19 e, por consequência, suas bolsas ainda têm mais espaço para andar.

3) Exposição Cambial

Após navegarmos os primeiros 12 meses do Selection Multimercado Internacional com exposição média a fundos dolarizados oscilando em torno de 20%, recentemente trouxemos essa exposição para patamares próximos a 10%.

A redução reflete nossa visão de que os Estados Unidos deveriam perder espaço para outras moedas uma vez que outras economias avançassem na campanha de vacinação e na recuperação econômica. Com isso, havia uma probabilidade grande de o real se fortalecer contra o dólar – o que se provou correto até agora.

Olhando para frente, ainda vemos espaço para o dólar se enfraquecer um pouco mais frente a outras moedas, mas com muito menos intensidade do que observamos na trajetória de queda de ~ R$ 5,80 para níveis inferiores a R$ 5,00 atingidos nos últimos dias.

Destacamos em diversos relatórios a relação da nossa moeda com o mercado de commodities, de forma que este é um dos riscos a se observar para o próximo semestre.

Por fim, após a última reunião do Banco Central Americano (FED), seus diretores se mostraram menos pacientes com a inflação, o que reduziu o diferencial de juros futuros entre o Brasil e Estados Unidos e é também um risco a ser observado.

Conheça os outros fundos da família Selection:

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