Família Selection: confira o resumo de Jan/20

Confira um resumo do que aconteceu com os fundos da família Selection ao longo do mês de janeiro.


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1. Fundos de Crédito Privado

Janeiro foi um mês de continuidade da recuperação dos ativos de crédito privado iniciada ao fim de 2019. Em dezembro, os preços dos títulos privados pararam de cair (taxas pararam de subir), o que levou a bons resultados dos fundos em geral. Em janeiro, vimos as taxas de alguns papéis começando a cair (preços subindo), o que ajudou grande parte dos fundos a ter mais um mês de bons retornos. Os resgates dos fundos de crédito privado continuaram diminuindo e, com o retorno positivo dos últimos 2 meses, poderemos ver investidores voltando a aplicar nos fundos da classe com mais vigor em breve.

A expectativa para os fundos de crédito em geral continua boa para o médio prazo (pelo menos 12 meses), dado que as taxas de mercado ainda estão atrativas. Vale lembrar que os fundos podem e devem apresentar volatilidade ao longo do caminho e é preciso calibrar bem as expectativas com relação a isso.

No caso das debêntures incentivadas, o movimento de melhora de preços foi um pouco menos forte do que em dezembro, mas ainda assim foi bom. Ainda há muito espaço para melhora nessa classe, que tem possibilidade de fechar 2020 com ótimos retornos.

Resultados

A carteira do Selection Renda Fixa teve retorno de 0,46% (120,9% do CDI) no mês, contra 0,38% do CDI. Nos últimos 12 meses, acumulou 5,94% (102,6% do CDI), contra 5,79% do índice. 

As alocações seguem pulverizadas em estratégias de crédito “High Grade” (fundos de baixo e médio risco de crédito), com investimentos em mais de 10 gestoras diferentes, com maiores exposições aos fundos de gestão XP (XP Investor), ARX (ARX Vinson e ARX Everest), JGP (JGP Corporate), Gama (Gama Top) e Polo (Polo Crédito Corporativo). 

A carteira do Selection Debêntures Incentivadas 0,49% (129,8% do CDI) no mês, contra 0,38% do CDI. Desde o início, o retorno acumulado foi para 1,06% (24,9% do CDI), contra 4,25% do CDI no mesmo período.

Esse fundo possui alocação mais restrita (há menos opções de fundos no mercado) e as maiores exposições continuam nos fundos de debêntures incentivadas com “hedge” das gestoras ARX, Iridium, Quasar, DLM e JGP.

Para um resumo dos fundos de Crédito da família Selection em vídeo, confira abaixo:

2. Fundos Multimercados

Os fundos multimercados da indústria tiveram retornos bastante dispersos em janeiro. Em linhas gerais, no âmbito local, o mês foi marcado pela alta expressiva do dólar contra o real, além da frustração com indicadores de atividade econômica. No quadro global, o risco de pandemia do coronavírus trouxe incertezas quanto ao impacto na atividade econômica mundial e elevou a volatilidade dos ativos, afetando de forma negativa as Bolsas globais. Além disso, as atenções seguem voltadas para a trajetória de juros e crescimento mundial, além do desenrolar das negociações comerciais entre EUA e China após a Fase 1 do acordo e as eleições americanas.

Para fundos macro, as apostas mais comuns seguem na Bolsa brasileira, enquanto o posicionamento nos mercados de juros e moedas está menos consensual.

Resultados

A carteira do Selection Multimercado teve retorno de 0,38% (100,2% do CDI) no mês, acumulando 7,48% (129,2% do CDI) em 12 meses.

Os principais destaques positivos do portfólio foram os fundos Giant Zarathustra (quantitativo) e Occam Retorno Absoluto (multiestratégia), enquanto na ponta negativa figuraram Exploritas Alpha Latam (multiestratégia) e Kapitalo Kappa (macro).

A carteira está alocada principalmente em fundos de estratégia macro (50% PL), além de fundos das classes multiestratégia e arbitragem (37% PL), quantitativos (8% PL) e investimento no exterior (5% PL). As principais alocações do portfólio são os fundos Verde AM X60 Advisory, Occam Retorno Absoluto, RPS Total Return, Bahia Maraú Advisory e Kapitalo Kappa Advisory. Entre os 12 veículos do portfólio, 6 estão fechados para aplicação, e temos aproveitado janelas pontuais de captação das gestoras para realizar as alocações.

Já o Selection Multimercado Plus, que possui um portfólio mais arrojado, teve retorno de 0,65% no mês (173% do CDI), acumulando 10,12% em 12 meses (174,7% do CDI).

Os principais destaques positivos do portfólio foram os fundos de estratégia long biased: Dahlia Total Return Advisory, XP Long Biased e Truxt Long Bias Advisory, enquanto na ponta negativa figuraram XP Macro Plus (macro) e Kapitalo Zeta Advisory (macro).

A carteira está alocada principalmente em fundos de estratégia macro, além de fundos das classes long biased e quantitativos. As principais alocações do portfólio são os fundos Kapitalo Zeta Advisory, Verde AM X60 Advisory, Gripen Advisory e Truxt Long Bias Advisory. Entre os 13 veículos do portfólio, 9 estão fechados para aplicação, e temos aproveitado janelas pontuais de captação das gestoras para realizar as alocações.

Para um resumo dos fundos Multimercados da família Selection em vídeo, confira abaixo:

3. Fundos de Renda Variável

Em linha com o cenário descrito anteriormente, os temores principalmente com o cenário econômico global, prejudicado pela preocupação com o coronavírus, levaram o Ibovespa a encerrar o primeiro mês do ano no terreno negativo, com a maioria dos fundos das nossas carteiras conseguindo se proteger de maneira eficiente, no entanto.

Resultados

O Selection Long Biased encerrou o mês com rentabilidade de 1,38%, contra uma queda de 1,63% do Ibovespa. Nos últimos 12 meses, o fundo apresentou uma rentabilidade 22,84%, contra 16,80% do Ibovespa.

Os principais destaques positivos da carteira do Selection foram os fundos XP Long Biased (3,56%) e Sharp (3,53%). Ao longo do mês não foram realizadas movimentações relevantes na carteira investida. A carteira encerrou o período com alocação concentrada em 7 estratégias, sendo as principais XP Long Biased, Tavola Absoluto, Safari, Oceana Long Biased e Pacifico LB.

A carteira do Selection Ações encerrou o mês com rentabilidade de 0,26%, contra uma queda de 1,63% do Ibovespa. Desde o início, o fundo acumula uma rentabilidade de 28,8% contra 11,56% do Ibovespa no mesmo período. O ano começou com um movimento de aversão a risco para as bolsas globais.

Os principais destaques positivos no mês foram os fundos Constellation (3,96% no mês) e Atmos (2,20% no mês). A carteira continua alocada principalmente em 6 estratégias: AT Advisory (Atmos), Brasil Capital 30, Constellation Institucional, Moat Capital e XP Ações.

Para um resumo dos fundos de Renda Variável da família Selection em vídeo, confira abaixo:

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