Família Selection: confira o resumo de Fev/20

Confira um resumo do que aconteceu com os fundos da família Selection ao longo do mês de fevereiro.

access_time 16/03/2020 - 02:38
format_align_left 6 minutos de leitura

1. Fundos de Crédito Privado

A carteira do Selection Renda Fixa teve retorno de 0,29% (99,9% do CDI) no mês. Nos últimos 12 meses, acumula 5,66% (101,4% do CDI), contra 5,58% do índice. 

Os principais destaques do mês foram os fundos Arx Everest com retorno de +0,35% (117,8% do CDI) e Journey Capital Voyager com +0,34%  (116,5% do CDI)

As alocações seguem pulverizadas em estratégias de crédito “High Grade” (fundos de baixo e médio risco de crédito), com investimentos em 12 gestoras diferentes, com maiores exposições aos fundos de gestão XP (XP Investor),  ARX (ARX Vinson e ARX Everest), JGP (JGP Corporate), Gama (Gama Top) e Polo (Polo Crédito Corporativo).

A carteira do Selection Debêntures Incentivadas teve retorno de 0,07% (24,8% do CDI) no mês. Desde o início, acumula 1,13% (24,9% do CDI). 

Todos os fundos da carteira sofreram e os principais destaques do mês foram o fundo da ARX com retorno de +0,14% (45,9% do CDI) e da XP com +0,10%  (34,4% do CDI), que conseguiram segurar melhor os resultados.

Esse fundo possui alocação mais restrita (há menos opções de fundos no mercado) e as maiores exposições continuam nos fundos de debêntures incentivadas com “hedge” das gestoras ARX, XP, Iridium, Quasar, DLM e JGP.

No mês de fevereiro, o Selection Renda Fixa Plus, focado em gestores “High Yield”, completou quatro meses de histórico, com performance acima do seu objetivo de retorno de longo prazo.

Os destaques positivos de performance foram os fundos XP Crédito Estruturado 360 Profissional, com foco no investimento em precatórios federais e ativos em situações especiais, e Empírica Lotus, com estratégia de investimento  em cotas de FIDCs (fundos de investimento em direitos creditórios).

Ao longo do mês, não foram realizadas novas alocações no portfólio, e o Selection RF Plus segue sua estratégia de investimento em fundos de crédito arrojado (“high yield”), com as alocações em Augme 90, XP Crédito Estruturado  360, XP Crédito Estruturado 360 Profissional, Empírica Lotus, Solis Capital Antares e Iridium Titan.

Para um resumo dos fundos de Crédito da família Selection em vídeo, confira abaixo:

Destaques dos fundos de Renda Fixa da família Selection

2. Fundos Multimercados

O Selection Multimercado teve retorno de -1,57% no mês, acumulando 5,55% (99,4% CDI) em 12 meses.

Os principais destaques positivos do portfólio foram os fundos Kadima High Vol (quantitativo), Giant Zarathustra (quantitativo) e Adam Macro (macro), enquanto na ponta negativa figuraram Exploritas Alpha Latam (multiestratégia)  e RPS Total Return D90 (multiestratégia)

A carteira está alocada principalmente em fundos de estratégia macro (54% PL), além de fundos das classes multiestratégia e arbitragem (33% PL), quantitativos (8% PL), e investimento no exterior  (5% PL). As principais alocações do portfólio são os fundos RPS Total Return D90, Bahia AM Maraú Advisory, Adam Macro Advisory e Verde AM X60 Advisory. Entre os 12 veículos do portfólio, 5 estão fechados para aplicação, e temos aproveitado janelas pontuais  de captação das gestoras para realizar as alocações.

O Selection Multimercado Plus teve retorno de -1,80% no mês, acumulando 8,65% (155% CDI) em 12 meses.

As principais alocações do portfólio são os fundos Absolute Vertex Advisory, Gripen Advisory, Adam Macro Advisory e Kadima High Vol. Entre os 12 veículos do portfólio, 7 estão fechados para aplicação, e temos aproveitado  janelas pontuais de captação das gestoras para realizar as alocações.

Os principais destaques positivos do portfólio foram os fundos Kadima High Vol (quantitativo), Giant Zarathustra (quantitativo) e Adam Macro (macro), enquanto na ponta negativa figuraram Dahlia Total Return (long biased)  e XP Long Biased (long biased).

Para um resumo dos fundos Multimercados da família Selection em vídeo, confira abaixo:

Destaques dos fundos Multimercados da família Selection

3. Fundos de Renda Variável

A carteira do Selection Long Biased encerrou o mês com rentabilidade negativa de 6,15%, contra uma queda de 8,43% do Ibovespa e retorno e +0,28% do índice IPCA+Yield IMA-B, que é o benchmark do fundo. Nos últimos 12 meses, o fundo apresenta uma rentabilidade 17,5%, contra 9,0%  do Ibovespa e 7,2% do IPCA+Yield IMA-B.

Apesar da forte queda do Ibovespa, alguns dos fundos da carteira do  Selection se defenderam bem e tiveram quedas muito menores do que a da bolsa, sendo que os destaques foram os fundos Sharp Long Biased (retorno positivo de 0,67%) e o Oceana Long Biased, que caiu 4,23%. 

Ao longo do mês, não fizemos alterações relevantes na carteira, que continua concentrada em 7 estratégias, sendo as principais XP Long Biased, Tavola Absoluto, Safari,  Oceana Long Biased e Pacifico LB.

A carteira do Selection Ações encerrou fevereiro com rentabilidade negativa de 6,59%, contra uma queda de 8,43% do Ibovespa. Desde o início, em junho de 2019, o fundo apresenta uma rentabilidade 20,3%, contra 7,4% do Ibovespa no mesmo período.

Todos os fundos da carteira foram mal, junto com a bolsa, e fecharam no terreno negativo. Destaque “positivo”(entre aspas) para os fundos da Atmos, que caiu -6,4%, e da Constellation, com queda de -7,5%.

No mês, iniciamos a alocação no fundo Tork Institucional, gestora fundada por Marcelo Magalhães, egresso da JGP. 

A carteira está concentrada em 7 estratégias, sendo as principais os fundos AT Advisory (Atmos), Brasil Capital 30, Constellation Institucional, Moat Capital e Tork Institucional.

O movimento de aversão a risco iniciado em janeiro se intensificou em fevereiro e piorou ainda mais nesses primeiros dias de março. O surto de Coronavírus, que se espalhou por diversos países e colocou governos em estado de Emergência, foi piorado pela crise geopolítica iniciada recentemente envolvendo os preços do petróleo, o que aumentou substancialmente o risco de uma desaceleração global. 

Como consequência, as bolsas  globais tiveram quedas significativas em fevereiro e pioraram ainda mais o movimento no início de março. 

Os movimentos dos mercados têm sido comparados ao da crise de 2008, com quedas bastante acentuadas de todas as bolsas ao redor do globo. Falando com gestores que estão na nossa plataforma, o grande consenso é de que os preços das ações definitivamente ficaram muito mais atrativos e sair agora desse mercado, somente para quem estava alocado sem saber onde pisava. Não dá pra saber se demoraremos 6meses, 12 meses ou 36 meses para nos recuperar das quedas recentes, mas os gestores são muito convictos de que, aos preços atuais, o retorno potencial da bolsa é substancialmente melhor do que o de outras classes de ativos disponíveis no Brasil.

Para um resumo dos fundos de Renda Variável da família Selection em vídeo, confira abaixo:

Destaques dos fundos de Renda Variável da família Selection
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