Conheça a Chilton: tradição e sofisticação na gestão de ações long & short americanas

A gestora boutique Chilton anuncia sua chegada ao Brasil em parceria exclusiva com a XP. Descubra como esta expertise na gestão de ações americanas pode agregar ao seu portfólio.


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2021: o que esperar de um ano pós pandemia

Iniciamos 2021 com a fadiga psicológica de termos atravessado uma guerra de natureza bastante peculiar, dado o fato de o inimigo ser comum a todos.

O coronavírus fez de 2020 um ano emblemático: do ponto de vista macroeconômico, a enxurrada de liquidez injetada na economia pelos bancos centrais ao redor do mundo e os juros em patamares extremamente baixos amenizaram o que potencialmente seria a mais devastadora crise do mercado financeiro desde 1929.

Alguns temas seculares que se destacaram positivamente, tais como e-commerce, mudanças nas dinâmicas das cadeias de produção, setor de cuidados com a saúde (health care), softwares e tecnologia, ajudaram a suavizar a turbulência.

Olhando para frente, se os estímulos fiscais e monetários de fato surtirem o efeito esperado, a inflação pode ser o próximo foco de atenção no médio prazo.

Acredita-se ainda haver espaço para crescimento econômico com pressões inflacionárias contidas, o que tornará o ambiente muito positivo e propício para o investimento em ações.

Todavia, não podemos deixar de destacar outros riscos eventuais e/ou iminentes, como uma maior dificuldade de distribuição e implementação global da vacina, a mutação do vírus, ondas subsequentes e eventualmente mais duradouras de casos ou mesmo novas ordens globais de lockdown.

O caráter ambíguo do noticiário econômico e político, o aumento palpável da incerteza e a proliferação de cenários cada vez mais dicotômicos (“por um lado, por outro lado”) são fatores que justificam uma postura a um só tempo otimista e cautelosa em face ao futuro próximo. A precificação dos ativos ao redor do mundo, uma tarefa nunca trivial, torna-se ainda mais desafiadora em virtude da magnitude e sobretudo da velocidade em que ocorrem as mudanças.

O que podemos ter por certo é que volatilidade é o nome do jogo, e diferentes setores da economia terão movimentos bastante discrepantes entre si, exigindo uma atuação cada vez mais ativa por parte dos gestores. Com isso em mente, os fundos long & short entram em cena e se tornam uma excelente alternativa para os alocadores.

Como saber qual ação comprar e qual ação vender nos Estados Unidos?

Em 1949, um indivíduo chamado Alfred Winslow Jones questionou a razão pela qual  os investidores não poderiam se beneficiar dos movimentos de queda do mercado, apenas das altas, tendo em vista que ora ou outra o cenário poderia ser revertido. Após muito estudo e dedicação, Jones juntou ambas as estratégias (“comprado” e “vendido”) para compor um único produto, sendo pioneiro na indústria de Long & Short hedge fund strategies.

Long & short é um tipo de estratégia que permite a compra de uma ação, com expectativa de valorização, e também a venda de outra ação, com a expectativa de desvalorização.

Algumas vantagens evidentes das estratégias Long & Short:

  • Flexibilidade de adaptação a diferentes conjunturas econômicas
  • Possibilidade de ganhos com a queda do mercado
  • Baixa correlação com o restante do mercado
  • Relação risco/retorno atrativa
  • Preservação de capital
  • Criatividade do gestor para buscar assimetria de retornos – intersetorial e intrasetorial

O ambiente atual, com suas ambiguidades citadas acima, mostra-se bastante propício para estratégias Long & Short, que se beneficiam dessa falta de direção e podem gerar valor tanto nos setores que se beneficiam da atual conjuntura, como nos que estão ameaçados.

Sobre a gestora Chilton

A empresa foi uma das precursoras da indústria de hedge funds nos Estados Unidos.

Fundada em 1992 por Richard Chilton, que acumula passagens por renomadas empresas como Merrill Lynch, Alliance Bernstein e Allen Company, atualmente a Chilton possui USD 1,7 bilhões em ativos sob gestão, oriundos sobretudo de investidores institucionais.

Mr. Chilton: décadas de tradição em gestão de ações americanas

Com escritórios em Nova York, Connecticut e Londres, onde trabalham mais de 50 profissionais, dos quais 30 são dedicados única e exclusivamente para a gestão dos fundos, a empresa conseguiu desenvolver uma abordagem de investimento bastante sólida, que permitiu que atravessassem inúmeros ciclos econômicos, entregando resultados consistentes há quase 30 anos.

O modelo de partnership da companhia permite que eles retenham talentos e, como consequência, a equipe é bastante experiente, tendo os membros seniores do time de investimento uma média de 29 anos. Além disso, há um alinhamento muito grande com os investidores, uma vez que boa parte de seus patrimônios pessoais estão investidos nos mesmos veículos acessíveis aos cotistas.

O mantra da Chilton é simples: investir em empresas de alta qualidade, com modelo de negócio sustentável e normalmente com altas barreiras de entrada.

As posições são geralmente mantidas na carteira ao longo de um ciclo econômico (baixa rotatividade, o que implica custos menores de gestão). Uma vez mapeados esses ativos, os gestores usam as oscilações de mercado para entrar em preços que julguem atrativos, em teses de alta convicção.

Estratégia Chilton US Long & Short

O Chilton US Long & Short é um fundo de ações, concentrado primordialmente em empresas americanas (tipicamente 90% do portfólio) e os outros 10% nos outros 4 continentes, com foco maior na Europa, que aborda uma análise extremamente fundamentalista, tendo profundo conhecimento sobre as empresas investidas e teses elaboradas.

Tanto na parte comprada (“long”), como na parte vendida (“short”), o principal critério de seleção de ativos é a qualidade do modelo de negócio investido.

Os filtros contemplam as seguintes premissas, que são ranqueadas de 0 a 10, gerando a nota final da empresa, sendo que as que obtêm as maiores notas são posteriormente dissecadas com mais profundidade.

O portfólio é então construídos e fica concentrado, geralmente com 40 posições compradas – sendo que as 10 maiores representam 50% do fundo -, e 20 posições vendidas.

É um fundo com exposição direcional comprada entre 40%-60%, que investe em empresas com capitalização de mercado (“Market cap”) acima de $5 bi.

Historicamente, a estratégia é bastante defensiva em momentos de queda de mercado e acompanha a alta, tornando a preservação de capital uma de suas maiores características. Com isso o fundo apresenta uma volatilidade menor que o S&P (10,7% vs 14,5%) e um retorno anualizado maior (12,2% vs 9,9%, no mesmo período).

Fundo Chilton US Long & Short agora está disponível na plataforma da XP

Acessar a estratégia Long & Short de ações americanas da Chilton agora é possível no Brasil

A XP lançou em sua plataforma uma versão do fundo em Dólar (com exposição cambial ao Dólar apenas).

Com apenas 500 reais, investidores qualificados poderão começar a investir em uma das mais renomadas estratégias de ações americanas do mundo

Para conhecer melhor o fundo Chilton US Long & Short, acesse:

Chilton US Long Short Dolar Advisory FIC FIA IE

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