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Expert XP 2021: Como turbinar o retorno nos fundos de renda fixa

Confira os principais pontos do debate sobre Como turbinar o retorno nos fundos de renda fixa com participação da Augme, do Banco Voiter, da Capitânia e da Canvas.

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Para debater sobre o cenário do mercado de crédito com o ciclo de alta de juros e as contrações nos spreads conversamos com Marcelo Urbano, sócio fundador e gestor da Augme Capital, Renato Collaço, do banco Voiter, Arturo Profili, sócio fundador e gestor da Capitânia, e Rafael Fritsch, sócio e gestor na Canvas Capital.

Confira a seguir os destaques do painel:

Quem são Augme, Voiter, Capitânia e Canvas?

Augme – Fundada em 2018, a Augme Capital está sediada na cidade de São Paulo e tem mais de R$ 768 milhões em ativos sob gestão, com atuação na estratégia de Crédito. A empresa possui mais de 10 colaboradores, e, entre os principais executivos, estão Marcelo Urbano Dias (CIO), Bruno Coelho (RI) e Fabio Guilhon Chung (COO).

Voiter – Antigo Banco Indusval, o Voiter foi fundado em 2019 para acompanhar as transformações do mercado e as necessidades das empresas brasileiras. São o novo banco de negócios, com a proposta de ter um acompanhamento mais próximo e trazendo ideias pensadas para a necessidade de cada empresa.

Capitânia – Fundada em 2003, a Capitania S/A está sediada na cidade de São Paulo e tem mais de R$ 6 bilhões em ativos sob gestão, com atuação nas estratégias de Crédito, Imobiliário, Infraestrutura. A empresa possui mais de 25 colaboradores, e, entre os principais executivos, estão Ricardo Quintero (CEO), Arturo Borges da Fonseca Tutzer Profili (Gestor), Carlos Emanuel Simonetti (RI), Cesar Lauro da Costa (Compliance/Risco), Caio de Souza Conca (Gestor).

Canvas – Fundada em 2012, a Canvas Capital está sediada na cidade de São Paulo e tem mais de R$ 11 bilhões em ativos sob gestão, com atuação nas estratégias de Crédito, Multimercados e Ações. A empresa possui mais de 50 colaboradores, e, entre os principais executivos, estão Antonio Quintella (CEO), Guilherme Gaertner (Portfolio Manager) e Eduardo Bodra (Portfolio Manager).


A elevação da Selic torna o carrego do crédito mais atrativo, porém, com as pessoas procurando cada vez mais por ativos de renda fixa, os spreads de crédito vão se comprimindo. Nessa painel discutimos todos os impactos desse cenário para o mercado de crédito, e uma coisa ficou muito clara: a experiência e a gestão profissional farão toda a diferença para quem quiser alocar nesse mercado.

Com os spreads de crédito fechando, fica cada vez mais importante o papel da gestão profissional e da experiência.

Marcelo Urbano, da Augme, nos conta que o crédito no Brasil é um mercado extremamente concentrado entre os maiores bancos – ou seja, esses bancos ainda detém cerca de 80% do crédito às empresas. Porém, há um leque enorme de oportunidades, de empresas muito boas e que não necessariamente são listadas, abrindo espaço nesse mundo concentrado e trazendo novas empresas para o mercado de capitais.

Arturo Profili, da Capitânia, na mesma linha, nos conta que, muitas vezes, com dinheiro que uma gestora tem, ou até mesmo em conjunto com outras gestoras, é possível apoiar o nascimento de transações no mercado de capitais para players que ainda não têm tamanho o suficiente para estar na bolsa, mas que já têm governança a ponto desse papel ser elegível para outras assets e ganhar liquidez.

Renato Collaço, do Voiter, nos trás a perspectiva pelo lado do sell side e da originação de crédito: é um momento de muitas descobertas, há empresas com estrutura, com governança, e que têm modelos de negócios robustos, mas ainda não têm acesso aos mercados de capitais – o papel da originação é encontrar quem são essas empresas e estruturar produtos que sejam interessantes para a empresa e ofereçam um perfil de risco e retorno atraente também para os investidores.

Rafael Fritsch, da Canvas, complementa dizendo que no momento atual, é a experiência que vai gerar muito alfa, e que num ambiente de elevação dos juros, ficar parado não é uma opção. A grande diferença do ano passado para agora é que antes havia muito beta (correlação) – pois havia uma convicção muito grande nos papeis de high grade (que são créditos das empresas de maior qualidade) – agora, no entanto, os spreads estão mais comprimidos e um índice de debêntures, por exemplo, não será mais capaz de trazer alfa.

De onde virão então as novas oportunidades?

Renato nos mostra a importância que há na curadoria dessas empresas menos conhecidas na busca por yields mais atrativos, criando estruturas de crédito alternativas às padronizadas.

Arturo nos dá uma ideia de tamanho do mercado nos falando que olhando para as 2.000 maiores empresas brasileiras existem cerca de um quarto que já estão na bolsa, mas 3/4 delas ainda não e a estruturação e emissão de dívidas para essa pode servir de formar complementar ao crédito que elas já têm juro aos grandes bancos. Renato lembra ainda que há também os novos entrantes no marcado, empresas que demandam financiamento para girar a operação e que têm estruturas robustas.

Rafael nos trás o exemplo da importância do colateral nas estruturas de crédito – mesmo com o yield maior, essas oportunidades não necessariamente implicam em maior risco de crédito – se alguém tem um apartamento de R$ 1 milhão e usa ele como colateral para pedir ao banco um crédito de R$ 100 mil, essa pessoa vai fazer de tudo para pagar os R$ 100 mil e não perder o apartamento de R$ 1 milhão para o banco.

Para entender mais a fundo cada um dos pontos e ver também as dicas de setores que esses gestores estão acompanhando, não deixe de ver o painel na integra! O painel está disponível na plataforma da Expert 2021, Palco Parceiros.

Confira mais informações sobre os produtos de cada gestora:

Augme 180 FIC FIM CP / Augme 45 Advisory FIC FIRF CP
Capitânia Premium FIC FIRF Crédito Privado / Capitânia TOP Crédito Privado FIC FI Renda Fixa
Canvas High Yield Advisory FIC FIM

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