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BNDES anuncia aporte de R$ 1 bi em ETFs; conflitos no Irã impacta mercados globais | Março 2026

Um resumo diário dos principais movimentos, notícias e fluxos que influenciam o mercado de ETFs para apoiar suas decisões de investimento.

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Bom dia! Neste relatório diário preparado pelo time de Research da XP, reunimos as principais informações para que você comece o dia atualizado sobre o universo de ETFs, no Brasil e no exterior. Nosso objetivo é oferecer uma visão rápida, objetiva e relevante dos movimentos que moldam o mercado, apoiando suas decisões de alocação, gestão de portfólio e entendimento das tendências que impactam fundos negociados em bolsa.

O que você encontra neste clipping diário de ETFs?
(i) Destaques macroeconômicos e setoriais que influenciam o desempenho dos principais índices globais e locais;
(ii) Movimentos relevantes de fluxo, performance e volatilidade dos ETFs listados no Brasil e lá fora;
(iii) Lançamentos, alterações e eventos corporativos relacionados a ETFs (rebalanceamentos, mudanças metodológicas, revisões de índices);
(iv) Insights sobre as classes de ativos mais demandadas — renda variável, renda fixa, commodities, temáticos e internacionais;
(v) Nossos relatórios e análises recentes sobre estratégias, tendências e oportunidades no mercado de ETFs.

Sexta-feira, 13 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

Wall Street’s ‘Buffer’ ETFs Face Test as War Spurs Volatility: As the Iran war fuels market turbulence and bonds once again fail to cushion equity losses, Wall Street’s $80 billion buffer ETF industry is being put to the test, with flagship products falling far less than the S&P 500 while investors increasingly turn to these option‑based “defined‑outcome” strategies as alternative hedges amid weak performance from Treasuries, gold, and the yen. (Bloomberg);

Rush Into Leveraged Bets Sparks Fears of Fresh Asian Stock Rout: A surge of inflows into leveraged ETFs and decades‑high margin borrowing across China, Taiwan, South Korea and Japan is raising alarms that Asian markets could face another steep selloff, as speculative dip‑buying collides with elevated volatility and wartime risks — leaving policymakers and asset managers warning that crowded, leveraged positions may quickly unwind if the conflict or oil shock worsens. (Bloomberg);

Global equity funds see highest outflows since December on oil shock fears: : According to LSEG Lipper data, global equity ‌funds had $7.05 billion worth of outflows for the week, the largest since the week through December 17, 2025 that had outflows worth $46.68 billion. (Reuters).

| Renda Variável

BNDES seleciona ETFs para investir até R$ 1 bilhão: Os gestores dos fundos escolhidos, que receberão investimentos de até R$200 milhões cada do banco, são XP, Galapagos, BlackRock, BTG Pactual e Bradesco Asset.(Tradingview);

Em meio ao rali pré-guerra, mercado de opções batia recorde no Brasil: Antes da eclosão da guerra no Oriente Médio, o mercado brasileiro de opções registrava volumes médios diários recordes — impulsionado pela alta da bolsa, pela popularização dos derivativos e pela expansão de produtos como opções semanais e de “zero dias” — com destaque para R$ 1,2 bilhão ao dia nas opções mensais e forte crescimento também em ETFs, BDRs e contratos sobre o Ibovespa. (Valor Investe).

| Alternativos

Bitcoin tem leve queda enquanto bolsas caem com ataques do Irã no Golfo Pérsico: O bitcoin oscila levemente em torno de US$ 70 mil, enquanto as bolsas globais recuam após o Irã intensificar ataques no Golfo Pérsico, atingindo navios e ampliando o risco de paralisação no Estreito de Ormuz — movimento que dispara o petróleo, eleva temores inflacionários e aumenta a aversão ao risco nos mercados. (Valor Econômico).

| Economia

Governo anuncia que não cobrará impostos sobre diesel e que taxará exportação de petróleo: Na ocasião, presidente assinou alguns decretos, entre eles o que zera alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel para importação e comercialização. Anúncio foi feito no Palácio do Planalto e contou com presença de ministros. (G1).

Quinta-feira, 12 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

In Leveraged Loan Selloff, Most Liquid Debt Gets Hit Hardest: A sharp downturn in the US$1.4 trillion leveraged‑loan market is disproportionately hitting the most liquid, higher‑quality loans, as investors rush to exit ETFs and loan funds—triggering forced selling, accelerating price declines, and pushing major loan ETFs to their lowest levels since the 2020 turmoil, despite sentiment improving after Trump’s comments on a possible end to the Iran war. (Bloomberg);

Taiwan fund assets seen rising 36% to $968 billion on ETF boom, TSMC strength: Total assets under management in Taiwan’s investment fund industry are expected to grow ​by more than a third to T$30 trillion ($968 billion) within the ‌next three years, the chairman of Taiwan’s investment fund industry association said in a recent interview. (Reuters).

| Renda Variável

ETF NDIV11 da Nu Asset anuncia dividendos: O NDIV11 é o maior ETF de renda variável (RV) Brasil tanto em patrimônio sob gestão (AuM) quanto em número de cotistas. (Suno).

| Alternativos

Preço do Bitcoin hoje: Fluxo institucional nos ETFs ignora tensões geopolíticas: Preço do Bitcoin hoje: Fluxo institucional nos ETFs ignora tensões geopolíticas (Investing.com).

| Economia

Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 novamente após ataques iranianos a navios: O preço do petróleo Brent, a referência internacional, disparou novamente acima de US$ 100 (cerca de R$ 515,90) após ataques atingirem navios petroleiros próximo ao Estreito de Ormuz. (G1).

Quarta-feira, 11 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

Korea Market Crashes Are Luring Traders Hooked on Leveraged ETFs:A violent plunge in South Korean equities has sparked a surge of high‑risk leveraged ETF speculation, with retail traders pouring record amounts into products like the triple‑leveraged KORU, a trend that has alarmed regulators as these volatile bets increasingly amplify market swings and expose investors to hidden risks. (Bloomberg).

| Renda Variável

ETFs da Investo divulgam novos dividendos; veja valores: Os ETFs BEST11 e UTLL11, da Investo, anunciaram novos dividendos com pagamento em 11 de março, distribuindo respectivamente R$ 0,272483 por cota (DY ~0,21%) e R$ 0,029608 por cota (DY ~0,02%), reforçando a proposta de renda recorrente de carteiras voltadas a setores essenciais como bancos, energia, saneamento e utilities. (Suno).

| Renda Fixa

No País da renda fixa, indústria de ETFs aposta na estratégia para continuar a crescer: Com a popularização dos ETFs e o avanço de novos produtos, as gestoras veem nos ETFs de renda fixa uma oportunidade de expansão, impulsionada por vantagens como liquidez diária, ausência de IOF, falta de come‑cotas e IR fixo de 15% para carteiras com PMR acima de 720 dias, tornando esse veículo mais eficiente que títulos tradicionais e alinhado ao perfil majoritário do investidor brasileiro. (Estadão).

| Alternativos

Bitcoin amplia alta e supera os US$ 70 mil após declarações de Trump sobre possível fim da guerra: O bitcoin ultrapassou os US$ 70 mil impulsionado pelo alívio nos mercados após Donald Trump indicar que a guerra no Oriente Médio poderia estar próxima do fim, movimento que reduziu a aversão ao risco e estimulou a retomada do apetite por ativos digitais. (Valor Econômico);

| Economia

Por que a crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar o ‘maior choque petrolífero da história: O fechamento do Estreito de Ormuz após a ofensiva dos EUA e de Israel contra o Irã desencadeou a maior alta diária da história do petróleo — de US$ 60 para quase US$ 120 — gerando a volatilidade mais extrema já vista no mercado e levantando o risco de um choque petrolífero sem precedentes, dado que cerca de 20% do petróleo mundial passa pela região e a continuidade do conflito pode comprometer profundamente oferta, logística e estabilidade econômica global. (G1).

Terça-feira, 10 de Março

Principais notícias do dia

| Carteiras

Carteira Global de ETFs | Março/Abril: Confira a carteira recomendada. (XP Research);

Bússola de ETFs | Março/Abril: Acompanhe nossa visão e as oportunidades em ETFs. (XP Research).

| Renda Variável

Mesmo com rali da bolsa, fundos de ações têm mais resgates que captações em fevereiro: Apesar do forte início de ano do Ibovespa e da expectativa por cortes na Selic, os fundos de ações registraram resgates líquidos de R$ 4,7 bilhões em fevereiro, movimento atribuído à realização de lucros e ao aumento da aversão ao risco diante da escalada geopolítica — enquanto renda fixa e ETFs, especialmente os de renda fixa, concentraram as maiores entradas do mês. (Valor Investe);

ETF brasileiro EWZ cai cerca de 1% com escalada de conflito no Irã; Petrobras sobe 1%: Com o petróleo ultrapassando US$ 100 e a aversão ao risco aumentando após nova escalada militar no Oriente Médio, o EWZ recuava 1,10% no pré‑market, enquanto os ADRs da Petrobras subiam 1,39% apoiados na disparada da commodity — movimento que acompanhou a queda das bolsas europeias e os temores globais de inflação e desaceleração econômica. (InfoMoney);

Anbima: fundos têm captação líquida de R$ 48,5 bilhões em fevereiro; ETFs e FIDCs se destacam: Mesmo com maior volatilidade e incerteza global, a indústria de fundos registrou R$ 48,5 bilhões de captação líquida em fevereiro, impulsionada sobretudo pela renda fixa (R$ 55,6 bi), pelos ETFs (R$ 5,8 bi) — com forte predominância dos de renda fixa — e pelos FIDCs (R$ 1,1 bi), enquanto multimercados e ações voltaram a apresentar saídas líquidas. (Estadão).

| Alternativos

Cboe vai lançar índice de volatilidade ligado a opções do ETF de bitcoin da BlackRock: A Cboe anunciou o lançamento do BITVX, um novo índice que utiliza a metodologia do VIX para medir a volatilidade implícita de 30 dias das opções do ETF de bitcoin da BlackRock, refletindo o crescente interesse institucional por ferramentas de hedge e análise de risco em ativos digitais e ampliando a infraestrutura de derivativos ligada ao mercado cripto. (TradingView);

| Economia

Haddad deixará Fazenda nesta semana para concorrer às eleições; provável destino é o governo de SP: O ministro Fernando Haddad deve deixar o Ministério da Fazenda ainda nesta semana — a pedido de Lula — para disputar o governo de São Paulo, movimento motivado pelo acirramento do cenário eleitoral nacional e pela avaliação de que sua candidatura é estratégica para fortalecer o palanque governista no maior colégio eleitoral do país. (G1).

Segunda-feira, 09 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

Posições vendidas em ETFs dos EUA registram maior alta semanal desde o Dia da Libertação: As posições vendidas em ETFs negociados nos EUA dispararam 8,3% na última semana — a maior alta desde o Dia da Libertação — indicando forte aumento na busca por hedge, com vendas concentradas em ETFs de títulos corporativos, energia, small caps e large caps, enquanto o mercado acionário americano completou sua terceira semana seguida de vendas líquidas, impulsionado por shorts e redução de posições macro. (Investing.com);

Dona da Bolsa de NY investe US$ 200 milhões na corretora cripto OKX: A Intercontinental Exchange (ICE), controladora da Bolsa de Nova York, investiu US$ 200 milhões na corretora de criptomoedas OKX, em um acordo que avalia a exchange em US$ 25 bilhões e garante à ICE um assento no conselho, fortalecendo a integração entre mercados tradicionais e o setor cripto e abrindo caminho para futuros produtos regulados baseados em preços da OKX. (Valor Econômico);

Surging SpaceX Stake Raises Doubts Over Private Assets in ETFs: A small initial bet on SpaceX has ballooned into over 37% of the ERShares XOVR ETF, at times exceeding 40%, exposing how daily‑liquidity ETFs can become dominated by illiquid private holdings as redemptions force sales of public assets instead — intensifying regulatory concerns about liquidity mismatches, valuation challenges, and the risks of parking large private‑market positions inside hyper‑liquid ETF structures. (Bloomberg).

| Renda Variável

Participação de investidoras em renda variável cresce 83% em cinco anos, diz B3: A presença feminina na renda variável avançou 83% em cinco anos, fazendo com que as mulheres já representem 26,7% dos investidores da B3, em um movimento que reforça a crescente inclusão e participação das investidoras no mercado financeiro brasileiro. (Valor Econômico);

| Alternativos

Bitcoin e Solana lideram destaques do mercado cripto para março em meio à volatilidade global: Em um ambiente de forte volatilidade e aversão ao risco causada pelo conflito no Oriente Médio e por fatores macroeconômicos globais, Bitcoin e Solana voltaram ao topo das recomendações de analistas para março, refletindo a retomada das “blue chips” cripto e a visão de que o pessimismo extremo após as quedas recentes pode sinalizar proximidade de um fundo e possível recuperação ao longo do mês. (Valor Investe);

Global X ETFs dobra de tamanho no Brasil em um ano, puxada por urânio, IA e metais: A Global X mais que dobrou seu tamanho no Brasil em um ano, atingindo mais de US$ 34 milhões sob gestão, impulsionada pela demanda crescente por BDRs de ETFs temáticos — especialmente ligados a urânio, inteligência artificial e metais da transição energética — e por uma estratégia focada no investidor pessoa física e no fortalecimento da educação financeira sobre ETFs no país. (Estadão).

| Economia

Guerra no Irã: ministros do G7 fazem reunião de emergência sobre petróleo: Diante da escalada da guerra entre Irã, EUA e Israel e do risco de desabastecimento causado pelo fechamento do Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial — os ministros do G7 convocaram uma reunião de emergência para discutir medidas de estabilização do mercado e alternativas de suprimento energético, em meio ao forte impacto geopolítico sobre preços e cadeias globais. (G1).

Sexta-feira, 06 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

Global equity funds post first outflow in eight weeks on Middle East conflict: Os fundos de ações dos EUA foram os mais afetados, com vendas líquidas de US$ 21,92 bilhões, a maior saída desde 7 de janeiro, levando fundos globais de ações a registrar saídas líquidas de cerca de US$ 1,44 bilhão, segundo dados da LSEG Liper. (Reuters);

Xtrackers retira negociação em libras esterlinas de 11 ETFs da Bolsa de Londres:: A Xtrackers anunciou que removerá a negociação em libras esterlinas de 11 ETFs na Bolsa de Londres, medida motivada por baixo volume de negociação, mantendo os fundos ativos e listados em outras bolsas, mas exigindo que investidores realoquem suas posições — possivelmente com custos administrativos extras — caso desejem continuar operando esses ETFs em outros mercados. (Investing.com).

| Renda Variável

Ações lideram entre investimentos mais procurados. A guerra ameaça a preferência?: As ações passaram a liderar as buscas dos investidores após a forte valorização do Ibovespa no início do ano, mas a guerra entre EUA e Irã — que já fez o índice devolver parte dos ganhos em março — reacende dúvidas sobre a continuidade dessa preferência, podendo devolver protagonismo a CDBs e outros investimentos de menor risco diante da alta do petróleo, inflação e maior aversão ao risco. (Valor Investe);

| Renda Fixa

BlackRock lançará nove novos ETFs iBonds com vencimento definido: A BlackRock anunciou o lançamento de nove novos ETFs iBonds com vencimento definido, ampliando sua linha de produtos de renda fixa voltados para investidores que buscam previsibilidade de fluxo e diversificação — cada ETF trazendo uma “data-alvo” de maturidade e combinando a simplicidade dos ETFs com características de títulos individuais. (Investing.com).

| Alternativos

Bitcoin sobe e se consolida acima dos US$ 72 mil; alta desde o início da guerra chega a 15%: O bitcoin voltou a subir e se firmou acima de US$ 72 mil, chegando a ultrapassar US$ 73 mil em seu maior nível desde fevereiro, acumulando alta superior a 15% desde o início da guerra no Oriente Médio — enquanto altcoins também avançam, ETFs de BTC registram forte entrada de capital e analistas destacam sinais de fortalecimento institucional e possibilidade de retomada da tendência de alta. (Valor Econômico).

| Economia

Desemprego fica em 5,4% no trimestre terminado em janeiro, diz IBGE: O resultado ficou estável em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro de 2025, também de 5,4%, e representa uma queda de 1,1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 6,5%. (G1).

Quinta-feira, 05 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

Invesco Markets II anuncia dividendos do 1º tri para 80 ETFs: A Invesco Markets II declarou dividendos para 80 ETFs no primeiro trimestre, com pagamentos agendados para 19 de março e valores que variam entre ações, renda fixa e séries BulletShares — incluindo distribuições de destaque como o Nasdaq‑100 Income Advantage UCITS ETF (US$ 0,1629 por cota) e o Variable Rate Preferred Shares UCITS ETF (US$ 0,5270), além de múltiplas classes com hedge cambial. (Investing.com);

Money Rolls Into Emerging-Market ETFs Even as Rout Hits Shares: Investors continued pouring money into emerging‑market ETFs even as markets convulsed, with more than $600 million in fresh inflows on Tuesday — a day when the MSCI Emerging Markets Equity Index posted its worst drop since April and EM currencies slumped against a surging dollar — signaling confidence that the Middle East war won’t disrupt risk assets for long. (Bloomberg);

This Little‑Known Fund Is the Best‑Performing ETF of 2026: The Breakwave Tanker Shipping ETF (BWET) has surged 243% year‑to‑date, becoming 2026’s top‑performing ETF as tanker freight rates explode due to Middle East war–related disruptions in the Strait of Hormuz, with the fund’s futures‑based strategy—heavily tied to VLCC crude routes—making it extremely sensitive to the ongoing shipping turmoil. (ETF.com).

| Renda Variável

Preços do cobre e de ações de mineradoras caem fortemente com a guerra no Irã: A escalada da guerra no Irã derrubou os preços do cobre — que recuaram cerca de 3% em cinco dias — e provocou quedas ainda mais acentuadas nas ações e ETFs de mineradoras, pressionadas pelo temor de desaceleração econômica global e pelo impacto do conflito no fluxo de commodities, apesar de parte das perdas ter sido parcialmente recuperada na sessão seguinte. (Valor Econômico);

| Alternativos

Bitcoin Surpasses $73,000 as Crypto’s Coveted Volatility Returns: Bitcoin jumped as much as 8.9% to nearly $74,000, its highest level in a month, as renewed volatility returned to crypto markets amid strong ETF inflows, rising open interest, and surprising resilience despite Middle East tensions—while Ether also surged, gaining up to 13% to trade near $2,200. (Bloomberg).

| Economia

Petróleo perde força e passa a cair com promessa dos EUA de escolta naval: Após dias de forte alta impulsionada pela guerra no Oriente Médio e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, o petróleo virou para queda nesta quarta-feira, com o Brent recuando para US$ 81,22 após Donald Trump sinalizar que os EUA podem escoltar petroleiros, diminuindo o risco imediato ao fluxo global da commodity e aliviando parte da pressão nos mercados. (G1).

Quarta-feira, 04 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

Alta dos emergentes se desfaz à medida que investidores evitam risco associado ao Irã: A fuga global de risco desencadeada pela guerra no Irã desfez a alta dos mercados emergentes, derrubando moedas e bolsas — com destaque para a Coreia do Sul, cujo won caiu ao menor nível desde 2009 — enquanto o petróleo em forte alta reacende temores de inflação, reduz expectativas de cortes de juros e provoca saídas de fluxos de ETFs e outros ativos de emergentes. (InfoMoney);

EWY’s 10% Drop Looks More Like a Chip Selloff Than an Oil Shock: South Korea’s EWY ETF plunged over 10%—its worst drop since Covid—not primarily because of the Middle East oil shock, but due to a broad semiconductor selloff after a parabolic year‑long rally, with heavyweights Samsung and SK Hynix (44% of the fund) pulling back alongside global chip names like Micron, SanDisk, ASML, and TSMC, while chip ETFs such as SOXX and SMH also tumbled. (ETF.com);

SEC alerta contra ETFs com alavancagem agressiva: A SEC pediu que emissoras interrompam os planos de lançamento de novos ETFs altamente alavancados, alguns projetados para entregar até 5x o retorno diário, alegando dúvidas sobre sua conformidade com a Regra 18f‑4 e destacando que o rápido crescimento desses produtos — hoje somando mais de 450 ETFs alavancados e inversos desde 2022 — eleva riscos para investidores devido ao uso intenso de derivativos e à amplificação de perdas em mercados voláteis. (Investing.com).

| Renda Variável

ETF brasileiro EWZ cai 3% com extensão do conflito no Irã; ADR da Petrobras sobe: O EWZ recuou cerca de 3% no pré‑market dos EUA em meio à forte aversão global ao risco causada pelo agravamento da guerra no Irã — que elevou petróleo, gás e inflação esperada — enquanto os ADRs da Petrobras avançaram acompanhando a disparada da commodity, ainda que em ritmo menor do que no dia anterior. (InfoMoney);

| Alternativos

Bitcoin sobe e mostra resiliência diante de conflito no Oriente Médio: O bitcoin avançou cerca de 2,5%, mostrando resiliência mesmo com a forte aversão ao risco provocada pelo conflito entre EUA, Israel e Irã, sustentado por fluxo de investidores de longo prazo e pela percepção de que parte do choque já estava precificada — enquanto petróleo disparava, bolsas caíam e outras criptos também registravam alta moderada. (Valor Econômico).

| Economia

Conflito no Irã eleva preço do petróleo e acentua defasagem do diesel e da gasolina no Brasil: A disparada do petróleo causada pelo conflito no Irã ampliou rapidamente a defasagem dos combustíveis no Brasil, com o diesel chegando a ficar 25% abaixo da paridade internacional e a gasolina 11%, pressionando a Petrobras por reajustes e intensificando o risco inflacionário em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz e à forte valorização global da energia. (Valor Econômico).

Terça-feira, 03 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

China Traders Stick With Hong Kong Stocks as ETF Inflows Surge: Mainland Chinese investors are doubling down on Hong Kong equities, driving a surge in ETF inflows as they rotate away from weaker onshore markets in search of better performance — with southbound flows approaching record highs and retail participation rising sharply thanks to the ease of accessing Hong Kong‑listed ETFs. (Bloomberg);

Hormuz Is Closed. Why Is Oil Only at a Nine‑Month High?: Even with the Strait of Hormuz effectively shut down, oil prices have climbed only back to a nine‑month high, which ETF.com explains is due to a well‑supplied global oil market, with inventories swollen and supply growth far outpacing demand — meaning the price reaction depends less on the shock itself and more on how long the disruption lasts, while energy‑related ETFs such as BNO and XLE surge amid the spike. (ETF.com).

| Renda Variável

ETF brasileiro EWZ cai mais de 1% em meio ao conflito no Irã; ADR da Petrobras sobe 4%: O EWZ recuou 1,29% no pré‑market dos EUA em meio à forte aversão ao risco causada pelos ataques no Oriente Médio, enquanto os ADRs da Petrobras subiram mais de 4%, impulsionados pela disparada do petróleo — que avançou cerca de 8% com temores de interrupções no Estreito de Ormuz — favorecendo empresas de exploração e produção. (InfoMoney);

| Alternativos

Com tensão global, ouro alcança maior patamar em um mês e acumula alta de 25% no ano: Impulsionado pela escalada do conflito entre EUA e Irã, que elevou a aversão ao risco no mercado global, o ouro atingiu seu maior nível em um mês e já acumula alta de 25% no ano, reforçando seu papel de ativo de proteção diante da instabilidade geopolítica e das pressões sobre petróleo, bolsas e moedas. (Valor Investe).

Bitcoin se estabiliza perto de US$68.000 enquanto ETFs registram entradas de US$458 milhões: A publicação do Invezz destaca o movimento recente do mercado cripto, mostrando que o Bitcoin acompanha o tom global de aversão ao risco provocado pela escalada no Oriente Médio, mas mantém desempenho relativamente melhor que outros ativos digitais, enquanto analistas apontam para maior seletividade dos investidores, volatilidade elevada e a busca crescente por proteção em ouro e petróleo. (TradingView)

| Economia

Alta da inflação é maior risco ao Brasil com guerra no Irã, dizem analistas: Analistas afirmam que o principal risco da guerra entre EUA e Irã para o Brasil é uma pressão adicional sobre a inflação, já que a alta do petróleo e de outras commodities pode elevar combustíveis e energia, tornar mais incerto o ritmo de queda da Selic e encarecer importações — embora exista também algum efeito positivo via maior receita com exportações de petróleo. (Valor Econômico).

Segunda-feira, 02 de Março

Principais notícias do dia

| Mercados Globais

Treasury Takes Aim at Booming ETF Move That’s Slashing Tax Bills: The U.S. Treasury is targeting a fast‑growing ETF tax strategy that lets fund managers use in‑kind redemptions to minimize capital‑gains distributions, a mechanism that has sharply reduced tax bills for investors and fueled explosive growth in the ETF industry. (Bloomberg);

Global equity fund inflows cool to a five‑week low on AI concerns: Global equity fund inflows fell to $19.75 billion, the lowest in five weeks, as investors turned cautious over the rising costs, slowing growth signals, and competitive risks surrounding artificial intelligence — a shift underscored by a sharp drop in Nvidia shares and growing recommendations from strategists to increase selectivity and diversify portfolios. (Reuters).

| Renda Variável

Ataques dos EUA ao Irã: o que esperar do mercado financeiro hoje e depois?: Após o ataque dos EUA e Israel ao Irã, o mercado global deve abrir a semana em forte aversão ao risco, com petróleo disparando, bolsas pressionadas, dólar e ouro se fortalecendo, e analistas alertando que o choque pode ter efeitos mais profundos e duradouros do que outros conflitos recentes devido ao risco de interrupção no Estreito de Ormuz e ao impacto sistêmico na economia da energia. (Valor Investe);

| Renda Fixa

Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026: No relatório Bússola de ETFs, a XP destaca ouro, renda fixa internacional e ações globais como pilares da alocação para 2026, defendendo carteiras diversificadas que combinem proteção, geração de renda e temas estruturais, como inteligência artificial, em um cenário de tensões geopolíticas, juros elevados e rotação de fluxos para fora dos EUA. (Estadão);

| Alternativos

Bitcoin supera ações em sessão de aversão ao risco enquanto conflito no Irã entra no terceiro dia: O bitcoin se recuperou para cerca de US$ 66.500, superando o desempenho das bolsas globais em meio a um forte movimento de aversão ao risco causado pela escalada do conflito entre EUA e Irã, após liquidações de cerca de US$ 300 milhões no fim de semana, enquanto o petróleo disparou, ações caíram e alguns tokens de DeFi tiveram alta. (CoinDesk).

| Economia

Dólar abre a semana em alta após ataques dos Estados Unidos ao Irã: O dólar iniciou a semana em alta, cotado perto de R$ 5,15, impulsionado pela forte aversão ao risco global após ataques dos EUA e Israel ao Irã, que elevaram os preços do petróleo, derrubaram bolsas internacionais e reforçaram a busca por ativos de proteção como a própria moeda americana. (G1).

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