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Boletim Mensal de ETFs – Maio de 2022

Veja alguns destaques mês no mercado de ETFs do Brasil

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Cenário Macro

O mês de abril foi marcado pela performance fraca dos mercados globais, tendo sido um dos piores desempenhos mensais nos últimos anos. Essa volatilidade se deve principalmente a alguns fatores: ​

  • Taxas de juros mais altas em todo o mundo para controlar taxas de inflação recordes;​
  • O conflito contínuo na Ucrânia e, consequentemente, choques de preços de commodities;​
  • A política de zero-Covid na China, causando problemas na economia e na cadeia de suprimentos global;​
  • Riscos crescentes de uma recessão econômica;​
  • Redução do estímulo dos Bancos Centrais globais.​

​No Brasil, não foi diferente! Após um desempenho muito positivo em Março, o Ibovespa sofre forte queda no mês de Abril, acompanhando as demais bolsas globais. ​

Insights | XINA11: Muito grande para ser ignorada!​

China é um destaque global pela sua própria natureza, com o 3º maior território do planeta e ocupando o 1º lugar no ranking populacional. Para se ter uma ideia, há quase 2x mais pessoas na China do que no continente europeu, e 4x mais do que nos EUA. Segundo dados do Fundo Monetário Internacional, a China será o país com maior contribuição no crescimento global até 2026, representando quase 20% da expansão do PIB (Produto Interno Bruto) mundial nos próximos anos. Há a expectativa que o país se torne a maior economia global até o final da década.​

Olhando sob a ótica dos investimentos, a grande quantidade de ações de crescimento, ligadas ao setor de tecnologia, pesou no desempenho de índices chineses recentemente. Por quê? Ciclo de aperto monetário – aumento das taxas de juros globais que pressiona especialmente as ações tech – e o risco regulatório de intervenção do governo chinês. ​

Desde o final de 2020, o setor passou por diversas investigações contra práticas anticompetitivas por parte das autoridades, além de terem sofrido multas e novas regulações. Esses fatores contribuíram para a elevação da percepção de risco, levando a fortes correções nos preços das ações de tecnologia chinesas.​

Recentemente, as autoridades chinesas sinalizaram uma mudança importante, indicando que devem adotar medidas mais transparentes e previsíveis. Apesar dessa sinalização positiva, ainda há incertezas sobre medidas práticas a serem tomadas. Entendemos que o setor ainda pode enfrentar volatilidade nos próximos meses.​

O ETF XINA11 replica o índice MSCI China, cujo os setores de maior peso são Consumo Discricionário (28%) e Serviços de Comunicação (18%). Nomes de grandes empresas globais como Tencent e Alibaba aparecem nesse índice, o que explica parte da performance recente do ETF. Apesar do nosso olhar cauteloso sobre as ações de tecnologia chinesa no curto prazo, até termos maior visibilidade sobre o cenário regulatório que encontrarão à frente, reforçamos a nossa visão positiva de longo prazo, baseada em fundamentos estruturalmente sólidos, como: o crescimento da China e a disputa do país pela hegemonia tecnológica com os EUA.  ​

Para entender o mercado de ações da China e a nossa visão sobre investimentos no país leia o relatório sobre o CSI300

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