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Pesquisa com assessores XP: Alocação em ações começa a aumentar

Confira os destaques dessa edição da Pesquisa XP de Sentimento com os assessores de investimento da XP e de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos.

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Neste mês, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. Temos como objetivo obter a visão dos assessores e, principalmente, dos seus clientes sobre investimentos. Nesta edição, obtivemos 107 respostas únicas.

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Nesta edição da nossa pesquisa com assessores filiados à XP, observamos um crescimento nos níveis de alocação em renda variável, apesar de um pequena queda na intenção de aumentar exposição. Os principais pontos da pesquisa foram: (i) a intenção de aumentar exposição em renda variável caiu ligeiramente para 29% (-3 p.p. M/M), enquanto 9% (+1 p.p. M/M) planejam reduzi-la e 62% não pretendem alterar a alocação (+1 p.p. M/M); (ii) o sentimento dos assessores melhorou para 6,9 em relação a 6,5 em outubro (numa escala de 0 a 10); (iii) Renda Fixa permanece como a classe de ativo preferida entre os clientes, mas o interesse por ações aumentou para 39% (+3 p.p. M/M); (iv) preocupações com riscos fiscais caíram mas seguem como o principal risco para a Bolsa, seguido de juros domésticos mais altos e instabilidade política; (v) 51% dos assessores indicaram que os recentes eventos de volatilidade no mercado de crédito privado não impactaram seu apetite por risco por outras classes de ativos, enquanto 29% sinalizaram uma redução no apetite e 20% indicaram um aumento.

O nível de alocação em RV começa a aumentar. Segundo os dados de novembro, houve um deslocamento de faixas mais baixas de alocação para faixas mais altas. Mais especificamente, houve um aumento na alocação entre 10 a 25% para 39% (+10 p.p. M/M) e na faixa de alocação entre 25 a 50% para 11% (+2 p.p. M/M). Por outro lado, a alocação entre 0 a 10% caiu consideravelmente para 44% (-13 p.p. M/M).

A intenção de aumentar exposição em renda variável caiu ligeiramente. Na pesquisa deste mês, em termos de intenção de aumentar a exposição à renda variável, observamos uma queda de 3 p.p. M/M, alcançando a marca de 29%. Já a parcela dos clientes que buscam reduzir a alocação em renda variável aumentou para 9% (+1 p.p. M/M), enquanto o nível dos que não pretendem alterar sua alocação está em 62% (+1 p.p. M/M).

O sentimento do investidor em relação à Bolsa melhorou, com 66% (+5 p.p. M/M) dando nota 7 ou maior. Em relação à média das respostas, ela ficou em 6,9 em novembro, acima do nível de 6,5 do mês passado. Já em relação às projeções do Ibovespa, a média apontou para uma estimativa de 151 mil pontos para o final de 2025, acima dos 142 mil pontos da pesquisa anterior, mas representando uma perspectiva de valorização negativa dado os níveis atuais do índice de cerca de 155 mil pontos.

Interesse por ações aumenta, mas Renda Fixa continua como a classe de maior preferência. Na pesquisa deste mês, 70% (+8 p.p. M/M) dos entrevistados indicaram que seus clientes têm interesse por renda fixa. Já o interesse por ações e fundos imobiliários cresceu para 39% (+3 p.p. M/M) e 35% (+10 p.p. M/M), respectivamente. Enquanto isso, Investimentos Internacionais caiu para 36% (-7 p.p. M/M). Fundos Multimercado e Fundos de Renda Variável também apresentaram um aumento considerável para 15% (+5 p.p. M/M) e 9% (+4 p.p. M/M), respectivamente.

Preocupações com a política fiscal caiu para 56% (-11 p.p. M/M), mas permanece como o maior risco para a Bolsa. Enquanto isso, juros mais altos no Brasil aumentou para 14% (+9 p.p. M/M), e instabilidade política caiu para 12% (-3 p.p. M/M).

51% dos assessores indicaram que os recentes eventos de volatilidade no mercado de crédito privado não impactaram seu apetite por risco por outras classes de ativos. Enquanto isso, 29% sinalizaram uma redução no apetite e 20% indicaram um aumento. Além disso, a maioria dos assessores indicou que uma Selic a 10% levaria seus clientes a aumentar alocação em RV, seguido por 12% e 11%.

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