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Selic em 9,25%: como ficam os rendimentos da Renda Fixa

Após novo anúncio de alta na taxa básica de juros, veja como ficam os rendimentos da Renda Fixa

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Selic em 9,25%: como ficam os rendimentos da Renda Fixa

Após mais uma importante reunião do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central anunciou nesta quarta-feira (8) mais um aumento na Selic, a taxa básica de juros brasileira, chegando ao patamar de 9,25% ao ano. Conforme esperado pelo time de Macroeconomia da XP, a decisão segue a tendência de controle da inflação e restrições adiante de um cenário incerto e desafiador.

“O desafio para a política monetária continua grande. A inflação ao consumidor segue rodando muito acima da trajetória de metas e ainda há pressões no atacado para que sejam repassadas adiante. No entanto, as incertezas ainda elevadas no cenário global e a redução da credibilidade fiscal no Brasil não permitem ao BC ‘esperar para ver’. Ele terá que continuar avançando no território contracionista para garantir a ancoragem das expectativas e se assegurar que os repasses de custos aos consumidores estarão mesmo mais contidos”, analisaram nossos especialistas no último relatório mensal de Macroeconomia.

Como um dos indicadores mais importantes do mercado brasileiro, além do controle da economia, a Selic impacta diretamente os investimentos, principalmente na Renda Fixa. Veja na tabela abaixo como ficam os rendimentos dos principais investimentos de Renda Fixa com a Selic em 9,25% ao ano:

Como ficam o retorno dos investimentos com Selic a 9,25% para aplicação de R$ 1000*?

Como já era esperado tanto pelo nosso time de Macroeconomia e de Renda Fixa, o mercado também não esperava algo muito distante do que foi anunciado na reunião desta quarta-feira (08). “Esse reajuste não deve mudar tanto a curva de juros, uma vez que a maioria do mercado já precifica este movimento. Sendo assim, nossa visão para os ativos de renda fixa pouco se altera, bem como seus preços e taxas negociados no mercado”, comenta Camilla Dolle, head de Research de Renda Fixa da XP Investimentos.

Sobre o impacto real nos investimentos, há uma leve vantagem para títulos prefixados e indexados ao IPCA de prazos mais curtos, os quais também possuem uma parcela adicional prefixada (IPCA+X%). Ambos os títulos apresentariam uma desvalorização por conta da taxa prefixada, sendo possível conseguir rentabilidades mais interessantes para prazos mais longos, a preços mais baixos em relação ao período pré-Copom.

“Neste cenário, com a redução dos prêmios (taxas) de longo prazo, os títulos de prazos mais longos se valorizam no mercado secundário, o que resultaria em possibilidade de ganhos de capital para quem já tivesse os títulos e decidisse vendê-los antes do vencimento, para capturar esta possível oportunidade”, acrescenta a especialista.

Para os títulos pós-fixados, que acompanham a taxa de juros, não haveriam alterações de cenário.

Prazo Poupança** Tesouro Selic*** CDB
120% do CDI
Fundo Trend DI Simples****
100% do CDI
LCI e LCA**
90% do CDI
3 meses1015,081014,041020,341017,061019,87
1 ano1061,681070,501090,091075,091081,90
2 anos1127,161152,321195,781161,741170,51
3 anos1196,681239,141309,971253,811266,37
*Considera rentabilidade líquida
**Isento de IR
***Aplicação levada até o vencimento
****Taxa de administração de 0%
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