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China pode rever política de exportações de terras raras após encontro entre Trump e Xi Jinping | Café com ESG, 18/05

Biocombustíveis e terras raras em destaque

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou a semana passada em queda, com o Ibovespa e o ISE ambos caindo 3,7%. O pregão de sexta-feira também fechou em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,61% e 1,28%, respectivamente.

• De olho nos efeitos da guerra EUA-Irã no setor de biocombustíveis, (i) segundo a 3tentos, a escalada do conflito e seus efeitos sobre os mercados globais de energia e fertilizantes já começam a mudar o comportamento dos produtores rurais brasileiros e a dinâmica comercial do agronegócio – para o CEO João Marcelo Dumoncel, o principal impacto imediato aparece nos fertilizantes nitrogenados, segmento mais sensível às tensões geopolíticas pela forte dependência de gás natural e pela importância dos países próximos ao Estreito de Ormuz na oferta internacional; e (ii) os EUA e o Brasil, os dois maiores produtores de etanol, estão prevendo um salto nas exportações do biocombustível este ano, devido aos movimentos de vários países consumidores para aumentar suas fontes de combustíveis, à medida que a crise do Estreito de Ormuz se arrasta – os EUA estão observando um salto ‌de 20% nas exportações de etanol até agora neste ano, enquanto o Brasil pode mais do que dobrar suas vendas externas na nova temporada comercial (2026/27) que começou em abril.

• No internacional, após o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping na última semana, a China afirmou que vai responder às preocupações dos EUA e possivelmente rever as restrições às exportações de tecnologia de processamento de terras raras – em contexto, as restrições chinesas foram introduzidos em abril de 2025, em retaliação às chamadas tarifas do “Dia da Libertação” do presidente dos EUA.

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Brasil

Acelen avança com projeto de SAF mesmo sem decreto, diz VP

“A demora na publicação do decreto que vai regulamentar o mandato de uso de combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil não alterou os planos da Acelen para investir na produção do combustível na Bahia. A companhia segue avançando com o projeto de sua biorrefinaria ao lado da Refinaria de Mataripe, com expectativa de início de operação no começo de 2028 e contratos de longo prazo já assinados para grande parte da produção futura. “Como estamos muito focados para exportação, isso de fato não tem muito impacto no nosso projeto especificamente”, afirmou a jornalistas, Marcelo Lyra, vice-presidente de Comunicação, ESG e Relações Institucionais da Acelen, durante o III Fórum de Biodiesel e Bioquerosene da Ubrabio, em São Paulo. Segundo Lyra, a decisão final de investimento (FID) deve ser anunciada “nas próximas semanas”. “Estamos na reta final, finalíssima de especificação de engenharia, de início de construção”, disse. Lyra explica que a companhia já possui contratos de off-take firmados para boa parte da produção futura de SAF, voltados principalmente aos mercados dos Estados Unidos e da Europa. A expectativa da empresa é produzir 1 bilhão de litros por ano de combustíveis renováveis — SAF e diesel verde (HVO) — em uma planta flexível, capaz de alternar a produção conforme a demanda.”

Fonte: Eixos; 15/05/2026

Guerra eleva fertilizantes e reforça aposta da 3tentos em biocombustíveis

“A escalada do conflito no Oriente Médio e seus reflexos sobre os mercados globais de energia e fertilizantes começam a alterar o comportamento de produtores rurais brasileiros e a dinâmica comercial do agronegócio, segundo avaliação da 3tentos. Para o CEO da companhia, João Marcelo Dumoncel, o principal impacto imediato aparece no mercado de fertilizantes nitrogenados, segmento mais sensível às oscilações geopolíticas por causa da forte dependência global de gás natural e da relevância dos países próximos ao Estreito de Ormuz na oferta internacional. “O maior impacto está em fertilizantes, muito mais do que em defensivos. Principalmente nos nitrogenados”, afirmou o executivo. Segundo ele, parte relevante dos produtores havia antecipado compras antes da deterioração mais recente do cenário internacional, mas a disparada dos preços acabou interrompendo negociações. “Tem pelo menos 30% da demanda represada”, afirmou. O executivo ressalta que a volatilidade ainda é elevada e o mercado segue reagindo rapidamente às notícias envolvendo Oriente Médio, Rússia e Ucrânia. Na semana passada, segundo ele, houve algum recuo pontual nos preços da ureia. Apesar da cautela dos produtores neste momento, a avaliação da empresa é de que a recomposição das compras será inevitável ao longo do segundo semestre, especialmente para culturas mais dependentes de nitrogênio. “No segundo semestre o produtor vai comprar de qualquer jeito, porque ele vai plantar o milho de verão”, disse Dumoncel. Segundo ele, caso os preços permaneçam em patamares elevados, a alternativa será reduzir o nível tecnológico das lavouras. “Em vez de usar 400 quilos, o produtor pode usar 300 quilos por exemplo”, afirmou.”

Fonte: NovaCana; 15/05/2026

Porto do Açu, no Rio, planeja criar hub de hidrogênio verde e prevê instalação de data center

“O porto do Açu, no norte fluminense, quer se transformar em um hub de hidrogênio verde, com objetivo de produzir combustíveis sustentáveis. A administração do terminal reservou uma área de 1 km² para o projeto, cuja implementação se estenderá de forma faseada por 20 anos. Rogério Zampronha, CEO da Prumo (holding que controla o porto do Açu junto ao porto de Antuérpia-Bruges), afirma que, por enquanto, o terminal possui uma licença prévia emitida, o que permite que empresas interessadas reservem espaço no porto, diz. Em uma fase posterior, o porto terá de emitir uma reserva de operação, segundo o executivo. Zampronha afirma que o hub não visa exportar hidrogênio, mas sim produzir combustíveis verdes, para uso em navios e outros meios de transporte e na indústria química. A previsão do porto é de que as plantas ali instaladas produzam, por ano, 605 mil toneladas de hidrogênio verde (feito a partir de eletricidade limpa, de fontes renováveis, para eletrólise da água) e de hidrogênio azul (feito com gás natural, mas com captura e armazenamento, ou reutilização, das emissões de carbono). Além disso, são projetados 1,9 milhão de toneladas de amônia verde por ano e 315 mil toneladas de e-metanol, ambos feitos a partir do hidrogênio verde. “Vai haver algumas plantas de produção de hidrogênio, não para exportação de hidrogênio, mas sim para insumo da produção dos novos combustíveis. Então é hidrogênio para fazer metanol para ser usado nos navios que aportam, metanol para indústria química e metanol para a síntese do biodiesel no interior do Brasil, principalmente”, explica Zampronha.”

Fonte: Valor Econômico; 14/05/2026

Governo quer programa para inovação em minerais críticos

“O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou esta semana uma iniciativa para organizar a agenda nacional em torno dos minerais críticos, com foco em inovação e agregação de valor à cadeia desses insumos cada vez mais disputados pelos setores de energia, digitalização e defesa. Publicada no Diário Oficial da União (DOU) de quarta (13/5), a Portaria MCTI 10.064/2026 institui o Grupo de Trabalho de Inovação para o Setor Mineral (GT Soberania Tecnológica Nacional), que terá a missão de elaborar um programa de PDI para o setor, chamado Inova+Mineral. A intenção é “integrar políticas públicas, instrumentos de financiamento, universidades, centros de pesquisa e empresas para ampliar a capacidade brasileira de inovação mineral”, explica o MCTI.“A demanda global por minerais críticos e estratégicos cresce com a transição energética, com a digitalização da economia e com novas tecnologias que dependem cada vez mais desses insumos. Por isso, quando falamos de minerais estratégicos, estamos falando também de soberania, de desenvolvimento e do lugar que o Brasil quer ocupar no futuro”, disse a ministra Luciana Santos (PCdoB) durante o evento de lançamento em Brasília. O grupo terá 90 dias para apresentar a proposta à ministra, prazo que poderá ser prorrogado uma única vez por igual período. E chega em meio às discussões no Congresso Nacional de um marco legal para os minerais críticos e terras raras, em que o governo tenta manter algum controle sobre a exploração dos recursos nacionais — ponto que gerou um racha dentro do próprio Executivo.”

Fonte: Eixos; 15/05/2026

EUA e Brasil devem registrar salto nas exportações de etanol, projetam analistas

“Os Estados Unidos e o Brasil, os dois maiores produtores de etanol, estão prevendo um salto nas exportações do biocombustível este ano, devido aos movimentos de vários países consumidores para aumentar suas fontes de combustíveis, à medida que a crise do Estreito de Ormuz se arrasta. Os EUA estão observando um salto ‌de 20% nas exportações de etanol até agora neste ano, além dos embarques recordes do ano passado, enquanto o Brasil pode mais do que dobrar suas vendas externas na nova temporada comercial (2026/27) que começou em abril, disseram representantes do setor de biocombustíveis à Reuters nesta semana. O novo mercado seria uma bênção para os produtores e processadores de milho nos EUA, bem como para os produtores e usinas de cana no Brasil, pois eles aumentariam a produção e a demanda por ⁠grãos e sacarose, sustentando os preços desses mercados.Também seria uma nova chance para um antigo plano dos dois países de criar um mercado global de etanol que já foi discutido e acordado entre o presidente dos EUA, George W. Bush, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, durante uma visita de Estado do norte-americano ao Brasil em 2007. A Associação de Combustíveis Renováveis (RFA), dos EUA, afirma que as exportações de 638 milhões de galões no primeiro trimestre foram 20% maiores em relação ao ano anterior. A consultoria brasileira Datagro estimou que as exportações de etanol chegarão a 2,2 bilhões de litros (581,1 milhões de galões) na nova temporada, ante 1 bilhão de litros na anterior.”

Fonte: NovaCana; 15/05/2026

Internacional

Poluição do carvão reduz geração global de energia solar, aponta estudo

“A poluição gerada pela queima de carvão está prejudicando a produção mundial de energia solar e pode estar levando governos e empresas a superestimar os benefícios climáticos da expansão da fonte renovável. Um estudo publicado na revista Nature Sustainability por pesquisadores da Universidade de Oxford e da University College London mostrou que aerossóis — pequenas partículas liberadas pela queima de combustíveis fósseis e também por fontes naturais, como vulcões — reduziram a geração global de energia solar em 5,8% em 2023. A perda equivale a cerca de 111 terawatts-hora de eletricidade, volume comparável à geração anual de 18 usinas termelétricas a carvão de médio porte. O impacto é maior quando parques solares estão localizados próximos a usinas a carvão. Na China, maior produtora mundial tanto de energia solar quanto de carvão, os aerossóis reduziram a produção fotovoltaica em 7,7% em 2023. Segundo os pesquisadores, quase um terço dessa queda pode ser atribuído diretamente às termelétricas a carvão. A poluição também afetou a geração solar em grandes mercados como Índia, Estados Unidos e Japão. No Paquistão, onde a adoção da energia solar avançou rapidamente nos últimos anos, o efeito foi ainda mais intenso. O estudo estima que os aerossóis reduziram a produção solar do país em 15,1% em 2023. Essas partículas também podem vir de emissões de veículos e de atividades industriais, como fornos de tijolos.”

Fonte: Valor Econômico; 16/05/2026

Equinix enfrenta contestação a data centers na Cidade do Cabo por preocupações ambientais

“Um plano da Equinix (EQIX.O), listada nos EUA, para construir dois data centers na Cidade do Cabo não deveria ser aprovado sem a divulgação completa de seu impacto em água, energia e meio ambiente, segundo uma objeção formal apresentada aos planejadores municipais e vista pela Reuters. A Housing Assembly (HA), movimento social que representa mais de 20 comunidades na província do Cabo Ocidental, na África do Sul, e a ONG britânica Foxglove afirmam que o pedido não pode ser aprovado sem as informações essenciais de que as autoridades precisam para avaliar o projeto. À medida que empresas de tecnologia correm para ampliar sua capacidade computacional ao redor do mundo, elas enfrentam resistência local de comunidades preocupadas com questões como aumento da conta de luz, escassez de água, barulho e poluição. “Simplesmente não há informação suficiente para uma decisão sobre um projeto dessa escala, sem detalhes substantivos sobre uso de água, emissões, demanda de eletricidade, geradores a diesel, poluição do ar, ruído ou mesmo sobre os próprios prédios”, disse Rosa Curling, codiretora executiva da Foxglove. O projeto prevê dois grandes data centers na Cidade do Cabo, com consumo de energia projetado em até 160 megawatts, segundo o documento, mas ainda há dúvidas sobre pontos como o tipo de geração de energia de backup que será instalada no local.”

Fonte: Reuters; 18/05/2026

Corrida por ativos de terras raras enquanto o Ocidente tenta reduzir a influência da China

“Uma verdadeira “corrida por território” em ativos de terras raras está se acelerando no mundo, com uma única empresa americana anunciando um plano de investimentos de US$ 3 bilhões, em meio aos esforços de Washington para reduzir a dependência do setor em relação à China. A USA Rare Earth fechou quatro negócios em menos de um ano, incluindo a aquisição de uma produtora de metais que é um dos poucos ativos valiosos de terras raras no Ocidente e a compra de uma mina no Brasil. A empresa, que opera no prejuízo e até pouco tempo atrás não tinha receita, também garantiu neste ano US$ 1,6 bilhão em financiamento condicional do governo dos EUA para ajudar a viabilizar uma mina planejada no Texas e uma fábrica de ímãs em Oklahoma. “Está acontecendo uma espécie de corrida por território agora”, disse um advogado do setor de mineração que atua em várias transações de terras raras. “Todo mundo está tentando descobrir como ganhar escala e ser o próximo vencedor”, com empresas menores oferecendo seus ativos “para os grupos que estão tentando consolidar o setor”. Governos ocidentais correm para reduzir sua forte dependência da China nesses metais, que são fundamentais para a produção de ímãs permanentes usados em tudo, de veículos elétricos e jatos de combate a turbinas eólicas e celulares.Esse movimento estimulou a entrada de novos investidores no setor e levou empresas oportunistas a levantar recursos, ao mesmo tempo em que impulsionou as avaliações dos negócios, já que um pequeno grupo de companhias ocidentais bem capitalizadas disputa a construção de cadeias integradas “da mina ao ímã”. A presidente-executiva da USA Rare Earth, Barbara Humpton, disse ao FT que ainda pode haver mais “negócios a serem feitos”, acrescentando: “nosso objetivo não é comprar tudo e consolidar. Nosso objetivo é ganhar escala e elevar o setor.”

Fonte: Financial Times; 16/05/2026

“Energia nervosa”: projetos eólicos e solares nos EUA em risco com o fim dos créditos fiscais

“Um boom na construção de projetos de energia eólica e solar nos EUA está sob ameaça devido à falta de mão de obra e equipamentos, além da retirada de créditos fiscais por uma administração Trump hostil às renováveis. Segundo dados da Cleanview, empresa de pesquisa em energia, a capacidade solar em construção aumentou 50% desde o início de 2025, enquanto os projetos eólicos cresceram 60%. Esse boom é impulsionado por desenvolvedores que correm para aproveitar os créditos fiscais antes que expirem. O presidente Donald Trump, que há muito se opõe à energia solar e eólica, reduziu esses incentivos em seu chamado “Big Beautiful Bill”. Para ter direito aos créditos fiscais, os projetos solares e eólicos precisam iniciar a construção até 4 de julho e comprovar que as obras continuam em andamento — processo conhecido como “safe harbouring” — encurtando o prazo que os desenvolvedores imaginavam ter para tirar os projetos do papel. Pela Lei de Redução da Inflação (Inflation Reduction Act) de Joe Biden, os créditos fiscais para solar e eólica deveriam começar a ser gradualmente reduzidos apenas no fim de 2033. Desenvolvedores afirmam que estão avançando com os projetos viáveis e abandonando aqueles que não têm recursos ou levariam tempo demais. “Muitos projetos vão morrer na praia”, disse Reagan Farr, presidente-executivo da Silicon Ranch, uma desenvolvedora de energia solar.”

Fonte: Financial Times; 16/05/2026

Casa Branca marca pequena vitória em terras raras, mas regime de exportação da China veio para ficar

“A China vai responder às preocupações dos EUA sobre a falta de terras raras, disse a Casa Branca neste domingo, em um resumo dos acordos firmados na cúpula de líderes da semana passada — que, porém, parou de pedir a remoção das restrições que vêm prejudicando a indústria aeroespacial e de semicondutores norte-americana. Introduzidos em abril de 2025, em retaliação às chamadas tarifas do Dia da Libertação do presidente dos EUA, Donald Trump, os controles de Pequim continuam a restringir fortemente as exportações de certas terras raras, apesar do acordo firmado na cúpula de Busan, em outubro passado, quando a Casa Branca afirmou que a China havia se comprometido a “eliminar efetivamente” todos os controles atuais e propostos sobre a exportação de minerais críticos. Seis meses depois, o novo comunicado da Casa Branca agora reconhece, ainda que de forma tácita, que o regime de controles de exportação da China veio para ficar. O texto também não mencionou se a trégua de um ano sobre um conjunto mais amplo de restrições chinesas a terras raras, que deve expirar em novembro, será prorrogada. O informativo divulgado no domingo, que resume os principais resultados da cúpula em Pequim, afirmou que a China vai responder às preocupações dos EUA sobre a escassez de minerais críticos e terras raras, incluindo ítrio, escândio e índio. Também declarou que a China vai tratar das preocupações dos EUA em relação às restrições à exportação de tecnologia de processamento de terras raras, que Pequim protege rigidamente para resguardar os produtores domésticos responsáveis por quase toda a produção mundial.”

Fonte: Reuters; 17/05/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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