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Juros na Zona do Euro e resultados do 4º tri em destaque

PMI dos EUA e juros na Europa são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 05/02/2025

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IBOVESPA -2,14% | 181.708 Pontos

CÂMBIO +0,24% | 5,23/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em queda de 2,1%, aos 181.708 pontos, registrando a pior performance diária de 2026 até o momento. O índice foi pressionado principalmente pelo desempenho negativo do setor bancário, após a divulgação dos resultados do Santander (SANB11, -2,7%). Na esteira do movimento, Itaú (ITUB4, -3,3%), Bradesco (BBDC4, -3,2%) e BTG Pactual (BPAC11, -4,9%) também apresentaram quedas expressivas.

O destaque positivo do dia foi Braskem (BRKM5, +1,9%), com o papel acumulando alta de 21,7% no ano até o momento. Na ponta negativa, Totvs (TOTS3, -12,9%) teve forte recuo, pressionada pelo movimento de queda das ações de software nos mercados globais.

Nesta quinta-feira, a agenda econômica inclui a decisão de política monetária no Reino Unido. Pela temporada de resultados no Brasil, os principais balanços serão de Bradesco, BrasilAgro e Multiplan. No cenário internacional, os destaques ficam para os resultados de Amazon e Shell.

Renda Fixa

Os juros futuros fecharam a quarta‑feira sem direção única. Nos Estados Unidos, os juros de curto prazo recuaram diante das expectativas sobre a postura do Fed, em meio à pressão por cortes de juros, enquanto os prazos longos refletiram maiores incertezas, incluindo a trajetória da dívida americana. A T‑Note de 2 anos recuou para 3,56% (-1 bp), a de 10 anos avançou para 4,28% (+1 bp) e o T‑Bond de 30 anos subiu para 4,91% (+1 bp).

No Brasil, os vértices curtos caíram levemente com a expectativa de corte de 0,50 p.p. em março, enquanto os prazos longos ampliaram a inclinação da curva, pressionados pelo dólar mais forte e pela possível indicação de Guilherme Mello para a diretoria do Banco Central. O DI jan/27 encerrou em 13,41% (-1 bp), o DI jan/29 em 12,75% (+6 bps) e o DI jan/31 em 13,15% (+7 bps).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos Estados Unidos abrem em alta (S&P 500: 0,2%; Nasdaq 100: 0,4%) resultados bons de Alphabet porém crescimento expressivo do capex para 2026, e na expectativa pela divulgação de Amazon. 

O índice pan-europeu opera em queda nessa manhã (Stoxx 600: -0,3%), e também sofre impacto de resultados. Bolsas chinesas fecharam mistas (HSI: 0,1%; CSI 300: -0,6%). 

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta-feira em queda de 0,23%, pressionado sobretudo pelos Fundos de Fundos e pelos Fundos Multiestratégia, que recuaram 0,57% e 0,33%, respectivamente, além dos Fundos de Papel, que caíram 0,28% em meio ao desempenho negativo de alguns fundos high yield do segmento. Os Fundos de Tijolo também fecharam no vermelho, com queda de 0,24%, puxados principalmente pelo segmento de Shoppings, que recuou 0,30%. Entre as maiores altas do dia destacaram-se HSAF11 (+2,1%), TOPP11 (+1,5%) e TEPP11 (+1,4%). No campo negativo, as principais baixas foram HCTR11 (-3,6%), DEVA11 (-2,6%) e RPRI11 (-1,7%).

Economia

Nos Estados Unidos, o setor de serviços mostrou resiliência em janeiro, enquanto a geração de empregos no setor privado veio abaixo do esperado. O PMI (índice de gerentes de compras) medido pelo ISM ficou estável em 53,8, com destaque para a moderação no componente de novos pedidos e o aumento na medida de preços pagos por insumos. Por sua vez, o relatório ADP apresentou adição líquida de 22 mil ocupações no setor privado no primeiro mês de 2026 (expectativa: 45 mil; anterior: 37 mil).  

Hoje, a agenda internacional traz as decisões de política monetária na Zona do Euro e no Reino Unido. O Banco Central Europeu não deve alterar suas taxas de juros de referência. Por exemplo, a taxa de depósito tende a permanecer em 2,0%. Na mesma linha, o Banco da Inglaterra deve manter os juros básicos em 3,75%. Nos Estados Unidos, destaque para os pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada e o relatório JOLTS, que mostrará a abertura de vagas de emprego em dezembro. No Brasil, atenções voltadas para a publicação da balança comercial de janeiro.

Nosso relatório Brasil Macro Mensal acabou de ser publicado. Elevamos a projeção de crescimento do PIB em 2026, de 1,7% para 2,0%, uma vez que a demanda doméstica deve ganhar tração em meio ao aumento da renda disponível e medidas de crédito. Ao mesmo tempo, reduzimos nossa expectativa para a inflação (medida pelo IPCA) de 2026, de 4,0% para 3,8%, diante de uma taxa de câmbio mais apreciada neste semestre. Em relação à política monetária, reforçamos nosso cenário de cinco cortes consecutivos de 0,50 p.p. a partir de março, com a taxa Selic chegando a 12,50% no 3º trimestre. Para acessar o relatório, clique aqui.  

Veja todos os detalhes

Economia

XP divulga projeções de maior crescimento do PIB e menor inflação em 2026

  • O setor de serviços dos Estados Unidos mostrou resiliência em janeiro. O PMI (índice de gerentes de compras) medido pelo ISM ficou estável em 53,8 entre dezembro e janeiro, resultado ligeiramente acima da expectativa de mercado (53,5). O componente de novos pedidos recuou de 56,5 para 53,1 no período, com destaque à queda nos pedidos de exportação (de 54,2 para 45,0, o menor nível desde março de 2023). Por sua vez, a medida de preços pagos por insumos subiu de 65,1 para 66,6 em meio a sinais de restrições de oferta. Além disso, a medida de emprego no setor de serviços diminuiu de 51,7 para 50,3, sugerindo moderação no mercado de trabalho;
  • O menor ritmo de crescimento do emprego na economia americana ficou evidente no relatório ADP, também publicado ontem. Houve criação de 22 mil ocupações no setor privado em janeiro, após adição de 37 mil em dezembro. O consenso de mercado apontava para 45 mil vagas. O relatório Nonfarm Payroll – que traz as principais estatísticas sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos – será divulgado na quarta-feira da próxima semana, e não mais nesta sexta-feira, em razão da paralisação (shutdown) parcial do governo. As estimativas de mercado indicam criação líquida de 70 mil empregos no mês passado, após geração de 50 mil em dezembro. A taxa de desemprego deve ter permanecido em 4,4%;
  • Hoje, a agenda internacional traz as decisões de política monetária na Zona do Euro e no Reino Unido. O Banco Central Europeu não deve alterar suas taxas de juros de referência. Por exemplo, a taxa de depósito tende a permanecer em 2,0%. Na mesma linha, o Banco da Inglaterra deve manter os juros básicos em 3,75%. Nos Estados Unidos, destaque para os pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada (Mercado: 212 mil) e o relatório JOLTS, que mostrará a abertura de vagas de emprego em dezembro (Mercado: 7,25 milhões). No Brasil, atenções voltadas para a divulgação da balança comercial de janeiro (Mercado: US$ 5,0 bilhões);    
  • Nosso relatório Brasil Macro Mensal acabou de ser publicado. Elevamos a projeção de crescimento do PIB em 2026, de 1,7% para 2,0%, uma vez que a demanda doméstica deve ganhar tração em meio ao aumento da renda disponível e medidas de crédito. Ao mesmo tempo, reduzimos nossa expectativa para a inflação (medida pelo IPCA) de 2026, de 4,0% para 3,8%, diante de uma taxa de câmbio mais apreciada neste semestre. Além disso, a comunicação recente do Copom reforçou nossa previsão de um ciclo gradual de flexibilização monetária a partir de março. Projetamos cinco cortes consecutivos de 0,50 p.p., levando a taxa Selic a 12,50%, seguidos de uma pausa para avaliação do cenário. Sob a hipótese de um ajuste fiscal incompleto após as eleições, vemos espaço limitado para redução adicional no ano que vem, com a taxa chegando a 11,00%. Para acessar o relatório, clique aqui.

Commodities

Açúcar & Etanol | Mix de açúcar volátil em 2026/27

  • Preços do açúcar seguem pressionados, com mais um ano de superávit global em 2026/27. Esperamos uma safra brasileira maior A/A e o mercado continua questionando o avanço da demanda global, o que contribui para o sentimento baixista.
  • Embora haja um risco emergente de El Niño no Sudeste Asiático no 2º semestre, acreditamos que a reação de preços será limitada pela capacidade ociosa de cristalização do Brasil e pela cota de exportação da Índia. Nos preços atuais, o Brasil irá priorizar o etanol no início da safra de cana, o que pressionará preços rapidamente, em conjunto com a expansão do etanol de milho.
  • Com clima favorável, a oferta de cana se torna mais previsível a cada dia, mas o mix, com a indústria menos travada em açúcar, se ajustará rapidamente à variação de preços.
  • Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/acucar-etanol-mix-de-acucar-volatil-em-2026-27/

Empresas

Panorama do mercado de veículos elétricos: Principais destaques da reunião com a ABVE 

  • Ontem, o time de Research ESG da XP, em conjunto com a equipe de Bens de Capital, reuniu-se com o Sr. Ricardo Bastos, Presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e Diretor da Great Wall Motors no Brasil (GWM);
  • Em um contexto de redução de incentivos adiante e mudanças rápidas no mercado, a discussão se concentrou em temas-chave que vêm moldando o setor, incluindo o estágio atual e as perspectivas desse mercado no Brasil, os papéis complementares dos veículos híbridos e totalmente elétricos, os desafios de infraestrutura e recarga, e uma visão geral das operações da GWM no Brasil;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Negociações sobre eletrificação

  • À medida que a eletrificação avança, o esforço do Brasil para localizar a produção está abrindo oportunidades nas cadeias de valor de fabricação de veículos elétricos e equipamentos de energia, como reforçado durante nosso webinar com a ABVE.
  • Anúncios recentes, especialmente a nova instalação de produção BESS da WEG em Itajaí (2 GWh de produção anual), reforçam sua presença em segmentos adjacentes de transição energética.
  • Vemos cada vez mais essas “novas vias” se tornando uma camada mais visível e relevante do crescimento de volume de vendas de médio prazo da WEG, complementando seus negócios mais estabelecidos.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Bens de Capital: Sazonalidade favorece a Embraer, mas pressiona as montadoras de autopeças

  • À medida que a temporada de resultados do 4T25 avança, esperamos que as empresas de Bens de Capital apresentem narrativas contrastantes em meio a um ambiente macroeconômico ainda desigual.
  • Vemos a Embraer como o destaque positivo, com forte sazonalidade e execução disciplinada reforçando a confiança em sua margem de guidance, ao mesmo tempo em que divulgamos seu guidance para 2026E (que esperamos estar alinhado com as expectativas dos investidores).
  • Continuamos a ver expectativas mais fundamentadas para os resultados da WEG, mas a crescente confiança em sua capacidade de proteger a lucratividade por meio de ajustes de mix e preços apoia nossa previsão de margens resilientes (21,6% no XPe) e volatilidade limitada dos lucros, mais uma vez, apesar dos ventos contrários macroeconômicos.
  • Para Marcopolo, esperamos resultados mistos – resilientes, mas não com a aceleração sequencial vista nos últimos 4Ts, com o lucro da XPe -9% abaixo do consenso.
  • Esperamos que o 4T25 provavelmente seja o menor número para as empresas de Autopeças com exposição a drivrs de demanda por caminhões no Brasil, com Randoncorp e Tupy como os pontos fracos desta temporada, em nossa visão, com sazonalidade fraca e demanda reduzida causando perdas líquidas para ambas.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Santander (SANB11): Resultados sólidos, apesar da pressão contínua na NII de Mercado

  • O Santander reportou um 4T25 sólido, em linha com nossas estimativas, encerrando o ano com Lucro Líquido de R$4,1 bn (+6,0% A/A; +1,9% T/T; em linha com a XP) e um ROAE de 17,6%, praticamente estável T/T.
    • A Receita Líquida de Juros (NII) totalizou R$15,3 bn (+0,8% T/T), sustentada por uma Margem de Clientes resiliente, apesar de um mix de crescimento mais conservador.
    • Por outro lado, a Margem de Mercado veio mais fraca que o esperado, representando o principal desafio para a receita no trimestre.
    • A qualidade dos ativos permaneceu sob controle, apesar de pressões localizadas em cartões de crédito de baixa renda e SMEs, permitindo melhorias no Custo do Risco e resultando em maior expansão da Receita Líquida de Juros Ajustada pelo Risco (+6,3% T/T).
    • As Receitas de Fees apresentaram crescimento sólido, beneficiadas pela sazonalidade do 4T e reforçando a diversificação de receita.
    • No geral, os resultados reforçam um ROE acima do custo de capital, agora bem estabelecido nesse patamar, sugerindo que o potencial de alta incremental deve depender mais da normalização das margens e das condições macroeconômicas do que de melhorias adicionais no balanço ou nos custos.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

Estratégia

Temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 – o que esperar?

  • Nossas estimativas apontam para outro trimestre positivo no 4T25, marcado por um crescimento moderado de receita e uma expansão mais robusta de EBITDA;
  • Para o universo de cobertura XP (~140 empresas), a prévia consolidada indica crescimento de receita líquida de 1,4% e expansão de EBITDA de 12,8%, puxada principalmente por commodities. Ex‑commodities, a dinâmica de lucro segue mais forte do que a de receita, com crescimento de resultados esperado em 5,6% (vs. 2,9% de crescimento de receita);
  • No nível setorial, esperamos que o 4T25 seja um trimestre de continuidade de tendências, com os principais vencedores e perdedores do 3T25 se estendendo para o 4T25. Vemos  Construção Civil,  TMT e  Mineração & Siderurgia como destaques positivos, enquanto  Agronegócio ,  Papel & Celulose  e alguns subsegmentos de varejo  (varejo alimentar, vestuário) devem ser os destaques negativos.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • TOPP11 e CACR11 sobem, mas IFIX fecha pregão em queda de 0,23% (FIIs);
    • Pinheiros além da Rebouças: o boom corporativo em São Paulo (SiiLA);
    • Patria assume gestão de RBRX11, RBRY11 e RBRP11 na B3 (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Sabesp (SBSP3) emite U$ 1,35 bi em blue bonds, maior captação global do tipo | Café com ESG, 05/02

  • O mercado fechou o pregão de quarta-feira em queda, com IBOV e o ISE recuando 2,14% e 2,48%, respectivamente;
  • Do lado das empresas, a Sabesp emitiu US$ 1,35 bilhão em blue bonds na semana passada, títulos voltados para projetos relacionados a preservação e ampliação do acesso a água e esgoto – a captação foi a maior do tipo já realizada no mundo, segundo dados da Bloomberg e da Climate Bonds Initiative;
  • Na política, (i) o Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu as decisões judiciais que favoreceram distribuidoras de combustíveis que não cumpriram metas de redução de emissões com a aquisição de certificados de descarbonização (CBios); e (ii) o deputado José Guimarães, líder do governo na Câmara, apresentou nesta semana o PL 278/2026, que institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center, Redata – o projeto chega ao Congresso como uma das iniciativas mais ambiciosas de política industrial verde do Brasil, ao condicionar bilhões em incentivos fiscais à operação 100% com energia renovável;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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