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Alta da Bolsa brasileira e dados de emprego em destaque

Dados do Caged e repercussão das decisões do Fed e do Copom são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 29/01/2026

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IBOVESPA +1,52% | 184.691 Pontos

CÂMBIO -1,06% | 5,18/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quarta-feira com mais uma alta expressiva de 1,5%, aos 184.691 pontos, renovando máximas históricas. O dia foi marcado pelas decisões de política monetária nos EUA e no Brasil. O Federal Reserve manteve a taxa de juros inalterada, enquanto o Copom também optou pela manutenção, sinalizando, contudo, o início do ciclo de cortes já na reunião de março. Ainda assim, o principal vetor de sustentação da Bolsa segue sendo o forte fluxo estrangeiro, que já acumula R$ 20,2 bilhões no ano, equivalente a cerca de 80% do total registrado ao longo de 2025.

O principal destaque positivo do dia foi Raízen (RAIZ4, +20,0%), beneficiada pelo fechamento da curva de juros e por notícias relacionadas a um possível aumento de capital da companhia. Na ponta negativa, Embraer (EMBR3, -3,5%) apresentou queda, apesar da divulgação de dados operacionais sólidos referentes ao 4T25.

Nesta quinta-feira, pela temporada internacional de resultados do 4T25, serão divulgados os balanços de Apple, Blackstone, Caterpillar, Mastercard e Visa.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a quarta-feira em alta nos Estados Unidos, com destaque para a decisão do Fed de manter os juros no intervalo entre 3,50% e 3,75%, interrompendo uma sequência de três cortes consecutivos. Nesse contexto, as Treasuries avançaram: os títulos de 2 anos fecharam em 3,58% (+1 bp); os de 10 anos, em 4,25% (+2 bps); e os de 30 anos, em 4,86% (+2 bps). No Brasil, as taxas de juros recuaram novamente, refletindo os ajustes de posicionamento dos investidores diante da possibilidade de um comunicado mais suave na decisão do Copom. O DI jan/27 fechou a 13,52% (-6 bps), o DI jan/29 a 12,79% (-8 bps) e o DI jan/31 a 13,15% (-7 bps).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos Estados Unidos abrem em leve alta (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,1%) após o FOMC decidir manter taxas de juros estáveis nos EUA, em linha com o esperado, e após divulgações de resultados das Big Techs Microsoft, Meta e Tesla. O foco dos mercados permanece na temporada de resultados, na expectativa do balanço de Apple para o 4T25.

O índice pan-europeu opera no positivo nessa manhã (Stoxx 600: +0,3%), e as bolsas chinesas fecharam em alta (HSI:+0,5%; CSI 300: +0,8%).

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta‑feira em alta de 0,22%, impulsionado principalmente pelos Fundos de Fundos, que avançaram 1,28%, pelos Fundos de Papel, que subiram 0,33%, e pelos Fundos de Tijolo, que registraram alta de 0,18%. O movimento refletiu o fechamento da curva de juros, em um pregão marcado pela expectativa em torno da reunião do Copom e pela possibilidade de um comunicado com tom mais brando.

Os demais segmentos apresentaram desempenhos mais moderados: os Fundos Multiestratégia avançaram 0,08%, enquanto os Fundos Híbridos foram o destaque negativo do dia, com queda de 0,15%.

Entre as maiores altas do pregão estiveram DEVA11 (+2,2%), HFOF11 (+2,2%) e KIVO11 (+2,1%). No campo negativo, os principais destaques foram TGAR11 (-2,8%), RCRB11 (-1,9%) e TOPP11 (-1,6%).

Economia

O comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) manteve sua taxa de juros de referência no intervalo entre 3,50% e 3,75%, conforme amplamente esperado. Mais uma vez, a decisão foi dividida, com dez membros votando pela manutenção e dois optando por uma redução de 0,25 p.p. (Stephan Miran e Christopher Waller). O comunicado pós-decisão trouxe importantes ajustes de redação, adotando um tom mais conservador (hawkish). A autoridade monetária suprimiu do comunicado a avaliação de aumento dos riscos baixistas para o emprego e de deslocamento do balanço de riscos (da inflação para o mercado de trabalho). Os preços de ativos financeiros mudaram pouco após a decisão do Fed. Continuamos a projetar apenas um corte de 0,25 p.p. na taxa básica de juros em 2026, devido sobretudo à força da atividade econômica local.  

No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15,00%, em linha com as expectativas da maioria do mercado. O comunicado pós-reunião indicou que a política monetária pode se tornar menos contracionista à frente, tendo em vista a melhora recente no cenário de inflação. A sinalização foi inequívoca: “O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária”. A projeção de inflação do Copom para o 3º trimestre de 2027 — atual horizonte relevante da política monetária — permaneceu em 3,2%. Vale lembrar que a taxa de câmbio utilizada nas projeções divulgadas é mais depreciada do que o nível atual (R$/US$ 5,35, contra cerca de R$/US$ 5,20). Utilizando o câmbio vigente, a previsão ficaria na meta de 3,0%. A decisão e a sinalização do Copom reforçaram nosso cenário de cinco cortes consecutivos de 0,50 p.p. a partir de março, levando a taxa Selic para 12,50% no 3º trimestre deste ano.   

Hoje pela manhã, o Banco Central do Brasil publicará as estatísticas do mercado de crédito referentes a dezembro, enquanto a FGV divulgará o IGP-M de janeiro (Mercado: 0,38% m/m; -0,92% em 12 meses). No período da tarde, o Tesouro Nacional tornará público o resultado primário do governo central (XP: R$ 14,4 bilhões), ao passo que o Ministério do Trabalho apresentará o Caged (saldo de emprego formal). Esses dados são referentes a dezembro. Em relação ao último, estimamos destruição líquida de 505 mil postos, enquanto o mercado esperado saldo negativo de 472,5 mil. Descontadas as influências sazonais, entretanto, as estimativas indicam criação líquida entre 75 mil e 100 mil vagas. Nos Estados Unidos, atenções voltadas para a balança comercial de novembro (expectativa: -US$ 44,0 bilhões) e os pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada (expectativa: 205 mil).  

Veja todos os detalhes

Economia

Fed mantém juros, com comunicação mais conservadora; Copom mantém taxa Selic em 15%, mas sinaliza flexibilização monetária a partir de março

  • O comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) manteve sua taxa de juros de referência no intervalo entre 3,50% e 3,75%, conforme amplamente esperado. Mais uma vez, a decisão foi dividida, com dez membros votando pela manutenção e dois optando por uma redução de 0,25 p.p. (Stephan Miran e Christopher Waller). O comunicado pós-decisão trouxe importantes ajustes de redação, adotando um tom mais conservador (hawkish). A autoridade monetária destacou que a atividade econômica vem crescendo em ritmo “sólido”, ao invés da avaliação anterior de expansão em ritmo “moderado”. Apesar de reiterar que a geração de empregos continua fraca, o Fed salientou que a taxa de desemprego tem apresentado “sinais de estabilização”. Nesta linha, o comitê suprimiu do comunicado a avaliação de aumento dos riscos baixistas para o emprego e de deslocamento do balanço de riscos (da inflação para o mercado de trabalho). Na coletiva de imprensa, o Presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que a taxa de juros pode estar próxima ao seu nível neutro ou em patamar um pouco restritivo. Além disso, Powell classificou o caso de Lisa Cook como “talvez o mais importante da história do Fed”, mas evitou responder a questões relacionadas ao processo do Departamento de Justiça sobre sua gestão e a respeito de intervenções no mercado de câmbio. Os preços de ativos financeiros mudaram pouco após a decisão do Fed. Continuamos a projetar apenas um corte de 0,25 p.p. na taxa básica de juros em 2026, devido sobretudo à força da atividade econômica local. O mercado precifica corte de 0,45 p.p. este ano, ou seja, quase duas reduções de 0,25 p.p.. Reconhecemos o elevado grau de incerteza em torno dessa projeção, em linha com os efeitos potenciais de políticas do governo de Donald Trump sobre a inflação e o emprego, além do processo de sucessão de Powell, cujo mandato será encerrado em maio;
  • No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 15,00%, em linha com a expectativa da maioria dos participantes do mercado. O comunicado pós-reunião indicou que a política monetária pode se tornar menos contracionista à frente, considerando a melhora recente no cenário de inflação. A sinalização foi inequívoca: “O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária”. Dito isso, o comunicado reforçou que as expectativas inflacionárias seguem desancoradas (acima da meta), a atividade econômica desacelera gradualmente e o mercado de trabalho continua resiliente. Assim, o Comitê destacou que “manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”. A projeção de inflação do Copom para o 3º trimestre de 2027 — atualmente o horizonte relevante da política monetária — permaneceu em 3,2%. Vale lembrar que o cenário de referência do Banco Central, extraído do Boletim Focus, já considera o início de um ciclo de afrouxamento monetário em março. Além disso, a taxa de câmbio utilizada nas projeções divulgadas é mais depreciada do que o nível atual (R$/US$ 5,35, contra cerca de R$/US$ 5,20). Utilizando o câmbio vigente, a projeção para o horizonte relevante ficaria em 3,0%. Em outras palavras, iniciar cortes de juros em março é compatível com o cumprimento da meta de inflação seis trimestres à frente, segundo o modelo de projeções do Banco Central. Em resumo, a decisão e a comunicação vieram em linha com o que esperávamos. Portanto, mantivemos o cenário de cinco cortes consecutivos de 0,50 p.p., levando a taxa Selic para 12,50% no 3º trimestre deste ano. Em termos reais, a taxa básica ficaria em torno de 8,0%, ainda acima do que consideramos como taxa neutra, refletindo os desafios fiscais esperados para o próximo mandato presidencial. De acordo com a sondagem pós-Copom divulgada ontem pelo time de Estratégia Macro da XP, cerca de 70% dos respondentes (amostra total de 78 instituições) preveem redução de 0,50 p.p. na taxa Selic em março, enquanto 30% esperam corte de 0,25 p.p..

Empresas

Bens de Capital: O debate Momentum vs. Valor

  • As ações brasileiras começaram o ano forte, com IBOV +14% e BRL +6% YTD, apoiados por um forte fluxo estrangeiro (impressionantes R$20 bilhões YTD, representando ~80% do total de entrada estrangeira de 2025).
  • Isso está alinhado com uma rotação global mais ampla para mercados emergentes, reforçada por entradas de ~US$14 bilhões YTDs em ETFs de mercados emergentes.
  • Dentro de Bens de Capital, enquanto os fluxos estrangeiros permanecerem elevados, esperamos um momentum sustentado para ações de grande capitalização/alta liquidez, com a WEG e a Embraer bem posicionadas para se beneficiar das narrativas globais, podendo ofuscar discussões relacionadas à avaliação.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Estratégia

Pesquisa com assessores XP | Intenção de aumentar exposição em renda variável recua, apesar do rali

  • Nesta edição da nossa pesquisa com assessores filiados à XP, observamos uma queda nos níveis de alocação em renda variável e na intenção de aumentar exposição. Os principais pontos da pesquisa foram:
    • A intenção de aumentar exposição em renda variável caiu para 31% (-9 p.p. M/M), enquanto 3% (-1 p.p. M/M) planejam reduzi-la e 66% não pretendem alterar a alocação (+10 p.p. M/M);
    • O sentimento dos assessores se deteriorou marginalmente para 7,0 em relação a 7,1 em dezembro (numa escala de 0 a 10);
    • Renda Fixa permanece como a classe de ativo preferida entre os clientes, enquanto o interesse por ações caiu para 40% (-3 p.p. M/M);
    • Preocupações com riscos fiscais seguem como o principal risco para a Bolsa, seguido de instabilidade política e riscos geopolíticos, que aumentaram significativamente neste mês;
    • A maioria dos assessores (54%) afirmou que a taxa Selic deve terminar 2026 entre 12% e 13%, em linha com a projeção do nosso time macro de uma Selic em 12,5% no final deste ano.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX fecha em alta de 0,22% e encerra o dia aos 3.848 pontos (FIIs);
    • Vacância cai e absorção dispara nas lajes A+ em SP no 4T25 (Suno);
    • RBRX11 vende ativo com retorno de IPCA + 14%; entenda a operação (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Demanda pelo terceiro leilão do Eco Invest surpreende em 10x o esperado pelo Tesouro | Café com ESG, 29/01

  • O mercado fechou o pregão de quarta-feira em alta, com IBOV e o ISE avançando 1,52% e 1,04%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a demanda dos bancos no terceiro leilão do Eco Invest surpreendeu e foi mais de 10 vezes superior ao esperado pelo Tesouro – seis bancos foram selecionados para receber R$ 15,2 bilhões de capital subsidiado do Tesouro com a condição que eles captem R$ 52,8 bilhões em recursos privados para investir em participação em empresas que atuem com transição energética, infraestrutura verde, bioeconomia e economia circular; e (ii) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante discurso de abertura do Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe 2026, voltou a defender que o Brasil não apenas exporte minerais críticos, mas use esses ativos para gerar desenvolvimento econômico e empregos para a população brasileira;
  • No internacional, a China dominou as instalações globais de sistemas de armazenamento de energia em baterias em 2025, com um recorde de 174,19 gigawatts-hora de nova capacidade, mais do que o triplo do número da América do Norte – a capacidade de armazenamento de energia adicionada na China no ano passado cresceu 40%, de acordo com dados da Benchmark Mineral Intelligence;
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