Debênture Vale S.A. – JAN/2024

Debênture Vale S.A. – JAN/2024

  • Vencimento 15/01/2024
  • Rentab. -
  • Liquidez -
  • Juros -
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  • Risco (0 - 100) 10 Risco Médio

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  • Preço Unitário R$ 1.000,00

Análise do Emissor

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A Vale é uma das maiores empresas de mineração do mundo, com posição de liderança nos segmentos de minério de ferro e níquel. A empresa também produz manganês, ferroliga, cobre, bauxita, dentre outros. Cerca de dois anos após a ruptura da Barragem I em Brumadinho (MG), a Vale assinou um acordo de R$ 37,7 bilhões com o governo de Minas Gerais em fevereiro para a reparação dos danos causados. A operação da empresa em 2020 foi beneficiada pelo rali das cotações do minério de ferro, causado pelo reaquecimento da demanda chinesa, o que, aliado à desvalorização cambial, direcionaram o avanço de 106% do EBITDA ajustado em reais. Ao fim de 2020, a empresa possuía caixa líquido de US$ 898 milhões e relação Dívida Líquida/EBITDA de -0,1x.

Destaques positivos

  • Maior produtora de minério de ferro, pelotas e níquel do mundo.
  • Minério de qualidade superior em comparação aos pares.
  • Forte geração de caixa.
  • Baixa alavancagem.

Pontos de atenção

  • Risco de litígios em potencial acima do provisionado.
  • Possíveis restrições à produção.
  • Riscos relacionados a barragens de rejeitos.
  • Commodity: exposta à volatilidade nos preços dos minérios e ao câmbio.

Quem é a Vale?

História

O início da Vale remonta à extração de minérios na região de Itabira (Minas Gerais) pela Itabira Iron Ore Company, empresa fundada em 1911 pelo norte-americano Percival Farquhar.

A intenção de Farquhar ao adquirir as terras era a exportação de 10 milhões de toneladas por ano de minério de ferro aos Estados Unidos. Contudo, diversos políticos e intelectuais de viés nacionalista se opunham ao projeto, afirmando que o subsolo brasileiro não deveria ser explorado por estrangeiros.

Sem sequer sair do papel, as pretensões de Farquhar foram inviabilizados quando Getúlio Vargas ascendeu à presidência após a Revolução de 30. Getúlio encampou as reservas de ferro de Itabira e criou por meio de decreto-lei a empresa estatal Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), em 1942.

Com a nacionalização do setor, o Brasil consegue cumprir um tratado de fornecimento de minério aos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, previsto nos Acordos de Washington.

Após o fim da Segunda Guerra, a produção de minério de ferro da CVRD foi destinada às usinas siderúrgicas brasileiras – principalmente, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

Como a alta capacidade de oferta devido às vastas reservas de minerais não refletia na demanda de um Brasil pouco industrializado, a CVRD buscou expansão para mercados internacionais.

A consolidação dos projetos da Vale do Rio Doce Navegação S.A. (Docenave), em 1962, e do Porto de Tubarão (Espírito Santo), em 1966, permitiu que a Vale acessasse o aquecido mercado japonês, dado que o país passava por um processo de reconstrução econômica após a guerra, a preços competitivos.

Daí em diante, a Vale do Rio Doce iniciou uma fase de crescimento acelerada, com a produção passando de 10 milhões de toneladas/ano, em 1966, para 18 milhões, em 1970, e, 56 milhões, em 1974, assumindo a liderança mundial na exportação de minério de ferro em 1976.

Em 1982, é lançado o Programa Grande Carajás, com o objetivo de realizar a exploração dos recursos na região do Carajás, englobando terras do sudeste do Pará, norte de Tocantins e sudoeste do Maranhão, que é considerada a província mineralógica mais rica do mundo.

Para a consolidação do projeto, foi implantada infraestrutura robusta, que conta com a Usina Hidrelétrica de Tucuruí, a Estrada de Ferro Carajás-Itaqui e o Porto de Ponta da Madeira (Maranhão).

A empresa foi privatizada em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. O consórcio Brasil, liderado pela CSN, aliada a fundos de pensão como a Previ, Petros, Funcef e Funcesp, além do banco Opportunity e o fundo Nations Bank, se tornou o acionista controlador da estatal, detendo 41,73% das ações ordinárias da companhia.

No início da década de 2000, a produção de minério de ferro da Vale se elevou acentuadamente, com a incorporação da Samitri, Socoimex, GICC, Ferteco e Caemi, outras mineradoras de porte menor. Em 2005, sua produção atingiu 255 milhões de toneladas.

Sua razão social foi alterada em 2007, de Companhia Vale do Rio Doce S.A. para Vale S.A.

Atuação

Os negócios da Vale são divididos em quatro frentes de atuação, conforme abaixo:

Mineração: a empresa é a maior produtora de minério de ferro e de níquel do mundo e atua também em outros segmentos minerais, como manganês e cobre. Ressalta-se que as rochas de Carajás são formadas por 67% de teor de minério de ferro.

Logística: a rede da Vale integra minas, ferrovias, navios e portos para realizar o transporte de minério. Do lado ferroviário, a companhia opera cerca de 2 mil quilômetros no país e oferece duas linhas de trens de passageiros (Estrada de Ferro Vitória a Minas e Estrada de Ferro Carajás). Quanto ao transporte marítimo, a empresa opera onze portos conectados às minas por meio das ferrovias, dentre eles o Porto de Tubarão e o Teminal de Ponta Madeira, atendendo também serviço de carga para terceiros.

Siderurgia: opera por meio de joint-ventures, como a usina ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico e a Companhia Siderúrgica de Pecém.

Energia: a Vale representa 2% de todo o consumo de energia elétrica brasileira. Para atender a esta demanda, conta com cerca de 54% com geração própria, além de um portfólio de contratos robusto.

Presença

A Vale produz minério nos estados brasileiros de Minas Gerais, Pará e Mato Grosso do Sul, e nos países da China, Omã, Canadá, Indonésia, Nova Caledônia e Moçambique, possuindo infraestrutura robusta em toda as regiões de atuação.

Para facilitar o escoamento, a companhia também conta com terminais portuários além das áreas de produção, como Nampula, Uruguai e Sulawesi.

Quem são seus acionistas?

Os números abaixo entre parênteses são referentes à participação de cada acionista no total de ações com direito à voto (ordinárias).

Litela Participações S.A. (9,8%): empresa que reúne fundos de pensão, em especial Previ (Banco do Brasil), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Petros (Petrobras).

BNDES Participações S.A. (5,6%): gestora de participações sociais e subsidiária do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Foi criada para administrar as participações em empresas detidas pelo banco.

Capital World Investors (5,6%): divisão independente de investimentos da Capital Research and Management Company, empresa americana de serviços financeiros, com mais de US$ 2 trilhões em ativos sob gestão.

Bradespar (5,6%): sociedade anônima fundada como desmembramento do Banco Bradesco. Hoje, é a administradora das participações acionárias que o banco detinha em empresas não financeiras, como a própria Vale, Scopus e Globo Cabo.

Mitsui & Co. (5,4%): companhia de trading japonesa, com atuação no sistema financeiro, energia, mineração produtos químicos, entre outros.

BlackRock, Inc (5,2%): maior gestora de ativos do mundo com US$ 7,2 trilhões sob gestão. É listada na bolsa de Nova York.

Capital Research Global Investors (5,1%): divisão independente de investimentos da Capital Research and Management Company, empresa americana de serviços financeiros, com mais de US$ 2 trilhões em ativos sob gestão.

Outros (57,7%).

As ações ordinárias (ON) da Vale, atualmente as únicas presentes na bolsa de valores, são negociadas sob o ticker VALE3. A totalidade das ações preferenciais de classe especial da Vale são de titularidade do governo brasileiro. Sua migração para o Novo Mercado, segmento especial de listagem da B3, ocorreu em dezembro de 2017.

O Acordo de Acionistas da Vale vigente entre Litel e Litela Participações, Bradespar, Mitsui & Co e BNDES Participações expirou no dia 10 de novembro de 2020. Portanto, a partir dessa data, as ações não estão mais vinculadas ao acordo, podendo ser negociadas livremente no mercado. Com isso, a Vale fica mais próxima de se tornar uma corporação, sendo desvinculada de seus acionistas, e conselho e decisões mais independentes.

Principais fatores do crédito

Para melhor entendimento, esclarecemos que a nomenclatura “4T20” significa “quarto trimestre de 2020”. Suas variações também se aplicam (ex: 3T20 seria o terceiro trimestre de 2020).

Fonte: XP Investimentos, Vale, Economatica.

Cenário atual

Cerca de dois anos após a ruptura da Barragem I em Brumadinho (MG), o maior acidente de trabalho no Brasil em perda de vidas humanas, a Vale segue com seu Plano Integral de Reparação, que visa entregar indenizações e assistência aos familiares das vítimas e comunidade local, além do empenho para o desenvolvimento econômico de Brumadinho e da bacia do Paraopeba.

Em meados de fevereiro, a Vale assinou um acordo de R$ 37,7 bilhões com o governo de Minas Gerais para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem. O valor econômico firmado no acordo contempla projetos de reparação socioeconômica e socioambiental, como o desenvolvimento de projetos de demanda das comunidades impactadas, programa de transferência de renda à população, entre outros. O dispêndio de recursos será realizado ao longo de um intervalo, reduzindo o risco de pressões no curto prazo.

Além do valor do acordo, a Vale já incorreu em diversas outras despesas, direcionadas a serviços jurídicos, ajuda alimentícia, assistência humanitária, entre outros, para reparação à comunidade de Brumadinho.

Quanto aos efeitos causados pela pandemia da covid-19, as medidas de distanciamento social foram responsáveis pela redução na oferta de minério de ferro ao redor do mundo. Porém, com a demanda chinesa forte no pós-pandemia do país asiático, intensificada por estímulos governamentais à produção de aço, a cotação da commodity passou por um rali durante os últimos meses, alcançando o patamar de US$ 176,45/tonelada em dezembro. No acumulado do ano, o minério de ferro teve valorização de 74%.

No âmbito de preços, a Vale afirma continuar priorizando margens elevadas em detrimento de maior produção.

Destaques operacionais

A Vale produziu 300,4 milhões de toneladas (Mt) de minério de ferro em 2020, relativamente em linha com 2019. O valor foi próximo à banda inferior de seu guidance de produção para o exercício (300-305 Mt)

No mesmo período, foram vendidos 254,9 Mts de minério de ferro, contração de 5% frente ao ano anterior. A empresa visa normalizar seus estoques operacionais para possibilitar uma maior aderência entre vendas e produção em 2021.

Nota-se que, desde o início de 2019, a companhia reporta produção menor do que a média dos últimos anos, devido a interdições e interrupções operacionais após o acidente de Brumadinho.

Como consequência do menor volume de vendas, houve aumento do custo de produção por tonelada de minério de ferro. O custo consolidado de 2020 foi de US$ 15,8/tonelada, ante US$ 15,3/tonelada em 2019.

Destaques financeiros

Receita líquida e EBITDA

Os maiores preços realizados de minério de ferro e o efeito positivo da desvalorização cambial em 2020 foram os principais responsáveis pelo avanço de 40% na receita líquida em comparação a 2019 para R$ 208,5 bilhões. Desse total, 80% foram provenientes de minerais ferrosos.

Enquanto isso, o EBITDA ajustado avançou 106% no mesmo período para R$ 87,3 bilhões.

Endividamento e alavancagem

A dívida bruta da Vale totalizou US$ 13,4 bilhões em dezembro de 2020, relativamente estável em relação ao fim do 4T19. A Vale realizou no 3T20 emissão de US$ 1,5 bilhão em notas com vencimento em 2030, o que foi compensado em sua maior parte pela amortização de dívidas.

Apesar da leve expansão na dívida bruta da companhia, a elevada geração de caixa no mesmo período levou a empresa a reportar posição líquida de caixa (ou seja, seu caixa foi maior do que a dívida), de US$ 898 milhões em 2020 (sem considerar arrendamentos – IFRS 16).

A alavancagem, medida pelo indicador Dívida Líquida/EBITDA, ficou negativa como consequência, passando de 0,5x ao fim de 2019 para -0,1x em 2020. Nota-se que a companhia alcançou a meta do seu processo de alavancagem que era se tornar caixa positiva.

O prazo médio da dívida reduziu de 8,5 anos em 2019 para 8,4 anos em 2020. No período, o custo médio da dívida reduziu de 4,9% ao ano para 4,5% ao ano.

Pontos de atenção

Litígios em potencial acima do provisionado

Conforme citado anteriormente, foram provisionados pela Vale US$ 3,4 bilhões até o 3T20 para litígios relacionados ao acidente de Brumadinho. Contudo, como a empresa é ré em diversos processos judiciais, nos quais são reivindicados valores significativos, o montante total pode ser superior ao valor previsto, o que pode ter efeito adverso relevante na flexibilidade financeira da mineradora.

Possíveis restrições à produção

Após o rompimento da barragem de Brumadinho, várias operações foram suspensas pela própria companhia, como a mina de Córrego do Feijão e Jangada, assim como em resposta a determinações judiciais ou devido a determinações da Agência Nacional de Mineração (ANM).

Em resposta ao acidente, é possível que legislações e portarias se tornem mais rigorosas, e, se a Vale for incapaz de cumprir os requisitos de segurança, pode ser necessário realizar novamente a suspensão das operações de barragens e evacuação da área adjacente. Além disso, podem ocorrer novas determinações judiciais para a paralisação de operações.

Nesse cenário, pode ser preciso comprar minério de ferro e pelotas de minério de ferro no mercado para honrar as obrigações existentes.

Riscos relacionados a barragens de rejeitos

Para que o minério de ferro se torne comercializável, é essencial que ele passe por beneficiamento ou tratamento. Esse processo consiste na separação do minério da sua parte não aproveitável, e pode ser feito de duas formas: a úmido ou a seco.

A mineração a seco utiliza menores quantidades de água na separação dos metais, dispensando o represamento de rejeitos e a construção de barragens. Todavia, o método, que apresenta custos mais elevados, requer materiais de teor ferroso mais alto, como os encontrados na Região do Carajás.

Após os acidentes de Mariana e Brumadinho, a Vale busca elevar as operações a seco em relação ao total, de 60% hoje para 70% em 2024, com meta final de 100%.

No entanto, a maior parte do processamento a seco está no Sistema Norte e alguns riscos ainda devem ser considerados no futuro, principalmente no Sistema Sul.

Commodity: exposta à volatilidade nos preços dos minérios e ao câmbio

Pelo fato de minérios serem commodities, suas cotações apresentam alta volatilidade, podendo oscilar para cima ou para baixo. O maior determinante de preços do minério é a lei da oferta e demanda.  

Como principais variáveis que afetam a rentabilidade da Vale, é possível citar a cotação do minério de ferro, dado que é o produto final da empresa, e o câmbio, já que os preços das commodities são regidos pelo mercado internacional.

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Fonte

Vale

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