CRI Rede D’Or – MAR/2023

CRI Rede D’Or – MAR/2023

  • Vencimento 09/03/2023
  • Rentab. -
  • Liquidez -
  • Juros -
  • Rating AAA(bra)
  • Risco (0 - 100) 6 Risco Médio

    A nova pontuação de risco leva em consideração critérios de risco, mercado e liquidez. Para saber mais, clique aqui.

  • Preço Unitário R$ 1.000,00

Análise do Emissor

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Para melhor entendimento do relatório, sugerimos consultar o Glossário ao final da página, caso seja necessário.

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede privada de hospitais no Brasil, além de atuar em serviços complementares. A empresa se beneficia da fragmentação do mercado de hospitais com fins lucrativos no Brasil, tendo adquirido 37 hospitais nos últimos 10 anos, buscando atingir a meta de adição de mais de cinco mil leitos operacionais até 2025 (mais de 1000 leitos por ano). Suas atividades foram negativamente afetadas pela pandemia da covid-19 em 2020. O EBITDA Ajustado foi de R$3,2 bilhões no ano, queda de 14% comparado a 2019. Já a dívida líquida atingiu R$ 5,6 bilhões ao fim de 2020, contração de 43% ante no ano anterior, explicado principalmente pela captação de R$ 8,4 bilhões com o IPO. A relação Dívida Líquida/EBITDA contraiu de 2,8x para 2,3x nos últimos 12 meses. A companhia não possui covenants de alavancagem.

Principais fatores do crédito

Destaques positivos

  • Maior empresa do setor no Brasil (positivo também considerando a alta fragmentação do setor no Brasil)
  • Crescimento de beneficiários de planos privados e envelhecimento da população brasileira.
  • Escala de negócios.
  • Histórico de solida geração de vaixa.

Pontos de atenção

  • Crescimento por meio de aquisições.
  • Capacidade de repassar aumento de custos.

Quem é a Rede D’Or São Luiz?

História

A fundação da Rede D’Or São Luiz remonta à inauguração da clínica de diagnósticos Cardiolab, em Botafogo, no Rio de Janeiro, em 1977, pelo cardiologista Jorge Moll Filho. Durante a década de 1980, houve a abertura de novas unidades em outras localidades do Rio de Janeiro, e, por consequência, a consolidação do Grupo Labs.

Mais tarde, o grupo expandiu sua atuação, iniciando as atividades na área hospitalar por meio da inauguração do Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, em 1998. Em sequência, foram inaugurados os Hospitais Copa D’Or, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e Quinta D’Or, na região central.

Nos anos 2000, foram inauguradas novas unidades diagnósticas na Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Copacabana, Tijuca, Ilha do Governador, Centro, Vila da Penha, Ipanema e Jardim Botânico. Sua quarta unidade hospitalar, o Hospital Rios D’Or, foi inaugurada em 2009, na área de Jacarepaguá.

O banco de investimentos BTG Pactual se tornou acionista do grupo em 2010, a partir da compra de debêntures conversíveis. Com o aporte, a Rede D’Or visou a expansão do número de unidades hospitalares.

Ainda em 2010, foram adquiridos o Hospital e Maternidade Brasil, na cidade de Santo André (SP), e o Hospital São Luiz Morumbi, na capital paulista.

Em 2011, o grupo adquiriu o Hospital Assunção, em São Bernardo do Campo (SP), e inaugurou os hospitais Norte D’Or, em Cascadura (RJ), e Niterói D’Or, na região metropolitana do Rio de Janeiro. No mesmo ano, os Hospitais e Maternidades São Luiz se uniram à rede, e o grupo transferiu sua rede de laboratórios (Labs D’Or) para o Grupo Fleury por R$ 1,2 bilhão.

Na sequência, o grupo manteve sua expansão, buscando novos mercados fora do eixo Rio-São Paulo. Como principais destaques, elenca-se o ingresso em Brasília em 2012, Campo Grande (MS) em 2013 e Sergipe (PE) em 2014.

O BTG Pactual se desfez de sua participação na companhia em 2015, ao vender suas ações para o fundo soberano de Singapura (GIC).

O Hospital CopaStar, em Copacabana, no Rio de Janeiro, foi inaugurado no ano de 2016. A partir dele, a Rede D’Or inaugurou sua linha de hospitais premium, desenvolvidos com o conceito de atendimento 5 estrelas. Os hospitais DFStar e Vila NovaStar, localizados em Brasília e São Paulo, respectivamente, foram inaugurados em 2018.

Ainda em 2018, a empresa iniciou suas atividades nos estados da Bahia, Maranhão e Sergipe.

Em dezembro de 2020, a Rede D’Or realizou sua abertura de capital na B3, movimentando R$ 11,4 bilhões, no maior IPO (da sigla em inglês de Oferta Pública de Ações) de uma companhia brasileira desde 2013. A operação avaliou o grupo em R$ 112,5 bilhões.

Fonte: XP Investimentos.

Atuação

A Rede D’Or São Luiz é a maior rede privada de hospitais no Brasil, contando com 52 hospitais e mais de 45 clínicas oncológicas, estas alocadas no grupo Oncologia D’Or. A companhia também atua em serviços complementares, como banco de sangue, diálise e ambulatórios.

Na frente de inovação e pesquisa clínica, a empresa atua por meio do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), uma instituição sem fins lucrativos voltada à ciência, à educação e à inovação na área da saúde.

A empresa possui uma das maiores instalações para cirurgias com auxílio de robôs do Brasil: são 18 robôs, distribuídos em 16 hospitais.

Presença

Além do eixo Rio de Janeiro-São Paulo, principal região de atuação da companhia, a Rede D’Or São Luiz também está presente nos estados de Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Tocantins e no Distrito Federal. Seu mapa de atuação, com o número de hospitais por estado em destaque, encontra-se disposto a seguir.

Fonte: XP Investimentos, Rede D’Or.

Quem são seus acionistas?

Família Moll (37,8%): família do fundador da companhia, Jorge Moll Filho.

Pacific Mezz Investco S.A.R.L. (23,3%): fundo de investimentos ligado ao fundo soberano de Singapura (GIC).

HPT FIP (6,6%): fundo de investimento em participações, associado ao The Carlyle Group, multinacional americana de private equity, gestão de ativos e corporação de serviços financeiros, com US$ 246 bilhões sob gestão.

Outros (32,3%).

As ações da Rede D’Or são negociadas sob o ticker RDOR3 na B3. A empresa aderiu ao segmento de listagem do Novo Mercado, em linha com sua busca contínua pelos mais altos padrões de governança corporativa.

Principais fatores do crédito

Para melhor entendimento, esclarecemos que a nomenclatura “4T20” significa “quarto trimestre de 2020”. Suas variações também se aplicam (ex: 3T20 seria o terceiro trimestre de 2020).

Fonte: XP Investimentos, Rede D’Or, Economatica.

Cenário atual

A Rede D’Or São Luiz se beneficiou da fragmentação do mercado de hospitais com fins lucrativos no Brasil, indústria em que a escala é importante, para adquirir 37 hospitais nos últimos 10 anos. Durante o quarto trimestre de 2020, a empresa anunciou a aquisição de quatro hospitais, e, no momento, aguarda a formalização das transações.

Além do crescimento via aquisições, a empresa também possui um plano sólido de crescimento orgânico, com planejamento de construção de 11 novos hospitais até 2024 e 21 projetos de expansão dos hospitais atuais, para adicionar 5,3 mil novos leitos ao seu portfólio.

A empresa tem como meta a adição de mais de cinco mil leitos operacionais até 2025 (mais de mil leitos por ano), dentre orgânicos e inorgânicos.

As atividades da Rede D’Or foram negativamente afetadas pela pandemia da covid-19 em 2020. As medidas de distanciamento social e o temor com a nova doença foram responsáveis pela redução no volume de atendimentos de procedimentos eletivos nos hospitais na fase inicial da pandemia, principalmente no 2T20.

Visando manter o curso normal de suas operações e atender os pacientes com covid-19, a Rede D’Or elaborou um plano estratégico, incluindo a criação de uma plataforma de telemedicina, expansão das unidades de emergência e terapia intensiva, reforço de caixa, entre outras medidas.

Destaques operacionais

Em 2020, a Rede D’Or conclui a aquisição de cinco novos hospitais: Perinatal (Rio de Janeiro), Santa Cruz (Curitiba), Aliança (Salvador), São Carlos (Rio de Janeiro) e São Lucas (Macaé, RJ), os quais foram responsáveis pela adição de 1.037 novos leitos. Em abril de 2020, a empresa também inaugurou o Hospital Glória D’Or, localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Sendo assim, a empresa alcançou a marca de 8.819 leitos totais, avanço de 15% em comparação com o saldo de 2019, dos quais 84% estão em operação. A taxa de ocupação contraiu de 75,9% para 68,3% no mesmo intervalo.

As provisões para glosas reduziram de 6,3% da receita líquida em 2019 para 5,9% em 2020.

Aponta-se que o volume de internações nos hospitais registrou recuperação no 4T20, avançando 10,7% em comparação com o 4T19. Durante o segundo trimestre de 2020, no início da pandemia, o volume de internações havia registrado queda de 20,6% ante o 2T19.

Destaques financeiros

Receita e EBITDA

A receita líquida da Rede D’Or atingiu R$ 4,2 bilhões no 4T20, crescimento de 22% em comparação com o 4T19. Já no ano completo de 2020, a receita líquida atingiu R$ 14 bilhões, avanço de 5% em relação a 2019. O crescimento foi alcançado apesar dos impactos negativos da pandemia, em parte devido à retomada das atividades e em parte pela maior base de leitos adicionados ao longo do ano.

O EBITDA Ajustado atingiu a marca de R$3,2 bilhões no ano, queda de 14% comparado a 2019, com margem de 22,7%. A contração reflete os impactos da pandemia e os investimentos em novas capacidades.

Endividamento e alavancagem

A empresa registrou dívida bruta de R$ 21,3 bilhões ao fim de dezembro, 45% superior fim de 2019, crescimento em maior parte explicado por captações realizadas no 1T20 no total de US$ 1,2 bilhão.

A dívida líquida da companhia atingiu R$ 5,6 bilhões ao fim de 2020, contração de 43% no mesmo intervalo, explicado pelo avanço considerável da posição de caixa e equivalentes, devido, principalmente, à captação de R$ 8,4 bilhões com o IPO e geração de caixa operacional.

Já a relação Dívida Líquida/EBITDA contraiu de 2,8x em 2019 para 2,3x em 2020, impactado pela redução da dívida líquida. Tal redução representa um avanço para a qualidade de crédito da empresa. A companhia não possui covenants de alavancagem nas suas emissões.

Práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)

Vemos a Rede D’Or com esforços robustos na agenda ESG e destacamos positivamente a elaboração de um relatório de sustentabilidade desde 2015. No pilar E (ambiental), destacamos as divulgações de dados históricos envolvendo uso de água, consumo de energia e gestão de resíduos da empresa.

Em relação ao pilar S (social), vemos a Rede D’Or se destacando em relação aos seus pares, principalmente no que diz respeito à qualidade do serviço: (i) 75% dos hospitais são credenciados por organizações especializadas, o que atesta a qualidade do serviço; (ii) indicadores clínicos superiores (em relação à média da Associação Nacional de Hospitais Privados); e (iii) reconhecimento do paciente – 72 NPS.

Na frente G (governança), a Família Moll é a principal acionista da empresa (52,4%), família com forte conhecimento (know-how) no setor, e as ações da Rede D’Or (RDOR3) estão listadas no Novo Mercado. Em relação ao Conselho de Administração, o Sr. Jorge Moll Filho, fundador da empresa, é o presidente, enquanto o Conselho carece de maioria independente. Em relação à diversidade, vemos espaço para melhorias, considerando a ausência de mulheres tanto no Conselho de Administração quanto na Diretoria Executiva.

Para mais informações, consulte análise ESG do setor de saúde no Brasil e visão geral sobre investimentos ESG.

Pontos de atenção

Crescimento por meio de aquisições

Apesar das fontes de crescimento orgânico para a Rede D’Or, como a abertura de novos leitos em hospitais existentes e construção de novos hospitais, é esperado que sejam necessárias novas aquisições para alcançar a meta de adição de mais de cinco mil leitos operacionais até 2025.

Historicamente, a estratégia da empresa tem incluído crescimento por aquisições, exemplificado pela compra de 39 hospitais nos últimos 10 anos, os quais adicionaram 4,9 mil leitos operacionais.

Porém, ressalta-se que qualquer nova aquisição pode afetar o endividamento da empresa e, consequentemente, sua alavancagem. Além disso, os custos iniciais da nova operação podem causar efeito de diluição no lucro consolidado da empresa. Adicionalmente, não há garantias de que tais negócios adquiridos operarão de forma rentável.

Por outro lado, destacamos como fator mitigante a forte posição de caixa da companhia, além do demonstrado bom acesso ao mercado de capitais, seja através de emissões de dívida ou de captações via ações.

Capacidade de repassar aumento de custos

A inflação médica é um dos principais problemas do setor, dado que segue crescendo constantemente acima da inflação geral. Na inflação médica, estão incluídos todos os gastos com saúde, o que passa por medicamentos, equipamentos, consultas médicas, exames, entre outros gastos.

Uma vez que os responsáveis pelo pagamento aos hospitais são, em sua maioria, os planos de saúde, o aumento dos custos hospitalares é repassado para as operadoras, que, por consequência, realizam reajustes muito elevados para os usuários, principalmente empresas.

As margens da Rede D’Or são determinadas pela relação entre os custos hospitalares e os preços cobrados dos clientes. Caso haja aumento de custos e a empresa não consiga repassar os preços aos pagadores, suas margens poderão ser pressionadas.

Glossário

Covenants: disciplinas financeiras que se aplicam aos tomadores de crédito, relacionam fatores a serem evitados enquanto o financiamento estiver vigente.

EBITDA: Lucro líquido do período acrescido dos tributos sobre o lucro, resultado financeiro líquido, depreciação e amortização. O indicador revela o potencial de geração de caixa de uma empresa.

EBITDA Ajustado: EBITDA acrescido do resultado da participação em investimentos, impairment, resultados com desinvestimentos e baixa de ativos, exclusão de despesas com arrendamento operacional e efeitos cambiais acumulados de conversão (CTA) reclassificados para resultado.

Glosas: de maneira simplificada, são a diferença entre o valor que os hospitais enviam aos planos de saúde para serem pagos e o valor que recebem dos planos. Essas diferenças podem ocorrer por erros processuais do hospital, por exemplo.

Taxa de ocupação: mede a quantidade de leitos ocupados em relação à quantidade total de leitos operacionais. Ou seja, quanto maior a taxa, melhor será para a empresa.

Veja mais

Fonte

Rede D’Or

Em atendimento à Resolução CVM nº20/2021, informamos que a XP Investimentos CCTVM S.A. e/ou suas afiliadas (“”XP Investimentos”” ou “”XP””) mantém relacionamento comercial com a sociedade Rede D’Or São Luiz, inclusive prestando serviços de assessoria com interesses financeiros e comerciais relevantes. Assim, o leitor deve ter ciência de tal informação e fazer sua própria análise e julgamento sobre eventual existência de conflito de interesses ou sobre a imparcialidade deste relatório. Cabe ressaltar que, opiniões emitidas anteriormente sobre a sociedade não estão abarcadas pelo posicionamento vigente. A cobertura da companhia emissora está suspensa por ora, mas o que foi publicado até então não perde sua validade ou eficácia. A XP Investimentos, expressamente, se limita e reserva o direito de recursar-se a atender qualquer solicitação baseada no conteúdo de informações especulativas sobre o relacionamento com a referida sociedade.

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